Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
copa libertasdores
Uma festa preparada pela torcida do Internacional quase virou dor de cabeça no Beira-Rio. O duelo decisivo contra o Flamengo, válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores, começou 20 minutos depois do previsto por causa da grande quantidade de papel picado jogada no gramado antes da bola rolar, na noite desta quinta-feira (20), em Porto Alegre. Assista:
É MUITO PAPEL PICADO QUE ISSO
— out of context brasileirão (@oocbrsao) August 21, 2025
pic.twitter.com/WsOVlhc8Qx
Marcado para as 21h30 (de Brasília), o confronto só teve início às 21h50. Isso porque o campo ficou completamente tomado pelos papéis, dificultando o trabalho da equipe de manutenção do estádio. Funcionários do Inter chegaram a utilizar sopradores para dispersar os pedaços, enquanto outros tentavam varrer manualmente, mas a situação foi agravada pela umidade do gramado, que fez com que o papel grudasse no chão e até na própria bola.
Com a demora, os jogadores do Flamengo interromperam o aquecimento e sentaram no banco de reservas. O técnico Filipe Luís chegou a pedir ao árbitro que os atletas retornassem ao vestiário, mas a equipe permaneceu à beira do campo até a liberação para o início da partida.
No duelo, o Flamengo tinha a vantagem após vencer o jogo de ida, no Maracanã, por 1 a 0 e se classificou vencendo por 2 a 0. O Rubro-Negro Carioca agora encara o Estudiantes de La Pata nas quartas de final da competição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.