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danielle miranda fontelles
O PT da Bahia firmou um acordo com a Justiça para finalizar um entrave com a ex-sócia da agência de publicidade Pepper e uma das delatoras da Lava Jato, Danielle Miranda Fontelles. O pagamento de R$ 463 mil foi realizado em 31 de dezembro de 2022 e consta dos gastos do PT informados à Justiça Eleitoral neste ano.
Segundo o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o diretório baiano gastou o montante para quitar as dívidas judicializadas da campanha eleitoral de 2014 com a Pepper.
O diretório baiano gastou o montante para quitar as dívidas judicializadas da campanha eleitoral de 2014 com a Pepper. Danielle foi investigada por participação em um suposto esquema de financiamento ilegal das candidaturas do PT. Em delação premiada, ela admitiu que a Pepper recebeu R$ 6 milhões, de forma irregular, para prestar serviços para a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010.
Miranda também delatou irregularidades nas candidaturas de Fernando Pimentel ao Senado, em 2010, e de Rui Costa para o governo da Bahia, em 2014. Danielle afirmava que Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, havia acordado o pagamento de R$ 725 mil por meio de caixa dois, no entanto, o PT da Bahia sempre negou a acusação.
Questionado sobre o acordo com a Pepper, o diretório baiano do PT afirmou que “possui algumas dívidas judicializadas da campanha eleitoral de 2014” e que está “em esforço para pagamentos dessas ações”.
“O valor citado se refere a um acordo judicial para liquidação de dívidas de campanha, validado pela Justiça Eleitoral, assim como outros que estão em andamento”, informou o PT da Bahia.
A Pepper encerrou as atividades no dia 3 de julho deste ano.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.