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deputado da bahia
O deputado federal José Rocha (União) pode estar no seu último mandato eletivo como deputado, entre eleições para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e a Câmara. Ao Bahia Notícias, correligionários do parlamentar sinalizaram que o futuro de Zé pode ser a disputa do Senado em 2026.
Com longa história na política baiana, Rocha conseguiu uma vitória política em 2022 ao conseguir manter o mandato em Brasília e eleger o filho, Manoel Rocha (União), para o parlamento estadual. O movimento indicado como "natural" por aliados é que Manoel dispute uma cadeira em Brasília em 2026, substituindo Zé como herdeiro político.
O desfecho então poderia culminar na disputa de uma vaga ao Senado por parte do atual deputado federal. Integrante do União Brasil, Zé Rocha compõe a base de apoio do grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União). A possibilidade pode ser reforçada já que em 2026 duas vagas para o Senado serão abertas, já que findam os mandatos de Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD).
Dentro do União Brasil um dos nomes mais fortes para o pleito, tendo inclusive já indicado o desejo, é o do também deputado federal Elmar Nascimento (União) (veja mais e mais). A inclusão de dois nomes do mesmo partido poderia dificultar o encaixe na majoritária do grupo, onde mais legendas devem pleitear vagas para a disputa.
Mesmo com a intenção indicada por aliados para o posto, Zé Rocha também não descarta outra possibilidade para o futuro: a aposentadoria. Políticos próximos ao deputado também indicaram que, caso o posto na majoritária não venha, Rocha deve se aposentar da vida pública. Natural de Coribe, José Rocha é médico de profissão. Foi eleito pela primeira vez como deputado estadual em 1978, quando era filiado à Arena. Já passou por PDS, PFL, PR e PL, antes da chegada ao União Brasil em 2022.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.