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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

cultura brasileira

Anitta revela tema dos 'Ensaios da Anitta' para Carnaval de 2027 e anuncia data para início das vendas; confira
Foto: Instagram

A edição de 2027 dos Ensaios da Anitta levará para todo o Brasil as manifestações populares de diferentes regiões do país. Com o tema 'É Festa no Brasil', a cantora passará por algumas cidades brasileiras com o projeto que faz para o público um "esquenta" para o Carnaval.

 

Segundo Anitta, a ideia é celebrar a cultura brasileira ao máximo, dando destaque as manifestações feitas pelo povo e exaltando sua singularidade.

 

“O nosso país é enorme, diverso e complexo. E, claro, tudo isso se reflete também nas nossas festas. Cada região tem seu jeito, sua cultura, sua forma linda e única de unir gente. E se o Carnaval é a maior festa popular do mundo, por que não aproveitar essa folia para celebrar a nossa identidade cultural?”, disse a artista.

 

O tema também guiará a identidade visual dos shows e os figurinos usados por Anitta no palco. 

 

Os ensaios seguirão com o conceito conhecido pelo público, a exemplo do palco 360º que aproxima Anitta dos fãs, além dos convidados surpresa.

 

A pré-venda exclusiva para clientes com cartão de crédito Mercado Pago começa na terça-feira, 1º de setembro, ao meio-dia. As vendas oficiais serão abertas na quarta (2) e na quinta-feira (3), pela plataforma Ingresse.

Itamaraty quer versão do Goethe-Institut para divulgar cultura brasileira
Versão brasileira seria o Instituto Guimarães Rosa | Foto: Divulgação

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, também conhecido como Itamaraty, pretende criar uma versão nacional do Goethe-Institut, instituição alemã cujo objetivo é divulgar a cultura e a língua do país europeu pelo mundo.

 

De acordo com informações da coluna assinada por Anselmo Gois no jornal O Globo, a versão brasileira seria o Instituto Guimarães Rosa, em homenagem ao diplomata e escritor mineiro, autor de obras como “Grande Sertão: Veredas”.

Baiano faz ‘Arrastão di Yemanja’ em Milão; Candomblé não pode ser ‘avacalhado’, diz
Foto: Jamile Amine
O cantor, ator e percussionista baiano Kal dos Santos vive na Itália desde 1990 e, há 14 anos, divulga a cultura baiana na Europa, através do “Arrastão de Yemanja”. Em 2015 o evento será realizado neste domingo (24), e, como nas edições anteriores, levará às ruas de Milão o culto à rainha do mar, originalmente celebrado em Salvador no dia 2 de fevereiro. A ideia de remontar a tradicional festa baiana no velho continente veio com muita naturalidade. “Sempre tive essa coisa da cultura. Minha mãe era mãe de Santo, sou crescido no terreiro do Candomblé, não quero catequisar ninguém, mas a ideia é trazer a cultura de forma respeitosa. Aqui não tem gente fazendo de conta que dá Santo, religião é uma coisa séria, não vejo nenhum padre no meio da rua fazendo esse tipo de coisa, então porque o Candomblé tem que ser avacalhado? Então, Há 14 anos saio com essa coisa. Na primeira vez que eu decidi ir pra rua os brasileiros diziam que era loucura, mas eu segui. Aqui não tem mar, mas tem o Naviglio [sistema de canais que atravessa a cidade], então pensei ‘tá bonito, vou trazer pra cá’”, conta Kal.
 
Cortejo parte de Porta Genova e segue até Naviglio, ponto turístico de Milão / Foto: Jamile Amine

A não equivalência da data com a festa celebrada no Brasil tem um motivo muito simples, é que no hemisfério norte o inverno é rigoroso, em fevereiro, e dificultaria um cortejo pelas ruas cobertas de neve e com baixas temperaturas. O percurso do Arrastão começa em Porta Genova e segue por um dos mais belos pontos turísticos Milaneses: o Naviglio. E a novidade para este ano é que o evento será aberto com uma sessão de sopros, além das tradicionais manifestações de capoeira, dança, samba de roda e percussão. Mas as atividades culturais, que culminam no cortejo, já começaram na última sexta-feira (22), com um seminário de percussão, e seguiram no sábado (23) com um seminário de dança afro-brasileira e o projeto “Le Donne in Canto”, com vários concertos onde as mulheres têm destaque e executam o que Kal chama de “música universal com base brasileira”.

Confira vídeo de edição anterior do cortejo:
 
Apesar da tradição que leva mais de uma década, o artista destaca as dificuldades de manter o evento, que tem pouca adesão da comunidade brasileira e apoio financeiro insuficiente.  “Tenho que segurar a onda sozinho para organizar tudo. Tem gente de outra parte da Itália que vem, mas outras que trabalham comigo em outros projetos não têm mais interesse em fazer esse tipo de coisa. Até o último momento a gente não sabe quem vem, no final funciona, mas é uma loucura, uma tensão da zorra. Até as camisas eu estampo em casa. Parei até de fazer a comida típica que eu costumava fazer para integrar as pessoas, isso para eu poder me liberar, senão não fica uma loucura”, conta Kal dos Santos, que há três anos conseguiu o apoio da prefeitura de Milão, e não tem mais que pagar uma taxa pelo “serviço de ordem”, para que policiais acompanhem o cortejo e garantam a segurança. Para 2015, através desta parceria ele conseguiu garantir também 700 euros com o representante do Conselho de Zona, que ainda não foram pagos, mas servirão para cobrir algumas despesas, como o deslocamento de parceiros. 
 

A polícia local acompanha o cortejo para garantir a segurança durante o evento / Foto: Jamile Amine
 
Apesar das dificuldades, ele não pretende deixar de celebrar a cultura brasileira no velho mundo. “Acredito nessa coisa. Neguinho gosta de oba-oba, se você faz brega, pega na bundinha, aí vem, mas minha trajetória é mais longa, é a coisa que acredito, nunca fiz isso no Brasil. Mas a cultura não morre. Italianos dizem que quando veem que eu estou organizando algo, participam de olhos fechados porque sabem que tem qualidade. E é legal que tem italianos que depois de ver o Arrastão decidem visitar a Bahia para conhecer a manifestação original”, diz Kal dos Santos, que desde 1991 está à frente da Associação Cultural Mitoka Samba, orquestra de percussão afro-brasileira que promove a difusão da cultura através de projetos como laboratório de percussão e de criação de instrumentos musicais. Mas a festa para Yemanja não é a única manifestação típica brasileira lembrada por Kal. Nos seus 25 anos de Itália, o baiano já celebrou o dia do Índio, a abolição da escravatura, Zumbi dos Palmares e várias outras datas do calendário cultural do Brasil. Mas, com a dificuldade de encontrar apoio para realizar tantos eventos, decidiu manter apenas algumas datas consideradas por ele realmente muito importantes, como Yemanja e São João. “Continuo na luta. Há 17 anos faço festa junina com quadrilha, comida típica”, conta Kal dos Santos, que mal concluiu o Arrastão e já começa os preparativos para o São João.

Veja galeria de fotos de edição anterior do Arrastão de Yemanja:
Prestes a lançar novo livro que critica cultura brasileira, Lobão detona Tropicália
Aos 55 anos, Lobão se diz na sua melhor fase. Após ter sua autobiografia “50 Anos a Mil” na lista de mais vendidos de 2012 durante meses e lançar, no final do ano passado, o DVD “Lino, Sexy e Brutal”, o cantor  “garante estar tocando, compondo e produzindo melhor do que nunca”.

Em entrevista exclusiva ao UOL, onde lançou o clipe “Das Tripas Coração”, Lobão não deixou de lado assuntos polêmicos, como sua relação com o movimento tropicalista. "Eu tinha aversão à coisa da antropofagia, da Semana de 22, da precariedade, da malandragem, da preguiça. Sempre fui avesso a esse tipo de coisa e a Tropicália é uma subsidiária, né? Quem sentou no colo do Alexandre Pires foi o Caetano Veloso, o brega, a micareta, todos esses subgrupos, esse sertanejo, esse pop brega. Isso vem da complacência intelectual da semana de 22", comentou. Em relação a isso, Lobão já prepara um novo livro, intitulado “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”, ainda sem data de lançamento. Segundo Lobão, o conceito de “antropofagia” é uma herança maldita, que teria chegado até os dias de hoje através de movimentos como a tropicália e repercute na música brega, no sertanejo e até mesmo no rock nacional da década de 80, sintetizado pelo cantor-autor como "medíocre e derivativo".

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Paulo Henrique Rodrigues

Paulo Henrique Rodrigues
Foto: Daniel Araújo / Antena 1 Salvador

"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa". 

 

Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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