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defesa pessoal feminina
O Dia Internacional da Mulher, celebrado tradicionalmente no dia 8 de março, foi marcado por uma iniciativa voltada à solidez da segurança e da autonomia das mulheres. A Federação Sul-Americana de Krav Maga realizou um evento gratuito voltado para a defesa pessoal feminina. A reunião, que ocorreu simultaneamente em 19 estados brasileiros e cinco países, também aconteceu em Salvador e registrou grande presença do público feminino.
Uma das sedes da ação na cidade de Salvador foi o Centro de Treinamento Especializado em Krav Maga (CT OGW), localizado na Barra, dentro da Associação Atlética da Bahia. A conferência, que foi dividida em dois turnos (manhã e tarde), reuniu muitas mulheres interessadas em aprender técnicas de defesa pessoal e estratégias de prevenção em contextos de violência.
Além do debate em relação a defesa pessoal no mundo feminino, o seminário também contou com três horas de atividades intensas, onde as participantes tiveram instruções práticas sobre comportamento defensivo, uso de objetivos do cotidiano como ferramentas para se proteger e técnicas específicas do Krav Maga para corresponder positivamente em casos de risco, como agarramentos, estrangulamentos, puxões de cabelo, tentativas de roubo e outras formas de agressão.
O krav maga chegou ao Brasil em 1990. Pioneiro, o Grão Mestre Kobi, que foi aluno direto do fundador, Imi Lichtenfeld, difundiu o esporte no país. Segundo Kobi, a prática do krav maga não só influencia na preparação física, mas também no sentido comportamental.
“Mas vale ressaltar que é necessário treinar com um instrutor habilitado para que o resultado seja efetivo, porque o Krav Maga não é um esporte e sim uma modalidade de defesa pessoal, sem campeonatos ou competições, no qual o maior prêmio é a vida”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.