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costa e silva
O professor do departamento de História da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carlos Zacarias, irá promover a exibição de uma sessão para exibição do filme "Ainda estou aqui" para estudantes do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva na próxima quinta-feira (21), às 14h. A obra estrelada por Fernanda Torres será exibida no Cinema da UFBA, no circuito Saladearte, no bairro do Canela.
O docente afirmou que a ação faz parte do projeto de extensão "História e Memória da Ditadura Militar na Bahia a partir do nome de unidades escolares". Artur Costa e Silva, que nomeia o colégio estadual, foi o segundo presidente da Ditadura Militar, entre 1967 e 1969, no período em que foi decretado o AI-5.
Zacarias citou que nos últimos anos algumas escolas que homenageavam personagens da Ditadura Militar tiveram o nome alterado. Exemplo do antigo Colégio Emílio Garrastazu Medici, que virou Colégio Carlos Marighella em 2013 e o Colégio Humberto de Alencar Castelo Branco, que virou Colégio Nelson Madela, em 2014.
“Costa e Silva, no entanto, uma tradicional e importante escola situada na Ribeira, mantém o nome do general-ditador que assinou o AI-5. O projeto de extensão pretende entender os motivos dessa posição do Colégio, levando uma discussão sobre a História e a Memória da Ditadura na Bahia e a exibição do filme, a que se seguirá um debate conduzido por mim, vem nesse propósito”, disse Zacarias.
A obra “Ainda estou aqui” conta a história de Eunice Paiva (Fernanda Torres), esposa do ex-deputado assassinado na Ditadura, Rubens Paiva (1929-1971), abordando justamente o período de repressão. A trama, inclusive, é ventilado para participar do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e, recentemente, para o prêmio de Melhor Atriz, com Fernanda Torres.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.