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O prefeito de Alagoinhas, Gustavo Carmo (PSD), é alvo de críticas no município localizado no Agreste da Bahia, após a exoneração de 89 servidores da prefeitura em um único dia. Segundo apuração do Bahia Notícias, por meio do Diário Oficial do Município (DOM), somente no dia 19 de julho, foram registradas 89 exonerações de cargos em comissão de ofício, ou seja, demissões feitas pela prefeitura sem ser a pedido do servidor.
De acordo com informações obtidas pelo BN com interlocutores da cidade, parte dos servidores exonerados seriam ligados à antiga gestão e ao ex-prefeito, Joaquim Neto (PSD). Conforme apuração do site, os desligamentos teriam ocorrido em decorrência de um possível afastamento político entre o atual prefeito e Joaquim, a deputada estadual e ex-primeira-dama, Ludmilla Fiscina (PSD), e outros nomes da cidade.
Informações enviadas ao portal apontam que o atual tratamento de Carmo com figuras da base tem gerado desconforto e insatisfação na base política municipal. Gustavo é apontado por ter se afastado das figuras que declararam apoio e ajudaram a conquistar votos e vencer a eleição de 2024.
Alguns representantes da gestão municipal apontam que os aliados teriam perdido influência e espaço na prefeitura da cidade. As especulações ocorrem apesar de Gustavo participar de eventos públicos, atos e outros momentos com os seus aliados.
As exonerações ocorreram na Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), Secretaria Municipal de Manutenção (SEMAN), Secretaria Municipal de Administração e Inovação Tecnológica, Secretaria Municipal de Comunicação (SECOM), Controladoria Geral do Município (CGM), Serviço Autônomo de Água e Esgoto (S.A.A.E.), Gabinete do Prefeito, entre outros órgãos.
Entre os cargos exonerados estavam diretores, assessores, entre outros. O administrador municipal chegou a falar que a exoneração teria ocorrido com o intuito de conter gastos na cidade.
A Conmebol avalia transferir a final da Copa Libertadores de 2025, marcada para o Estádio Monumental de Lima, no Peru, em razão da instabilidade política no país. A decisão está prevista para o dia 29 de novembro. A informação foi inicialmente divulgada pelo jornalista Marcel Rizzo, do Estadão.
O Peru enfrenta uma nova crise institucional após o afastamento da presidente Dina Boluarte, acusada de corrupção. Com a decisão do Congresso, José Jerí assumiu interinamente o comando do país na madrugada de sexta-feira (10), o que intensificou as incertezas sobre a realização do evento em Lima.
Caso a mudança de sede seja confirmada, Assunção, no Paraguai, surge como principal alternativa. A cidade, que abriga a sede administrativa da Conmebol, também será palco da final da Copa Sul-Americana, marcada para 22 de novembro, após a entidade transferir o jogo de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, tem defendido a realização de grandes eventos esportivos em território paraguaio. Na última sexta-feira (10), Assunção também foi confirmada como sede dos Jogos Pan-Americanos de 2031.
As semifinais da Libertadores estão agendadas para outubro, com os duelos entre LDU e Palmeiras, e Flamengo e Racing.
Com as diversas expressões de protesto por parte do público em shows e espetáculos, Criolo conta que não houve sequer uma apresentação sua sem que a plateia se expressasse politicamente através de coros ou de cartazes, mas criticou a "chuva de ódio" gerada com a polarização da sociedade. "É muito louco isso, porque foi criado um ambiente de ódio, de rancor, tão absurdo que as pessoas passam por cima e parece que não estão vendo uma construção de fortalecimento, que algumas pessoas sugerem, de homofobia, xenofobia, racismo, de achar normal esse abismo social que a gente vive", lamenta.
Para o rapper paulista, há quem se beneficie com a expansão da crise enquanto a população carente sofre as consequências desse cenário. "Tem corrupção no governo e fora, todo mundo sabe disso, todos os partidos políticos têm. Agora, os caras fizeram uma manobra monstra e que se exploda a favela. Que morra todo mundo: acho que é isso que passa na cabeça dos caras, talvez com um pouco mais de poesia e vernáculo mais apurado", analisou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.