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Com chance real de medalha para o Brasil, os Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Milão e Cortina, no norte da Itália, chegam a edição de 2026, cercados por relatos de obras inacabadas, que podem impactar no andamento do evento.
Para a realização do evento, que tem o início marcado para esta quarta-feira (4), foi construída a arena Santa Giulia, palco que receberá as disputas de hóquei no gelo. O projeto, realizado pelo arquiteto David Chipperfield se tornou assunto nos últimos dias pela pressa na finalização da obra. Até o último fim de semana, o ginásio não estava concluido. Entre as áreas inacabadas, estão os camarotes, áreas de comidas e imprensa, além de ambientes - internos e externos - com materias e sujeira de construção.
Já em Cortia d'Ampezzo, o Teléferico de Apollonio-Socrepes, projetado para transportar o público até as provas de esquialpino feminino, está sob risco de não ser finalizado a tempo.
Segundo a Simico (Sociedade Infraestrutura Milano Cortina), sociedade que une o governo italiano e quatro administrações locais na realização das obras, são 98 obras ligadas aos jogos, sendo 47 em instalações esportivas e 51 em infraestrutura de transporte. Do total, 40 obras foram concluídas, 29 estão em andamento, 27 em fase de projeto e duas em licitação. O custo até agora é 3,5 bilhões de euros (R$ 21,6 bilhões) – a arena de Milão não entra na conta, porque foi erguida com recursos privados.
São esperados mais de cem eventos até dia 22 fevereiro, com mais de 2.900 atletas de 90 países. Este ano, o Brasil enviou a maior delegação da história, com 14 atletas competindo em cinco modalidades - sendo elas: esqui alpino, esqui cross-country, bobsled, skeleton e snowboard. a melhor colocação brasileira. A melhor colocação brasileira até hoje foi em 2006, com o nono lugar de Isabel Clark no snowboard.
A chance real de medalha fica por conta de Lucas Pinheiro Braathen, de 25 anos, nascido na Noruega de mãe brasileira, no esqui alpino.
A transmissão dos Jogos de Inverso podem ser acompanhados no Brasil por meio das emissoras do Grupo Glopo e na CazéTV.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.