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A Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia Móvel de Atendimento a Futebol e Eventos (Demafe), intimou uma pessoa suspeita de cometer o ato de injúria racial contra o zagueiro Léo, do Athletico Paranaense. O jogador foi chamado de “macaco” após ser expulso no empate em 0 a 0 pelo clássico contra o Coritiba, no último sábado (25), no Couto Pereira.
O Coritiba fez apurações internas com imagens do estádio e chegou à conclusão de um possível nome responsável pelas ofensas direcionadas ao jogador, de acordo com o ge. Através de investigações, o Demafe chegou no mesmo suspeito.
As imagens não são 100% conclusivas, por isso, a polícia trata a pessoa como suspeita, mas decidiu pela intimação. O depoimento deve ocorrer na próxima terça-feira (28), e a identidade não vai ser revelada no momento.
“Momento difícil. Eu luto por essa causa e passar por isso não é legal. Neste momento eu fiquei muito próximo da minha família. Agora é fazer o que tem que ser feito para que essa pessoa não cometa mais isso com ninguém. A gente não pode ocupar um lugar de vítima em momento nenhum. Que a pessoa pague pelos seus atos. O que peço é respeito e igualdade”, declarou o atleta.
Depois do jogo, Léo e um segurança do Athletico foram até o posto da Demafe no Couto Pereira para fazer um boletim de ocorrência, mas o local já não tinha mais ninguém após a partida. Por isso, o caso foi registrado nesta segunda-feira.
Injúria racial é crime no Brasil, de acordo com a Lei Nº 14.532, de janeiro de 2023. A pena é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de frequentar, por três anos, locais destinados a práticas esportivas, artísticas ou culturais destinadas ao público, neste caso.
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