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cultura brasileira
A edição de 2027 dos Ensaios da Anitta levará para todo o Brasil as manifestações populares de diferentes regiões do país. Com o tema 'É Festa no Brasil', a cantora passará por algumas cidades brasileiras com o projeto que faz para o público um "esquenta" para o Carnaval.
Segundo Anitta, a ideia é celebrar a cultura brasileira ao máximo, dando destaque as manifestações feitas pelo povo e exaltando sua singularidade.
“O nosso país é enorme, diverso e complexo. E, claro, tudo isso se reflete também nas nossas festas. Cada região tem seu jeito, sua cultura, sua forma linda e única de unir gente. E se o Carnaval é a maior festa popular do mundo, por que não aproveitar essa folia para celebrar a nossa identidade cultural?”, disse a artista.
O tema também guiará a identidade visual dos shows e os figurinos usados por Anitta no palco.
Os ensaios seguirão com o conceito conhecido pelo público, a exemplo do palco 360º que aproxima Anitta dos fãs, além dos convidados surpresa.
A pré-venda exclusiva para clientes com cartão de crédito Mercado Pago começa na terça-feira, 1º de setembro, ao meio-dia. As vendas oficiais serão abertas na quarta (2) e na quinta-feira (3), pela plataforma Ingresse.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, também conhecido como Itamaraty, pretende criar uma versão nacional do Goethe-Institut, instituição alemã cujo objetivo é divulgar a cultura e a língua do país europeu pelo mundo.
De acordo com informações da coluna assinada por Anselmo Gois no jornal O Globo, a versão brasileira seria o Instituto Guimarães Rosa, em homenagem ao diplomata e escritor mineiro, autor de obras como “Grande Sertão: Veredas”.
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A não equivalência da data com a festa celebrada no Brasil tem um motivo muito simples, é que no hemisfério norte o inverno é rigoroso, em fevereiro, e dificultaria um cortejo pelas ruas cobertas de neve e com baixas temperaturas. O percurso do Arrastão começa em Porta Genova e segue por um dos mais belos pontos turísticos Milaneses: o Naviglio. E a novidade para este ano é que o evento será aberto com uma sessão de sopros, além das tradicionais manifestações de capoeira, dança, samba de roda e percussão. Mas as atividades culturais, que culminam no cortejo, já começaram na última sexta-feira (22), com um seminário de percussão, e seguiram no sábado (23) com um seminário de dança afro-brasileira e o projeto “Le Donne in Canto”, com vários concertos onde as mulheres têm destaque e executam o que Kal chama de “música universal com base brasileira”.
Confira vídeo de edição anterior do cortejo:
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A polícia local acompanha o cortejo para garantir a segurança durante o evento / Foto: Jamile Amine
Veja galeria de fotos de edição anterior do Arrastão de Yemanja:
Em entrevista exclusiva ao UOL, onde lançou o clipe “Das Tripas Coração”, Lobão não deixou de lado assuntos polêmicos, como sua relação com o movimento tropicalista. "Eu tinha aversão à coisa da antropofagia, da Semana de 22, da precariedade, da malandragem, da preguiça. Sempre fui avesso a esse tipo de coisa e a Tropicália é uma subsidiária, né? Quem sentou no colo do Alexandre Pires foi o Caetano Veloso, o brega, a micareta, todos esses subgrupos, esse sertanejo, esse pop brega. Isso vem da complacência intelectual da semana de 22", comentou. Em relação a isso, Lobão já prepara um novo livro, intitulado “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”, ainda sem data de lançamento. Segundo Lobão, o conceito de “antropofagia” é uma herança maldita, que teria chegado até os dias de hoje através de movimentos como a tropicália e repercute na música brega, no sertanejo e até mesmo no rock nacional da década de 80, sintetizado pelo cantor-autor como "medíocre e derivativo".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.