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cristiano dresch
O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, gerou repercussão ao classificar o Vitória como um dos "clubes menores" da Série A durante entrevista à ESPN. A declaração ocorreu em meio a críticas ao que chamou de disparidade de tratamento entre equipes que mantêm as contas em dia e outras que acumulam dívidas, mas continuam investindo em reforços.
"Esse ano tem vários clubes da Série A que são menores e têm as contas em dia, citar o Mirassol, o Juventude, o Vitória... Esses clubes vão sofrer até o fim para se manterem na Série A. Talvez o Santos se salve dando calote, o Corinthians se salvou dando calote. Os clubes estão se utilizando de ferramentas indevidas para ficar em uma divisão que garante muito mais dinheiro", afirmou Dresch.
O dirigente também mencionou especificamente o Corinthians e o Santos como exemplos de clubes que, segundo ele, não honram compromissos financeiros. O Corinthians ainda deve R$ 18,5 milhões ao Cuiabá pela contratação do volante Raniele. A primeira parcela desse valor, acordada por meio da Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), vence em 17 de julho. Já o Santos tem uma dívida de R$ 16,3 milhões relativa à compra do zagueiro Joaquim.
As declarações de Dresch colocaram em evidência o debate sobre responsabilidade fiscal no futebol brasileiro, especialmente entre os clubes da elite que enfrentam a luta contra o rebaixamento.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.