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david hancko
Em uma reviravolta inesperada, o zagueiro eslovaco Dávid Hancko, de 27 anos, foi surpreendido ao ser informado de que não faria mais parte dos planos do Al-Nassr, da Arábia Saudita, mesmo após ter viajado até a Áustria para se juntar à pré-temporada do clube. O defensor, que pertence ao Feyenoord, da Holanda, chegou na útlima terça-feira (22) ao hotel onde a equipe saudita estava concentrada, mas recebeu a orientação de que não era mais bem-vindo, não poderia participar dos treinamentos e sequer permanecer no local.
A situação causou indignação no clube holandês. "O jogador também havia chegado a um acordo com o Al-Nassr e com o Feyenoord. Quando chegou ao centro de treinamento, foi repentinamente informado de que não era mais bem-vindo. Isso é inédito. Escandaloso e inaceitável", declarou Raymond Salomon, porta-voz do Feyenoord.
Segundo Salomon, o acordo entre as partes estava acertado há meses, e a decisão repentina de romper com a negociação foi classificada como desrespeitosa com o atleta. “David vem refletindo sobre isso há meses. O acordo estava fechado, mas no final eles recuaram com todo tipo de falácias. Essa forma de tratar um jogador nunca foi vista antes. Nos solidarizamos com ele”, completou.
De acordo com o jornal espanhol Marca, a mudança repentina pode ter relação com a recente chegada do técnico Jorge Jesus ao comando do Al-Nassr, para a temporada 2024/25. A troca no comando técnico teria influenciado diretamente na decisão de desistir da contratação do defensor eslovaco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.