Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
cpi da via bahia
Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (29), o deputado federal Leur Lomanto Jr. comentou sobre o processo de abertura de uma CPI da Via Bahia no Congresso Nacional, sugerida por ele. O parlamentar ressalta que o problema com a concessionária é antigo e vem se arrastando entre o legislativo e executivo.
“O fato hoje é que essa empresa vem envergonhando o nosso estado, é uma falta de responsabilidade, falta de consideração com o povo da Bahia. Quem usa a BR-324 e a BR-116 sabe do que eu estou falando”, declara o parlamentar.
LEIA TAMBÉM:
O legislador relembra que, além de ser campeã no número de reclamações no Tribunal de Contas da União (TCU), a Via Bahia não cumpriu o contrato de concessão a acordado, prevendo duplicações de manutenções nas rodovias federais. Em 2021, deputados estaduais, incluindo Leur, articularam uma tentativa de rompimento do contrato de concessão.
Sobre o tema, Lomanto Jr. ressalta: “Se tivesse rompido naquela época o contrato, talvez a gente tivesse relicitado e uma nova operadora já estivesse [operando]. E foi por isso que eu resolvi dar início a coleta de assinaturas para a criação da CPI da Via Bahia, porque nada que é feito consegue uma resposta efetiva”, declarou.
Leur aponta, no entanto, que a burocracia para a viabilização de uma CPI tem dificultado seus trabalhos. Além das assinaturas, o texto da CPI é encaminhado à Mesa Diretora para avaliar a implementação. “Mas eu estou colhendo as assinaturas, todo dia eu colho mais uma. Na verdade, o que nós queremos é que resolva o problema. Nós somos cobrados todos os dias”, afirma.
Confira o trecho:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.