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corrupcao ativa
Um homem que estava detido por tentativa de homicídio, foi atuado em flagrante por corrupção ativa após tentar subornar um funcionário da polícia. O caso aconteceu nesta terça-feira (30) em Iraquara, na Chapada Diamantina. Na ocasião, o custodiado ofereceu R$ 5 mil ao carcereiro facilitar sua fuga. A proposta foi negada e denunciada imediatamente, o preso responde por mais um crime.
O homem estava preso preventivamente desde o último dia 12. A detenção inicial ocorreu devido a uma tentativa de homicídio cometida em agosto, no povoado de Matinha do Cerco, após um desentendimento com a vítima. Em depoimento, o investigado alegou ter agido após sofrer ameaças de morte.
O suspeito passou por exames de praxe e permanece à disposição da Justiça na Delegacia Territorial de Iraquara, na Chapada Diamantina. Agora, ele responderá por dois crimes: tentativa de homicídio e corrupção ativa.
Uma mulher de 31 anos foi indiciada pela Polícia Civil, na última quinta-feira (07), por corrupção ativa. Ela teria oferecido R$ 1 mil a um instrutor do Detran para tentar reverter sua reprovação em um exame de direção realizado no dia 25 de maio de 2023, no Estádio Lomanto Júnior, localizado em Vitória da Conquista.
Após ser reprovada no teste, a mulher abordou o instrutor e ofereceu a quantia de dinheiro, com a intenção de evitar a necessidade de refazer o exame. A tentativa de suborno foi presenciada por testemunhas. Em seu depoimento, a acusada confirmou a oferta, explicando que disse ao instrutor: "Eu disse que foi mil reais que eu dei para vir até aqui."
Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a mulher responde em liberdade, mas pode pegar uma pena de até 12 anos de prisão por corrupção ativa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.