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Não foi só Carla Perez que desfalcou as comemorações de 30 anos do “É o Tchan”. A ex-dançarina do grupo e primeira morena do Tchan, Débora Brasil, também não está presente na turnê ao lado dos colegas.
De acordo com a revista Extra, Débora participou recentemente de um culto evangélico em São Paulo, onde contou seu testemunho de vida com Deus e falou dos tempos de "pecado", quando atuava como dançarina ao lado de Carla Perez e Jacaré. Ela foi substituída por Scheila Carvalho em 1997.
"Eu não sabia que eu ia poder desfrutar dessa presença tão maravilhosa, que é a presença do Senhor. Que traz para perto de nós pessoas do coração Dele. Que afastam pessoas que querem destruir a nossa vida. O senhor olhou para mim, mesmo errada, pecadora, suja do pecado, ali, subindo e descendo e, às vezes, as pessoas vinham e me entregavam o folheto e diziam: 'Débora, Deus tem um plano para sua vida'. E eu estava com a vida destruída emocionalmente", disse Débora, de acordo com o site.
Débora ainda afirmou que não teve a estrutura emocional e psicológica que ela achava que o sucesso e o dinheiro poderia trazer.
"A minha alma estava a cada dia clamando, buscando por socorro. Eu fui ficando cada vez mais doente, emocionalmente e psicologicamente, mas eu estava no palco com um sorriso aberto. Mas o meu coração gritava. Era uma tristeza constante quando as luzes dos palcos se apagavam, e a maquiagem e o meu figurino saíam. O meu travesseiro recebia as lágrimas. Eu não queria mais. Não queria ser triste e passar pelo sofrimento que eu passava. Mas o nosso Deus perdoa aqueles que se arrependem de fato", finalizou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.