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A campeã olímpica Ana Marcela Cunha encerrou no último sábado (11) sua participação na etapa de Golfo Aranci, na Sardenha (Itália), com um 5º lugar na prova feminina dos 3 km, no segundo e último dia da Copa do Mundo de Águas Abertas. A baiana completou o percurso em 6min36s10. Sua compatriota Lizian Sobral não avançou à semifinal.
O pódio foi formado pela australiana Moesha Johnson, campeã com 6min24s10, pela alemã Lea Biy (6min26s50) e pela francesa Caroline Jouisse (6min30s70).
Mais cedo, Ana Marcela também representou o Brasil no revezamento misto 4x1500m, ao lado de Lizian Sobral, Matheus Melecchi e Leonardo Brandt. A equipe terminou em sexto lugar, com o tempo de 1h08min25s30. A França ficou com o ouro (1h07min54s00), seguida por Itália (1h07min54s20) e Hungria (1h07min54s90).
No masculino, Leonardo Brandt foi o melhor brasileiro nos 3 km, terminando em 13º na semifinal. Já Matheus Melecchi e Arthur Britto pararam nas classificatórias.
Na etapa de Hong Kong da Copa do Mundo de águas abertas, neste domingo (27), a brasileira Ana Marcela conquistou uma medalha de prata inédita para o país. Com a conquista, a nadadora chegou a marca de 60 medalhas em Copas, e vira a maior medalhista da competição.
Com 29 ouros, 18 pratas e 13 bronzes, a campeã olímpica da maratona aquática em Tóquio teve uma temporada conturbada em 2024. O resultado nos Jogos Olímpicos de Paris não foi o esperado. A atleta bateu na trave na competição e ficou fora do pódio, em quarto lugar.
No torneio de Hong Kong, o quarteto brasileiro completou a prova em 1h11min02s30, apenas 9s10 atrás da Austrália. O Brasil ainda teve um segundo time na prova. Cibelle Jungblut, Isabella Tramontana, Lucas Machado e Bernardo Gavioli ficaram com a sexta posição, em 1h15min22s70.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.