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deixa o grupo
O goleiro do Real Madrid, Thibaut Cortouis, deixou a concentração da Bélgica nesta segunda-feira (19) após se incomodar por não ter sido escolhido como capitão na partida contra a Áustria, no último sábado.
Sem poder contar com o lesionado Kevin De Bruyne, o técnico Domenico Tedesco escolheu passar a braçadeira para Romelu Lukaku, o que desagradou o Courtois.
A ideia do treinador era que o camisa 1 do Real Madrid fosse capitão somente contra a Estônia, nesta terça-feira (20).
"Estou em choque. Decidimos que Romelu (Lukaku) seria o capitão contra a Áustria, e Thibaut (Courtois) seria contra a Estônia. Estava tudo certo para todos, mas depois do jogo, ele de repente quis conversar comigo e disse que iria para casa porque estava decepcionado e se sentia ofendido. É algo que parece estar guardado há tempo, tem a ver com valorização", afirmou Tedesco em entrevista coletiva.
Tedesco desmente informação de lesão do goleiro
Oficialmente a Associação Belga de Futebol e o pai de Courtois afirmaram que o goleiro estaria machucado, sendo dúvida já no jogo do último sábado (17). Porém, o técnico Domenico Tedesco desmentiu a informação.
"Eu gostaria de dizer que ele está lesionado, como disse seu pai. Mas isso não é verdade. Não vou mentir para vocês (jornalistas), para a equipe, para os jogadores. Eu realmente não posso fazer isso. Ele teve alguns problemas, mas foi o mesmo antes do jogo contra a Áustria e depois do jogo. Não é sobre isso. Eu não queria concordar com aquela história sobre a lesão", explicou Tedesco.
A Bélgica atualmente ocupa o 2º lugar do Grupo F das Eliminatórias para a Eurocopa 2024, com duas vitórias, um empate, uma derrota e 4 pontos somados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.