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cortina de fumanca
Após quatro anos, a atriz Débora Nascimento resolveu revelar, na quarta-feira (21), durante participação no videocast “Desculpa Alguma Coisa”, que a polêmica de “surubão de noronha” serviu como uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção da traição que o seu ex-marido, José Loreto, cometeu.
"Eu ficava observando tudo meio que de longe, inserida naquilo tudo. E aí veio cortina de fumaça, surubão de não sei o que, uma grande cortina de fumaça para as pessoas não verem o obvio. É uma coisa tão óbvia, fico impressionada que amigos e pessoas tão conscientes que têm discernimento ainda tem essa dúvida se houve ou não [traição], mas também não vale eu dizer se teve ou não", disse.
Débora também ressaltou que, na ocasião, tinha acabado de ter a sua filha, Bella Loreto e que se recorda de “um grande surto coletivo e uma cortina de fumaça gigantesca, um monte de gente exigindo que eu defendesse o indefensável".
Atriz ainda relembrou que enfrentou dificuldade financeira."Já passei um período que não tinha dinheiro pra comer, contando moeda. Eu trabalhava, juntava meu dinheiro e viajava e aí voltava com aquele dinheiro, pagava meus cursos de atuação, colocava na poupança e eu não mexia porque eu sabia que era o dinheiro que eu tinha pra poder voltar e pagar meu próximo curso. Em uma dessas viagens, eu cortei um dobrado. Então já tive uma experiência de passar uns dias com fome, sem ter dinheiro", esclareceu.
O relacionamento, que durou quatro anos, chegou ao fim em 2019. A separação foi marcada por muitas polêmicas. Na época, surgiu um boato de que Loreto mantinha um caso com Marina Ruy Barbosa, com quem contracenava em "O Sétimo Guardião".
No início da especulação sobre o possível casal, surgiu a história do “Surubão de Noronha” o que Débora considerou que era algo apenas para abafar a traição de José Loreto.
Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Fachin
"A moralização dos gatos públicos, a corrupção e a regulamentação do pagamento de juízes devem ser enfrentados com seriedade".
Disse o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) durante abertura do “Judiciário em Debate", seminário promovido pela Folha de S. Paulo para discutir integridade e eficiência da Justiça.