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copa do mundo feminino
Alcance gigantesco para o futebol feminino no Brasil! Quem disse que ninguém ligava para a modalidade estava completamente enganado. Mais de 15 milhões de pessoas estiveram acompanhando a semifinal do torneio olímpico feminino entre Brasil x Espanha, na última terça-feira (6).
???? In Brazil, the Women’s Football semi-final Brazil v. Spain delivered an audience of 15.44 million viewers. This audience is over 2 million higher than the top match from the 2023 FIFA Women’s World Cup.
— Christian Klaue (@ChKlaue) August 9, 2024
?? Selected broadcast Audience & IOC Digital figures#Paris2024…
A audiência representou um crescimento de mais de dois milhões em relação à partida mais assistida da Copa do Mundo feminina de 2023. A informação foi divulgada pelo diretor de comunicações e relações públicas do COI, Christian Klaue.
Os dados mostram o crescimento da modalidade e deixa os organizadores animados, já que o Brasil será a sede da próxima Copa do Mundo Feminina, que acontecerá em 2027.
A expectativa é que esse número que já é grande, torne-se ainda maior na final entre Brasil x Estados Unidos, que acontece neste sábado (10), às 12h, no Parque dos Príncipes, em Paris. Essa será a terceira final entre Brasil e Estados Unidos na história do torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos. Nas outras duas, em Atenas-2004 e Pequim-2008, a seleção norte-americana venceu por 2 a 1, na prorrogação, e por 1 a 0, respectivamente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.