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correia zezito
O ex-vereador feirense e sargento reformado, Correia Zezito, segue preso depois de ser acusado de desrespeitar uma ordem policial durante uma blitz. A previsão é que Correia Zezito seja liberado em uma semana. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o vereador tentou intervir em uma blitz para favorecer uma pessoa, mas não foi atendido.
Outras pessoas que estavam no local teriam ficado a favor de Zezito. Porém, a policial militar que chefiava a blitz se sentiu desrespeitada e comunicou o caso ao comando da corporação, que resolveu punir o ex-edil, com uma sanção disciplinar de 15 dias.
A situação ocorreu quando Correia Zezito ainda era vereador. No ano passado, ele foi cassado pela Justiça Eleitoral com outro colega, Fernando Torres. A Corte entendeu que houve fraude à cota de gênero nos partidos que os dois representavam nas eleições de 2020. Correia Zezito cumpre a prisão na Companhia de Guarda da cidade.
Uma decisão do juiz eleitoral da 157ª Zona Eleitoral despachada nesta quinta-feira(17) invalidou os votos do Partido Patriota obtidos no pleito eleitoral de 2020 na cidade de Feira de Santana. Como consequência o mandato do único vereador eleito pelo partido foi cassado, José da Costa Correia Filho, conhecido popularmente como Correia Zezito.
A decisão do Juiz Antônio Henrique da Silva foi fundamentada na questão da cota de gênero. Pesou na decisão o fato das cinco candidatas pelo partido apenas duas, que são irmãs gêmeas, tiveram seus próprios votos. As outras candidatas não tiveram nenhum voto. A decisão cabe recurso.
A legislação eleitoral prevê que cada partido deve ter no mínimo 30% de e no máximo 70% de cada gênero para que o processo eleitoral seja mais igualitário para melhorar as distorções de representação.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o vereador disse que ao se filiar ao partido não havia notado a presença de mulheres e que as ações delas foram prejudiciais ao seu mandato.
“Uma coisa que eu só fiz foi estar em um partido, surgiram duas mulheres, irmãs gêmeas, e que prejudicaram o partido”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.