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daniel darahem
O CEO da operação do JP Morgan no Brasil, Daniel Darahem, morreu nesta sexta-feira (2), aos 51 anos. O executivo tinha um câncer na garganta contra o qual lutava há dois anos. Ele chegou a fazer tratamento, mas descobriu neste ano uma metástase da doença. O executivo deixa esposa e três filhos.
Darahem trabalhou no JP Morgan – um dos mais relevantes bancos norte-americano – por 27 anos e havia assumido o comando da operação brasileira em 2020. As informações são do BP Money, parceiro do Bahia Notícias.
Darahem era uma pessoa reservada, de muito conhecimento técnico e especialista em assuntos internacionais, segundo relato de seus amigos e pessoas próximas.
O começo da carreira de Daniel Darahem no setor financeiro foi como analista de M&A, em 1997, no antigo Banco Patrimônio – mais tarde comprado pelo Chase. O executivo desenvolveu seu crescimento cobrindo as indústrias de tecnologia, mídia e telecom como banker.
Ele se tornou head de ECM para a América Latina no final de 2005 e anos depois, em 2008, veio a ser co-head de investment banking para o Brasil.
Sua trajetória corporativa também o levou à Hong Kong por pouco mais de quatro anos, onde Darahem Darahem atuou como head de ECM para Asia Pacific, antes de retornar ao Brasil em outubro de 2020, para suceder José Berenguer, que saiu para a XP.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.