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A Costa do Marfim garantiu sua vaga na próxima fase da Copa do Mundo de 2026 após vencer Curaçao por 2 a 0, em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos do Mundial, nesta quinta-feira (25). Com uma atuação inspirada de Nicolas Pépé, que balançou as redes duas vezes, o resultado positivo garantiu a segunda colocação para a equipe no Grupo E.
A equipe marfinense começou pressionando e abriu o placar logo aos seis minutos de jogo. Ousmane Diomandé fez boa jogada pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro para Nicolas Pépé, que apareceu livre dentro da pequena área para finalizar e abrir o marcador. Na etapa final, o camisa 19 voltou a aparecer para sacramentar o triunfo por 2 a 0.
A vitória levou a Costa do Marfim aos seis pontos, garantindo a classificação na vice-liderança, atrás apenas da Alemanha, que terminou no topo da chave. Com o encerramento das três rodadas, o Equador avançou na terceira posição, enquanto Curaçao acabou oficialmente eliminado, na lanterna do grupo, com apenas um ponto somado.
Tendo classificado em segundo lugar, Costa do Marfim enfrenta o segundo colocado do Grupo I, que pode ser França ou Noruega, nos 16 avos de final. Confira a classificação final do Grupo E abaixo:
A Copa do Mundo de 2026 teve mais um dia completo no último sábado (20). Após a goleada dos Países Baixos sobre a Suécia por 5 a 1 e a vitória da Alemanha sobre a Costa do Marfim por 2 a 1, Equador e Curaçao empataram por 0 a 0, enquanto o Japão venceu a Tunísia por 4 a 0 com gols de Kamada, dois de Ueda e Ito.
No duelo entre equatorianos e curaçaenses, o grande destaque foi o goleiro Eloy Room, que fez 15 defesas e estabeleceu um recorde em jogos de 90 minutos de Copa do Mundo, garantindo também o primeiro ponto de Curaçao, estreante na competição.
Com o resultado, o Equador ocupa a terceira posição do grupo E, com um ponto, e precisa vencer a já classificada Alemanha na última rodada para seguir no mata-mata. O confronto decisivo será na quinta-feira (25), às 17h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. No mesmo horário, Curaçao enfrenta a Costa do Marfim, na Filadélfia, também sonhando com a classificação.
Já no Grupo F, o Japão chegou aos quatro pontos e se igualou aos Países Baixos, na liderança. Suécia, com três e Tunísia, com zero, completam a chave.
Poucas expressões conseguiram atravessar fronteiras estaduais e ganhar o Brasil com tanta força quanto o tradicional "lá ele". Nascida na Bahia e usada como resposta imediata para frases de duplo sentido, a expressão se transformou em um fenômeno nacional nos últimos anos, aparecendo em programas de televisão, redes sociais e até em campanhas publicitárias.
Mas quem pensa que o "lá ele" é um patrimônio exclusivamente baiano talvez precise olhar com mais atenção para a Copa do Mundo de 2026.
Alguns jogadores espalhados pelos gramados dos Estados Unidos, México e Canadá, carregam nomes que, ao menos para os ouvidos brasileiros — especialmente os baianos — podem despertar reações automáticas e arrancar algumas risadas.
Pensando nesse contexto, o Bahia Notícias reuniu alguns dos principais candidatos ao prêmio informal de nome mais perigoso da Copa e montou a "Seleção do Lá Ele" pra você se divertir. Confira alguns dos nomes famosos abaixo:
Sugawara (Japão)
Conhecido pela intensidade e pela capacidade de apoiar o ataque, o lateral-direito da seleção japonesa atua atualmente pelo Southampton FC, da Inglaterra. Aos 25 anos, é um dos principais nomes da renovação do Japão e ganhou espaço após se destacar pelo AZ Alkmaar, dos Países Baixos.

Foto: Divulgação / Southampton
Jeremy Doku (Bélgica)
Velocidade, habilidade e capacidade de quebrar linhas fazem dele uma peça importante da seleção comandada por Domenico Tedesco. Doku é um dos principais dribladores do futebol europeu, atuando com a camisa do Manchester City. Revelado pelo Anderlecht, ele chega à Copa como uma das armas ofensivas da Bélgica.

Foto: Divulgação / Manchester City
Khuliso Mudau (África do Sul)
O lateral-direito sul-africano defende o Mamelodi Sundowns, equipe que domina o futebol de seu país há várias temporadas e deu seu cartão postal disputando a Copa do Mundo de Clubes, em 2025. Experiente, Khuliso é presença constante na seleção e um dos líderes do elenco.

Apesar do duplo sentido, Khuliso Mudau utiliza apenas o segundo nome atrás do seu uniforme | Foto: Reprodução / Globo
Bilal El Khannouss (Marrocos)
Uma das maiores promessas do futebol marroquino, Bilal El Khannouss atua pelo Stuttgart, da Alemanha. Aos 21 anos, já disputou Copa do Mundo, Copa Africana de Nações e se consolidou como um dos principais articuladores da seleção marroquina.

Bilal utiliza apenas o segundo nome, El Khannouss, atrás do seu uniforme | Foto: Divulgação
Sherel Floranus (Curaçao)
O defensor de Curaçao joga atualmente no PEC Zwolle e é um dos atletas mais experientes da seleção caribenha. Floranus carrega passagens por clubes da Holanda e da Rússia.

Foto: Divulgação
Ali Maamar (Marrocos)
Companheiro de seleção de Bilal El Khannouss, Ali Maamar atua no futebol belga, pelo Anderlecht, e integra a nova geração marroquina. Jovem, versátil e com projeção para os próximos ciclos da seleção africana.

Foto: Instagram / @maamar.ali
Prestes a disputar sua primeira Copa do Mundo, a seleção de Curaçao protagonizou uma cena inusitada no último sábado (6), ao chegar para o amistoso contra Aruba em um antigo ônibus escolar sem janelas, em Willemstad, capital da ilha caribenha.
Dentro de campo, a equipe comandada pelo técnico holandês Dick Advocaat confirmou o favoritismo e venceu Aruba por 4 a 0 no Ergilio Hato Stadium. Os gols da partida foram marcados por Joshua Brenet, Jeremy Antonisse, Livano Comenencia e Juninho.
A classificação inédita para o Mundial de 2026 tem mobilizado a população local. Após o amistoso, jogadores e torcedores participaram de uma grande celebração pelas ruas da cidade. O elenco desfilou em meio à festa popular antes de seguir viagem para os Estados Unidos, sede da competição, no domingo (7).
Curaçao integra o Grupo E da Copa do Mundo, ao lado de Alemanha, Costa do Marfim e Equador. A estreia será no dia 14 de junho, diante dos alemães, em Houston. Na sequência, a equipe enfrentará o Equador, em Kansas City, no dia 20, e encerrará sua participação na fase de grupos contra a Costa do Marfim, em Filadélfia, no dia 25.
Enquanto vive a expectativa pelo primeiro Mundial de sua história, a seleção aguarda uma definição sobre a situação do atacante Jurgen Locadia. O jogador foi expulso durante o amistoso contra a Escócia após se envolver em uma agressão a um adversário e ficou fora da partida diante de Aruba.
A federação de Curaçao informou que ainda não recebeu posicionamento oficial da FIFA sobre uma possível punição ao atacante. Com isso, permanece a dúvida sobre sua presença na estreia contra a Alemanha.
Dick Advocaat estará na Copa do Mundo de 2026. Aos 78 anos, o experiente treinador holandês acertou o retorno ao comando da seleção de Curaçao, poucos meses após deixar o cargo para acompanhar o tratamento de saúde da filha. A informação é do jornal holandês De Telegraaf.
Em fevereiro deste ano, o treinador anunciou sua saída afirmando que “a família vem antes do futebol”. Durante o período de afastamento, Fred Rutten assumiu o comando da equipe, mas sua permanência foi curta. A pressão de jogadores e patrocinadores pela volta de Advocaat aumentou nas últimas semanas, especialmente após a histórica classificação de Curaçao para o Mundial.
Inicialmente, a Federação de Futebol de Curaçao demonstrava intenção de manter Rutten no cargo. O presidente da entidade, Gilbert Martina, chegou a afirmar que a decisão não seria baseada apenas no desejo do elenco. No entanto, diante do desgaste interno, Rutten decidiu deixar o posto, abrindo caminho para o retorno de Advocaat.
A curta passagem de Rutten terminou após um torneio amistoso na Austrália, onde a equipe sofreu derrotas para os donos da casa e para a China. A instabilidade tão próxima da Copa gerou desconforto, mas o retorno do antigo comandante promete pacificar o vestiário.
Advocaat é o grande arquiteto da campanha caribenha. Em novembro de 2025, ele conduziu Curaçao à sua primeira classificação para uma Copa, transformando o país de 150 mil habitantes na menor nação a disputar um Mundial em todos os tempos.
Com o retorno, o holandês quebrará um recorde: aos 78 anos, ele se tornará o técnico mais velho a comandar uma seleção em Copas do Mundo, superando o alemão Otto Rehhagel, que dirigiu a Grécia em 2010 aos 72 anos.
Curaçao fará sua estreia histórica na Copa do Mundo FIFA 2026 integrando o Grupo E. A seleção enfrentará Alemanha, Costa do Marfim e Equador na fase de grupos.
Uma seleção formada por campeões mundiais do futebol brasileiro conquistou um título inédito neste fim de semana no Caribe. O Brasil venceu Curaçao Legends Team nos pênaltis por 4 a 2, após empate em 4 a 4 no tempo normal, e garantiu o troféu do torneio internacional de lendas disputado em Willemstad.
O elenco brasileiro reuniu nomes marcantes da história recente da Seleção, como Rivaldo, Lúcio, Márcio Santos e Ricardo Rocha. Também integraram o grupo jogadores como Ronaldinho Gaúcho, Paulo Sérgio, Viola, Gonçalves, Diego Palhinha e Robertinho.
Antes da decisão, a equipe brasileira havia goleado a Argentina Legends Team por 7 a 3 na semifinal, resultado que credenciou o time à disputa do título contra os anfitriões.
A final teve clima competitivo apesar do caráter festivo da competição. Brasil e Curaçao protagonizaram momentos de tensão ainda no primeiro tempo, mas a situação foi controlada rapidamente. No placar, o equilíbrio permaneceu até o fim, com empate em 4 a 4, levando a decisão para as penalidades.
Um dos nomes mais celebrados do evento, Ronaldinho Gaúcho não participou da partida decisiva, embora tenha sido destaque entre os torcedores durante os dias de programação.
Disputado tradicionalmente na capital de Curaçao, o torneio reúne ex-jogadores de diferentes gerações e contou nesta edição com representantes de países como Argentina, Colômbia, Espanha, Holanda, Itália e Portugal.
A conquista marcou o primeiro título do Brasil na história da competição, que chegou à quarta edição. Nas duas anteriores, o troféu havia ficado com a Argentina.
O torneio é disputado com equipes formadas por seis jogadores em campo e partidas divididas em dois tempos de 14 minutos. Após a fase inicial com três jogos para cada equipe, as quatro melhores avançaram para as semifinais até a definição do campeão.
BN na Copa: Entre estreantes e donos da casa, conheça as seleções da Concacaf confirmadas no torneio
Por muitas vezes esquecida ou subestimada no mapa da bola mundial, a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) reivindica para si, em 2026, os olhares de todo o planeta. Com a Copa do Mundo sendo realizada em seu território, teremos um marco inédito, o torneio dividido entre três nações irmãs, contando com seis seleções da região.
Após uma repescagem dramática que viu o Suriname cair na semifinal e a Jamaica ser derrotada na final, a lista de representantes está fechada: os anfitriões Estados Unidos, Canadá e México, acompanhados por Panamá, Haiti e Curaçao esta última atingindo o feito histórico de se classificar pela primeira vez para o campeonato mundial.
Os três países-sede chegam com investimentos massivos e objetivos distintos. Os Estados Unidos chegam como a maior potência comercial da copa, com uma estrutura de estádios de NFL convertidos para o "soccer". Conhecido pela força em esportes distintos, a seleção estadunidense chega para colocar a prova a nova geração de jogadores, colocados como "geração de ouro", focada em superar as oitavas de final. Liderados por Christian Pulisic (Milan/IT), os EUA buscam usar o fator casa e a experiência adquirida no Catar 2022 para avançar da primeira fase.

Christian Pulisic, meio-camposta dos Estados Unidos – Foto: Reprodução/@cmpulisic
Entre os anfitriões, o México é o que carrega a maior pressão pressão social. Lá, o futebol não é apenas esporte, é identidade nacional. Após anos de críticas à federação, os mexicanos esperam que o fator casa finalmente quebre a barreira e finalmente volte a disputar o quinto jogo. Os mexicanos apostam na experiência de nomes como do goleiro Guillermo Ochoa (AEL Limassol/CY) e do atacante Jiménez (Fulham/ENG), além da experiência recente de títulos da Copa Ouro (2025) e Liga das Nações da Concacaf (2025).
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Guillermo Ochoa, goleiro do México – Foto: Divulgação/Selección MX
Já o Canadá representa um sucesso estrutural. Nos últimos anos, o país investiu em uma liga própria (CPL) e viu nomes como Alphonso Davies (Bayern de Munique/GER) e Jonathan David (Juventus/IT) colocarem o país no mapa da elite europeia. Liderada pelos nomes citados, a seleção canadense espera superar o histórico de derrotas e passar da fase de grupos, impulsionada pelo fator casa em Toronto e Vancouver.
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Alphonso Davies, lateral-esquerdo do Canadá – Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press
Considerada a quarta força da Confederação, ocupando o 4° lugar no ranking Fifa, a seleção do Panamá chega ao seu segundo Mundial com o status de pedra no sapato para os gigantes. Chega na competição após liderar seu grupo nas eliminatórias da Concacaf e garantir a vaga direta. Estruturalmente, a seleção tem seus principais jogadores disputando a MLS e ligas competitivas na América do Sul.
Entre os principais nomes estão o volante Adalberto Carrasquilla (Houston Dynamo/EUA), o lateral Michael Murillo (Marseille/FRA), o defensor José Córdoba (Norwich City/ENG) e o atacante Ismael Díaz (Universidad Católica/CHL).
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Seleção do Panamá – Foto: Federação Panamenha de Futebol
A classificação direta do Haiti é, talvez, a mais emocionante desta edição. Eles retornam à competição após 52 anos, diante de um contexto político instável e desafios sociais no país. Devido à grave crise de segurança e à violência de gangues no Haiti, a seleção não pôde mandar seus jogos em casa durante as eliminatórias. Agora, liderados pelo francês Sébastien Migné, a seleção nacional atua como um dos símbolos de união e esperança para a população.
Estruturalmente, a Seleção Haitiana usufrui de atletas que atuam na Ligue 1 (França) e na MLS (EUA), trazendo uma bagagem tática que compensa a falta de infraestrutura esportiva dentro da ilha.
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Jogadores do Haiti durante as Eliminatórias da Copa – Foto: Divulgação/Concacaf
A grande surpresa é Curaçao. A pequena ilha caribenha não apenas garantiu sua vaga inédita, como se tornou um fenômeno nas redes sociais antes mesmo da bola rolar. O motivo? A camisa oficial feita pela Adidas. O uniforme para os jogos como visitante, que, segundo a federação, celebra a cultura do país, viralizou globalmente, com torcedores de diversos países destacando-a como a "mais bonita da Copa de 2026".
Tecnicamente, Curaçao reflete a escola holandesa. Com muitos jogadores formados na Eredivisie, a seleção joga um futebol técnico e de posse de bola, longe do estereótipo de "futebol físico" que costuma rotular o Caribe.
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Camisa reserva da Seleção de Curaçao para Copa do Mundo 2026 – Foto: Divulgação/Adidas
OS GRUPOS DA CONCACAF EM 2026
Com o novo formato de 48 seleções, os representantes da região ficaram distribuídos da seguinte forma nos grupos iniciais:
- Grupo A: México (abre a Copa no Estádio Azteca), África do Sul, Coreia do Sul e Tchéquia.
- Grupo B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça.
- Grupo C: Haiti, Escócia, Marrocos e Brasil.
- Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia.
- Grupo E: Curaçao, Equador, Costa do Marfim e Alemanha.
- Grupo L: Panamá, Gana, Croácia e Inglaterra.
CONCACAF E BRASIL
O Brasil de Carlo Ancelotti terá um "termômetro" direto da Concacaf antes de iniciar sua jornada rumo ao hexa. O penúltimo amistoso da Seleção Brasileira será justamente contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, em jogo de despedida antes de embarcar para os Estados Unidos. Além disso, como apontado acima, o Haiti integra o grupo onde a canarinho está alocada.
As fórmulas da copa começam a ser testadas agora. Para o torcedor baiano e brasileiro, vale ficar de olho. O quintal vizinho nunca esteve tão preparado para o jogo.
Pela primeira vez na história, o Mundial será sediado em três países simultaneamente, região que já foi considerada "coadjuvante" agora reivindica protagonismo com seis representantes garantidos.
Um capítulo inédito no futebol caribenho ficou marcado na última terça-feira (18). A seleção de Curaçao confirmou sua primeira classificação para uma Copa do Mundo e, de quebra, assumiu o posto de menor país da história a disputar o Mundial, superando Cabo Verde — que havia conquistado esse título há pouco mais de um mês.
A ilha caribenha, com apenas 444 km², deixa para trás o arquipélago africano de Cabo Verde, que possui cerca de 4 mil km² e também estreará no Mundial de 2026.
A vaga veio após um empate sem gols com a Jamaica, fora de casa, resultado suficiente para manter Curaçao na liderança do Grupo B das Eliminatórias da Concacaf, com 12 pontos, um a mais que os jamaicanos.
Além dos caribenhos, Panamá e Haiti completaram o trio de seleções classificadas diretamente pela região. Jamaica e Suriname buscarão a Copa pela repescagem internacional marcada para março.
RETORNO DO PANAMÁ
No Grupo A, o Panamá precisava vencer para não depender de outros resultados e fez o necessário. A vitória por 3 a 0 sobre El Salvador levou o país aos 12 pontos e garantiu o retorno à Copa após sua primeira participação, na Rússia-2018.
O Suriname, que ainda busca estrear no torneio, perdeu por 3 a 1 para a Guatemala, estacionou nos nove pontos e terá de tentar a vaga pela repescagem.
HAITI GARANTE VAGA INÉDITA
O Haiti também mudou a história do Grupo C. A seleção iniciou a rodada atrás de Honduras no saldo de gols, mas venceu a Nicarágua por 2 a 0, ultrapassou o rival e chegou aos 11 pontos.
Honduras, que empatou sem gols com a Costa Rica, terminou em segundo e ficou fora do Mundial.
O Haiti só disputou uma Copa do Mundo uma única vez, em 1974, na Alemanha, e agora volta ao cenário global após mais de cinco décadas.
A presença de seleções com pouca tradição, como Curaçao e Cabo Verde, é resultado direto da expansão do Mundial para 48 seleções e do fato de Canadá, Estados Unidos e México serem anfitriões. Com três vagas já garantidas, a Concacaf teve espaço recorde para novos representantes, e o continente aproveitou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.