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Bruno Tolentino, o tio de Lucas Paquetá, decidiu se manter calado durante a CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, no Senado, na tarde desta quarta-feira (30). Ele recebeu um habeas corpus do STF, que o permitia se manter em silêncio durante a audiência.
Durante o depoimento do parente do jogador, Bruno respondeu apenas à pergunta do presidente da CPI, Jorge Kajuru, para todas as outras perguntas, ele foi orientado pelos advogados a ficar em silêncio.
A pedido do relator da comissão, Romário (PL/RJ), a reunião contará com um requerimento que pede a quebra dos sigilos telefônico e telemático, que diz respeito a mensagens eletrônicas, do parente do jogador.
Bruno Tolentino foi autor de duas transferências no valor de R$ 40 mil para o atacante Luiz Henrique, fato que era desconhecido pela Federação Inglesa.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.