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delegada camila albuquerque
O soldado da polícia militar e o estudante direito presos com quase 120 quilos de drogas são suspeitos de integrar uma facção crimimosa, informou a coordenadora do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Camila Albuquerque, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (23).
A polícia agora apura a origem e a destinação da droga, avaliada em torno de R$ 3 milhões. "Com certeza é uma organização criminosa muito maior. Só tinham dois lá. Então tem vários outros que devem estar envolvidos e as investigações continuam", declarou a delegada.

Foto: Montagem / Bahia Notícias
??Investigação aponta ligação de PM e estudante de direito presos com facção criminosa
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 23, 2026
????? Francis Juliano/ Bahia Notícias
Confira?? pic.twitter.com/qaIdWxIhXO
Éder Lourenço Santos Pereira é lotado no batalhão de Euclides da Cunha, no Nordeste baiano, e está há quatro anos na corporação. O estudante de direito preso foi identificado como Renan Santana Carvalho, que usava uma identificação falsa do Exército Brasileiro.
Eles foram detidos em uma ação conjunta com a Rondesp da Região Metropolitana de Salvador (RMS). De acordo com o tenente-coronel Travessas, o policial segue detido no Batalhã de Choque em Lauro de Freitas.

Foto: Divulgação / SSP-BA
Os dois foram presos no Salvador Norte Shopping nesta quarta-feira (22) quando traficariam a droga para um terceiro, que a polícia ainda não localizou. A carga apreendida tinha 69 kg de cocaína e 50 de crack.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.