Artigos
A Santa Metafóra de Pinóquio Trans
Multimídia
Renovação no TCE-BA estabiliza Corte, avalia novo presidente
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
correia zezito
O ex-vereador feirense e sargento reformado, Correia Zezito, segue preso depois de ser acusado de desrespeitar uma ordem policial durante uma blitz. A previsão é que Correia Zezito seja liberado em uma semana. Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o vereador tentou intervir em uma blitz para favorecer uma pessoa, mas não foi atendido.
Outras pessoas que estavam no local teriam ficado a favor de Zezito. Porém, a policial militar que chefiava a blitz se sentiu desrespeitada e comunicou o caso ao comando da corporação, que resolveu punir o ex-edil, com uma sanção disciplinar de 15 dias.
A situação ocorreu quando Correia Zezito ainda era vereador. No ano passado, ele foi cassado pela Justiça Eleitoral com outro colega, Fernando Torres. A Corte entendeu que houve fraude à cota de gênero nos partidos que os dois representavam nas eleições de 2020. Correia Zezito cumpre a prisão na Companhia de Guarda da cidade.
Uma decisão do juiz eleitoral da 157ª Zona Eleitoral despachada nesta quinta-feira(17) invalidou os votos do Partido Patriota obtidos no pleito eleitoral de 2020 na cidade de Feira de Santana. Como consequência o mandato do único vereador eleito pelo partido foi cassado, José da Costa Correia Filho, conhecido popularmente como Correia Zezito.
A decisão do Juiz Antônio Henrique da Silva foi fundamentada na questão da cota de gênero. Pesou na decisão o fato das cinco candidatas pelo partido apenas duas, que são irmãs gêmeas, tiveram seus próprios votos. As outras candidatas não tiveram nenhum voto. A decisão cabe recurso.
A legislação eleitoral prevê que cada partido deve ter no mínimo 30% de e no máximo 70% de cada gênero para que o processo eleitoral seja mais igualitário para melhorar as distorções de representação.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o vereador disse que ao se filiar ao partido não havia notado a presença de mulheres e que as ações delas foram prejudiciais ao seu mandato.
“Uma coisa que eu só fiz foi estar em um partido, surgiram duas mulheres, irmãs gêmeas, e que prejudicaram o partido”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"No meu palanque, não".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao afirmar em entrevista à Antena 1, que não apoiará a candidatura de Ronaldo Caiado caso o presidenciável migre para o PSD. A declaração acontece em meio à saída do governador de Goiás do União Brasil e chegada no PSD, confirmada nesta terça-feira (27). Questionado por Maurício Leiro e Rebeca Menezes, no programa Bahia Notícias no Ar, o senador garantiu que seguirá com o apoio ao presidente Lula mesmo com a escolha de um nome de sua sigla para disputar à Presidência da República.