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danilo rios
Na noite desta terça-feira (3), o podcast BN na Bola recebeu o ex-jogador e gerente de futebol do Jacuipense, Danilo Rios. Natural de Maracujá, povoado da zona rual de Serrolândia, no centro-norte do estado, Danilo relembrou quando chegou ao Esporte Clube Bahia, aos 11 anos de idade.
"Eu participei de uma peneira que o Bahia fez lá região, na época eu não podia morar, por conta da idade. Então fica indo e vindo para Salvador. Quando completei 12 anos eu me mudei de vez, sozinho, para morar no alojamento", afirmou o ex-jogador. Questionado se chegou a pensar em voltar para casa, Rios afirmou que algumas vezes. "No início não, estava vivendo um sonho. Mas umas duas vezes, voltando das férias que eu comecei a chorar, mas eu consegui".
Sobre o caminho percorrido até o profissional, Danilo explicou que um triunfo na Copa São Paulo de Futebol Júnior foi o que fez tudo mudar. "Em 2005 eu era juvenil, sub-17, e acabei sendo artilheiro do Campeonato Baiano, com o time invícto. A gente vai jogar a copinha e elimina Inter[nacional], que tinha Alexandre Pato. Quando a genete voltou quase todo colocado no profissional".
Entre os jogos mais marcantes com a camisa do Esquadrão, Rios relembrou a reta final da Série C daquele ano, onde o Bahia não conseguiu o acesso para Série B. "Eu não ia jogar aquele jogo [Bahia x Ipatinga], mas o meia titular se machucou e o trinador me chamou. Se a gente perdece não tinha mais como se classificar. Nessa época o time do Ipatinga era muito bom. A gente tomou um gol no primeiro tempo, com 15 ou 20 minutos do segundo tempo a gente toma o segundo. Antigamente tinha um portão de ferro na fonte nova e a torcida começou a chutar ele para invadir. Eles começaram a entrar, a gente tentou correr pra o vestiário e galera da atquibancada começou a jogar coisa no campo. Não tinha o que fazer".
O ex-jogador explicou que o ponto de virada foi na hora que eles acharam que iam apanhar, a torcida mudou o comportamento. "Os começaram a se ajolhar e ficam falando 'pelo amor de Deus, o que vocês estão fazendo", chorando, com desepero. O jogo não foi finalizado, acabou ali".
Indo para 2007, Danilo falou sobre a passagem do técnico Arthutzinho, quando ele foi firmado no elenco. "Foi o time que subiu para série B". Rios ainda comentou sobre o histórico 6x5 do Vitória em cima do Bahia. "Não era pra gente ter perdido aquele jogo, muitos torcedores não perdoram Arthurzinho até hoje, por ele ter me tirado quando ainda estava 3x3". Naquela ocasião, o ex-jagador saiu do jogo deixando dois gols e uma acistência.
Após essa passagem pelo Bahia, Danilo foi para o sul do estado, para jogar no Grêmio.
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O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (3) foi Danilo Rios, gerente de futebol do Jacuipense e ex-jogador do Bahia. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o dirigente contou o início de sua relação com o Leão do Sisal, que começou quando era atleta do clube, e mesmo sem pretensões iniciais, veio a se intensificar quando se tornou gestor do Jacupa.
“O Jacuipense é um clube que me abraçou na reta final da minha carreira de jogador. Joguei meus últimos cinco anos no Jacuipense, e para ser bem sincero, eu não tinha o interesse de trabalhar com o futebol após a aposentadoria, mas o convívio que tive e o vínculo que criei com as pessoas que trabalham no clube fez com que eu pensasse mais nisso e hoje fico feliz em fazer parte deste trabalho”, afirmou Danilo.
O dirigente ressaltou o momento de crescimento que o clube vem passando. Contratado em 2018, Danilo era um dos jogadores que fizeram parte do acesso para a Série C do Brasileirão em 2019 e das campanhas de finais do Campeonato Baiano em 2022 e 2023.
“O Jacuipense é um clube que tem crescido bastante. Graças a Deus, nós subimos para a Série C do Brasileirão em 2019, algo que o clube nunca tinha feito, como também nunca havia chegado a uma semifinal de Baiano, e de lá para cá já alcançamos duas finais. É um clube que vem crescendo, vem trabalhando forte na base, vem revelando jogadores, negociando muitos atletas. É um trabalho bacana e eu fico feliz em fazer parte de tudo isso ”, destacou.
Danilo Rios é o gerente de futebol de base do Jacuipense, mas atua bastante no dia a dia do futebol profissional da equipe. O mesmo enfatizou a importância do trabalho que o clube faz com os garotos, tendo mais de dez atletas que vieram da categoria juniores no elenco principal.
“Eu faço parte da gestão da base do Jacuipense. Meu trabalho é muito mais focado na divisão de base do clube, mas acabo participando muito do processo profissional na questão de contratação e do dia a dia, principalmente na transição de subir jogadores para o profissional. No nosso elenco principal hoje, acho que temos 13 jogadores que vieram da base do clube. Gosto de salientar isso, porque não é todo time que consegue revelar tantos jogadores”, explicou.
O Jacuipense volta a campo pelo Campeonato Baiano 2026 nesta quarta-feira (4), quando enfrenta o Jequié, às 19h15, no Estádio de Pituaçu, pela sexta rodada. O Leão do Sisal assume a sexta colocação, com seis pontos ganhos.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.