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O Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFGM) anunciou estar próximo da última etapa na produção de uma vacina nacional contra a mpox, destinada em testes humanos.
Segundo publicação da Agência Brasil, a empresa informou que está desenvolvendo um Dossiê para enviar à Anvisa.
“A equipe está produzindo o chamado Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) para enviar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, assim, receber o sinal verde para começar os testes em humanos”, comunicou.
A vacinação brasileira obteve maior projeção depois que a doença foi declarada como emergência em saúde pública de importância internacional, por conta da disseminação global e com potencial de nova pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O imunizante, porém, já estava sendo produzido há 2 anos, desde a primeira emergência global provocada pela doença. A UFMG afirmou que a dose brasileira utiliza um vírus atenuado e não replicativo, tornando o imunizante “extremamente seguro”, inclusive para uso entre imunossuprimidos e gestantes.
De acordo com a instituição de ensino, os primeiros testes tiveram bons resultados, demonstrando “indução de neutralizantes, resposta celular e resposta robusta contra a doença”.
A enfermidade infecciosa é causada pelo mpox, vírus que afeta seres humanos e também animais. Entre os sintomas da doença estão febre, dores musculares, fadiga, lesões cutâneas e Linfadenopatia.
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Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).