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deputado marcinho oliveira
O deputado estadual Marcinho Oliveira (União) relatou que a confusão ocorrida na noite desta terça-feira (1°) aconteceu após uma perseguição sofrida pela esposa e empresária, Isla Martins. A situação aconteceu em Monte Santo, na região sisaleira, e repercutiu nas redes sociais.
Em vídeo, o legislador afirma que os perseguidores seriam aliados da prefeita Silvania Matos (PSB). Segundo o relato de Marcinho Oliveira, a empresária voltava para casa quando percebeu que está sendo perseguida por três veículos. Assustada, ela teria ligado para o marido suspeitando de um possível sequestro, o que fez o deputado pedir para que ela se dirigisse ao Centro da cidade.
Ao chegar no local, Oliveira percebeu que um dos ocupantes do veículo era funcionário da prefeitura. Nesse momento, houve a discussão. Após a confusão, o deputado procurou o 5º Batalhão da Polícia Militar e participou de uma reunião com o tenente-coronel Roberto Sampaio. Oliveira pediu reforço no policiamento e registrou um boletim de ocorrência na Coordenadoria de Polícia Civil em Euclides da Cunha.
“Essa não é a política que queremos, nós queremos a política da paz, a política do bem. Estão usando a nossa imagem com fake news, quero dizer que todos serão punidos ao rigor da lei e quero também dizer a todos que estou tomando todas as providências cabíveis para poder acabar com essa perseguição em nossa cidade”, disse Marcinho Oliveira no vídeo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.