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couto pereira
A estreia do Coritiba no Campeonato Paranaense de 2026 foi marcada por um lance grave no Couto Pereira, na noite da última quarta-feira (7). Logo aos 12 minutos do primeiro tempo, o atacante Lucas Crepaldi, de 18 anos, sofreu uma fratura no antebraço esquerdo após uma disputa de bola com o goleiro Diego Cardoso, do Foz do Iguaçu. Assista:
?? IMAGENS FORTES!
— Rogerio Scarione (@RogerioScarione) January 8, 2026
Após choque com o goleiro adversário, o atacante Lucas Crepaldi acabando sofrendo uma fatura no antebraço.
???? @CanalGOATBR pic.twitter.com/8GYY7yZv9U
A jogada teve início em um lançamento nas costas da defesa. Crepaldi avançava livre em direção à área quando o goleiro adversário se antecipou e interceptou o passe. No choque, o jovem atacante caiu ao solo e tentou amortecer a queda apoiando o braço esquerdo. Com o peso do corpo e a força do impacto, o membro sofreu uma torção severa, resultando na fratura, visivelmente perceptível ainda no gramado.
Sem conseguir se levantar ou pedir auxílio, Crepaldi permaneceu caído até que jogadores do Foz do Iguaçu identificaram a gravidade da lesão e acionaram rapidamente a equipe médica. O atleta deixou o campo chorando, imobilizado, e foi encaminhado de ambulância ao Hospital do Pilar. Imagem forte a seguir:
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Foto: Reprodução / YouTube / Canal Goat
Em nota oficial, o Coritiba confirmou o diagnóstico e informou os próximos passos do tratamento.
"Após exames complementares realizados no Hospital do Pilar, foi constatada fratura no antebraço esquerdo do atleta Lucas Crepaldi. O jogador será submetido a procedimento cirúrgico nesta quinta-feira", comunicou o clube.
Apesar do susto e da saída precoce do jovem atacante, a equipe alviverde conseguiu manter o rendimento em campo e venceu o Foz do Iguaçu por 3 a 2, somando os primeiros três pontos na competição estadual.
Crepaldi é considerado uma das promessas da base coxa-branca e havia iniciado a partida como titular na estreia do Paranaense.
Torcedores do Coritiba relataram a queda de pedaços de reboco sob as arquibancadas do Estádio Couto Pereira, na noite da última terça-feira (10), momentos antes da partida contra o Operário-PR, válida pela 10ª rodada do Campeonato Paranaense. O incidente ocorreu nas proximidades do Portão 4, localizado na Rua Mauá, e atingiu um torcedor e seu filho. Ambos sofreram ferimentos leves.
Dois torcedores estavam indo assistir à partida do Coritiba, no Couto Pereira, e foram "recebidos" com pequenos pedaços do próprio estádio, que caiu na direção deles.
— UmDois Esportes (@umdoisesportes) February 12, 2025
Segundo a assessoria do Coxa, o clube tentou prestar auxílio aos torcedores, mas os próprios não quiseram… pic.twitter.com/7YEBjcTjPl
O Coxa se manifestou sobre o ocorrido em resposta à imprensa, e afirmou que os pedaços eram pequenos, sendo assim, o incidente não trouxe maiores consequências. O clube também informou ter procurado as pessoas atingidas, mas o pai optou por não receber auxílio no momento.
Em nota oficial emitida em 2024, após suspeitas de problemas na estrutura serem levantadas, o Coritiba destacou que "o Couto Pereira dispõe de todas as licenças, alvarás e laudos necessários para adequada operação e garantia de segurança do público e que o Coritiba já estava adotando medidas complementares, visando elevar o nível de segurança e de conforto ao público durante a realização das partidas".
Os laudos técnicos do estádio, disponíveis no site da Federação Paranaense de Futebol (FPF), apontam restrições. O laudo de segurança é válido até abril de 2025, enquanto o de vistoria de engenharia tem validade até novembro do mesmo ano.
O ex-jogador do Bahia, Léo Pelé, marcou presença, nesta segunda-feira (27), na Delegacia Móvel de Atendimentos a Futebol e Eventos para registrar o Boletim de Ocorrência após ter sido vítima de racismo. O caso aconteceu durante uma partida entre Athletico-PR, atual clube do atleta, e Coritiba. Léo havia sido expulso e foi chamado de “macaco” por um dos torcedores presente no Couto Pereira.
“Momento difícil. Eu luto por essa causa e passar por isso não é legal. Neste momento eu fiquei muito próximo da minha família. Agora é fazer o que tem que ser feito para que essa pessoa não cometa mais isso com ninguém. A gente não pode ocupar um lugar de vítima em momento nenhum. Que a pessoa pague pelos seus atos. O que peço é respeito e igualdade”, afirmou o zagueiro.
Depois do apito final do jogo, o jogador do Athletico foi ao Demafe do estádio, junto a um segurança do clube, no entanto, no momento não havia nenhum responsável no local. Por conta desse evento, o caso só foi relatado nesta segunda-feira.
Segundo o delegado do Demafe, assim que a pessoa for identificada, um pedido de prisão preventiva será expedido de forma imediata.
“Nosso trabalho é difícil, de identificação, não é fácil. Muito provavelmente até o meio da semana já estaremos com a identificação desse torcedor, o responsabilizando e pedindo sua prisão preventiva, tendo em vista que não é mais permissível que tenhamos, no século XXI, atos de racismo e de injúria racial. As pessoas têm que se conscientizar que o suor e o sangue são da mesma, seja qual for a etnia”, disse o delegado.
O clássico Athletiba neste sábado, no Couto Pereira, terminou em confusão generalizada entre os jogadores de Coritiba e Athletico após o empate por 0 a 0, pela quinta rodada do Campeonato Paranaense. Na súmula, o árbitro expulsou cinco jogadores do Coritiba e outros quatro do Athletico por conta da briga.
???? LAMENTÁVEL
— Kelvin Ramon (@KelvinRamo53665) January 25, 2025
Jogo entre de Athletic e Coritiba tem briga generalizada entre jogadores após o apito final.
Incrível, como é sempre no Couto Pereira.
E aguardem, esses mesmo jogadores pediram “PAZ” para os torcedores daqui uns dias em suas redes sociais.
???? @nsports pic.twitter.com/AXif0eJH08
Desde o início da partida, o clima esteve tenso, com discussões e empurrões entre os jogadores. Após o apito final do árbitro Selmo Pedro dos Anjos Neto, a situação escalou para uma briga generalizada no gramado, com socos e pontapés.
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Do lado do Coritiba, tiveram mais evidência nas agressões o colombiano Sebastián Gómez, o lateral Rodrigo Gelado, o atacante Júnior Brumado e o meia Matheus Bianqui. Pelo Athletico, os principais envolvidos foram o goleiro Mycael, o lateral Fernando e o meia Felipinho.
A confusão só foi controlada após alguns minutos, com a intervenção da polícia e dos seguranças dos clubes, que precisaram entrar em campo para separar os envolvidos. O elenco do Athletico se retirou para o vestiário, pondo fim à briga.
Em campo com a bola rolando, o árbitro expulsou dois jogadores: Léo, do Athletico, e Felipe Guimarães, do Coritiba, em lances distintos. Além disso, foram inúmeras paralisações em razão da troca de empurrões entre os jogadores dos dois times.
O zagueiro Léo, do Athletico, foi alvo de racismo durante o clássico contra o Coritiba, disputado no último sábado (20), no Couto Pereira, pela quinta rodada do Campeonato Paranaense. Um vídeo publicado nas redes sociais registrou um torcedor do Coritiba insultando o atleta com falas racistas após sua expulsão no primeiro tempo.
Simplesmente surreal o que sofreu Léo Pelé dentro do Couto Pereira.
— ? (@DoentesPFutebol) January 25, 2025
Torcedor do Coritiba,sem vergonha alguma, começou a insultar de forma racista o zagueiro Léo Pelé, do Athletico.
Está cada dia mais descarado.
Revoltante! pic.twitter.com/FDQqlp5z3Z
Na gravação, o homem é ouvido dizendo: "Macaco não se cria no Couto Pereira. Vai embora, Léo Pelé, seu preto, macaco do caralho. Olha para cá, seu macaco".
Após o ocorrido, Léo e um segurança do Athletico foram até a Delegacia Móvel de Atendimento a Futebol e Eventos (Demafe), instalada no estádio, para registrar um boletim de ocorrência, mas não encontraram ninguém no local. O registro deve ser feito na segunda-feira (22).
O delegado Luiz Carlos de Oliveira, responsável pelo Demafe, informou ao ge que o caso será investigado e que medidas serão tomadas para identificar o autor das ofensas.
Clubes e instituições se manifestam
Em nota, o Athletico repudiou o ato racista e afirmou que está tomando as providências necessárias.
"O clube informa que está adotando todas as providências cabíveis para que os responsáveis sejam identificados e punidos na forma da lei. A prática de injúria racial é crime, equiparada ao racismo. A Lei Geral do Esporte também prevê punições severas para atos discriminatórios no ambiente esportivo, podendo resultar em sanções administrativas e até no banimento dos envolvidos.
O Athletico segue prestando total apoio ao atleta Léo. O compromisso do Athletico com a luta contra o racismo é inegociável, e o futebol deve ser um espaço de respeito, diversidade e inclusão", diz a nota do CAP.
"O racismo jamais deve fazer parte do futebol. O que aconteceu com o atleta Léo é e sempre será inaceitável. Lamentável que tenha ocorrido em nosso estádio. Tomaremos todas as medidas que estiverem ao nosso alcance para identificar o agressor e continuaremos trabalhando para que isso jamais se repita", escreveu o Coritiba, também em comunicado.
A Federação Paranaense de Futebol (FPF) também condenou o ato racista, classificando-o como criminoso, e destacou a importância da punição aos responsáveis.
O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), utilizou as redes sociais para reforçar a necessidade de investigação e responsabilização do autor das ofensas.
"Vamos aguardar a polícia identificar quem fez isso e cobrar punição".
Dentro de campo, Coritiba e Athletico empataram por 0 a 0 no clássico realizado no Couto Pereira.
Desde maio o Grêmio não tem a possibilidade de usar sua Arena para os jogos como mandante. Até então, o clube gastou pouco mais de R$12 milhões com hospedagem, aluguel de estádios e translados e, até este sábado (10), ainda não recebeu sinal de ajuda da CBF.
Já com data marcada para o retorno do uso da Arena para o dia 1º de setembro, em partida contra o Atlético-MG, na 25ª rodada do Brasileirão, o jogo do Tricolor gaúcho como mandante contra o Bahia, no dia 17 de agosto, foi confirmado para o Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul.
Neste período longe de casa, o Imortal mandou os jogos em quatro estádios diferentes e teve uma despesa de R$12 milhões. Isso se deu por conta de custos como deslocamentos em voos fretados e por via terrestre, hospedagens e valores para usar outros estádios.
O próximo duelo da equipe será contra o Fluminense, pela Libertadores. A partida será na próxima terça-feira (13), no Couto Pereira, às 19h.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.