Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
demafe
A Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia Móvel de Atendimento a Futebol e Eventos (Demafe), intimou uma pessoa suspeita de cometer o ato de injúria racial contra o zagueiro Léo, do Athletico Paranaense. O jogador foi chamado de “macaco” após ser expulso no empate em 0 a 0 pelo clássico contra o Coritiba, no último sábado (25), no Couto Pereira.
O Coritiba fez apurações internas com imagens do estádio e chegou à conclusão de um possível nome responsável pelas ofensas direcionadas ao jogador, de acordo com o ge. Através de investigações, o Demafe chegou no mesmo suspeito.
As imagens não são 100% conclusivas, por isso, a polícia trata a pessoa como suspeita, mas decidiu pela intimação. O depoimento deve ocorrer na próxima terça-feira (28), e a identidade não vai ser revelada no momento.
“Momento difícil. Eu luto por essa causa e passar por isso não é legal. Neste momento eu fiquei muito próximo da minha família. Agora é fazer o que tem que ser feito para que essa pessoa não cometa mais isso com ninguém. A gente não pode ocupar um lugar de vítima em momento nenhum. Que a pessoa pague pelos seus atos. O que peço é respeito e igualdade”, declarou o atleta.
Depois do jogo, Léo e um segurança do Athletico foram até o posto da Demafe no Couto Pereira para fazer um boletim de ocorrência, mas o local já não tinha mais ninguém após a partida. Por isso, o caso foi registrado nesta segunda-feira.
Injúria racial é crime no Brasil, de acordo com a Lei Nº 14.532, de janeiro de 2023. A pena é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de frequentar, por três anos, locais destinados a práticas esportivas, artísticas ou culturais destinadas ao público, neste caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.