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Nos últimos dias, 18 institutos de pesquisas divulgaram sondagens sobre o segundo turno das eleições presidenciais. De todas elas, apenas a pesquisa da Vox Brasil acertou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto as outras 17 fizeram previsão de que Flávio Bolsonaro (PL) seria eleito.
A pesquisa Vox Brasil, divulgada na última sexta-feira (23), indicou que Lula venceria por 50,60% contra 49,40% do candidato Flávio Bolsonaro. Com 99,96% apurados até as 21h50 deste domingo (25), Lula, declarado eleito, tem 51,76% contra 48,24% do senador do PL.
Confira abaixo as previsões divulgadas por todos os institutos nos dias que antecederam o segundo turno das eleições:
PoderData/Aya
Flávio 51% x 49% Lula
BTG/Nexus
Flávio 50,50% x 49,50% Lula
AtlasIntel
Flávio 50,80% x 49,20% Lula
Datafolha
Flávio 51% x 49% Lula
Indexa/Broadcast
Flávio 50,60% x 49,40% Lula
França
Flávio 51,40% x 48,60% Lula
CNT/MDA
Flávio 50,70% x 49,30% Lula
Palver
Flávio 51% x 49% Lula
Gerp
Flávio 52% x 48% Lula
Futura
Flávio 50,10% x 49,90% Lula
DataTrends
Flávio 51,90% x 48,10% Lula
Ipespe/Abrasel
Flávio 50,50% x 49,50% Lula
Real Time Big Data
Flávio 52% x 48% Lula
Veritá
Flávio 51,10% x 48,90% Lula
Meio/Ideia
Flávio 51,10% x 48,90% Lula
Quaest
Flávio 51% x 49% Lula
Vox Brasil
Lula 50,60% x 49,40% Flávio
Alfa Inteligência
Flávio 52% x 48% Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato à frente da Presidência da República, segundo projeção do Datafolha. O petista venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após uma virada na disputa do segundo turno das eleições de 2026.
A projeção é feita a partir dos dados de apuração divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O instituto utiliza um sistema próprio que considera agrupamentos de eleitores por mesorregião e características dos municípios em cada estado para estimar o resultado da votação.A vitória ocorre após uma campanha marcada pela polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro. No primeiro turno, o senador do PL ficou à frente do petista, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente.
O segundo turno foi marcado por uma disputa acirrada e por estratégias distintas dos candidatos. Enquanto Flávio apostou no antipetismo e no apoio de setores da direita, Lula intensificou sua atuação na reta final da campanha, com mudanças na estratégia de comunicação e mobilização de apoiadores nas redes sociais.
O dia da votação também foi marcado por tensão envolvendo o transporte público. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o adiamento do encerramento da votação em duas horas, após questionamentos da campanha petista sobre dificuldades para a liberação do transporte público em dez estados.
Com a vitória, Lula se torna o primeiro presidente brasileiro a conquistar quatro mandatos pelo voto direto. O petista já havia vencido as eleições presidenciais de 2002, 2006 e 2022.
As últimas pesquisas da Quaest e do Datafolha antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 apontam a menor diferença numérica entre os candidatos desde 2006.
Nos dois levantamentos, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma distância de dois pontos percentuais. Consideradas as margens de erro, os institutos indicam empate técnico.
A diferença é inferior à registrada nas pesquisas de véspera de eleições presidenciais anteriores. Em 2014, por exemplo, o último levantamento do Datafolha apontou Dilma Rousseff (PT) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Aécio Neves (PSDB), uma vantagem de quatro pontos percentuais.
Em 2022, Quaest e Datafolha também registraram a mesma diferença nas pesquisas de véspera do segundo turno. Na ocasião, Lula tinha 52% dos votos válidos, enquanto Jair Bolsonaro (PL) aparecia com 48%. Já o levantamento Ibope/Ipec indicava 54% para Lula e 46% para Bolsonaro, uma distância de oito pontos percentuais.
Segundo o Datafolha, 46% dos eleitores dizem que não votariam em Lula (PT), ante 45% que afirmam o mesmo sobre Flávio Bolsonaro (PL).
Foi o que aferiram os pesquisadores ao ouvir 4.050 pessoas com 16 anos ou mais na sexta-feira (23) e neste sábado (24). O levantamento foi contratado pela Folha e pela TV Globo, e está registrado na Justiça Eleitoral com o código BR-09540/2026.
Nesta quinta-feira (22), quando o instituto havia divulgado a rodada anterior de pesquisa sobre o pleito, diziam rejeitar o filho de Jair Bolsonaro 46%, ante 45% que afirmavam não votar no presidente. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
São 2% os que afirmam não votar nem no petista nem no congressista, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.
A última pesquisa Datafolha antes das eleições presidenciais, divulgada neste sábado (24), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) contando apenas os votos válidos, somando 51% das intenções de voto. O candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contabiliza 49%, sinalizando um empate técnico.
Com margem de erro fixada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, o levantamento reflete o cenário político às vésperas da votação decisiva, marcada para este domingo (25).
Os votos brancos e nulos somam 3%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos ou não quiseram responder. Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento ouviu 4.050 pessoas entre os dias 23 e 24 de outubro. A pesquisa está registrada sob o número BR-09540/2026.
Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22) , o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registraram um empate numérico. Em votos válidos, ou seja, excluindo brancos e nulos, os dois tiveram 50% das intenções de voto.
Uma nova pesquisa do instituto Datafolha, encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta estabilidade na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com os dados, 49% da população aprova a gestão federal, enquanto 48% desaprova.
Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento, de nível de confiança é de 95%, ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de outubro. A pesquisa está registrada sob o número BR-09709/2026.
A nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (22), aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). No levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio pontua 47%.
Os votos brancos e nulos somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos ou não quiseram responder. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo Palácio do Planalto, cuja votação será realizada no próximo domingo (25).
Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro tinha 47% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos, nulos ou nenhum candidato somavam 5%, enquanto 1% dos entrevistados estava indeciso.
Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento, nível de confiança de 95%, ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de outubro. A pesquisa está registrada sob o número BR-09709/2026.
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50% das intenções de voto válidas no segundo turno da eleição presidencial.
O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
Os votos válidos excluem os brancos, nulos e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder. A votação do segundo turno está marcada para este domingo (25). Na semana passada, o petista apontava 48% e Flávio 52%.
Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de outubro. O levantamento está registrado sob o número BR-09709/2026.
Pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (15), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da disputa pelo segundo turno da eleição presidencial, contando apenas os votos válidos, somando 51,1% das intenções de voto. O candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contabiliza 48,9%.
Com margem de erro fixada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, o levantamento reflete o cenário político a dez dias da votação decisiva, marcada para 25 de outubro. A diferença entre os dois candidatos é de 2,2 pontos percentuais, portanto acima da margem de erro, o que indica uma vantagem real de Flávio, ainda que estreita.
O levantamento presencial consultou 2.520 eleitores entre terça-feira (13) e esta quinta-feira (15). A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S.A. ao custo de R$ 384.552, sob registro BR-00466/2026 junto à Justiça Eleitoral.
A nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (15), aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). No levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio pontua 47%.
CONFIRA OS NÚMEROS:
Os votos brancos e nulos somam 6%, enquanto o percentual de eleitores indecisos ou que não quiseram responder é de 2%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois postulantes ao Palácio do Planalto dividem a liderança da corrida eleitoral, cuja votação ocorrerá no próximo domingo, 25 de outubro.
O levantamento do Datafolha ouviu 2.520 pessoas entre os dias 13 e 15 de outubro em todo o território nacional. A pesquisa possui 95% de nível de confiança, custou R$ 384.552, foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S.A. e está registrada no TSE sob o protocolo BR-00466/2026.
A Quaest deve divulgar nesta quarta-feira (14) o seu primeiro levantamento sobre a disputa a presidente no segundo turno das eleições 2026. Além de apresentar as intenções de voto nos candidatos Flávio Bolsonaro e Lula, a pesquisa deve apresentar informações como a rejeição de cada um, o nível de certeza na escolha, os motivos para votar em um ou outro, interesse em comparecer à urna, entre outros dados.
Os entrevistados pela Quaest também responderam questões como o seu apoio a diversas propostas apresentadas pelos dois candidatos. Os eleitores falaram se aprovam, por exemplo, o projeto que muda a jornada 6x1, a proibição das bets, uma jornada de trabalho por hora, a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), entre outros temas.
Depois da Quaest, será a vez do Datafolha e do instituto Palver apresentarem as suas novas pesquisas, programadas para esta quinta (15). A primeira pesquisa Datafolha no segundo turno foi divulgada na semana passada, e mostrou Flávio Bolsonaro com 52% das intenções de votos e o presidente Lula com 48%, em votos válidos.
Já a Palver ainda não divulgou levantamentos neste segundo turno. No primeiro turno, o instituto Palver foi um dos que mais se aproximou do resultado das urnas, já que na sua última pesquisa apresentou Flávio com 47% e Lula com 43%, o único instituto que cravou o resultado certo para o senador do PL.
Na sexta (16), será a vez do PoderData/Aya apresentar o seu mais novo levantamento. O instituto já divulgou duas pesquisas neste segundo turno. No mesmo dia será divulgada a pesquisa presidencial da CNT/MDA e a do instituto Futura/100% Cidades.
Há pesquisas sobre a disputa em segundo turno também programadas para divulgação no próximo sábado (17). É o caso do levantamento do instituto Ipespe, assim como a pesquisa Veritá.
Os levantamentos da semana se encerram no domingo (18), com a divulgação do novo levantamento Vox Brasil. O instituto também está entre os quatro que acertaram a vitória do candidato Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
O primeiro levantamento do Datafolha após a definição da disputa de segundo turno da eleição presidencial mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Lula (PT).
Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica utilizada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o resultado final da eleição.
Em votos totais, Flávio aparece com 49%, enquanto Lula tem 45%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Outros 1% estão indecisos e 5% afirmam que votarão em branco ou anularão o voto.
No primeiro turno, realizado no domingo passado (4), Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores na terça-feira (6) e na quarta-feira (7), em pesquisa encomendada pela Folha e pela TV Globo e registrada no TSE sob o código BR-02949/2026.
A primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno no Distrito Federal, divulgada nesta quinta-feira (8), mostra a governadora Celina Leão (PP) confirmando seu favoritismo e abrindo já 18 pontos percentuais sobre seu adversário, Leandro Grass, do PT. Pelos números do Datafolha, Celina tem 55% das intenções de voto contra 37% de Grass.
No primeiro turno, a governadora do DF teve 49,93% dos votos válidos, e não foi eleita em primeiro turno por ter deixado de receber 168 votos. O segundo colocado, Leandro Grass, teve 34,47% dos votos válidos.
Segundo a candidata à reeleição, sua vitória no primeiro turno não aconteceu porque muitos de seus eleitores confundiram seu número, apertando o 22 do PL e não o 11 do PP. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 26 mil eleitores do DF digitaram 22, e como não havia concorrente ao Palácio do Buriti com essa identificação, os votos foram anulados.
Para 90% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, a escolha do candidato no segundo turno é definitiva. Outros 9% dizem que ainda podem mudar o voto e 1% não soube dizer.
A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha ouviu 910 pessoas entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é DF-03365/2026.
De 11 pesquisas dos principais institutos nacionais sobre a disputa presidencial divulgadas durante esta semana, apenas quatro delas indicaram uma vitória do candidato Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno. Com 99,86% das urnas apurada até as 22h15, o senador do PL tinha 47,06% dos votos válidos, contra 45,12% obtidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dos quatro institutos que registraram vitória de Flávio Bolsonaro neste primeiro turno, os levantamentos da Palver e da Gerp foram os que mais se aproximaram do resultado final. Pesquisas da Vox Brasil e da Veritá com previsão de vitória do candidato do PL têm números dentro da margem de erro.
Em meio aos que apontava a vitória do presidente Lula, apenas a pesquisa da Quaest teria uma projeção aproximada do resultado final por conta da margem de erro. Os demais institutos, como Datafolha, apontaram um resultado que não se confirmou nem com a aplicação da margem de erro, normalmente de dois pontos percentuais.
Confira abaixo os institutos que mais acertaram e as pesquisas que mais erraram (os levantamentos foram todos divulgados nos últimos dias):
Palver
Flávio 47% x 43% Lula
Gerp
Flávio 46% x 44% Lula
Vox Brasil
Flávio 45,8% x 44,9% Lula
Veritá
Flávio 45,14% x 44.65% Lula
Quaest
Lula 46% x 45% Flávio
PoderData/Aya
Lula 45% x 43% Flávio
Datafolha
Lula 45% x 42% Flávio
AtlasIntel/Bloomberg
Lula 47% x 44,1% Flávio
CNT/MDA
Lula 47,8% x 42,1% Flávio
BTG/Nexus
Lula 44% x 39% Flávio
Real Time Big Data
Lula 44% x 42% Flávio
A maioria dos brasileiros ouvidos pelo Datafolha defende a proibição das apostas esportivas online, conhecidas como bets, e dos cassinos virtuais. Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (1º), 78% dos entrevistados são favoráveis à medida.
Outros 18% afirmaram ser contrários à proibição, enquanto 4% não souberam responder à questão. Os participantes responderam à pergunta: “Na sua opinião, as apostas esportivas online, as chamadas Bets e os cassinos online, deveriam ser proibidas ou não?”.
No dia 25 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou a Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe integralmente o funcionamento, a oferta, a intermediação e a publicidade das bets no Brasil.
O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08039/2026, ouviu 2.506 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 28 e 30 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (1º), aponta que os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão com 42% e 38%, respectivamente, na disputa pela Presidência da República. O resultado do levantamento é apresentado a três dias da votação do primeiro turno das eleições, sinalizando uma disputa acirrada entre os concorrentes nesta reta final.
Segundo as informações divulgadas, esse é o percentual do restante dos candidatos:
Escritor Augusto Cury (Avante): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Romeu Zema (Novo): 1%
Samara Martins (UP): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Edmilson Costa (PCB): 0
Rui Costa Pimenta (PCO): 0
Leonardo Avalanche (PRTB): 0
Clariana Barão (DC): 0
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
5% dos eleitores disseram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 2% estão indecisos.
Na pesquisa presidencial anterior, publicada em 24 de setembro, Lula (PT) tinha 40% no 1º turno, seguido de Flávio Bolsonaro (PL), com 36%. Augusto Cury (Avante) aparecia no terceiro lugar, com 5%. Quando era uma simulação do 2º turno, Lula e Flávio estavam em empate técnico: o presidente com 47% e o senador com 45%.
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo. Foram entrevistadas 2.506 pessoas entre o dia 28 de setembro e esta quinta-feira (1º). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-08039/2026
A pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), aponta que 49% dos eleitores desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, enquanto 48% aprovam a condução do governo federal.
No levantamento realizado na semana anterior, o índice de desaprovação figurava em 50%, e o de aprovação era de 47%. O grupo dos eleitores que não souberam opinar manteve-se em 3%. Confira a comparação com os resultados da pesquisa anterior:
- Desaprova: 49% (eram 50% na pesquisa anterior)
- Aprova: 48% (eram 47% na pesquisa anterior)
- Não sabe: 3% (eram 3% na pesquisa anterior)
O levantamento também mensurou a avaliação do trabalho desempenhado pela gestão federal:
- Ruim ou péssimo: 41% (eram 40% na pesquisa anterior)
- Ótimo ou bom: 35% (eram 34% na pesquisa anterior)
- Regular: 23% (eram 24% na pesquisa anterior)
- Não sabe: 1% (eram 2% na pesquisa anterior)
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 28 e 30 de setembro.
O levantamento apresenta margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08039/2026.
A nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (1º), aponta que, em uma simulação de segundo turno na disputa pela Presidência da República, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 45%.
Confira em números:
- Lula (PT): 48%;
- Flávio Bolsonaro (PL): 45%;
- Branco/nulo: 6%;
- Indecisos: 1%.
A pesquisa é estimulada, ou seja, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Na pesquisa presidencial divulgada em 24 de setembro, Lula e Flávio Bolsonaro já figuravam em cenário de empate técnico na simulação de segundo turno, com o presidente registrando 47% das intenções de voto frente a 45% do senador.
Naquele mesmo levantamento de setembro, o cenário de primeiro turno indicava Lula com 40% das preferências, seguido por Flávio Bolsonaro, com 36%, e Augusto Cury (Avante) na terceira colocação, com 5%. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O instituto ouviu 2.506 eleitores entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro.
O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número BR-08039/2026.
Cleitinho pode ser eleito governador de Minas Gerais já no primeiro turno, revela pesquisa Datafolha
A mais nova rodada da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (1º), revela que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) está próximo de conquistar a vitória para o governo de Minas Gerais já no primeiro turno. Cleitinho alcançou a marca de 49% dos votos válidos, contra 51% do restante dos candidatos.
Em votos válidos, a segunda posição para o governo mineiro é ocupada pelo deputado federal Patrus Ananias, do PT, que tem 20%. Em terceiro está Alexandre Kalil, do PDT, que alcançou 13% dos votos válidos.
O Datafolha mostra ainda que Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD) têm 5% dos votos válidos cada. Gabriel Azevedo (MDB), apoiado pelo ex-governador Romeu Zema (Novo), aparece com 3%, enquanto Ben Mendes (Missão) registra 2%.
Há ainda os candidatos Túlio Lopes (PCB), Rafael Duda (PSTU), Indira Xavier (UP) e Henrique Áreas (PCO), com 1% cada. Os votos válidos desconsideram os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou nulo.
Quando são considerados todos os entrevistados, Cleitinho tem 40% das intenções de voto. Patrus registra 16%, e Kalil, 11%. Roscoe e Simões aparecem com 4% cada, enquanto Gabriel tem 2%.
Os demais candidatos registram 1% cada. Brancos e nulos somam 9%, e 8% dos entrevistados estão indecisos.
Na rodada anterior, divulgada em 24 de setembro, Cleitinho também tinha 40%, enquanto Patrus registrava 15% e Kalil, 9%. Duas semanas antes, os três marcavam 37%, 13% e 11%, respectivamente. As oscilações ocorreram dentro da margem de erro.
A pesquisa Datafolha também elaborou dois cenários de disputa em segundo turno. Nas duas o senador Cleitinho ganha de seus adversários com alta soma de intenções de voto.
Veja os cenários de segundo turno na disputa para o governo de Minas Gerais:
Cleitinho Azevedo 56% x 27% Alexandre Kalil
Cleitinho Azevedo 60% x 24% Patrus Ananias
O Datafolha entrevistou presencialmente 1,2 mil eleitores, com 16 anos ou mais, em 55 municípios de Minas Gerais, entre 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-09729/2026.
Terminou ao final da noite desta segunda-feira (28) o prazo para que os institutos de pesquisa registrassem novos levantamentos a serem divulgados até o dia do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4). A data-fatal para a realização das pesquisas está inserida no calendário eleitoral determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dezenas de pesquisas devem sair em todo o país entre esta terça (29) e o próximo domingo (4). O Datafolha, por exemplo, programou pesquisas presenciais para serem divulgadas na quinta (1º) e no sábado (3).
O Datafolha também vai divulgar, nos últimos dias de campanha, pesquisas para os governos estaduais e ao Senado em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Distrito Federal, em Minas Gerais e Pernambuco.
A Quaest também programou uma pesquisa nacional, para presidente, que será divulgada no sábado (3), um dia antes das eleições. O instituto também registrou pesquisas para todos os estados do país, que serão divulgadas no sábado.
Já o último levantamento do Instituto Paraná Pesquisas sobre a corrida presidencial sairá mais cedo, na sexta (2). O Paraná Pesquisas também deve divulgar levantamentos sobre a disputa para governos e ao Senado em dez estados ao longo da semana, inclusive para a Bahia.
O sábado também será movimentado por pesquisas do instituto AtlasIntel em praticamente todos os estados do país. Na véspera do primeiro turno a AtlasIntel divulgará ainda seu último levantamento a respeito da corrida presidencial.
Em relação às pesquisas que analisam a disputa pelo governo e ao Senado na Bahia, desta quarta (30) até a véspera das eleições, serão nove os levantamentos a serem divulgados. Institutos como AtlasIntel, 100% Cidades, Veritá, Quaest, Paraná Pesquisas, entre outros apresentarão os seus números a respeito das intenções de voto da população baiana para governo, Senado e presidência da República.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados com 45% de rejeição na pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). O índice corresponde à parcela dos entrevistados que afirma não votar em cada um dos dois candidatos de jeito nenhum. Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de setembro, os dois também estavam empatados, mas com 47% de rejeição.
Os demais candidatos aparecem com índices inferiores. Renan Santos (Missão) tem 15%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 14%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 13%. Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) registram 9% cada. Augusto Cury (Avante) e Edmilson Costa (PCB) têm 8% cada.
Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB) e Clariana Barão (DC) aparecem com 7% de rejeição, enquanto Wilson Grassi (Democrata) soma 5%. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) indica um cenário de empate técnico em um eventual segundo turno das eleições presidenciais entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 47% das intenções de voto, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 45%.
No levantamento anterior, realizado há uma semana, Lula registrava 46% contra 44% de Flávio Bolsonaro. A margem de erro do estudo é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 e 23 de setembro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Uma nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 40% das intenções de voto na disputa de primeiro turno, enquanto Flávio registra 36%. Considerando a margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos encontram-se em situação de empate técnico no limite da margem.
Na sequência das intenções de voto aparecem Augusto Curty, com 5%; Caiado, com 4%; Renan Santos, com 2%; e Zema, com 1%. Juntos, esses candidatos somam 13% da preferência do eleitorado, registrando uma ligeira queda decorrente da desidratação da chamada terceira via. Os indecisos seguem com 18% do eleitorado.
Em um eventual cenário de segundo turno, o levantamento aponta 47% das intenções de voto para Lula e 46% para Flávio Bolsonaro. O resultado reflete uma oscilação de 1 ponto percentual na mesma pesquisa, indicando estabilidade com um leve avanço de Lula faltando 10 dias para a eleição.
De acordo com os dados apresentados, Flávio vem apresentando uma trajetória de crescimento mais acentuada do que a de Lula. No mesmo levantamento, Lula registrou uma subida de 1 ponto percentual. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e ouviu 2002 pessoas entre os s dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-00304/2026.
Pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (18), indica a percepção do eleitorado sobre os reflexos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) nas campanhas políticas. Segundo o levantamento, 38% dos entrevistados avaliam que o atual momento da Suprema Corte prejudica o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 31% apontam prejuízo ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
A opção de que a crise não prejudica nenhum dos candidatos foi citada por 25% dos eleitores, e 5% consideram que todos são afetados. Não souberam responder 14% dos ouvintes. Da mesma pesquisa, a esquerda é mais citada do que a direita em questão de espectro ideológico. O presidente Lula tem se descolar do caso, mesmo elogiando Moraes.
Entre os demais pré-candidatos citados na pesquisa, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) registraram 2% cada. O escritor Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) pontuaram 1% cada. Os pré-candidatos Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não atingiram 1% das citações.
A crise no STF intensificou-se nas últimas semanas em decorrência dos desdobramentos do Caso Master e do levantamento de sigilo, ordenado pelo ministro André Mendonça, de um relatório da Polícia Federal que inclui mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes.
Ainda na última terça-feira (15), a sessão da Suprema Corte sobre o tema foi encerrada sem decisão, após pedido de vista do ministro Flávio Dino, que dispõe de prazo de até 90 dias para devolver o processo. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão numericamente empatados na liderança do índice de rejeição entre os postulantes à Presidência da República, segundo nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira.
Tanto o atual chefe do Executivo quanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registraram 47% de recusa do eleitorado, uma oscilação de um ponto percentual para cima em relação ao levantamento da semana anterior.
As movimentações ocorreram dentro da margem de erro, mantendo o quadro de estabilidade observado desde o final de agosto. A pesquisa é a primeira realizada pelo instituto após a sessão no Supremo Tribunal Federal (STF) referente ao caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Contratado pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
A oscilação dos demais pré-candidatos também se deu estritamente dentro da margem de erro, mantendo os percentuais da semana anterior:
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Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 46%)
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Lula (PT): 47% (eram 46%)
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Renan Santos (Missão): 15% (eram 17%)
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Romeu Zema (Novo): 14% (eram 16%)
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Ronaldo Caiado (PSD): 13% (eram 14%)
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Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 11%)
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Samara Martins (UP): 10% (eram 9%)
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Edmilson Costa (PCB): 10% (eram 9%)
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Escritor Augusto Cury (Avante): 9% (eram 10%)
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Clariana Barão (DC): 7% (eram 7%)
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Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
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Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 6% (eram 7%)
Entre os entrevistados, 2% declararam rejeitar todos os concorrentes e outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum candidato (ou que votariam em qualquer um). O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam também somou 2%.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17) mostra Lula (PT) com 39% das intenções de voto para a Presidência, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%. Os dois estão em empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Augusto Cury (Avante) tem 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) registra 2%, enquanto Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada.
Nos cenários de segundo turno, Lula e Flávio também aparecem tecnicamente empatados: 46% a 44%. O petista registra ainda 46% contra 42% de Caiado, 49% contra 39% de Zema e 47% contra 38% de Renan Santos. Já na simulação contra Augusto Cury, os dois aparecem com 44% das intenções de voto.
O levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada no TSE sob o número BR-04029/2026.
Para 28% dos brasileiros, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deveria sofrer um processo de impeachment. Já para 37% das pessoas, o ministro André Mendonça deveria se afastar temporariamente do seu cargo no STF.
Esses foram alguns resultados obtidos em pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (12). O instituto entrevistou cerca de duas mil pessoas nos últimos dias.
Ainda em relação a Moraes, cerca de 34% acreditam que ele deveria se afastar de seu cargo, enquanto 12% dizem que André Mendonça é que deveria sofrer um impeachment. A pesquisa também apurou que 7% não viram nada de errado na atuação de Alexandre de Moraes, enquanto 5% acreditam que não há problemas porque o vazamento de conversas das investigações foi ilegal.
Confira abaixo os resultados em relação aos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça:
Sobre Alexandre de Moraes
34% defendem afastamento temporário
28% pedem impeachment
13% querem renúncia do cargo
7% afirmam que não há nada de errado nas mensagens
5% acreditam que o vazamento de conversas foi ilegal
13% se disseram indecisos
Sobre André Mendonça
37% defendem afastamento temporário
25% dizem que não há nada de errado nas ações dele
12% pedem impeachment
11% querem renúncia do cargo
12% se disseram indecisos
Em outro recorte da pesquisa Datafolha, 76% dos brasileiros consideram que os ministros do STF possuem poder demais. Desse total, 18% não acreditam em tal afirmação.
A pesquisa também mostra que 3% não concordam nem discordam do acúmulo de poder dos magistrados, enquanto 4% não souberam responder.
Um outro questionamento foi feito para avaliar a percepção dos eleitores se confiam menos no STF atualmente do que no passado. Do total, 77% acreditam que a Corte era mais acreditada no passado, enquanto 16% discordam. Aqueles que não concordam nem discordam com a colocação somam 3%, e os que não souberam responder são 4%.
O levantamento do Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-01833/2026.
A pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (11), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República, com 39% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 35%. O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 3 de setembro, Lula oscilou de 38% para 39%, enquanto Flávio passou de 33% para 35%. Augusto Cury (Avante) aparece na terceira colocação, com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%.
Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO) registram 1% cada. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%, enquanto 4% dos entrevistados se declararam indecisos.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 46%, contra 44% do candidato do PL. O resultado configura empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais. Brancos, nulos ou nenhum somam 8%, e 1% dos entrevistados estão indecisos. Na pesquisa anterior, os dois tinham os mesmos percentuais, de 46% e 44%, respectivamente.
Contra Ronaldo Caiado, Lula também tem 46%, enquanto o governador de Goiás aparece com 41%. Brancos, nulos ou nenhum são 10%, e 2% estão indecisos. Os percentuais dos candidatos eram os mesmos no levantamento anterior. No cenário com Romeu Zema, Lula registra 48% e o candidato do Novo, 39%. Brancos, nulos ou nenhum somam 11%, enquanto 2% não sabem em quem votar. Os números dos candidatos se mantiveram iguais à pesquisa anterior.
Lula aparece com 48% contra 37% de Renan Santos. Nesse cenário, o petista oscilou um ponto para cima, enquanto o candidato do Missão caiu de 38% para 37%. Brancos, nulos ou nenhum são 12%, e 2% estão indecisos. Na simulação contra Augusto Cury, Lula tem 45%, enquanto o candidato do Avante registra 43%. Brancos, nulos ou nenhum somam 10%, e os indecisos representam 2%.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais entre 8 e 10 de setembro, em 125 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01833/2026.
Uma nova pesquisa Datafolha prevista para ser divulgada na sexta-feira, 11, vai mostrar como está a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro a menos de um mês para o eleitor ir às urnas. Este será o primeiro levantamento realizado depois da crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça e mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Neste cenário, além de atualizar os cenários de primeiro e segundo turnos, a pesquisa vai medir se os episódios envolvendo os ministros do STF deixaram eleitores em dúvida ou chegaram a fazê-los mudar de voto para presidente.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01833/2026. O instituto ouvirá 2.002 eleitores de todo o país entre os dias 8 e 11 de setembro em entrevistas pessoais realizadas em pontos de fluxo populacional. A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A divulgação está prevista para sexta-feira, 11 de setembro.
O Datafolha fará inicialmente uma pergunta espontânea e, depois, apresentará dois cenários estimulados para a Presidência:
No primeiro, estarão Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara e Veterinário Wilson Grassi. O segundo repetirá a lista sem Pablo Marçal.
Depois da escolha, o instituto perguntará se o voto está totalmente decidido ou se ainda pode mudar. O questionário também investigará se o eleitor escolhe determinado candidato por considerá-lo mais preparado e com as melhores propostas ou principalmente para impedir a vitória de outro concorrente.
O 2° TURNO
O principal confronto de segundo turno colocará Lula diretamente contra Flávio Bolsonaro.
O Datafolha também testará o presidente contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury. Em todos os cenários, o entrevistado poderá escolher um dos dois nomes, declarar voto branco ou dizer que ainda não sabe.
A inclusão de Cury permitirá medir seu desempenho em um confronto direto depois do avanço registrado pelo escritor nas pesquisas presidenciais das últimas semanas.
MAIOR REJEIÇÃO
O Datafolha voltará a perguntar em quais candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum no primeiro turno.
A lista inclui Lula, Flávio, Cury, Caiado, Zema, Renan e os demais nomes apresentados no cenário estimulado. Como a pergunta admite múltiplas respostas, cada entrevistado poderá rejeitar mais de um presidenciável.
CRISE DO STF
Um bloco específico do questionário será dedicado à crise no Supremo Tribunal Federal.
O instituto perguntará se os eleitores consideram que os ministros do STF têm poder demais, se veem a Corte como essencial para proteger a democracia e se acreditam que a confiança no tribunal diminui em relação ao ano passado.
Também medirá o grau de conhecimento dos brasileiros sobre o vazamento de mensagens de 2025 enviadas por Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes e os entrevistados poderão dizer se estão bem, mais ou menos ou mal informados sobre o episódio.
MORAES
A pesquisa perguntará diretamente qual deveria ser a consequência para Alexandre de Moraes depois da divulgação das mensagens.
Na sequência, o Datafolha vai medir se a revelação das conversas não alterou nem deverá alterar o voto para presidente, se deixou o eleitor em dúvida ou se chegou a fazê-lo mudar de escolha.
MENDONÇA
O instituto também perguntará se os entrevistados tomaram conhecimento da suspeita levantada por Moraes contra André Mendonça, relacionada à condução de tratativas de delações premiadas e ao direcionamento de alvos de investigação por supostos motivos pessoais e políticos.
Assim como no caso de Moraes, os entrevistados poderão opinar sobre o que deveria acontecer com Mendonça: nada, afastamento temporário, renúncia ou impeachment.
O Datafolha também perguntará se o episódio não alterou o voto presidencial, se provocou dúvidas ou se levou o eleitor a mudar sua escolha.
Maioria dos eleitores demonstra maior firmeza no voto em 2026 na comparação com a última disputa presidencial. É o que indica a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5), segundo a qual 57% dos entrevistados se dizem mais decididos a votar no pleito deste ano do que na eleição de 2022.
Contratado pela TV Globo e registrado no TSE sob o número BR-03669/2026, o levantamento ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais nos dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Os números divulgados apontam que 57% dos entrevisados está mais decidido a votar; 32% está igual a 2022; 11% está menos decidido a votar e 1% não soube.
A pesquisa Datafolha apontou ainda que, para a Presidência, os eleitores de Flávio Bolsonaro (68%) e de Luiz Inácio Lula da Silva (61%) lideram o índice de maior certeza no voto em relação a quatro anos atrás. Por outro lado, os apoiadores de Romeu Zema (22%) e Ronaldo Caiado (17%) figuram como os menos decididos do grupo.
Já na fatia do eleitorado considerada nem petista nem bolsonarista, 40% afirmam estar mais certos sobre a escolha do que em 2022, índice próximo ao dos que se declaram na mesma situação (41%). Outros 18% deste segmento dizem estar menos decididos.
Em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 44%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3) em levantamento do instituto Datafolha.
No cenário que contrapõe Lula e Flávio Bolsonaro, os eleitores que declararam voto em branco ou nulo somam 9%, enquanto os indecisos representam 2%. O instituto testou ainda a disputa de segundo turno entre o atual presidente e outros três nomes:
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Contra Ronaldo Caiado (PSD): Lula atinge 46% das intenções de voto, ante 41% do ex-governador de Goiás.
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Contra Romeu Zema (Novo): O presidente chega a 48% das preferências, enquanto o ex-governador de Minas Gerais alcança 39%.
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Contra Renan Santos (Missão): Lula soma 47% das intenções, contra 38% do coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL).
O levantamento Datafolha ouviu 2.002 pessoas entre os dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo, estando registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número TSE-03669/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem quase empatados na liderança dos índices de rejeição entre os nomes avaliados para a disputa da Presidência da República. É o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21).
No levantamento contratado pela TV Globo, que utilizou uma questão de múltipla escolha para identificar em quais nomes o eleitor não votaria "de jeito nenhum", Flávio Bolsonaro registra 46% de rejeição, enquanto Lula soma 45%.
Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois pré-candidatos estão tecnicamente empatados. Na sequência dos mais rejeitados pelos eleitores aparecem:
- Pablo Marçal (PRTB): 22%
- Romeu Zema (Novo): 16%
- Renan Santos (Missão): 14%
- Ronaldo Caiado (PSD): 14%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 13%
- Samara Martins (UP): 10%
- Edmilson Costa (PCB): 10%
- Clariana Barão (DC): 9%
- Wilson Grassi (Democrata): 8%
- Hertz Dias (PSTU): 8%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 8%
Entre os entrevistados, 2% afirmaram que rejeitam todos os candidatos listados; outros 2% disseram que votariam em qualquer um dos nomes apresentados; e 2% não souberam responder.
A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 18 e 20 de agosto, ouvindo 2.058 pessoas em todo o território nacional. O índice de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro máxima de dois pontos percentuais. O estudo está formalmente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04496/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em situação de empate técnico, no limite da margem de erro, em uma eventual disputa de segundo turno na eleição presidencial. De acordo com o levantamento, Lula soma 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%.
No embate direto entre os dois, votos brancos e nulos representam 9%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam. A pesquisa é a primeira realizada pelo instituto desde o início da campanha eleitoral. Na rodada anterior do Datafolha, divulgada no final de julho, Lula registrava 48% contra 43% de Flávio na hipótese de segundo turno.
O desempenho de Lula contra o senador é semelhante ao registrado em projeções contra Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%.
Na sequência do levantamento surgem:
- Ronaldo Caiado (PSD): 5%
- Renan Santos (Missão): 4%
- Romeu Zema (Novo): 3%
Dentro da margem de erro da pesquisa, o grupo formado por Caiado, Renan Santos e Zema encontra-se em empate técnico.
Contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04496/2026.
- Amostra: 2.058 entrevistados com 16 anos ou mais em todo o país
- Período de realização: 18 a 20 de agosto de 2026
- Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
- Nível de confiança: 95%
O futebol segue ocupando espaço central na vida dos brasileiros, mas já não mobiliza o país no mesmo patamar de três anos atrás. A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (1º) mostra que 64% da população com 16 anos ou mais declara ter muito ou algum interesse pela modalidade.
O índice representa uma queda de oito pontos percentuais em relação ao levantamento anterior sobre o tema, realizado em 2023. Na ocasião, 72% dos entrevistados afirmavam acompanhar futebol. Agora, o percentual dos que dizem não ter interesse pelo esporte chegou a 36%.
Dentro do grupo que ainda acompanha a modalidade, 28% dizem ter muito interesse, enquanto 35% afirmam ter algum interesse. O dado indica que, apesar da redução, o futebol ainda permanece como um dos principais elementos de consumo esportivo e cultural no país.
A pesquisa também aponta diferença relevante entre homens e mulheres. Entre o público masculino, 77% declararam acompanhar futebol. Entre as mulheres, o índice é de 52%, pouco mais da metade das entrevistadas.
O recorte por escolaridade também mostra variação. Entre pessoas com ensino fundamental, 49% afirmam acompanhar a modalidade. O percentual sobe para 67% entre entrevistados com ensino médio e chega a 75% entre aqueles com ensino superior.
O levantamento foi feito nos dias 22 e 23 de julho, com 2.004 pessoas em 139 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os números foram divulgados poucas semanas depois do fim da Copa do Mundo de 2026. A Seleção Brasileira caiu nas oitavas de final para a Noruega e encerrou a participação com a pior campanha do país desde 1990, resultado que ampliou as discussões sobre o distanciamento entre o torcedor e a equipe nacional.
A queda de interesse também aparece em um momento de transformação na forma como o público consome futebol. Calendário mais cheio, aumento dos preços para acompanhar jogos presencialmente, pulverização das transmissões e desgaste com a Seleção Brasileira ajudam a compor o cenário de menor mobilização em torno do esporte.
Ainda assim, o futebol terá uma nova oportunidade de voltar ao centro das atenções nacionais em 2027. O Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina pela primeira vez, com jogos em oito cidades, incluindo Salvador, na Arena Fonte Nova.
O torneio feminino será disputado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e deve recolocar o país no circuito dos grandes eventos internacionais.
Alguns institutos de pesquisa do país devem divulgar nesta semana novos levantamentos sobre a disputa presidencial de 2026. Pelo menos três pesquisas serão divulgadas já a partir desta terça-feira (21).
A primeira delas será apresentada pela Big Time Real Data. O instituto realizou uma simulação de primeiro turno e outras de segundo turno com os nomes dos melhores colocados nas pesquisas.
Na simulação de primeiro turno, uma lista com 13 candidatos foi apresentada aos entrevistados, dispostos em ordem alfabética: Cabo Daciolo (Mobiliza); Edmilson Costa (PCB); Escritor Augusto Cury (Avante); Flávio Bolsonaro (PL); Hertz Dias (PSTU); Joaquim Barbosa (DC); Leonardo Avalanche (PRTB); Lula (PT); Renan Santos (Missão); Romeu Zema (Novo); Ronaldo Caiado (PSD); Rui Costa Pimenta (PCO); e Samara Martins (UP).
Já na quarta (22), será a vez de o Instituto Gerp apresentar os resultados de sua 23ª pesquisa sobre a corrida presidencial. Além de apurar a opinião espontânea dos entrevistados, o instituto fez questionamentos sobre cenários de primeiro e segundo turno, rejeição aos atuais candidatos, opinião a respeito do governo federal e dos problemas do país.
No mesmo dia, o Instituto Datafolha envia seus pesquisadores a campo para medir as intenções de voto na eleição à presidência, além de questionar os brasileiros de todas as regiões a respeito de diversos temas. O resultado da pesquisa Datafolha deve ser divulgado na sexta (24).
O questionário do Datafolha inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a presidente e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea, sem a apresentação de uma lista com nomes.
Logo depois, os entrevistados escolhem seu candidato a partir de uma relação com nomes de doze candidatos. Diferentemente dos outros dois institutos, o Datafolha não incluiu o nome do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.
Além de também buscar saber a opinião dos entrevistados sobre o grau de rejeição a cada um desses doze nomes, o Datafolha traça alguns cenários de disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.
A pesquisa também vai aferir a aprovação do governo Lula; sobre como o brasileiro vê a economia (se vai melhorar ou piorar); qual é o maior problema do Brasil hoje; e seis perguntas sobre o tarifaço.
O levantamento do Datafolha incluiu ainda perguntas para captar os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump nas candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro. Outro tema que o instituto vai medir diz respeito ao impacto do vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com críticas a seu enteado, Flávio Bolsonaro.
Do dia 10 de junho até este sábado, 21, foram divulgadas cinco pesquisas com simulações de primeiro e de segundo turno sobre a disputa presidencial que acontecerá em outubro. No espaço de 11 dias, os institutos Genial/Quaest, BTG/Nexus, CNT/MDA, Futura/Apex e Datafolha divulgaram suas mais recentes sondagens e foram poucas as diferenças nos números apurados de intenções de votos nos dois principais concorrentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Nos cenários de primeiro turno, o presidente Lula alcançou 42% como seu melhor resultado nas cinco pesquisas, e teve o índice de 39% como pior marca. Já o senador Flávio Bolsonaro observou uma distância maior entre o melhor resultado (34%) e o pior (28,2%).
Em relação ao segundo turno, o presidente Lula aparece liderando sobre o senador do PL em todas as pesquisas. A vantagem de Lula varia dos 12,5% apurados pela CNT/MDA até a menor diferença que foi verificada pelo Datafolha, de apenas quatro pontos percentuais.
Confira abaixo um resumo da disputa entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro nas simulações de primeiro e de segundo turno, de acordo com as cinco últimas pesquisas divulgadas nacionalmente.
1º Turno
Quaest BTG CNT Futura Datafolha
Lula 39% 42% 41,8% 42% 41%
Flávio 29% 33% 28,2% 34% 31%
2º Turno
Quaest BTG CNT Futura Datafolha
Lula 44% 49% 49,3% 48,1% 47%
Flávio 38% 43% 36,8% 42,9% 43%
A nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostrou que o presidente Lula (PT) manteve a vantagem frente a Flávio Bolsonaro (PL), com 41% das intenções de voto no cenário mais provável de primeiro turno, contra 31% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A nova pesquisa mostrou ainda que o senador estancou por ora o prejuízo eleitoral causado pelo caso "Dark Horse". No último levantamento feito pelo Datafolha, após a revelação de que Flávio havia pedido dinheiro a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para bancar um filme sobre Jair Bolsonaro (PL), Lula marcou 40% enquanto o senador tinha os mesmos 31%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Atrás de Lula e Flávio Bolsonaro aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) com 3% cada, seguidos por Romeu Zema (Novo), Aécio Neves (PSDB), Samara Martins (UP) e Augusto Cury (Avante), todos com 2%.
No hipotético segundo turno entre Lula e Flávio, os candidatos repetiram os números de um mês atrás, de 47% para o petista e 43% para o bolsonarista. De acordo com a pesquisa, desta vez, os brancos e nulos somam 8%, e 1% não sabe.
O Datafolha ouviu 2.004 entrevistados em 139 cidades. A pesquisa está registrada no TSE (Superior Tribunal Eleitoral) com o número BR-09956/2026.
Esta foi a primeira pesquisa Datafolha desde que a Câmara dos Deputados aprovou o fim da escala 6x1, uma das principais apostas do governo Lula para ampliar os pontos do petista. A pesquisa, no entanto, aconteceu antes do escândalo envolvendo o senador Jaques Wagner.
O Datafolha testou outras duas possibilidades de segundo turno, entre Lula e Caiado, no qual o petista aparece com 47% contra 41% do ex-governador de Goiás. Brancos e nulos são 10%, e 2% não sabem.
Já entre Lula e Zema, a pesquisa mostrou 48% do atual presidente ante 39% do ex-governador de Minas Gerais, mesma diferença da pesquisa anterior, com 11% de brancos e nulos e 2% que não sabem.
Depois da divulgação das pesquisas de intenção de voto da Genial/Quaest, da BTG/Nexus e da CNT/MDA, nesta quarta-feira (17) os pesquisadores do Datafolha estão nas ruas de todo o país para apurar a opinião dos brasileiros a respeito da corrida presidencial. O levantamento registrado pelo Datafolha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que as entrevistas seguem até a próxima sexta (19), data da provável divulgação dos resultados.
Além das intenções de voto para a presidência da República, o Datafolha vai avaliar a aprovação do governo Lula, a percepção dos eleitores sobre temas como economia e segurança pública, além da avaliação dos principais pré-candidatos, os índices de rejeição eleitoral e cenários de primeiro e de segundo turno.
O questionário do Datafolha também inclui perguntas sobre o impacto de um eventual apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a candidatos brasileiros. Os entrevistados responderão ainda se concordam ou discordam que facções do crime organizado como PCC e CV devem ser classificadas como organizações terroristas pelo governo norte-americano.
Sobre esse tema relacionado ao governo Trump, o Datafolha vai indagar da população se a influência do senador Flávio Bolsonaro na decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas foi positiva ou negativa para o Brasil.
Em relação aos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais, a perspectiva é para saber se o Datafolha alcançará resultados parecidos com as últimas pesquisas divulgadas. A Genial/Quaest, por exemplo, apurou que no primeiro turno, o presidente Lula abriu uma distância de dez pontos sobre Flávio Bolsonaro, e de seis pontos na simulação de segundo turno.
Números próximos foram apurados pela mais recente pesquisa BTG/Nexus. Segundo o instituto, Lula abriu vantagem de nove pontos sobre Flávio no cenário de primeiro turno e de seis pontos no segundo.
Já a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça (16) apresentou números ainda melhores para a candidatura de Lula. De acordo com o levantamento, o candidato à reeleição abriu 13,6% de vantagem sobre o senador do PL na simulação de primeiro turno, e 12,5% no cenário de segundo turno.
A pergunta que domina as conversas entre os amantes do futebol desde as últimas convocações da Seleção Brasileira é: Neymar irá para a Copa do Mundo? Segundo levantamento do Datafolha, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Folha de São Paulo, o questionamento se transforma em desejo para a maioria dos brasileiros, que esperam ouvir o técnico Carlo Ancelotti anunciar o nome do atacante no dia 18 de maio, data da convocação oficial.
De acordo com a pesquisa, 53% da população deseja ver o camisa 10 do Santos no Mundial, que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, com a participação inédita de 48 seleções.
Por outro lado, 34% dos brasileiros são contra a ida do jogador, enquanto 8% se dizem indiferentes e 5% não souberam responder.
Os números atuais são mais favoráveis ao craque do que os da última pesquisa, realizada pelo instituto em junho do ano passado. Na ocasião, 48% eram a favor da convocação, enquanto 41% se posicionavam contra.
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 7 e 9 de abril, em 137 municípios. A margem de erro da amostragem geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Uma pesquisa do instituto Datafolha aponta que a maioria dos brasileiros defende que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar, em vez de retornar ao regime fechado. Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro deve permanecer em prisão domiciliar, enquanto 37% defendem que ele volte para um presídio. Outros 5% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios do país entre terça-feira (7) e quinta-feira (9) de abril, e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-03770/2026. No recorte regional, o Nordeste aparece dividido: 48% defendem a manutenção da prisão domiciliar, enquanto 47% preferem o retorno ao regime fechado, o que configura empate técnico dentro da margem de erro.
A região também acompanha a tendência nacional de forte polarização sobre o tema. Bolsonaro foi transferido para prisão domiciliar após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 27 do mês passado. A medida tem caráter temporário e prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogada ou convertida em retorno ao regime fechado.
O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista após a eleição de 2022. Até a transferência, ele cumpria pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
A defesa solicitou a prisão domiciliar após Bolsonaro ser internado com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões, associada a crises de soluço. O pedido foi aceito pelo STF em caráter humanitário. A decisão determina o uso de tornozeleira eletrônica e proíbe Bolsonaro de usar redes sociais ou produzir conteúdos em áudio e vídeo.
Também há restrição de circulação e proibição de aglomerações em um raio de um quilômetro da residência. Visitas são limitadas: familiares seguem regras semelhantes às da unidade prisional anterior, enquanto advogados têm acesso diário e médicos podem atendê-lo sem restrição. Outras visitas estão proibidas durante o período da medida.
O Datafolha também identificou diferenças entre grupos sociais e políticos. Entre pessoas com mais de 60 anos, 61% defendem a prisão domiciliar. Já entre empresários, esse índice chega a 81%. Por outro lado, 44% dos jovens de 16 a 24 anos e 42% dos desempregados defendem o retorno ao presídio.
Entre eleitores que se declaram de centro, 53% apoiam a prisão domiciliar e 41% preferem o regime fechado. Já entre os mais alinhados ao bolsonarismo, 94% defendem a manutenção da prisão em casa, enquanto entre os mais identificados com o petismo, 68% querem a volta ao presídio.
O levantamento também mostra diferenças entre potenciais eleitorados: entre quem declara intenção de votar em Lula (PT), 66% defendem o retorno à prisão, enquanto entre eleitores de Flávio Bolsonaro, 93% apoiam a permanência em casa.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reverteu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e registrou 46% das intenções de voto no 2° turno, frente a 45% de Lula, figurando um empate técnico. Isso é o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). Essa é a primeira vez que Flávio ultrapassa o petista númericamente.
A distância entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), o atual presidente registra 45% dos votos frente a 42% dos opositores, também figurando um empate técnico em ambos os cenários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades entre os dias 07 e 09 de abril e está registrada sob o código BR-03770/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em comparação ao levantamento do Datafolha de março, Caiado foi o pré-candidato que mais avançou nas pesquisas, saindo de 36% dos votos para 42%. Flávio Bolsonaro saiu de 43% para 46% e Romeu Zema foi avaliado pela primeira vez.
Analisando o cenário do primeiro turno, Lula soma 45% das intenções em votos válidos - resultado produzido a partir da exclusão dos votos nulos e brancos -, enquanto os quatro adversários citados marcam, juntos, 55%. Segundo a Justiça Eleitoral, é preciso ter, no mínimo, 50% mais um dos votos válidos para a vitória no 1° turno.
Na medição espontânea de votos, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula é citado por 26% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é a resposta de 16% dos eleitores e Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 2%. Outras respostas somadas são 5%. 7% disseram que vão votar branco, nulo ou nenhum, 1% disseram que não votam e 42% não souberam responder.
REJEIÇÃO
No que diz respeito à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também lideram na disputa. Segundo a pesquisa, 48% dos eleitores declararam que não votam em Lula e 46% dizem não votar no senador.
O Datafolha ainda avalia que ambos são os nomes mais conhecidos da disputa: 99% dos entrevistados disseram conhecer Lula e 93% disseram conhecer Flávio Bolsonaro.
Já Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram uma rejeição e popularidade similares. Zema, que é governador de Minas Gerais, registra 17% de rejeição, e 56% dos eleitores dizem não o conhecer. No caso de Caiado, governador de Goiás, obteve 16% das respostas de rejeição e 54% dos eleitores disseram que não sabem quem ele é.
Uma liderança apertada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cenários de primeiro turno e nas respostas espontâneas, e um empate técnico nas simulações de segundo turno, com alguns institutos apresentando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente por alguns décimos. Esse pode ser lido como o resumo das mais recentes pesquisas que traçaram cenários para as eleições presidenciais de outubro deste ano.
A análise dos quatro mais recentes levantamentos, divulgados nos últimos 11 dias, revela um cenário em que o presidente Lula segue na liderança da disputa, mas já assistindo não apenas a consolidação de Flávio Bolsonaro como seu principal oponente, mas já podendo até mesmo liderar a corrida nas próximas sondagens.
Nesse levantamento, separamos alguns dos resultados das pesquisas AtlasIntel Bloomberg, divulgada em 25/2; da Paraná Pesquisas do dia 27/2; da Real Time Big Data que teve seus números apresentados em 3/3; e da mais recente sondagem do Instituto Datafolha, que saiu neste sábado, 7/3.
Para as disputas de primeiro turno, separamos aquele que cada instituto considerou como seu cenário principal. Os cenários de primeiro turno possuem diversos outros nomes colocados aos entrevistados, mas concentramos o foco na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, já consolidamos como os dois principais adversários nestas eleições.
A comparação entre os números das quatro pesquisas revela uma diferença pequena entre cada instituto, e distâncias entre os candidatos que pouco oscilam de uma sondagem a outra. Confira abaixo a comparação entre os números dos quatro institutos para três tipos de simulação (apenas a AtlasIntel não divulgou resultados espontâneos).
Cenário principal de primeiro turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 39% 45% 39,6% 39%
Flávio 34% 38% 35,3% 32%
Cenário principal de segundo turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 46% 46,2% 43,8% 42%
Flávio 43% 46,3% 44,4% 41%
Pesquisa espontânea
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 25% - 26% 29%
Flávio 12% - 14,8% 19%
Cerca de 200 pessoas participaram, na manhã deste sábado (7), da I Caminhada de Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio, no centro de Salvador. O grupo percorreu o trajeto entre o Campo Grande e a Praça da Piedade com o objetivo de conscientizar comunidades religiosas sobre a violência doméstica e de gênero.
A mobilização, que integra as atividades pelo Dia Internacional da Mulher comemorado neste domingo (08) reuniu fiéis, pastoras, lideranças e ativistas. Ainda com a organização, o evento marca o início de uma agenda de ações voltadas para o público cristão, incluindo palestras, oficinas em igrejas e rodas de conversa em associações de bairro.
Foto: Reprodução / Mulheres Evangélicas
Dados do levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha, divulgado em 2025, 42,7% das mulheres que se identificam como evangélicas relataram ter sofrido algum tipo de agressão por parte de companheiros ou ex-companheiros.
Para a reverenda anglicana Bianca Daebs, uma das organizadoras, os números reforçam a necessidade de o tema ser abordado nas estruturas eclesiásticas. “É tempo de as igrejas abordarem em seus púlpitos, escolas bíblicas e organizações o tema da violência contra mulheres e meninas. É necessário denunciá-la como crime”, afirma.
O grupo Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio é composto por representantes de diversas denominações e busca fortalecer o debate sobre a segurança da mulher dentro das instituições religiosas. Entre as pautas defendidas está o acolhimento de vítimas e a desconstrução de interpretações religiosas que possam ser utilizadas para justificar a submissão feminina ou a permanência em relacionamentos abusivos.
A violência se tornou a segunda maior preocupação dos brasileiros, segundo uma nova pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado (13). O levantamento revela que 16% da população apontam a segurança pública como o problema mais grave do país, ficando atrás apenas da saúde, citada por 20% dos entrevistados.
O levantamento foi realizado presencialmente entre os dias 2 e 4 de dezembro, com 2.002 participantes distribuídos em 113 municípios, e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais. O aumento da preocupação com a violência também acompanhou uma queda na preocupação com a economia: até abril deste ano, a economia nacional, junto a inflação e o preço dos alimentos liderava as preocupações de 22% das pessoas ouvidas, e em dezembro o fator caiu para a terceira posição, com 11%.
Ao longo da gestão Lula 3, o Datafolha mostra que a saúde se mantém como uma preocupação constante e dominante, oscilando entre 20% e 22% da população. A segurança pública, por sua vez, teve um pico em setembro, atingindo aproximadamente 22%, antes de recuar para 16% na última medição.
A pesquisa também revela diferenças entre homens e mulheres em relação às preocupações com o país. Entre os homens, a violência se destaca como o problema mais citado: 18% deles apontam a segurança pública como prioridade, enquanto a saúde, embora relevante, aparece um pouco atrás.
Já entre as mulheres, a saúde lidera de forma clara, com 26% das citações, seguida pela violência/segurança, indicada por 13%, e pela economia, com 11%. Educação e desemprego aparecem em 8% cada, corrupção e fome em 6%, desigualdade social em cerca de 5%, impostos em 1% e política em 0%, enquanto 8% mencionaram outros problemas.
A nova pesquisa Datafolha sobre quem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria indicar para a disputa presidencial de 2026 mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com apenas 8% das citações. O levantamento foi publicado pelo instituto na noite deste sábado (6).
Flávio é citado atrás da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (22%) e do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem 20% das citações. A pesquisa foi feita entre 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio do senador de que seria candidato.
Outros nomes lembrados foram Ratinho Jr. (12%), Eduardo Bolsonaro (9%), Ronaldo Caiado (6%) e Romeu Zema (4%).
O instituto também mediu o peso de um eventual apoio de Jair Bolsonaro: 50% dizem que nunca votariam em um indicado do ex-presidente, enquanto 26% votariam com certeza e 21% talvez votassem.
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A divulgação da pesquisa ocorreu pouco antes de Flávio Bolsonaro confirmar, nesta sexta-feira (5), que será candidato ao Planalto com o aval do pai. Segundo o senador, a decisão representa a continuidade do projeto político do ex-presidente. O movimento, na prática, mantém Tarcísio de Freitas no páreo pela reeleição em São Paulo.
O instituto Datafolha avaliou as possibilidades de uma disputa de 2° turno das eleições de 2026. Na mesma pesquisa em que questionou a popularidade do governo Lula, o levantamento apontou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), que anunciou sua pré-candidatura nesta sexta (5), estaria 15 pontos percentuais atrás de Lula (PT) se o segundo turno das eleições 2026 fosse hoje.
A pesquisa, divulgada neste sábado (6), ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais entre terça-feira (2) e quinta-feira (4), com moradores de 113 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Na pesquisa, o presidente também aparece 5 pontos percentuais a frente do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) e 6 pontos percentuais a frente do governador paranaense Ratinho Jr. (PSD-PR).
O levantamento atual considera ainda os possíveis cenários de segundo turno com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA desde fevereiro deste ano.
Veja os números:
1. Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 51% (ante 48% em julho)
Flávio Bolsonaro(PL): 36% (ante 37% em julho)
2. Lula x Tarcísio de Freitas
Lula (PT): 47% (ante 45% em julho)
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 42% (ante 41% em julho)
3. Lula x Ratinho Jr.
Lula (PT): 47% (ante 45% em julho)
Ratinho Jr. (PSD): 41% (ante 40% em julho)
4. Lula x Eduardo Bolsonaro
Lula (PT): 52% (ante 49% em julho)
Eduardo Bolsonaro (PL): 35% (ante 37% em julho)
5. Lula x Michelle Bolsonaro
Lula (PT): 50% (ante 48% em julho)
Michelle Bolsonaro (PL): 39% (ante 40% em julho)
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi avaliado como ótimo ou bom por 32% dos brasileiros entrevistados pela pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (5). Segundo o estudo, a rejeição segue maior que a aprovação: 37% dos cidadãos avaliaram a gestão petista como ruim ou péssima e 30% como regular.
O instituto ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais entre a terça-feira (2) e quinta-feira (4) em 113 municípios. Na pesquisa anterior, realizada em setembro, a aprovação era de 33% e a reprovação, 38% e os que consideravam regular, 28%. A partir da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o instituto considerou haver uma estagnação na quantidade de entrevistados que consideram o governo Lula bom ou ótimo.
Veja os números:
Ótimo ou bom: 32% (eram 33% na pesquisa de setembro);
Regular: 30% (eram 28% em setembro);
Ruim ou péssimo: 37% (eram 38% em setembro);
Não sabe/não respondeu: 1% (era 2% em setembro)
Datafolha: Recuperação provocada por tarifaço perde força e Lula fecha o ano com aprovação estagnada
Depois de ter visto a sua aprovação se recuperar na esteira do tarifaço aplicado aos produtos brasileiros pelo governo dos EUA e da posterior campanha de defesa da soberania nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao final do ano com seus índices positivos e negativos estagnados.
Foi o que revelou pesquisa Datafolha divulgada na noite esta sexta-feira (5). Segundo o instituto, 32% dos entrevistados consideraram a gestão do líder petista como “boa” ou “ótima”, número praticamente igual ao que foi verificado na última pesquisa realizada em setembro, quando a análise positiva estava em 33%.
Já os que analisam o governo Lula como “ruim” ou “péssima” foram 37% agora, contra 38% em setembro. A avaliação regular sobre a gestão do governo atual está em 30% (era de 28% em setembro). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, há estabilidade no cenário.
Consideram o governo Lula como ótimo e bom acima da média nacional quem tem 60 anos ou mais (40%), os menos instruídos (44%), os nordestinos (43%) e os católicos (40%).
Já os grupos com maior incidência de eleitores bolsonaristas ou antipetistas reprovam mais o presidente: 46% de quem tem ensino superior, 53% daqueles que ganham de 5 a 10 mínimos, sulistas (45%) e evangélicos (49%).
Quando se pede aos entrevistados a avaliação do trabalho pessoal do presidente Lula, a estabilidade segue a mesma, ainda que melhor do que quando o tema é a análise do seu governo. Dentre a amostra total, 49% aprovam Lula, ante 48% do levantamento anterior.
Já a desaprovação do presidente englobou 48% dos entrevistados. Este foi o mesmo percentual verificado na pesquisa Datafolha realizada em setembro.
O Instituto Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 113 cidades do país. O levantamento foi realizado entre a última terça (2) e esta quinta (4).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não obteve um aumento de popularidade imediato após o embate com o ex-presidente americano Donald Trump.
De acordo com a pesquisa feita pelo Datafolha, a aprovação do petista permanece estável, com 29% dos entrevistados avaliando o governo como "ótimo ou bom" e 40% como "ruim ou péssimo".
O levantamento foi feito nos dias 29 e 30 de julho, período em que Trump impôs sobretaxas de até 50% em produtos brasileiros. Foram ouvidos 2.004 eleitores de 130 cidades no país, num levantamento com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
Na última pesquisa feita pelo instituto, Lula tinha 28% de ótimo e bom dos eleitores e 40% de ruim e péssimo. Na nova pesquisa, o regular passou de 31% para 2% e 1% não deu a opinião.
Quando questionados acerca do trabalho de Lula como presidente, há estabilidade estática de números ante o resultado de junho: 50% o reprovam e 46% o aprovam.
A tática de Lula, de assumir um discurso nacionalista e do uso de símbolos ufanistas para rebater as críticas, apesar de ter sido elogiada, não fez com que os números se alteraram significativamente em relação ao levantamento anterior.
Os números desta mesma rodada do Datafolha mostraram que 45% dos entrevistados achavam que Bolsonaro era perseguido, sugeriam matizes à leitura.
A maioria dos brasileiros considera que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está errado ao pedir que a Justiça brasileira interrompa o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (31), 57% da população brasileira reprova a interferência de Trump sobre o Judiciário, enquanto para 36%, o presidente americano está certo ao fazer o apelo.
Os dados mostram forte divisão de opinião conforme a preferência eleitoral. Entre os eleitores de Bolsonaro em 2022, 66% concordam com a posição de Trump, 28% discordam, e 6% não opinaram. Já entre os que votaram em Lula, 82% reprovam a tentativa de interferência, enquanto apenas 13% a apoiam; 5% preferiram não responder.
A declaração de Trump foi interpretada como ingerência sobre a Justiça brasileira e se somou a outras tensões diplomáticas recentes, como as sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes (STF) com base na Lei Magnitsky e o aumento de tarifas comerciais sobre produtos do Brasil.
A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de julho, após Trump justificar parte do tarifaço imposto às exportações brasileiras com base no julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 130 municípios do país, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.