Artigos
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Multimídia
Niltinho diz que ida ao PSB dos egressos do PP foi descartada por risco a eleições de aliados
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
delgatti
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reduziu em 100 dias a pena do hacker Walter Delgatti Neto após sua aprovação no Enem, no qual obteve 700 pontos na redação.
Em decisão proferida nesta segunda-feira (6), o ministro homologou a remição com base no desempenho do apenado no exame.
Delgatti obteve ainda 636 pontos em matemática, 635,4 em ciências humanas, 550,7 em linguagens e 476,8 em ciências da natureza.
O relator, no entanto, rejeitou outros pedidos da defesa, como o abatimento de 173 dias da pena por leitura de obras literárias e participação em cursos de capacitação, por falta de comprovação adequada das atividades.
Condenado a 8 anos e 3 meses de prisão por invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsificar documentos, o hacker está preso em Tremembé (SP).
Além dele, a ex-deputada Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por atuar com o hacker na invasão ao CNJ.
A 10ª Vara Federal de Brasília, através do juiz Ricardo Leite, determinou a soltura de Walter Delgatti Neto, conhecido por ser o hacker da “Vaza Jato”. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (10). No mês passado, Delgatti foi detido por não cumprir com as medidas restritivas impostas pelo Judiciário.
Após a decisão de soltura da Justiça, Delgatti, vai responder em liberdade e utilizará tornozeleira eletrônica, além de ter uma série de outras obrigações. O acusado vai precisar enviar um relatório mensal por e-mail ao delegado do caso detalhando suas atividades na internet, além de manter endereço atualizado e avisar à polícia caso precise se ausentar de São Paulo por um período maior que o de 48 horas.
Walter Delgatti havia sido preso em 2019 na Operação “Spoofing”, que apura invasão de contas de Telegram de autoridades, dando origem a chamada “Vaza Jato”.
Delgatti foi acusado pela Polícia Federal por usar um e-mail vinculado a uma conta bancária para angariar doações por meio de Pix, além de ter tirado fotos para comprovar a veracidade da identidade em sites de compras feitas depois da proibição de acesso à internet.
A PF apontou também que ele não se encontrava nos endereços fornecidos pela Justiça em Araraquara e Ribeirão Preto
As mensagens vazadas após a invasão de Delgatti, contribuíram para mudar a posição de parte do Judiciário e garantir a anulação de processos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por causa das ações o hacker responde na Justiça por interceptação telefônica ilegal e invasão de dispositivo informático.
Após o caso, ele ainda se encontrou com aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a última campanha, em agosto do ano passado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Quem chega não senta na janela".
Disse o senador Angelo Coronel, recém-chegado ao Republicanos após deixar o PSD e a base governista para integrar a chapa majoritária de oposição ao lado de ACM Neto (União) ao comentar especulações sobre uma possível mudança no comando da sigla na Bahia.