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danca sensual
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, terá de dar explicações à Câmara dos Deputados sobre a apresentação de uma dança erótica ocorrida durante um evento realizado pela pasta nesta semana.
O pedido de explicações foi protocolado pelo 2º vice-presidente da Casa, Sóstones Cavalcante (PL-RJ), que questiona a apresentação ocorrida no 1º Encontro de Mobilização da Promoção da Saúde no Brasil. As informações são do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
“A mencionada apresentação com dança erótica no referido evento não condiz com as políticas e diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde em relação à promoção da saúde”, afirma o deputado no requerimento, protocolado nesta sexta-feira (6).
Vice-presidente da Câmara cobra explicação do Ministério da Saúde sobre dança erótica em evento
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 6, 2023
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A apresentação aconteceu na quinta-feira (5/10). Pelas imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver uma dançarina rebolando ao som da música “Batcu”, de Aretuza Lovi com participação de Valesca Popozuda.O evento foi organizado pelo Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, com objetivo de promover a implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde.
A apresentação virou alvo da oposição nas redes sociais. Nas últimas horas, parlamentares bolsonaristas têm divulgado vídeos da dança com críticas à gestão de Nísia Trindade.
Em nota divulgada pelo Ministério da Saúde, a pasta diz que a dança foi realizada no intervalo do evento e que foi “inapropriada”. Ainda afirma que a apresentação não reflete a política da pasta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.