Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
copa do mundo de 2026
Neymar reagiu à convocação da Seleção Brasileira, feita pelo técnico Carlo Ancelotti, visando os amistosos da próxima Data FIFA contra França e Croácia. Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (18), em seu canal no YouTube, o atacante, em tom bem-humorado, "cobrou" o treinador do Brasil.
"Pô, Ancelotti! E eu?", brincou o craque.
"Não fomos convocados. Fico triste, óbvio. Mas é isso, como falei ontem: estando lá ou não, eu sempre vou torcer pela Seleção e tudo certo. Agora é seguir trabalhando e melhorando em tudo para que, se estiver uma oportunidade, eu esteja preparado", completou.
?? Neymar reage à convocação da Seleção Brasileira e cobra Ancelotti: “Pô, e eu?”
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 18, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/q2znmCkqK1
Neymar não é convocado para a Seleção há quase dois anos e meio. A última vez que o atacante atuou pelo Brasil foi em outubro de 2023, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, sob o comando de Fernando Diniz. Na ocasião, ele sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo (ruptura do ligamento cruzado anterior e menisco) no jogo contra o Uruguai, no dia 17 de outubro daquele ano.
Após o anúncio da lista na última segunda-feira (16), Ancelotti comentou o que falta para o retorno do camisa 10 do Santos. Para o técnico, o jogador ainda precisa evoluir na parte física, destacando que já possui todo o conhecimento necessário sobre sua qualidade técnica.
"Neymar com a bola está muito bem. Para a comissão técnica e para mim, ele ainda não está em 100% de suas possibilidades físicas", avaliou Ancelotti.
Enquanto aguarda o retorno à Seleção, Neymar segue focado no Santos. A equipe encara o Internacional nesta quarta-feira (18), às 21h30, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.
A Seleção do Irã manifestou nesta semana o interesse em disputar a Copa do Mundo de 2026, porém solicita atuar fora dos Estados Unidos. A federação iraniana negocia junto à FIFA a possibilidade de transferir seus jogos para o México, visando evitar possíveis desdobramentos negativos oriundos dos conflitos diplomáticos entre os dois países.
A sugestão da transferência partiu do embaixador do Irã, Abolfazl Psedniddeh, e a proposta formal foi enviada por meio do Ministério das Relações Exteriores iraniano. No ofício, destaca-se a preocupação com a segurança e o clima político diante das tensões históricas entre Washington e Teerã.
Até o momento, a FIFA não se pronunciou oficialmente sobre o pedido, que é tratado com cautela pelo presidente Gianni Infantino. O mandatário da entidade máxima do futebol afirmou ter discutido o cenário geral com o presidente dos EUA, Donald Trump.
"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", declarou Infantino em nota anterior.
Caso o Irã desista da competição por não ter o pedido atendido, a definição do substituto ficaria a cargo de um critério exclusivo da FIFA, conforme estabelece o regulamento do torneio. Além disso, a multa para desistências ocorridas a menos de 30 dias do início do mundial é de 250 mil francos suíços (aproximadamente R$ 1,6 milhão).
A seleção iraniana garantiu sua vaga após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. No sorteio realizado em dezembro, o país foi alocado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Originalmente, o cronograma da equipe previa duas partidas em Los Angeles e uma em Seattle, todas em território norte-americano.
A participação de jogadores nascidos no Nordeste na história das Copas do Mundo pode alcançar um novo patamar em 2026. Desde o primeiro Mundial, em 1930, até a edição de 2022, o Brasil contou com a influente participação de nomes nascidos na região para erguer suas cinco taças. Ao todo, 35 jogadores e figuras da comissão técnica somam 60 participações em listas oficiais de convocação.
O maior símbolo dessa hegemonia é o alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo. Sozinho, ele é responsável por 7 convocações em diferentes funções, sendo o único a participar de quatro títulos mundiais. Em seguida, estão outros nomes como Daniel Alves (3 convocações), Bebeto (3 convocações) e o goleiro Dida (3 convocações).
O Nordeste também é protagonista nos momentos de glória da Amarelinha. Entre os ícones estão Vavá e o já citado Zagallo, bicampeões em 1958 e 1962, e o volante Clodoaldo, peça fundamental no Tri de 1970. Nas décadas seguintes, a região manteve sua tradição de revelar campeões mundiais, como Bebeto e Mazinho, em 1994, além de Rivaldo, Dida, Vampeta e Junior Nagata na conquista do Penta em 2002.
Ao longo das décadas, a região nordestina formou nove campeões mundiais como jogadores, além de contar com o auxílio em comissões técnicas vencedoras:
- 1958 e 1962: Vavá (PE), Zagallo (AL), Zózimo (BA) e Dida (AL, atacante);
- 1970: Clodoaldo (SE) e Zagallo (AL, técnico);
- 1994: Bebeto (BA), Aldair (BA), Ricardo Rocha (PE), Mazinho (PB) e Zagallo (AL, coordenador);
- 2002: Rivaldo (PE), Dida (BA, goleiro), Vampeta (BA), Edílson (BA) e Júnior Nagata (BA);
Para a Copa do Mundo FIFA de 2026, o radar da Seleção Brasileira conta com um forte contingente da região. Atletas como o zagueiro Bremer (Itapitanga-BA), da Juventus, o meia Joelinton (Aliança-PE), do Newcastle, os laterais Douglas Santos (João Pessoa-PB), do Zenit, e Luciano Juba (Serra Talhada - PE), do Bahia, e os atacantes Matheus Cunha (João Pessoa-PB), do Manchester United, e Kaio Jorge (Olinda-PE), do Cruzeiro, aparecem como candidatos.
Se este grupo for confirmado, a representatividade nordestina no histórico de nomes únicos saltará de 35 para 40, consolidando cerca de 10,5% da história total de convocados do Brasil. Vale lembrar que Bremer já disputou a Copa de 2022 e não foi contabilizado.
O recorde da região em uma única edição permanece com o Mundial de 1998, quando cinco nomes integraram a delegação: Aldair, Bebeto, Júnior Baiano, Dida (goleiro) e o Velho Lobo Zagallo comandando o banco de reservas.
No recorte por estado, a Bahia aparece como a unidade federativa com maior número de atletas convocados para Mundiais ao longo da história
Confira a Lista dos 35 Nordestinos Convocados para as Copas do Mundo, entre 1930 e 2022:
BAHIA (15 NOMES)
- Zózimo (1958, 1962) – Salvador
- Maneca (1950) – Salvador
- Zequinha (1962) – Salvador
- Luís Pereira (1974) – Juazeiro
- Toninho Baiano (1978) – Vera Cruz
- Aldair (1990, 1994, 1998) – Ilhéus
- Bebeto (1990, 1994, 1998) – Salvador
- Júnior Baiano (1998) – Feira de Santana
- Dida (Goleiro) (1998, 2002, 2006) – Irará
- Vampeta (2002) – Nazaré
- Edílson (2002) – Salvador
- Júnior Nagata (Lateral) (2002) – Santo Antônio de Jesus
- Daniel Alves (2010, 2014, 2022) – Juazeiro
- Dante (2014) – Salvador
- Bremer (2022) – Itapitanga
PERNAMBUCO (11 NOMES)
- Armandinho (1934) – Recife
- Ademir de Menezes (1950) – Recife
- Vavá (1954, 1958, 1962) – Recife
- Rildo (1966) – Recife
- Ricardo Rocha (1990, 1994) – Recife
- Rivaldo (1998, 2002) – Paulista
- Juninho Pernambucano (2006) – Recife
- Josué (2010) – Vitória de Santo Antão
- Hernanes (2014) – Recife
- Santos (1966) – Recife
- Tati (1934) – Recife
PARAÍBA (4 NOMES)
- Índio (1954) – Cabedelo
- Júnior (Meio-campo) (1982, 1986) – João Pessoa
- Mazinho (1990, 1994) – Santa Rita
- Hulk (2014) – Campina Grande
ALAGOAS (4 NOMES)
- Zagallo (Jogador: 58/62 | Técnico: 70/74/98 | Coordenador: 94/06) – Atalaia
- Dida (Atacante) (1958) – Maceió
- Mirandinha (1974) – Chã Preta
- Roberto Firmino (2018) – Maceió
SERGIPE (1 NOME)
- Clodoaldo (1970) – Itabaiana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Seleção Iraniana de Futebol não deveria participar da Copa do Mundo FIFA 2026, competição que será realizada na América do Norte. A declaração foi publicada em uma mensagem na rede social Truth Social.
"Não creio mesmo que seja apropriado que estejam lá, para a sua própria vida e segurança", disse. Apesar da declaração, Trump também afirmou que a delegação do Irã será recebida caso decida participar do torneio.
O tema ganhou repercussão após declaração do ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, concedida a uma emissora estatal do país na última quarta-feira. Durante a entrevista, o dirigente afirmou que o cenário político pode impedir a presença da seleção no torneio internacional.
"Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo", disse o ministro.
Segundo Donyamali, a decisão também envolve questões de segurança para atletas e integrantes da delegação iraniana.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho em estádios dos Estados Unidos, México e Canadá. No sorteio realizado em dezembro, o Irã foi colocado no Grupo G ao lado das seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Os jogos da equipe estavam programados para ocorrer em território norte-americano, com duas partidas previstas em Los Angeles e uma em Seattle.
ESTADOS UNIDOS X IRÃ
A crise se intensificou após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, em um ataque atribuído aos Estados Unidos e a Israel no fim de fevereiro. O episódio desencadeou um conflito regional que já dura dias e gera impactos políticos e econômicos.
Apesar do cenário, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou ter discutido o tema com o presidente norte-americano, Donald Trump.
"Também falamos sobre a situação atual no Irã e sobre o fato de que a Seleção Iraniana se classificou para disputar a Copa do Mundo de 2026”, afirmou Infantino em publicação em sua conta oficial nas redes sociais.
"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", acrescentou.
A seleção iraniana havia garantido presença no torneio após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. Mesmo antes do anúncio oficial, o presidente da Football Federation of the Islamic Republic of Iran, Mehdi Taj, já havia demonstrado preocupação com a possibilidade de participação do país diante da escalada do conflito.
A Seleção Iraniana de Futebol não participará da Copa do Mundo da FIFA 2026. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (11) pelo ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, em declaração à uma televisão estatal iraniana.
Durante a entrevista, o dirigente afirmou que o cenário político atual inviabiliza a presença da delegação no torneio internacional.
"Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo", disse o ministro.
Segundo ele, a decisão também está relacionada às condições de segurança para atletas e integrantes da delegação.
"Nossas crianças não estão seguras e, fundamentalmente, não existem condições para participação", disse Ahmad Donyamali.
"Diante das ações maliciosas que realizaram contra o Irã, eles nos impuseram duas guerras em oito ou nove meses e mataram e martirizaram milhares de nosso povo. Portanto, certamente não podemos ter esse tipo de presença", completou.
A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho e terá partidas nos Estados Unidos, México e Canadá. No sorteio realizado em dezembro, o Irã havia sido incluído no Grupo G ao lado das seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Os compromissos da equipe estavam programados para ocorrer em território norte-americano, com duas partidas previstas em Los Angeles e uma em Seattle.
Nos últimos dias, a situação da Seleção Iraniana já gerava dúvidas dentro do planejamento da competição. O país foi o único classificado para o Mundial que não enviou representantes a uma reunião de organização realizada pela FIFA em Atlanta.
A entidade máxima do futebol ainda não comentou oficialmente o anúncio feito pelo governo iraniano.
ESTADOS UNIDOS X IRÃ
A crise se intensificou após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, em um ataque atribuído aos Estados Unidos e a Israel no fim de fevereiro. O episódio desencadeou um conflito regional que já dura dias e gera impactos políticos e econômicos.
Apesar do cenário, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou ter discutido o tema com o presidente norte-americano, Donald Trump.
"Também falamos sobre a situação atual no Irã e sobre o fato de que a Seleção Iraniana se classificou para disputar a Copa do Mundo de 2026”, afirmou Infantino em publicação em sua conta oficial nas redes sociais.
"Durante as conversas, o presidente Trump reiterou que a equipe do Irã é, naturalmente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos."
"Todos precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos pelo apoio, que demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", acrescentou.
A seleção iraniana havia garantido presença no torneio após liderar o Grupo A da terceira fase das eliminatórias asiáticas. Mesmo antes do anúncio oficial, o presidente da Football Federation of the Islamic Republic of Iran, Mehdi Taj, já havia demonstrado preocupação com a possibilidade de participação do país diante da escalada do conflito.
O lateral-esquerdo Caio Henrique sofreu uma lesão na coxa direita e não poderá ser convocado para a Seleção Brasileira de Futebol na próxima Data Fifa. Exames apontaram uma lesão de grau dois, com tempo de recuperação estimado em até um mês.
O jogador se machucou na vitória do AS Monaco por 3 a 1 sobre o Paris Saint-Germain, em Paris. Pela seleção, Caio Henrique soma cinco partidas e esteve presente nas últimas listas do técnico Carlo Ancelotti.
Outro jogador do Monaco que deixou o campo com problema físico foi o lateral-direito Vanderson. O clube não divulgou o grau da lesão até o momento. Nesta semana, Ancelotti também recebeu a notícia da lesão no joelho esquerdo de Rodrygo, do Real Madrid. O atacante não participará da próxima Copa do Mundo da FIFA.
A convocação para os amistosos da Data Fifa será divulgada no dia 16. O Brasil enfrentará a Seleção Francesa de Futebol no dia 26 de março e a Seleção Croata de Futebol no dia 31. Essas partidas serão as últimas antes da lista final para a Copa do Mundo, prevista para o dia 19 de maio.
Antes do início do torneio, o Brasil ainda disputará dois jogos preparatórios. O primeiro será contra a Seleção Panamenha de Futebol no dia 31 de maio, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O segundo será diante da Seleção Egípcia de Futebol em 6 de junho, em Cleveland, nos Estados Unidos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu o roteiro final do Brasil antes do início da Copa do Mundo de 2026. A Seleção Brasileira vai enfrentar a seleção do Panamá em sua despedida do país antes do embarque para os Estados Unidos. A partida ocorre no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no dia 31 de maio, servindo como o encerramento da primeira etapa de preparação para a competição.
O confronto marca o último contato direto dos jogadores com o público local antes da viagem para a sede do Mundial. A seleção do Panamá ocupa o 33º lugar no Ranking da FIFA e integra o grupo L da Copa do Mundo, dividindo a chave com as seleções da Inglaterra, Croácia e Gana.
O planejamento da comissão técnica estabelece que o grupo de atletas realize os treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis, nos dias que antecedem o jogo na capital fluminense.
A organização da jornada brasileira inclui passagens pela América do Norte antes do compromisso no Rio de Janeiro. A equipe enfrentará a França e a Croácia em partidas amistosas realizadas nas cidades de Boston e Orlando. A lista de atletas convocados para esses desafios será anunciada no dia 16 de março, na sede da entidade máxima do futebol brasileiro.
Exames médicos realizados na manhã desta terça-feira, (3), detectaram uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho direito do atacante Rodrygo, do Real Madrid. De acordo com informações publicadas pelo jornal espanhol Marca, a gravidade da contusão retira o jogador do restante da temporada europeia e da disputa da Copa do Mundo de 2026.
O incidente ocorreu durante a partida contra o Getafe, pouco tempo após o brasileiro entrar em campo no segundo tempo. Rodrygo retornava aos gramados após quase um mês de afastamento devido a uma tendinite. Durante uma disputa na lateral do campo, o joelho do atacante ficou preso ao gramado. Apesar do incômodo, o camisa 11 permaneceu no jogo até o apito final, mas as avaliações iniciais feitas ainda no vestiário indicaram a necessidade de exames complementares que ratificaram a ruptura ligamentar. Veja o momento abaixo:
O momento da lesão do Rodrygo. pic.twitter.com/ueMSWW8mxX https://t.co/uU4pQ5i9C6
— Curiosidades Europa (@CuriosidadesEU) March 3, 2026
A ausência de Rodrygo agrava uma crise de opções ofensivas para o técnico Álvaro Arbeloa e sua comissão técnica. Com a confirmação da lesão, o Real Madrid conta atualmente com apenas dois atacantes disponíveis para o próximo compromisso contra o Celta de Vigo: Vinícius Júnior e o jovem Gonzalo García. O setor enfrenta outras baixas importantes, como o francês Kylian Mbappé, que permanece em recuperação médica, e o meia-atacante Mastantuono, que cumpre suspensão automática após receber um cartão vermelho.
O departamento médico do clube madrilenho planeja os próximos passos para a intervenção cirúrgica necessária no joelho do atleta. A recuperação para este tipo de lesão costuma demandar um período de afastamento prolongado, impossibilitando qualquer tentativa de retorno antes do encerramento das competições oficiais de 2026. Ainda de acordo com o Marca, a notícia repercutiu nos bastidores da Seleção Brasileira, que contava com o jogador como um dos nomes centrais para o esquema tático do mundial.
A 100 dias do início da Copa do Mundo, já é sabido que Rodrygo desfalcará a Seleção Brasileira. O jogador vinha consolidando sua posição como titular e referência técnica no ataque, ao lado de Vinicius Júnior, Matheus Cunha e Estêvão.
O Real Madrid e a Confederação Brasileira de Futebol devem manter a colaboração nas etapas de fisioterapia e reabilitação do atacante após o procedimento cirúrgico. O foco do atleta agora se volta para o longo processo de recuperação nas instalações de Valdebebas.
Entre o gigantismo da FIFA e o endurecimento das políticas de imigração, a Copa do Mundo de 2026 vem se desenhando como um evento para poucos. Tem se instaurado um cenário onde o ingresso, apesar de caro, é o de menos; e o carimbo no passaporte parece ser tudo.
No papel, o Mundial representa uma expansão sem precedentes. Pela primeira vez, 48 seleções cruzarão as fronteiras de um continente inteiro. É a "Copa da Unidade", como diz a FIFA. Mas, nos corredores do Departamento de Segurança Interna (DHS) em Washington e nos consulados espalhados pelo Sul Global, a música que toca é outra: uma marcha de restrições que ameaça transformar o espetáculo em um evento de acesso restrito.
O contraste é evidente. De um lado, Gianni Infantino, presidente da FIFA, projeta receitas recordes e estádios "cheios de cidadãos do mundo". De outro, a política de segurança nacional enxerga os fluxos migratórios sob uma ótica de controle. Para o torcedor que economizou por anos, o desafio vai além da inflação. Hoje, o processo inclui triagens digitais e decisões consulares cada vez mais rigorosas.
A administração dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, expandiu restrições de viagem que atingem diretamente nações qualificadas como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim. Para torcedores desses países, o visto de turista (B-2) está praticamente suspenso sob o argumento de "falta de segurança na verificação de antecedentes". O governo já sinalizou: não haverá exceções. Mesmo com o ingresso na mão, o torcedor dessas nacionalidades enfrenta um bloqueio diplomático.
Para brasileiros, o visto não está suspenso, mas a análise se tornou uma peneira fina. O solicitante agora é obrigado a fornecer históricos de redes sociais e comprovar vínculos financeiros quase inquestionáveis para afastar a suspeita de intenção de imigrar.
Por outro lado, México e Canadá fecharam suas fronteiras para evitar serem usados como "sala de espera". Sob pressão de Washington, o México extinguiu a autorização eletrônica facilitada para brasileiros. Agora, exige-se visto físico e uma comprovação de hospedagem paga e passagem de volta.
No Canadá, o sistema é digital. Embora ofereça a eTA (autorização simplificada) para quem possui visto americano, quem não se encaixa nessa regra cai no sistema de visto tradicional, que apresenta taxas de rejeição recordes em 2026 sob o pretexto de evitar pedidos de refúgio pós-Copa.
Se a burocracia não barrar o torcedor, a questão financeira pode ser o impedimento final. A FIFA estratificou os preços criando um abismo entre o torcedor comum e a elite corporativa. Assistir à final no MetLife Stadium na Categoria 1 custa hoje mais de R$ 34 mil (em conversão direta). A isso somam-se os custos de atravessar três países que não possuem livre circulação: cada fronteira cruzada significa uma nova fila de imigração e um novo interrogatório. Veja abaixo a tabela de preços dos ingressos:

Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias
A diferenciação também é física. De acordo com os mapas de assentos oficiais, como o do Seattle Stadium, as Categorias 1 e 2 dominam as visões centrais e as áreas mais próximas ao gramado. Já a Categoria 4 (a opção acessível ao público geral) e a Categoria Popular (exclusiva para torcedores de seleções classificadas via sorteio) ficam nos setores periféricos: extremidades atrás dos gols ou nos anéis superiores mais distantes, conhecidos como "setores de quina".

Foto: Divulgação
As autoridades migratórias dos três países confirmaram que o ICE (nos EUA) e as agências equivalentes no Canadá e México manterão suas operações de fiscalização e deportação regulares durante todo o período do torneio, sem concessões de vistos automáticos para portadores de ingressos. Para cruzar as fronteiras em 2026, o torcedor deve cumprir os seguintes requisitos:

Montagem: Luiza Barbosa / Bahia Notícias
Apesar do rigor migratório, o governo dos EUA e a FIFA implementaram o FIFA Pass, um sistema de prioridade de agendamento consular para quem já adquiriu ingressos oficiais. No entanto, o Departamento de Estado ressalta que a medida acelera apenas a data da entrevista, não garantindo a aprovação do visto.
Logisticamente, o torneio foi dividido em regiões para minimizar deslocamentos longos: as sedes foram agrupadas em áreas Oeste (Vancouver, Seattle, San Francisco, Los Angeles), Central (Guadalajara, Cidade do México, Monterrey, Houston, Dallas, Kansas City) e Leste (Atlanta, Miami, Toronto, Boston, Filadélfia, Nova York/Nova Jersey).
As autoridades recomendam que o torcedor permaneça dentro de um desses núcleos regionais, dado que o trânsito continuará sujeito a controles aduaneiros completos e inspeções de bagagem em cada entrada, sem previsão de corredores diplomáticos especiais para o período do evento.
A Copa do Mundo de 2026 terá seu pontapé inicial no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México. No dia seguinte, 12 de junho, ocorrem as aberturas nos EUA (em Los Angeles) e no Canadá (em Toronto).
Com o novo formato de 48 seleções, veja lista dos países já confirmados:
- América do Norte (Sedes): EUA, México e Canadá.
- América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai.
- Europa: França, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Portugal, Itália (retornando), Holanda e outras 9 nações.
- África: Marrocos, Senegal, Nigéria, Costa do Marfim e Egito.
- Ásia e Oceania: Japão, Coreia do Sul, Austrália, Arábia Saudita e Irã.
O torneio contará com 12 grupos de quatro seleções. As autoridades recomendam que torcedores das nações classificadas iniciem os processos de visto com no mínimo seis meses de antecedência, dado que o trânsito transfronteiriço entre as 16 cidades-sede continuará sujeito a controles aduaneiros completos, sem previsão de corredores diplomáticos especiais.
A presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Kirsty Coventry, informou que a entidade vai apurar se o presidente da Fifa e membrodo COI, Gianni Infantino, comprometeu o princípio de neutralidade da Carta Olímpica. O questionamento surgiu após a presença de Infantino na reunião de abertura do Conselho da Paz, em Washington D.C., na última quinta-feira (19), a convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Durante o evento, o dirigente da Fifa utilizou um boné com referências aos mandatos de Trump e anunciou uma parceria entre a federação de futebol e o conselho norte-americano. O projeto detalhado por Infantino prevê a reconstrução de infraestrutura esportiva em Gaza, com a instalação de 50 campos de futebol em áreas escolares, cinco campos de tamanho oficial, uma academia e um estádio com capacidade para 20 mil pessoas.
A Carta Olímpica determina que os integrantes do comitê atuem de forma independente de governos ou organizações que possam influenciar a liberdade de voto e ação. Coventry, que se manifestou durante os Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina, declarou que a instituição avaliará os documentos assinados no encontro para verificar se houve interferência política nas funções do dirigente.
Em nota posterior às declarações de Coventry, o COI afirmou que a participação de Infantino não configura uma quebra de neutralidade. A entidade argumentou que a colaboração entre a Fifa e o Conselho da Paz possui caráter humanitário e de desenvolvimento esportivo, funções que se inserem nas competências de uma federação internacional.
A presença de Infantino no encontro ocorre durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026, que terá os Estados Unidos como sede principal ao lado de México e Canadá. O debate sobre a conduta do dirigente envolve o acúmulo de suas funções na Fifa e sua posição como membro do COI, cargo que exige um compromisso formal com a isenção política.
A investigação interna deve observar se o uso de símbolos partidários e a assinatura do acordo em Washington ferem os estatutos de conduta do esporte mundial.
A Seleção Brasileira já tem data e local para o seu último compromisso oficial antes da estreia na Copa do Mundo de 2026. No dia 6 de junho, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará o Egito em amistoso internacional no estádio Huntington Bank Field, em Cleveland, nos Estados Unidos.
O adversário da Seleção Canarinho vive um momento crescente. Atualmente na 31ª posição do ranking da Fifa — após ultrapassar seleções como País de Gales, Polônia, Panamá e Noruega —, o Egito, sob o comando do técnico Hossam Hassan, ostenta uma invencibilidade de cinco jogos, com quatro vitórias e um empate. Na Copa, os egípcios integram o Grupo G, ao lado de Bélgica, Irã e Nova Zelândia. Já o Brasil está no Grupo C, com Marrocos, Haiti e Escócia.
Antes do duelo contra os africanos, a Seleção Brasileira terá uma janela de amistosos em solo americano no mês de março. São eles:
- França: 26 de março, às 18h (de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston.
- Croácia: 31 de março, às 21h (de Brasília), no Camping World Stadium, em Orlando.
Os confrontos de março devem ser a baliza final para a última convocação de Ancelotti antes da lista definitiva para o Mundial.
Até o momento, o retrospecto do técnico italiano à frente da Amarelinha apresenta um equilíbrio em construção. Em oito partidas disputadas, o Brasil soma quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. O ataque marcou 14 gols, enquanto a defesa foi vazada cinco vezes, resultando em um aproveitamento de 58,3%.
A França confirmou que disputará a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. De acordo com a ministra dos Esportes francesa, Marina Ferrari, o governo do país não tem, neste momento, qualquer intenção de boicotar o torneio, apesar das pressões políticas vindas de diferentes setores da Europa em razão da política internacional do presidente norte-americano Donald Trump.
"Até agora, não há vontade de boicote", afirmou a ministra. Segundo ela, embora existam manifestações contrárias dentro de alguns blocos políticos, o esporte deve permanecer dissociado de questões diplomáticas.
"Agora, não faço previsões sobre o que pode acontecer, mas também ouvi vozes que se levantam vindas de alguns blocos políticos. Faço questão de que se dissocie o esporte (da política). A Copa do Mundo de futebol é um momento extremamente importante para todos os amantes do esporte", acrescentou.
As declarações ocorrem em meio a um debate crescente na Europa sobre a permanência dos Estados Unidos como uma das sedes do Mundial. Na última terça-feira (20), o deputado francês Éric Coquerel, do partido A França Insubmissa (LFI), solicitou à Fifa que a competição seja disputada apenas no México e no Canadá.
Em publicação nas redes sociais, o parlamentar questionou a realização do torneio em solo americano. "Sério, dá para imaginar jogar uma Copa do Mundo de futebol em um país que agride seus ‘vizinhos’, ameaça invadir a Groenlândia, destrói o direito internacional, quer sabotar a ONU, instaura uma milícia fascista e racista em seu território, ataca as oposições, proíbe o acesso à competição de torcedores de cerca de quinze países, planeja banir dos estádios qualquer sinal LGBT, etc.?", escreveu Coquerel no X.
??????????Sérieux on imagine aller jouer la Coupe du monde de foot dans un pays qui agresse ses « voisins », menace d’envahir le Groenland, détruit le droit international, veut torpiller l’Onu, instaure une milice fachiste et raciste dans son pays, y attaque les oppositions, interdit…
— Eric Coquerel (@ericcoquerel) January 20, 2026
O tema também repercute em outros países europeus. Na Alemanha, a secretária de Estado para o esporte, Christiane Schenderlein, afirmou que uma eventual decisão sobre boicote caberia exclusivamente à Federação Alemã de Futebol e à Fifa, ressaltando que ambas teriam total “autonomia” para deliberar sobre o assunto.
Já na França, o ex-treinador do Senegal, Claude Le Roy, levantou dúvidas sobre a participação no Mundial. Em entrevista ao jornal Figaro, ele disse "se perguntar se não seria o caso de convocar um boicote à Copa do Mundo de 2026, diante do comportamento de Donald Trump em relação ao continente", citando também as dificuldades de obtenção de visto para torcedores senegaleses.
No Reino Unido, o debate ganhou contornos políticos. O parlamentar conservador Simon Hoare defendeu que a retirada da seleção inglesa da Copa do Mundo de 2026 poderia representar uma forma de protesto contra o presidente dos Estados Unidos.
"(Trump) é sensível, tem um ego inflado e não gosta de passar vergonha. A visita de Estado (do Rei Charles aos EUA) deve acontecer? As seleções de futebol devem jogar em estádios americanos na Copa do Mundo? Essas são coisas que envergonhariam o presidente em casa. É necessário combater fogo com fogo", declarou.
Apesar das críticas e pressões políticas, até o momento não há indicação oficial de que grandes seleções europeias deixarão de disputar o próximo Mundial.
A FIFA anunciou oficialmente nesta segunda-feira (19) a criação da FIFA Series 2026, nova competição entre seleções nacionais que envolverá equipes masculinas e femininas de diferentes confederações. A competição terá sua primeira edição em março de 2026 e foi divulgada em comunicado pela entidade máxima do futebol.
Apesar da novidade, o Brasil não estará representado na versão masculina da competição, mas a Seleção Feminina está confirmada no torneio e atuará como anfitriã de seu grupo. No grupo brasileiro estão Canadá, Coreia do Sul e Zâmbia.
Por ser sede de um dos grupos femininos, a seleção brasileira poderá utilizar os jogos como parte de sua preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada em território nacional.
A FIFA Series 2026 terá competições separadas por naipes masculino e feminino. Entenda:
Serão nove grupos no torneio masculino e três no feminino, totalizando 12 chaves formadas por quatro seleções cada, abrangendo 48 equipes ao todo.
As partidas acontecerão em diversas sedes ao redor do mundo durante a janela internacional de março a abril, com calendários específicos a serem divulgados posteriormente.
No masculino, países como Austrália, Azerbaijão, Indonésia, Cazaquistão, Nova Zelândia, Porto Rico, Ruanda e Uzbequistão estão confirmados como anfitriões de grupos.Os grupos femininos terão sedes em Brasil, Costa do Marfim e Tailândia.
A competição ocorre em paralelo a outras janelas internacionais de seleções e não interfere diretamente nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, que seguem seu calendário normal com confrontos e playoffs em março de 2026. Confira os grupos:
MASCULINOS
Indonésia
- Bulgária
- Indonésia
- Ilhas Salomão
- São Cristóvão e Névis
Ruanda (grupo A)
- Estônia
- Granada
- Quênia
- Ruanda
Ruanda (grupo B)
- Aruba
- Liechtenstein
- Macau
- Tanzânia
Porto Rico
- Samoa Americana
- Guam
- Porto Rico
- Ilhas Virgens Americanas
Uzbequistão
- Gabão
- Trinidad e Tobago
- Uzbequistão
- Venezuela
Azerbaijão
- Azerbaijão
- Omã
- Serra Leoa
- Santa Lúcia
Austrália
- Austrália
- Camarões
- China
- Curaçao
Nova Zelândia
- Cabo Verde
- Chile
- Finlândia
- Nova Zelândia
Cazaquistão
- Comores
- Cazaquistão
- Kuwait
- Namíbia
FEMININO
Tailândia
- RD Congo
- Nepal
- Seleção da Oceania
- Tailândia
Costa do Marfim
- Costa do Marfim
- Mauritânia
- Paquistão
- Ilhas Turcas e Caicos
Brasil
- Brasil
- Canadá
- Coreia do Sul
- Zâmbia
O FC Porto anunciou na manhã deste sábado (20) a contratação do zagueiro Thiago Silva. A confirmação foi feita por meio das redes sociais do clube português, em publicação conjunta com o jornalista Fabrizio Romano, especializado em transferências internacionais.
No vídeo divulgado pelo Porto, o defensor falou sobre o retorno ao clube e agradeceu à diretoria e à comissão técnica pela oportunidade.
"Olá nação portista. Estou aqui para anunciar o meu retorno aos Dragões e dizer o quanto estou feliz e lisonjeado com essa oportunidade. Estou super motivado e espero que eu possa ajudar da melhor maneira possível. Gostaria de agradecer ao nosso presidente André Villas-Boas pela oportunidade, ao nosso mister Francesco Farioli também. Quero dizer o quanto ansioso estou por estar mais uma vez vestindo essas cores. Conto com o apoio de vocês, e espero vocês no Dragão", disse o zagueiro.
Thiago Silva estava no Fluminense e rescindiu contrato ao fim da temporada. A última partida do defensor pelo clube carioca ocorreu na eliminação diante do Vasco da Gama, na semifinal da Copa do Brasil. Revelado em Xerém, ele integrou o elenco campeão da Copa do Brasil de 2007 e encerrou sua segunda passagem pelo clube com 212 jogos disputados e 19 gols marcados.
Antes de retornar ao futebol brasileiro, o zagueiro havia atuado no futebol europeu e, segundo informações divulgadas anteriormente, recusou propostas de clubes da Inglaterra e da Itália para concretizar o retorno ao Fluminense. Apesar de não ter conquistado títulos em sua última passagem pelo clube, ampliou sua trajetória e número de partidas com a camisa tricolor.
Mesmo fora das convocações mais recentes da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti, Thiago Silva segue com o objetivo de disputar a Copa do Mundo de 2026.
O contrato firmado com o FC Porto é válido até junho de 2026 e prevê opção de renovação por mais uma temporada, até junho de 2027.
A Nigéria apresentou uma queixa formal à Fifa contra a República Democrática do Congo, tentando manter viva a chance de disputar a Copa do Mundo de 2026. A Federação Nigeriana de Futebol alega que até nove jogadores utilizados pelo país vizinho na repescagem das eliminatórias africanas não cumpririam os critérios legais para representar a seleção.
O episódio se refere à final dos playoffs da Confederação Africana de Futebol (CAF), disputada no dia 16 de novembro, quando a República do Congo venceu a Nigéria nos pênaltis por 4 a 3, após empate no tempo normal, e avançou aos playoffs intercontinentais da Fifa. A Seleção Nigeriana contesta a participação de parte do elenco congolesa, apontando que os atletas não teriam cumprido integralmente a legislação local, que não reconhece a dupla nacionalidade.
Segundo a federação nigeriana, entre seis e nove jogadores da RD Congo, em sua maioria nascidos na Europa, mantinham passaportes estrangeiros — principalmente franceses e holandeses — sem a renúncia formal exigida pelo país africano.
"Há muitos jogadores com passaportes europeus. Para nós, isso configura violação do regulamento", afirmou o secretário-geral da NFF, Mohammed Sanusi.
Ele acrescentou que alguns atletas receberam autorização para atuar pela seleção congolesa em prazos curtos demais. "Há jogadores que conseguiram a liberação em apenas três meses. Entendemos isso como irregularidade", completou.
Do ponto de vista da Fifa, os critérios são diferentes: a entidade exige apenas que o jogador possua passaporte válido do país que representa. Com base nessa documentação, os atletas foram liberados para atuar pelo Congo, que segue na disputa por uma das últimas vagas no Mundial.
Sanusi, entretanto, sustenta que a federação acredita ter ocorrido uma fraude no processo. "A Fifa segue seus próprios regulamentos, mas nossa alegação é que houve fraude no processo. Não cabe à Fifa verificar o cumprimento da legislação interna do Congo, e foi exatamente aí que ocorreu o problema", disse.
A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas dirigentes da NFF afirmaram à ESPN que a situação está sob investigação. Uma decisão é aguardada antes dos playoffs intercontinentais, previstos para março, quando a RD Congo enfrentará o vencedor do confronto entre Nova Caledônia e Jamaica. O vencedor garantirá vaga na Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.
A Fifa anunciou nesta a criação de uma nova categoria de ingressos com valores mais acessíveis para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. A iniciativa, divulgada na última terça-feira (16), tem como objetivo ampliar o acesso dos torcedores aos jogos do torneio, que contará com 104 partidas, incluindo a final.
De acordo com a entidade máxima do futebol, os ingressos dessa nova categoria terão preço inicial de US$ 60, valor equivalente a aproximadamente R$ 327 na cotação atual. As entradas estarão disponíveis para todas as partidas do Mundial, sem exceção.
A comercialização desses ingressos, no entanto, será restrita aos torcedores das seleções classificadas para a Copa. A responsabilidade pela distribuição ficará a cargo das federações nacionais participantes, que definirão os critérios de repasse aos seus respectivos públicos.
Do total de ingressos disponibilizados por cada federação, 50% serão destinados às categorias mais econômicas. Desse percentual, 40% correspondem aos ingressos acessíveis para arquibancada, enquanto outros 10% serão reservados à categoria básica de arquibancada. Os 50% restantes serão distribuídos entre os setores de arquibancada padrão e arquibancada preferencial.
O processo de seleção aleatória para a compra dos ingressos já está aberto e seguirá disponível até a próxima terça-feira, 13 de janeiro, às 11h no horário dos Estados Unidos (13h de Brasília). Os torcedores interessados devem se inscrever dentro do prazo estabelecido para participar da etapa de sorteio.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O Brasil está no Grupo C e fará sua estreia no dia 13 de junho, contra o Marrocos.
Irã e Egito comunicaram à Fifa na última terça-feira (9) que não aceitam a proposta de associar o confronto entre as duas seleções, válido pela fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, a ações de apoio à comunidade LGBTQIA+. A partida está marcada para Seattle, uma das cidades-sede do Mundial e conhecida por abrigar uma comunidade LGBTQIA+ numerosa nos Estados Unidos.
A iniciativa, divulgada por veículos internacionais, previa que o duelo do Grupo G — que também conta com Bélgica e Nova Zelândia — fosse identificado como o "Pride Game", medida planejada antes mesmo do sorteio realizado na última sexta-feira, em Washington.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, classificou a proposta como inadequada e afirmou que tanto o Irã quanto o Egito manifestaram oposição.
Segundo a imprensa estatal iraniana, a federação pretende levar o assunto formalmente à Fifa. A legislação do país, baseada na sharia, proíbe relações homoafetivas e prevê punições severas nesses casos, o que influencia diretamente o posicionamento político e esportivo da delegação.
A Associação Egípcia de Futebol informou ter enviado uma carta ao secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, rejeitando qualquer atividade relacionada ao tema durante a realização da partida. A entidade citou os estatutos da federação internacional, que tratam da neutralidade em eventos esportivos, argumentando que competições oficiais não devem ser usadas para promover pautas consideradas "sensíveis".
Embora o Egito não criminalize explicitamente relações entre pessoas do mesmo sexo, autoridades utilizam dispositivos legais amplos, como os que tratam de “depravação”, para punir comportamentos associados a LGBTQIA+.
A Copa de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O torneio marcará a sétima participação do Irã em Mundiais. A relação diplomática entre Teerã e Washington permanece suspensa desde 1980, o que interferiu inclusive no processo preparatório: o Irã havia anunciado que não participaria do sorteio devido à recusa americana em conceder vistos a parte da delegação. No fim, o país acabou representado pelo técnico Amir Ghalenoei e poucos dirigentes.
Já é tempo de Copa do Mundo! Nesta sexta-feira (5), foram sorteados os grupos do Mundial de 2026, que será disputado no México, Canadá e Estados Unidos. O sorteio foi realizado no Kennedy Center, em Washington, e definiu que o primeiro duelo da edição será entre os mexicanos e a equipe da África do Sul, no Estádio Azteca, na Cidade do México.
Durante o evento, foi definido o grupo da Seleção Brasileira, única pentacampeã da competição. Cabeça de chave do Grupo C, o Brasil disputará a fase de grupos junto a Marrocos, Escócia e Haiti.
Com a definição dos adversários da equipe Canarinha na primeira fase do torneio, a estreia da equipe brasileira será contra os marroquinos, no dia 13 de junho, em Boston ou Nova Jersey.
A competição será disputada entre os dias 11 de junho a 19 de julho. Essa edição da Copa do Mundo também será a primeira com 48 Seleções, e por conta disso, contará com 12 grupos com 4 equipes cada. Além dos times já definidos, ainda restam seis vagas a serem preenchidas até a data de início da competição.
Confira a seguir todos os grupos da Copa do Mundo de 2026:
Grupo A:
México
Coreia do Sul
África do Sul
Repescagem Grupo D
Grupo B:
Canadá
Suíça
Catar
Repescagem Grupo A
Grupo C:
Brasil
Marrocos
Escócia
Haiti
Grupo D:
Estados Unidos
Austrália
Paraguai
Repescagem Grupo C
Grupo E:
Alemanha
Equador
Costa do Marfim
Curaçao
Grupo F:
Holanda
Japão
Tunísia
Repescagem Grupo B
Grupo G:
Bélgica
Irã
Egito
Nova Zelândia
Grupo H:
Espanha
Uruguai
Arábia Saudita
Cabo Verde
Grupo I:
França
Senegal
Noruega
Repescagem Grupo F
Grupo J:
Argentina
Áustria
Argélia
Jordânia
Grupo K:
Portugal
Colômbia
Uzbequistão
Repescagem Grupo E
Grupo L:
Inglaterra
Croácia
Panama
Gana
Faltam 189 dias para a Copa do Mundo de 2026. E o sorteio da fase de grupos da competição será realizado nesta sexta-feira (5), às 14h (de Brasília), no Kennedy Center, em Washington, nos Estados Unidos. A cerimônia definirá a distribuição das seleções e o caminho até a final. A transmissão será feita por TV Globo, SporTV, CazéTV, GE TV e Fifa+.
Com 42 das 48 seleções já classificadas, os potes foram organizados conforme o ranking da Fifa. O Brasil está no pote 1 e será cabeça de chave. Ao lado da seleção brasileira, também integram o pote principal os anfitriões Canadá, México e Estados Unidos, além de Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha.
As 12 seleções seguintes no ranking formam o pote 2; as 12 seguintes, o pote 3. Já o pote 4 reúne as seis equipes subsequentes mais bem posicionadas e outras seis que virão da repescagem.
A Fifa determinou que cada grupo poderá ter, no máximo, duas seleções europeias. Além disso, os times mais bem ranqueados de cada pote serão direcionados a chaves opostas. Dessa forma, seleções como Espanha e Argentina só podem se enfrentar em uma eventual final.
COMO SERÁ O SORTEIO?
Os potes serão identificados de 1 a 4, cada um com 12 bolas contendo o nome das seleções. O sorteio começa pelos três anfitriões.
- México: bola verde, colocado diretamente no Grupo A (A1).
- Canadá: bola vermelha, irá para o Grupo B (B1).
- Estados Unidos: bola azul, será o D1 no Grupo D.
Em seguida, serão sorteadas as demais seleções do pote 1. Depois, serão sorteados os potes 2, 3 e 4, nessa ordem. Cada pote será esvaziado antes do sorteio do próximo. A definição se encerra quando todas as seleções do pote 4 forem alocadas.
Confira abaixo os potes do sorteio da Copa do Mundo de 2026:
Pote 1
- Estados Unidos
- México
- Canadá
- Espanha
- Argentina
- França
- Inglaterra
- Brasil
- Portugal
- Holanda
- Bélgica
- Alemanha
Pote 2
- Croácia
- Marrocos
- Colômbia
- Uruguai
- Suíça
- Japão
- Senegal
- Irã
- Coreia do Sul
- Equador
- Áustria
- Austrália
Pote 3
- Noruega
- Panamá
- Egito
- Argélia
- Escócia
- Paraguai
- Tunísia
- Costa do Marfim
- Uzbequistão
- Catar
- Arábia Saudita
- África do Sul
Pote 4
- Jordânia
- Cabo Verde
- Gana
- Curaçao
- Haiti
- Nova Zelândia
- Repescagem Uefa 1 (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia)
- Repescagem Uefa 2 (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)
- Repescagem Uefa 3 (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)
- Repescagem Uefa 4 (Dinamarca, Macedônia do Norte, República Tcheca ou Irlanda)
- Repescagem mundial 1 (Nova Caledônia, Jamaica ou Congo)
- Repescagem mundial 2 (Iraque, Bolívia ou Suriname)
A Rede Globo abriu tratativas para contar com Marta e Cristiane como comentaristas durante a Copa do Mundo de 2026. As conversas ainda estão em estágio inicial, mas a emissora trabalha para concluir os acordos nos próximos dias. A informação foi divulgada pelo colunista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, nesta quarta-feira (3).
A iniciativa faz parte de uma estratégia da Globo para fortalecer sua cobertura do Mundial e ampliar o interesse do mercado publicitário, que ainda demonstra cautela em relação aos investimentos na transmissão do torneio em TV aberta. Segundo a publicação, a presença das duas maiores referências da história da Seleção Brasileira Feminina seria vista internamente como um potencial atrativo comercial.
Marta já esteve no radar da Globo em outras oportunidades. Em 2022, a emissora tentou contratá-la para a cobertura da Copa do Catar, mas compromissos profissionais impediram o acerto. Cristiane, por sua vez, tem experiência recente na função: participou das transmissões dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, e de Paris, em 2024.
Para o Mundial de 2026, a Globo exibirá 54 partidas na TV aberta e no SporTV. Já a CazéTV transmitirá todos os 104 jogos. Além disso, SBT e N Sports firmaram acordo para exibições compartilhadas.
A emissora carioca transmitirá todos os jogos da Seleção Brasileira e detém metade dos direitos da fase eliminatória, incluindo a final marcada para 19 de julho do próximo ano. A cobertura começa oficialmente na sexta-feira (5), com o sorteio dos grupos, seguido de novos conteúdos e projetos especiais ao longo do primeiro semestre em telejornais e programas como Fantástico, Jornal Nacional e Jornal da Globo.
Entre os nomes já definidos para a cobertura estão o narrador Luís Roberto e o comentarista e ex-jogador Denílson, que participará das transmissões das partidas da seleção masculina.
O SBT iniciou uma das suas negociações mais ambiciosas para a cobertura da Copa do Mundo de 2026: tirar Caio Ribeiro da Globo. A emissora, que transmitirá o Mundial em parceria com o canal NSports, do qual Galvão Bueno é sócio, já fez uma proposta formal ao comentarista, considerado peça-chave para reforçar a equipe de transmissão que terá o próprio Galvão na narração. A informação é do colunista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, repercutida na última segunda-feira (1°)
De acordo com as informações preliminares, os diretores do SBT acionaram Tiago Leifert para ajudar na missão. Narrador do canal e amigo de longa data de Caio, Leifert vem atuando como ponte entre as partes e seria peça central no plano da emissora: reeditar a dupla que marcou época na Central da Copa em 2010 e 2014, e também no jogo FIFA (atual EA FC), onde juntos narraram e comentaram o jogo por 8 anos, incluindo as versões de Copa do Mundo. Atualmente Caio segue comentando no game, formando dupla com Gustavo Villani, também da Globo.
A investida, porém, esbarra na solidez da posição de Caio na Globo. O ex-jogador vive um momento estável dentro da líder de audiência, com presença garantida nas principais transmissões da emissora, incluindo jogos da seleção brasileira. Além disso, desfruta de liberdade para tocar projetos pessoais, como eventos e sua escola de futebol, algo que pesa na balança.
O SBT promete a "Caioba" um papel de destaque na cobertura do Mundial, além da chance de reconstruir a parceria que tornou Caio e Leifert um dos duos mais populares da TV esportiva.
O movimento agressivo da emissora se justifica pelo investimento bilionário (em reais) feito para garantir a Copa de 2026. SBT e NSports adquiriram juntos os direitos de transmissão por US$ 25 milhões (cerca de R$ 134,5 milhões na cotação atual) para exibir 32 partidas do torneio. A primeira parcela já foi quitada pela dupla no início de outubro.
Inicialmente, o pacote desejado era de 54 jogos, mas a negociação com a Fifa resultou em redução do valor e, consequentemente, da quantidade de partidas. A maior fatia do pagamento foi custeada pelo SBT.
O montante, embora expressivo, é bem inferior ao desembolsado pela Globo no ciclo de 2023 a 2026. A emissora carioca acertou algo próximo de US$ 60 milhões anuais — aproximadamente R$ 322 milhões — para assegurar direitos de eventos da Fifa após renegociação feita ainda no período da pandemia.
O ex-jogador Caio Ribeiro está na Globo desde 2007. Começou no rádio e no SporTV, ganhou espaço em transmissões da Série B e, pouco depois, migrou para a TV aberta, onde se consolidou como um dos comentaristas mais utilizados pelo canal em jogos de grande audiência. No currículo, soma quatro Copas do Mundo: 2010, 2014, 2018 e 2022.
A Federação Iraniana de Futebol decidiu boicotar o sorteio da Copa do Mundo de 2026 após a recusa de vistos pelos Estados Unidos a parte de sua delegação. O evento, marcado para o dia 5 de dezembro, será realizado em território americano, mas não contará com nenhum representante do país asiático.
O porta-voz da federação, Amir Mehdi Alavi, confirmou à TV estatal que o Irã comunicou oficialmente à Fifa que não participará.
"Informamos à Fifa que as decisões tomadas não estão relacionadas ao esporte e que nossa delegação não estará presente no sorteio do Mundial", afirmou.
Segundo o jornal Varzesh 3, apenas quatro vistos foram concedidos: o técnico Amir Ghalenoei, o diretor executivo Mehdi Kharati, o diretor de relações internacionais Omid Jamali e o próprio porta-voz. Entre os nomes barrados está o presidente da federação, Mehdi Taj, o que aumentou o mal-estar e motivou a decisão de não viajar.
A federação classificou o episódio como uma interferência política direta e formalizou protesto, dizendo que a situação compromete o protocolo esportivo estabelecido pela Fifa.
O boicote ocorre em meio à piora das relações entre Estados Unidos e Irã, intensificada após ataques americanos a instalações nucleares iranianas em junho. E não é um caso isolado. A Seleção Iraniana de polo já havia sido impedida de disputar um Mundial nos EUA; diplomatas foram barrados de entrar em Nova Iorque para a Assembleia Geral da ONU e o atacante Mehdi Taremi ficou impossibilitado de ir ao Mundial de Clubes devido ao bloqueio aéreo envolvendo Irã e Israel.
Mesmo sem representantes no sorteio, o Irã segue classificado para o Mundial, que será sediado em Estados Unidos, Canadá e México. O país agora aguarda o posicionamento da Fifa diante do boicote e da negativa de vistos.
O acordo que garantiu à FIFA o uso do Kennedy Center para o sorteio da Copa do Mundo de 2026, marcado para 5 de dezembro, desencadeou uma crise política em Washington e motivou uma investigação formal no Senado dos Estados Unidos. No centro da polêmica está a suspeita de que a gestão do tradicional centro cultural tenha concedido benefícios irregulares à entidade máxima do futebol.
A contestação partiu do senador democrata Sheldon Whitehouse, que enviou uma carta ao presidente do Kennedy Center, Ric Grenell — indicado ao cargo pelo ex-presidente Donald Trump — acusando a administração do espaço de “nepotismo, favorecimento e desperdício de recursos”. Segundo reportagem do The Athletic, o parlamentar sustenta que o contrato firmado com a FIFA representa “milhões de dólares em receitas perdidas”, além de cancelamentos de eventos e cessão gratuita de áreas do complexo.
Documentos obtidos pelo Senado reforçam essa preocupação. O contrato, assinado em agosto por dirigentes da FIFA e do próprio centro, estabelece que o uso do Concert Hall e de diversos outros espaços entre 24 de novembro e 12 de dezembro custaria exatamente US$ 0,00 em aluguel. A entidade teria acesso exclusivo a teatros, galerias, salas e áreas de eventos durante o período.
Whitehouse afirmou que o arranjo “saqueia o Centro em receitas não arrecadadas, programas cancelados e gastos perdulários”. Ex-administradores do Kennedy Center e especialistas em direito tributário ouvidos pelo The Athletic classificaram o modelo como altamente incomum, já que organizações sem fins lucrativos costumam cobrar aluguel — e não receber “doações” — quando cedem seus espaços para eventos comerciais de grande porte.
Grenell rebateu as acusações em carta e publicações no X, dizendo que a FIFA “pagou milhões e cobriu todas as despesas”. Uma porta-voz do centro, Roma Daravi, declarou à Associated Press que a entidade ofereceu US$ 2,4 milhões em doações e oportunidades de patrocínio que chegariam a US$ 7,4 milhões. No entanto, até o momento, nenhum comprovante oficial foi apresentado para sustentar esses valores ou justificar por que foram feitos na forma de doação, e não como taxa de aluguel.
A controvérsia ganhou ainda mais peso político porque, desde fevereiro, o governo Trump promoveu uma ampla substituição no conselho do Kennedy Center, assumindo o controle da instituição. Desde então, a receita da programação artística caiu e eventos ligados a grupos conservadores passaram a ocupar com mais frequência o espaço.
O Senado também investiga se houve influência direta do ex-presidente na escolha do local. Inicialmente, a FIFA negociava com arenas em Las Vegas para sediar o sorteio, mas mudou o plano e levou o evento para a capital americana, movimento que, agora, levanta suspeitas sobre pressões políticas nos bastidores.
A Fifa realizou, nesta quinta-feira (21), em Zurique, o sorteio que desenha o último caminho europeu rumo à Copa do Mundo de 2026. As seleções que ficaram de fora da classificação direta agora disputarão uma repescagem em jogos únicos, entre 26 e 31 de março, para tentar entrar na lista final do Mundial.
O destaque do sorteio ficou por conta da Itália, que tenta evitar o trauma de ficar fora de uma terceira Copa consecutiva. Os italianos terão pela frente a Irlanda do Norte, em solo italiano. Se confirmarem o favoritismo, vão decidir a vaga contra País de Gales ou Bósnia.
A divisão ficou organizada em quatro caminhos independentes. Cada rota tem duas semifinais e uma final — todas em partida única. Apenas o campeão de cada chave se classifica para o Mundial.
Confira como ficaram os cruzamentos:
Chave A
• Itália x Irlanda do Norte
• País de Gales x Bósnia
Chave B
• Ucrânia x Suécia
• Polônia x Albânia
Chave C
• Turquia x Romênia
• Eslováquia x Kosovo
Chave D
• Dinamarca x Macedônia do Norte
• República Tcheca x Irlanda
Os grupos foram montados de acordo com os critérios de entrada na repescagem — seleções vice-líderes nas Eliminatórias ou líderes de grupos da Liga das Nações.
Com o avanço das classificatórias ao redor do mundo, o Mundial sediado por Canadá, México e Estados Unidos já soma 42 seleções confirmadas. Restam seis vagas: quatro serão preenchidas pelos europeus desta repescagem e duas sairão da disputa intercontinental envolvendo Bolívia, Congo, Jamaica, Iraque, Nova Caledônia e Suriname.
A Copa de 2026 abrirá no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, e será encerrada em 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O sorteio dos grupos acontece em 5 de dezembro, em Washington.
A Fifa definiu, nesta quinta-feira, em sorteio realizado em Zurique, na Suíça, os confrontos da repescagem internacional que distribuirá as duas últimas vagas para a Copa do Mundo de 2026. As partidas serão disputadas entre 26 e 31 de março, no México, nos estádios de Guadalajara e Monterrey — ambos também sedes do Mundial.
A repescagem terá dois caminhos. No primeiro, a Nova Caledônia enfrenta a Jamaica na semifinal. O vencedor encara a República Democrática do Congo, que, assim como o Iraque, entra diretamente na fase final por ser cabeça de chave, graças às posições no ranking da Fifa (56º e 58º lugares).
No segundo caminho, Bolívia e Suriname medem forças na semifinal. Quem avançar disputará a vaga contra o Iraque no duelo decisivo.
As semifinais estão marcadas para 26 de março de 2026, e as duas finais que valem vaga no Mundial acontecem em 31 de março.
Com 48 seleções, a Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, com a seleção mexicana em campo na abertura. A grande final será em 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O sorteio geral dos grupos será realizado em 5 de dezembro, em Washington.
Confira a lista atual de países garantidos no Mundial:
América do Norte (países-sede): Canadá, Estados Unidos e México
América do Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador, Paraguai
Europa: França, Alemanha, Espanha, Portugal, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Croácia, Suíça, Áustria, Escócia, Noruega
África: Marrocos, Tunísia, Egito, Argélia, Gana, Cabo Verde, África do Sul, Senegal, Costa do Marfim
Ásia: Irã, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Arábia Saudita, Uzbequistão, Jordânia, Catar
Oceania: Nova Zelândia
Concacaf: Panamá, Haiti e Curaçao
Um capítulo inédito no futebol caribenho ficou marcado na última terça-feira (18). A seleção de Curaçao confirmou sua primeira classificação para uma Copa do Mundo e, de quebra, assumiu o posto de menor país da história a disputar o Mundial, superando Cabo Verde — que havia conquistado esse título há pouco mais de um mês.
A ilha caribenha, com apenas 444 km², deixa para trás o arquipélago africano de Cabo Verde, que possui cerca de 4 mil km² e também estreará no Mundial de 2026.
A vaga veio após um empate sem gols com a Jamaica, fora de casa, resultado suficiente para manter Curaçao na liderança do Grupo B das Eliminatórias da Concacaf, com 12 pontos, um a mais que os jamaicanos.
Além dos caribenhos, Panamá e Haiti completaram o trio de seleções classificadas diretamente pela região. Jamaica e Suriname buscarão a Copa pela repescagem internacional marcada para março.
RETORNO DO PANAMÁ
No Grupo A, o Panamá precisava vencer para não depender de outros resultados e fez o necessário. A vitória por 3 a 0 sobre El Salvador levou o país aos 12 pontos e garantiu o retorno à Copa após sua primeira participação, na Rússia-2018.
O Suriname, que ainda busca estrear no torneio, perdeu por 3 a 1 para a Guatemala, estacionou nos nove pontos e terá de tentar a vaga pela repescagem.
HAITI GARANTE VAGA INÉDITA
O Haiti também mudou a história do Grupo C. A seleção iniciou a rodada atrás de Honduras no saldo de gols, mas venceu a Nicarágua por 2 a 0, ultrapassou o rival e chegou aos 11 pontos.
Honduras, que empatou sem gols com a Costa Rica, terminou em segundo e ficou fora do Mundial.
O Haiti só disputou uma Copa do Mundo uma única vez, em 1974, na Alemanha, e agora volta ao cenário global após mais de cinco décadas.
A presença de seleções com pouca tradição, como Curaçao e Cabo Verde, é resultado direto da expansão do Mundial para 48 seleções e do fato de Canadá, Estados Unidos e México serem anfitriões. Com três vagas já garantidas, a Concacaf teve espaço recorde para novos representantes, e o continente aproveitou.
A rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, que aconteceu no último domingo (16), teve duas grandes protagonistas: Noruega e Portugal, que confirmaram presença no Mundial com atuações de destaque — cada uma por caminhos totalmente diferentes.
Mesmo sem grandes margens para erro, a Noruega venceu a Itália por 4 a 1 e garantiu seu retorno à Copa após longos anos de ausência. O resultado empurrou a Azzurra novamente para a repescagem, repetindo o drama vivido nas duas últimas edições, quando acabou eliminada antes do Mundial. Para os noruegueses, a vitória veio sustentada pelo protagonismo de Erling Haaland e por uma atuação coletiva sólida diante de uma seleção italiana pressionada por um cenário improvável: precisava vencer e tirar nove gols de saldo para superar os nórdicos.
Já Portugal transformou seu jogo em goleada histórica, aplicando 9 a 1 na Armênia, mesmo sem Cristiano Ronaldo. A seleção comandada por Roberto Martínez carimbou a vaga com uma das campanhas mais sólidas das Eliminatórias europeias
JOGOS DESTA SEGUNDA-FEIRA
Enquanto Portugal e Noruega já respiram aliviadas, outras seleções tradicionais seguem em disputa direta nesta segunda-feira (17). Alemanha, Polônia, Holanda e Eslováquia ainda entram em campo buscando definição de suas situações, com a Polônia dependendo de uma combinação improvável para sobreviver na corrida rumo ao Mundial.
SELEÇÕES CLASSIFICADAS
Europa
- Croácia
- França
- Inglaterra
- Noruega
- Portugal
- Ásia
Arábia Saudita
- Austrália
- Catar
- Coreia do Sul
- Irã
- Japão
- Jordânia
- Uzbequistão
África
- África do Sul
- Argélia
- Cabo Verde
- Costa do Marfim
- Egito
- Gana
- Marrocos
- Senegal
- Tunísia
Américas
- Argentina
- Brasil
- Canadá (sede)
- Colômbia
- Equador
- Estados Unidos (sede)
- México (sede)
- Paraguai
- Uruguai
Oceania
- Nova Zelândia
A Fifa anunciou, nesta sexta-feira (17), que a Copa do Mundo de 2026 já superou a marca de 1 milhão de ingressos vendidos. A competição será disputada pela primeira vez em três países: México, Canadá e Estados Unidos.
“O entusiasmo é impressionante e mostra que a próxima Copa do Mundo está inspirando fãs em todo o planeta”, completou o presidente Gianni Infantino.
A entidade coletou dados e revelou que os maiores volumes de compra, além dos países-sede, foram da Inglaterra, Alemanha, Brasil, Espanha, Colômbia, Argentina e França.
A Copa de 2026 será a primeira a reunir 48 seleções. A competição acontecerá em 104 partidas e será disputada em 16 estádios diferentes na América do Norte.
A Seleção Brasileira fechará a temporada de 2025 com dois amistosos na Europa, em novembro. No dia 15, o time comandado por Carlo Ancelotti enfrentará o Senegal, no Emirates Stadium, em Londres (Inglaterra), às 13h (de Brasília). Três dias depois, no dia 18, o Brasil encara a Tunísia, no Decathlon Stadium, em Lille (França), às 16h30 (de Brasília).
No anúncio, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), informou que 'a escolha dos adversários africanos faz parte do planejamento do Departamento de Seleções e da comissão técnica de Ancelotti', que buscam ampliar o repertório tático da equipe antes da Copa do Mundo de 2026.
A ideia da comissão e da entidade é testar o elenco contra diferentes estilos de jogo e características físicas, semelhantes às encontradas em Seleções que o Brasil poderá enfrentar no Mundial.
Os amistosos de novembro marcam a sequência do novo ciclo da Seleção após o encerramento das Eliminatórias Sul-Americanas. Em outubro, o Brasil enfrentou Coreia do Sul e Japão, ambos da Ásia. Já em março de 2026, o objetivo da comissão técnica é que os adversários sejam seleções europeias, reforçando a preparação para o torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.
O técnico Carlo Ancelotti tratou com serenidade a derrota da Seleção Brasileira por 3 a 2 para o Japão, em amistoso realizado nesta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. Durante a coletiva após a partida, o treinador destacou que o revés faz parte do processo de formação da equipe e reforçou que o momento ainda é de testes e aprendizado.
"Falamos ontem que esta e a próxima Data Fifa são períodos de teste. Vamos seguir fazendo testes até novembro. Não muda a nossa ideia do que temos que fazer, obviamente. Essa noite foi uma boa aula, porque existem coisas que precisamos aprender depois do jogo de hoje, sobretudo na segunda parte", afirmou o italiano.
Para Ancelotti, a oscilação vista na partida — um bom primeiro tempo seguido de uma queda acentuada na segunda etapa — é parte natural do crescimento do grupo. O técnico evitou dramatizar o resultado e ressaltou a importância de manter o equilíbrio emocional.
"A equipe jogou muito bem contra a Coreia. Jogou bem a primeira parte (contra o Japão) e jogou muito mal a segunda parte. É um processo. É melhor agora do que na Copa do Mundo. Temos que ter equilíbrio. Acredito que a equipe não teve uma boa reação depois do primeiro erro", avaliou.
Questionado sobre os erros individuais cometidos durante a partida, o treinador minimizou qualquer impacto em relação à disputa por vagas no elenco para 2026.
"Os erros individuais não afetam a presença dos jogadores na equipe. O que temos que fazer é trabalhar a reação da equipe, que depois do primeiro erro não foi boa. Perdemos um pouco de equilíbrio no campo, perdemos atitude, pensamento positivo... Creio que, como disse, foi uma boa aula para o futuro", completou.
Apesar do tom de tranquilidade, Ancelotti admitiu que a derrota incomoda o grupo, ainda que o contexto seja de testes e observações.
"Quando a equipe perde, ficamos incômodos. Isso é normal. Todo mundo ficou incomodado nesse sentido. Ninguém gosta de perder — nem eu, nem os jogadores. Temos que aprender com essa derrota, como todas no futebol", concluiu o técnico.
Com o revés, Carlo Ancelotti chegou à sua segunda derrota dentro de seis jogos disputados desde a sua chegada. Números esses que se somam a três vitórias e um empate.
Assista a entrevista coletiva de Ancelotti completa na íntegra clicando no vídeo abaixo:
Capitão da Seleção Brasileira, Casemiro foi direto ao ponto após a derrota por 3 a 2 para o Japão, nesta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. O volante lamentou a queda de rendimento da equipe e transformou o revés em um alerta para o grupo que se prepara para a Copa do Mundo de 2026.
"Se você dorme por 45 minutos, pode custar uma Copa do Mundo, pode custar uma Copa América, uma medalha, um sonho de quatro anos [...] Fica o aprendizado!", afirmou o jogador em entrevista à TV Globo.
O Brasil fez um bom início de partida, chegou a abrir o placar, mas acabou superado após falhas defensivas e desatenções na segunda etapa. Para Casemiro, a lição é clara: o alto nível exige concentração total durante os 90 minutos.
"Nesse alto nível, tem que ser mantido o maior equilíbrio. Sabemos que rolou um ânimo a mais. Queria fechar a preparação com chave de ouro hoje. Talvez jogamos uma preparação excelente que nós fizemos fora em 45 minutos. Que sirva de aprendizado", completou.
O volante destacou que, apesar da frustração com o resultado, a derrota pode ter um papel importante no amadurecimento da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
"A Copa do Mundo está aí. É em alto nível, independente que seja o Japão ou contra quem for. Quarenta e cinco minutos podem custar um sonho de infância", finalizou o capitão.
A Seleção volta a campo apenas em novembro, na última Data Fifa do ano. Apesar do revés, Casemiro é um dos nomes com um pé no próximo mundial. Pilar no meio de campo ao lado de Bruno Guimarães, o camisa cinco foi autor de uma das assistências da goleada do Brasil por 5 a 0 contra a Coreia do Sul na última sexta-feira (10).
Uma nova seleção foi classificada para a Copa do Mundo de 2026. Após a vitória por 3 a 0 sobre o Essuatíni, a Seleção do Cabo Verde garantiu a vaga para a competição, e vai disputá-la pela primeira vez na história da equipe.
A equipe cabo-verdiana liderou o Grupo D com 20 pontos. Com a vitória desta segunda-feira (13), a vaga foi oficialmente garantida pelo elenco que ficará marcado na história do país.
O duelo contou com gols de Dailon Livramento, Willy Semedo e Ianique dos Santos no segundo tempo da partida. O resultado levou o Cabo Verde aos 23 pontos com 7 vitória, 2 empates e apenas 1 derrota nas Eliminatórias africanas.
O continente tem direito a nove vagas para o torneio e, até então, Argélia, Egito, Gana, Marrocos e Tunísia já preencheram os espaços.
O zagueiro Bremer, da Juventus, voltará a ser submetido a um procedimento cirúrgico. O clube italiano confirmou, em nota oficial divulgada nesta segunda-feira (13), que o defensor rompeu o menisco medial do joelho esquerdo e passará por uma artroscopia nos próximos dias.
Bollettino medico | Intervento al ginocchio per Gleison Bremer
— JuventusFC (@juventusfc) October 13, 2025
O jogador vinha se recuperando de uma ruptura no ligamento cruzado, sofrida em 2024, e ainda não havia retomado o ritmo ideal. Apesar de ter integrado o grupo que disputou o Mundial de Clubes da FIFA, Bremer não chegou a entrar em campo durante a competição.
Desde que chegou à Juventus, em 2022, o zagueiro tem enfrentado sequência de lesões que interromperam seu desempenho regular. Nesta temporada, ele participou da pré-temporada e atuou em cinco partidas — somando jogos pelo Campeonato Italiano e pela Liga dos Campeões — antes de se machucar novamente. O prazo de recuperação ainda não foi divulgado pelo departamento médico.
Contratado junto ao Torino por 40 milhões de euros (cerca de R$ 221 milhões à época), Bremer rapidamente se tornou titular e uma das referências defensivas do elenco. No entanto, os problemas físicos recorrentes têm prejudicado sua continuidade.
Em três temporadas pelo clube de Turim, o brasileiro soma nove lesões. Na primeira, sofreu seis contusões menores, que o deixaram fora de 11 partidas. Na temporada 2024/25, rompeu o ligamento cruzado do joelho e ficou fora de 45 jogos. Em 2025, já havia perdido duas partidas por problemas musculares antes da nova lesão no joelho esquerdo.
De acordo com o comunicado da Juventus, o atleta será submetido a uma meniscectomia artroscópica seletiva, procedimento que permitirá definir o tempo necessário para a recuperação completa.
Leia abaixo o comunicado oficial na íntegra:
"Na manhã desta segunda-feira, em Lyon, Gleison Bremer passou por uma consulta médica com o Dr. Sonnery-Cottet, que constatou uma lesão no menisco medial do joelho esquerdo. Nas próximas horas, o jogador será submetido a uma meniscectomia artroscópica seletiva."
Novas definições no caminho rumo à Copa do Mundo de 2026 podem marcar esta segunda-feira (13). Nas Eliminatórias Africanas, Cabo Verde e Camarões decidem a liderança do Grupo D e a sexta vaga do continente. Na Europa, as seleções de Suíça e França também entram em campo com chance de confirmar a classificação de forma antecipada.
Na África, cinco países já asseguraram presença no torneio: Marrocos, Tunísia, Egito, Argélia e Gana. Este último confirmou a vaga no domingo (12), ao derrotar Comores por 1 a 0 e garantir a primeira posição do Grupo I.
A definição seguinte será no Grupo D. Cabo Verde lidera com 20 pontos e precisa vencer Essuatíni, lanterna da chave, para disputar pela primeira vez uma Copa do Mundo. A equipe ainda pode se classificar com empate ou até derrota, desde que Camarões, que soma 18 pontos, não derrote Angola em Yaoundé.
Camarões, que participou de oito edições do Mundial e chegou às quartas de final em 1990, busca retornar à competição após presença em 2022.
Enquanto isso, na Europa, as Eliminatórias entram em fase decisiva. Das 16 vagas disponíveis, nenhuma foi confirmada até agora, mas duas seleções podem garantir a presença ainda nesta rodada.
Líder do Grupo B com nove pontos, a Suíça assegura a vaga se vencer a Eslovênia fora de casa e se o Kosovo — segundo colocado, com quatro pontos — não superar a Suécia, lanterna com apenas um ponto.
No Grupo D, a França também tem chance de carimbar o passaporte. A equipe comandada por Didier Deschamps soma nove pontos em três partidas e precisa vencer a Islândia, terceira colocada com três, além de contar com um tropeço da Ucrânia diante do Azerbaijão. O duelo dos ucranianos será disputado na Polônia por questões de segurança.
Com as rodadas desta Data Fifa, o Mundial de 2026 soma até agora 21 seleções classificadas.
Confira as Seleções já garantidas na Copa do Mundo de 2026:
Concacaf (6 vagas): Canadá, Estados Unidos e México (países-sede)
África (9 vagas): Gana, Argélia, Egito, Marrocos e Tunísia
Ásia (8 vagas): Irã, Coreia do Sul, Japão, Uzbequistão (estreante), Jordânia (estreante) e Austrália
América do Sul (6 vagas): Argentina, Brasil, Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai
Oceania (1 vaga): Nova Zelândia
Europa (16 vagas): Nenhuma definida até o momento
Vivendo sequência positiva sob o comando de Carlo Ancelotti, o meio-campista Bruno Guimarães concedeu entrevista coletiva no último domingo (12), antes do amistoso contra o Japão, que será disputado nesta terça-feira (14), às 7h30 (de Brasília), no Estádio de Tóquio. O jogador iniciou avaliando a manutenção da base titular e o processo de entrosamento da equipe na reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026.
"Eu acho um pouco que sim. Mas a gente entende também que o grupo não está definido e nem fechado. É normal o professor querer testar. Sabemos que uma Copa do Mundo não é sobre os onze, mas quem for convocado, porque muita coisa acontece em uma competição de tiro curto. Ele (Ancelotti) tem que definir bem quem vai jogar e quem estará no banco. Acho que é importante jogar, óbvio que, chegando cada vez mais perto da Copa, queremos estar participando e ganhando entrosamento. Desde que o mister assumiu, viemos numa sequência muito boa. Esperamos continuar assim, seguindo esse bom caminho", afirmou o camisa 8.
Desde a chegada de Ancelotti, Bruno Guimarães tem sido presença constante entre os titulares. Nas cinco convocações sob o comando do treinador, o jogador atuou em todas, formando dupla de meio-campo com Casemiro. Durante a entrevista, ele ressaltou a confiança recebida do técnico e a importância de manter o desempenho.
"O professor vem me passando muita confiança. Venho vivendo meu melhor momento com a camisa da Seleção e isso é muito importante pra mim. Estou muito feliz e muito contente, de volta aqui ao Japão, onde tive boas memórias (foi campeão olímpico em Tóquio). Já estudamos a equipe do Japão, mas acho que o mais importante é o que a gente vai fazer amanhã. Não temos ideia do que o mister fará. Se vai mudar ou não. Quem estiver em campo terá que desempenhar o melhor futebol. Como falei, está chegando o ano de Copa e todo mundo que tem oportunidade tem que mostrar, porque a Copa do Mundo é algo que nosso país espera ansiosamente", destacou.
Ancelotti tem classificado Bruno como peça essencial na estrutura tática da equipe. O meio-campista reconheceu o processo de amadurecimento ao longo do ciclo que antecede o Mundial e mencionou as diferentes fases vividas sob outros treinadores.
"Como disse, é o meu melhor momento com a camisa da Seleção. Isso se dá graças a ele (Ancelotti), graças à confiança que ele me passou e às conversas que tivemos. O ciclo veio de muita coisa: Ramon, Diniz, Dorival e agora ele. Muito conturbado, muitas coisas aconteceram, mas o importante é que estamos chegando na reta final fortes. Motivados, com boas atuações, não só individual como coletivamente. Seja num 4-2-4 ou num 4-3-3, seja a formação que ele queira para cada jogo, estamos indo muito bem em todas elas. O que posso falar é que fico lisonjeado e quero poder continuar jogando e indo bem no meu clube nesta temporada também, para que cada vez mais eu possa ter espaço de jogar pela Seleção e continuar jogando bem, fazer o mister feliz. Que eu possa ser titular, não sei se indiscutível, mas que seja titular", completou.
Bruno Guimarães é o líder em assistências da Seleção na atual gestão, com sete passes para gol. Na goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, na última sexta-feira (10), foi o autor do passe que abriu o placar. Diante do Japão, o jogador alcançará 39 partidas com a camisa da Seleção, em um total de 47 convocações.
O retorno ao Japão tem significado especial para o meio-campista, que esteve presente na conquista do ouro olímpico nos Jogos de Tóquio, em 2021, quando o Brasil venceu a Espanha por 2 a 1 na final.
Após o amistoso contra o Japão, a Seleção Brasileira encerra a Data Fifa e volta a campo em novembro para os últimos compromissos do ano. A previsão é que os dois amistosos restantes de 2025 sejam disputados na Europa, com Londres e Paris como possíveis sedes para jogos contra seleções africanas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda ajusta os detalhes da agenda.
Assista a entrevista coletiva completa e na íntegra do meia Bruno Guimarães clicando no link abaixo:
Em uma atuação que confirmou o bom momento da nova geração, o jovem Estêvão foi um dos grandes destaques da vitória por 5 a 0 da Seleção Brasileira sobre a Coreia do Sul, nesta sexta-feira (10), no Seul World Cup Stadium. Autor de dois gols e peça decisiva no sistema ofensivo, o meia-atacante de 18 anos celebrou o desempenho e a sequência positiva que vem vivendo com a camisa amarelinha.
"Só tenho que agradecer a Deus por esse momento que estou vivendo. Estou trabalhando muito e lutando todos os dias para que as coisas boas venham, e estão chegando. Quero dedicar esse momento à minha família, que me ajudou bastante. E a Deus, só agradecer mesmo", disse o jogador após o apito final.
A vitória confirmou o que o técnico Carlo Ancelotti vem buscando desde o início de seu trabalho: um Brasil mais alegre e mais ofensivo, com liberdade criativa e intensidade no ataque. Para Estêvão, o entrosamento crescente da equipe tem sido essencial para o bom desempenho dentro de campo.
"Nossa equipe vem crescendo a cada dia e a cada treino. A gente fica muito feliz pelo nosso desenvolvimento e agora é continuar nesse ritmo, que se Deus quiser, estaremos fazendo grandes jogos e seguir na sequência", completou o meia.
Com o resultado, o Brasil manteve o embalo na série de amistosos preparatórios para a Copa do Mundo de 2026, somando o terceiro triunfo em cinco partidas sob comando de Ancelotti. O próximo desafio será na terça-feira (14), contra o Japão, no Ajinomoto Stadium, em Tóquio.
A Seleção Brasileira começou sua série de amistosos na Ásia com o pé direito. Nesta sexta-feira (10), no Seul World Cup Stadium, o time comandado por Carlo Ancelotti não teve dificuldades para vencer a Coreia do Sul por 5 a 0. Os destaques da partida foram Estêvão e Rodrygo, autores de dois gols cada, e Vinícius Júnior, que fechou o placar.
Com a goleada, o Brasil mantém a boa sequência sob o comando do treinador italiano: são três vitórias, um empate e uma derrota nos cinco jogos disputados até aqui. No histórico do confronto, a seleção ampliou a vantagem esmagadora sobre os sul-coreanos — agora são oito vitórias em nove partidas.
Após o compromisso em Seul, a delegação segue viagem para Tóquio, onde enfrentará o Japão na próxima terça-feira (14), às 7h30 (horário de Brasília), no Ajinomoto Stadium.
A agenda da Seleção ainda reserva dois amistosos em novembro, durante a última Data Fifa do ano. A previsão é de que os confrontos aconteçam na Europa, com Londres e Paris cotadas para receber duelos contra seleções africanas — detalhes burocráticos e de agenda ainda estão sendo ajustados pela CBF.
O JOGO
O confronto começou bastante estudado entre as duas equipes. A Seleção Coreana adiantou suas linhas de marcação, o que fez o Brasil encontrar algumas dificuldades na saída de bola. No entanto, foi a equipe brasileira quem levou perigo pela primeira vez, aos nove minutos. Estêvão arrancou pela direita e acionou Matheus Cunha, que serviu Vini Jr. na entrada da área. O camisa 7 dominou e arriscou um belo chute rasteiro de fora, mas a bola foi para o canto direito do goleiro.
GOOOOLLLL DO BRASIL!!
A Seleção Brasileira começou a se encontrar na partida com Vinícius Júnior arrancando pela esquerda e servindo Bruno Guimarães no meio. O camisa 8 enfiou uma bola açucarada entre todos os defensores sul-coreanos até a bola chegar em Estêvão, que sem dificuldades, empurrou para o fundo da rede aos doze minutos.
RODRYGO QUASE FAZ O SEGUNDO!
Aos 20 minutos, a Coreia do Sul saiu errado para o ataque e a Seleção Brasileira tratou de recuperar as bola com Vinícius Jr. Ele disparou pelo meio de campo até achar Rodrygo avançando pela esquerda, que chutou cruzado, mas Jo Hyeon-woo defendeu.
É A VEZ DE MILITÃO
O Brasil novamente chegou perto de marcar o segundo, desta vez com Éder Militão. Em escanteio cobrado aos 27 minutos, o camisa 4 cabeceou livre após falha do goleiro, mas a bola foi por cima do gol.
RODRYGO AMPLIA COM UM GOLAÇO!!!
Pela esquerda, Vinícius Júnior chamou a marcação e deu um passe rasteiro dentro da área para Rodrygo, que fez o corta-luz, e Casemiro recebeu, prontamente devolvendo para o camisa 10 balançar em cima do marcador e bater para o gol, ampliando o placar aos 40 minutos.

Estêvão foi o autor do primeiro gol do jogo após receber belo passe de Bruno Guimarães | Foto: Reprodução/X
SEGUNDO TEMPO
Assim como no fim da primeira etapa, o Brasil seguiu marcando o território da Coreia do Sul sem dar qualquer espaço. Foi assim que Estêvão marcou o terceiro gol. Kim Min-jae errou na saída de bola e foi desarmado pelo camisa 20, que apenas conduziu a bola até a área e finalizou de esquerda para marcar o terceiro gol, no primeiro minuto da segunda etapa.
RODRYGO FAZ O QUARTO DO BRASIL!
O Brasil não quis saber de brincadeira e rapidamente buscou o quarto aos três minutos. Casemiro recuperou a bola na saída da Coreia do Sul e acionou Vinícius Jr., que girou e tocou para Rodrygo livre na esquerda só bater no canto do goleiro sul-coreano.
Coreia do Sul tenta responder
A Coreia do Sul avançou pelo lado esquerdo até a bola chegar em Lee Tae-seok, que arriscou um chute em direção ao gol, mas a bola desviou e saiu pela linha de fundo.
VINI JR MARCA O QUINTO!
Aos 32 minutos, Bento rebateu um cruzamento da Coreia do Sul, que não conseguiu recuperar a bola. Lucas Paquetá aproveitou para roubá-la e iniciar o contra-ataque com Matheus Cunha. O camisa 21 encontrou Vinícius Júnior livre, que avançou até a área sul-coreana, driblou o marcador e finalizou com categoria, colocando a bola entre o zagueiro e o goleiro.
FICHA TÉCNICA
Coreia do Sul 0 x 5 Brasil
Amistosos Internacionais
Local: Seul World Cup Stadium, na Coreia do Sul
Data: 10/10/2025
Horário: 8h (horário de Brasília)
Árbitro: Abdulrahman Al-Jassim (Catar)
Assistentes: Taleb Salem Al-Marri e Saoud Ahmed Almaqaleh, ambos do Catar
VAR: Khamis Mohammed Al-Marri (Catar)
Transmissão: Globo, GE TV, SporTV
Cartões amarelos: Kim Min-Jae, Kim Ju-Sung (Coreia do Sul) /
Gols: Estêvão [2], Rodrygo [2] e Vinícius Júnior (Brasil)
Coreia do Sul: Jo Hyeon-woo; Lee Tae-seok, Kim Min-jae (Park Jin-Seob), Cho Yu-min, Kim Ju-sung e Seol Young-woo; Hwang In-beom, Paik Seung-ho (Won Du-Jae), Lee Jae-sung (Kim Jin-Gyu) e Lee Kang-in (Lee Dong-Gyeong); Son Heung-min (Oh Hyeon-Gyu). Técnico: Hong Myung-Bo
Brasil: Bento; Vitinho (Paulo Henrique), Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos (Carlos Augusto); Casemiro e Bruno Guimarães (André); Vinícius Júnior (Richarlison), Matheus Cunha (Igor Jesus), Rodrygo e Estêvão (Lucas Paquetá). Técnico: Carlo Ancelotti
A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (10) para abrir sua série de amistosos preparatórios para a Copa do Mundo de 2026. O primeiro compromisso será diante da Coreia do Sul, às 8h (de Brasília), no Seul World Cup Stadium.
O confronto marca o início de um novo ciclo de testes do técnico Carlo Ancelotti, que tenta ajustar o time após a derrota por 1 a 0 para a Bolívia, na última rodada das Eliminatórias. Apesar da classificação antecipada ao Mundial, o Brasil encerrou a campanha com a pior campanha da história. Desde então, o treinador acumula quatro jogos à frente da equipe — dois triunfos, um empate e uma derrota.
Entre as novidades, Bento ganha chance como titular no gol, substituindo Alisson, cortado por lesão. A base do time é formada por atletas que atuam no futebol europeu, e a formação inicial deve ter: Bento; Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Lucas Paquetá; Estêvão, Matheus Cunha, Vinícius Jr. e Rodrygo.

Montagem: Thiago Tolentino/Bahia Notícias
No retrospecto histórico, o Brasil leva ampla vantagem sobre os sul-coreanos: são sete vitórias em oito confrontos. O último encontro foi marcante — goleada por 4 a 1 na Copa do Mundo de 2022, no Catar, com gols de Vini Jr., Neymar, Richarlison e Paquetá.
Após o jogo em Seul, a Seleção encara o Japão na próxima terça-feira (14), às 7h30 (de Brasília), em Tóquio.
COREIA DO SUL
A Coreia do Sul vive um momento positivo. A equipe dirigida por Hong Myung-Bo está invicta em 2025, somando três vitórias e três empates em jogos pelas Eliminatórias asiáticas e amistosos, com 12 gols marcados e apenas quatro sofridos.
Para o confronto, o sistema defensivo pode ser alterado, já que o zagueiro Kim Min-Jae, do Bayern de Munique, é dúvida por lesão.
Na frente, o destaque é Son Heung-min, estrela do Los Angeles FC e ídolo do Tottenham, que lidera o ataque ao lado dos meias Lee Jae-sung (Mainz) e Lee Kang-in (PSG).
A provável escalação da Coreia tem Hyeon-woo Jo; Young-woo Seol, Han-Beom Lee, Min-jae Kim, Ju-sung Kim, Lee Tae-seok; Dong-gyeong Lee, Jin-kyu Kim, Seung-Ho Paik e Jae-sung Lee; Son.
A pausa para a Data Fifa, que começa nesta quarta-feira (8), vai mexer com o cenário das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Até aqui, 18 seleções já garantiram vaga no torneio, mas o número pode quase dobrar para 37 classificadas até o fim da próxima semana — avanço esse que pode desenhar boa parte do mapa do próximo Mundial.
Entre os dias 8 e 14 de outubro, nove vagas estarão em disputa direta: sete na África e duas na Ásia. A Europa também vive uma semana decisiva, com oito seleções em condições de confirmar classificação antecipada.
ÁFRICA
O continente africano vai definir todos os seus nove representantes até a próxima terça-feira (14). Por enquanto, Marrocos e Tunísia são os únicos já garantidos. Outras seleções podem se juntar a elas nesta quarta:
- Egito: se vencer o Djibuti fora de casa, às 13h (de Brasília), ou empatar, desde que Burkina Faso não derrote Serra Leoa;
- Cabo Verde: garante vaga se vencer a Líbia, em Trípoli, às 10h; empate também serve se Camarões não vencer Ilhas Maurício;
- Gana: depende de vitória sobre a República Centro-Africana e de tropeço de Madagascar contra Comores.
Nos dias seguintes, Senegal e Costa do Marfim também podem confirmar presença no Mundial.
ÁSIA
Seis países asiáticos já estão garantidos: Irã, Uzbequistão, Coreia do Sul, Jordânia, Japão e Austrália. A fase final envolve dois triangulares entre Catar, Emirados Árabes, Omã, Arábia Saudita, Indonésia e Iraque.
Os vencedores de cada grupo asseguram vaga direta para a Copa.
CONCACAF (América do Norte e Central)
Na Concacaf, Jamaica e Honduras podem confirmar classificação já nesta Data Fifa. A Jamaica precisa vencer seus dois compromissos e torcer para que o vice-líder do grupo não ultrapasse cinco pontos. Honduras depende de dois triunfos e de que o segundo colocado chegue, no máximo, a três pontos.
EUROPA
O Velho Continente vive uma rodada decisiva, com França, Espanha, Portugal, Inglaterra, Croácia, Noruega, Suíça e Eslováquia perto da vaga.
- Eslováquia (Grupo A): precisa vencer Irlanda do Norte e Luxemburgo e torcer para que o vice não some mais de quatro pontos;
- Suíça (Grupo B): depende de duas vitórias e de que o segundo colocado não ultrapasse cinco pontos;
- França (Grupo D): garante vaga se vencer Azerbaijão e Islândia, e o vice não somar mais de cinco pontos;
- Espanha (Grupo E): precisa de vitórias sobre Geórgia e Bulgária nas mesmas condições;
- Portugal (Grupo F): depende de triunfos sobre Irlanda e Hungria e de um tropeço do vice;
- Noruega (Grupo I): avança se vencer e se Israel e Itália somarem no máximo dois pontos nas duas rodadas;
- Inglaterra (Grupo K): precisa vencer a Letônia e torcer por empate ou derrota da Sérvia diante da Albânia;
- Croácia (Grupo L): se classifica se derrotar República Tcheca e Gibraltar, com os tchecos perdendo pontos para as Ilhas Faroe.
SELEÇÕES JÁ CLASSIFICADAS
A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, com 48 seleções e disputada em três países-sede — Canadá, Estados Unidos e México. O torneio começa no dia 11 de junho, com a final marcada para 19 de julho. Abaixo, confira as Seleções já classificadas:
Concacaf (6 vagas)
Canadá (país-sede)
Estados Unidos (país-sede)
México (país-sede)
Ásia (8 vagas)
Japão
Irã
Uzbequistão
Coreia do Sul
Jordânia
Austrália
Oceania (1 vaga)
Nova Zelândia
América do Sul (6 vagas)
Argentina
Brasil
Equador
Uruguai
Colômbia
Paraguai
África (9 vagas)
Marrocos
Tunísia
O ciclo da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo do Catar tem um protagonista claro: a Premier League. Entre janeiro de 2023 e agosto de 2025, 106 convocações de atletas que atuam ou atuaram na liga inglesa receberam chance de vestir a camisa verde e amarela — número que supera qualquer outra competição no período e representa cerca de 37% das 283 convocações realizadas ao longo desses três anos.
O goleiro Alisson Becker, do Liverpool, segue como peça fundamental da Seleção. Com 13 convocações desde o início do ciclo, ele se mantém como referência na posição, entre outros nomes da Premier League como Bruno Guimarães (11), Gabriel Magalhães (8) e Ederson (9) — este último, inclusive, deixou a Premier League rumo ao futebol turco e pode ficar de fora do radar de Ancelotti.
Com mais de 100 convocações pela Seleção, Alisson é um dos pilares da equipe. Desde 2023, ele foi chamado por quatro técnicos diferentes — Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti — e consolidou mais uma vez a sua posição de referência no gol brasileiro.
O goleiro do Liverpool tem se tornado símbolo de estabilidade em um período de renovação, no qual 38 jogadores estrearam na Seleção Brasileira. Apesar da chegada de promessas como Endrick, Vitor Roque, Estevão e João Pedro, Alisson segue sendo presença constante, e já desponta como postulante a uma das três vagas para o gol na Copa de 2026. Convocado 13 vezes, ele soma 8 participações em 12 listas desde 2023, mostrando que o treinador Carlo Ancelotti, mesmo em início de ciclo, confia em sua experiência e liderança. Vale lembrar que, apesar das convocações, o goleiro também foi cortado em algumas ocasiões.
A Premier League se tornou a base do Brasil neste ciclo, indicando que o futebol inglês tem seu grau de importância para a manutenção no padrão de excelência da Seleção. Entre os 283 atletas convocados desde 2023, aproximadamente 37% jogam ou jogaram na Premier League, incluindo nomes que aparecem com frequência, como os de Bruno Guimarães, Gabriel Magalhães e Lucas Paquetá, além de Alisson.
Com quatro convocações restantes antes da lista final, Alisson tem grandes chances de manter seu lugar na equipe que disputará a Copa do Mundo de 2026, marcada para começar em 11 de junho e terminar em 19 de julho.
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 está marcada para 11 de junho, e a grande final acontece em 19 de julho. Antes disso, em 5 de dezembro de 2025, o sorteio dos grupos revelará o caminho de cada seleção. Até lá, a repescagem seguirá como a última chance de sonho para equipes que ainda buscam o palco maior do futebol mundial.
O torneio será o primeiro da história com 48 seleções participantes, abandonando o tradicional formato com 32 equipes. Até o momento, 18 seleções já carimbaram o passaporte para o Mundial.
A Confederação Brasileira de Futebol revelou, nesta segunda-feira (22), os próximos compromissos da Seleção Brasileira e a data da convocação de Carlo Ancelotti para os amistosos da equipe. No dia 1º de outubro, quarta-feira, a partir das 15h, o treinador italiano vai comparecer à sede da entidade para revelar a lista dos atletas que vão à Ásia enfrentar a Coreia do Sul e o Japão.
O primeiro duelo dos brasileiros será no dia 10 de outubro, em Seul, enquanto a segunda partida será quatro dias depois, em Tóquio.
A equipe completou a participação das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2025 no dia 9 de setembro, em partida contra a Bolívia, na altitude de El Alto. Na ocasião, os brasileiros foram derrotados por 1 a 0.
Além disso, na tabela da competição a Seleção garantiu a 5ª colocação, com 28 pontos, atrás de Uruguai, Colômbia, Equador e Argentina.
A Fifa anunciou, nesta terça-feira (16), que ampliará o Programa de Benefícios aos Clubes, incluindo pela primeira vez as equipes que cederam jogadores não apenas para a Copa do Mundo, mas também para as Eliminatórias do Mundial de 2026. O valor a ser repassado ultrapassa US$ 355 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão), representando um aumento de quase 70% em relação ao montante distribuído após a Copa de 2022, no Catar.
Até então, apenas os clubes que tiveram atletas convocados para a fase final da Copa recebiam compensações financeiras. Com a mudança, a Fifa pretende tornar o processo mais justo e inclusivo, reconhecendo o papel das equipes também na fase preliminar.
"O novo programa dará um passo a mais e reconhecerá em termos econômicos a imensa contribuição de clubes e jogadores para que se celebre tanto a fase preliminar quanto a fase final do torneio", afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
O presidente da Associação de Clubes Europeus (ECA) e dono do PSG, Nasser Al-Khelaïfi, também destacou a iniciativa: "Assim se garantirá que mais clubes recebam recompensa por ceder seus jogadores. Os clubes desempenham uma função fundamental no êxito do futebol de seleções, desde a formação até a participação em grandes competições."
Na edição anterior do programa, voltada apenas para a Copa de 2022, foram distribuídos US$ 209 milhões, beneficiando 440 clubes de 51 federações. O novo modelo deve ampliar de forma significativa o número de equipes contempladas.
Jean Lucas foi um dos nomes mais comentados pelos torcedores ao longo desta semana. De coadjuvante em um elenco que tem Everton Ribeiro como principal protagonista, o camisa 6 tricolor ganhou holofotes tanto no Bahia quanto na Seleção Brasileira. Em menos de 48 horas, saiu de uma estreia nas Eliminatórias para enfrentar o Fluminense pelas quartas de final da Copa do Brasil, transformando-se em ponto de esperança em meio a cenários turbulentos. A pergunta que fica é: em qual das equipes o meia performou melhor?
ESTREIA COM A AMARELINHA
Com a Seleção já classificada para a Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti aproveitou a última Data Fifa para testar novos nomes. Jean Lucas, que estava na pré-lista, acabou chamado após o corte de Joelinton e despertou curiosidade pelo desempenho recente no Bahia.
Cortado do banco contra o Chile, no Maracanã, o meia recebeu elogios públicos do treinador, que antecipou o desejo de utilizá-lo.
"Temos trabalhado com Jean Lucas, gosto dele, de seu caráter, de seu carinho e sua vontade. Que amanhã eu consiga lhe dar minutos", disse Ancelotti em coletiva.
A oportunidade veio diante da Bolívia, em La Paz, aos 27 minutos do segundo tempo, em condições adversas de mais de 4 mil metros de altitude. Embora o desafio não permitisse conclusões definitivas, o jogador mostrou disposição defensiva e alguns lampejos ofensivos.
LEIA TAMBÉM:
- Com golaço de Estêvão, Brasil vence Chile em jogo tranquilo das Eliminatórias
- Brasil perde para a Bolívia na altitude de El Alto e encerra Eliminatórias com pior campanha da história
Foram 12 ações com a bola, com 100% de aproveitamento nos sete passes tentados, dois chutes bloqueados, um desarme e um duelo vencido. Tentou ainda uma finalização em rebote de Bruno Guimarães e um passe em profundidade para Estêvão.

Foto: Fábio Pinto
JOGO DA VIDA CONTRA O FLUMINENSE
No Bahia, entretanto, Jean Lucas não conseguiu repetir o mesmo nível de entrega. Um dia após enfrentar a altitude de La Paz, o meia mostrou vontade de colaborar, mas fisicamente esteve abaixo e não foi capaz de criar as jogadas de efeito que o credenciaram à convocação.
Os números explicam a queda de rendimento: oito perdas de posse, duas vezes driblado, uma vez desarmado, mas ainda assim com 23 acertos em 27 passes e seis vitórias em 11 duelos, dentro de 40 ações com a bola.
Em campo, no duelo válido pelo jogo de volta das quartas da Copa do Brasil, o Tricolor de Aço não conseguiu fazer frente ao Fluminense e com gols de Canobbio e Thiago Silva, perdeu a partida. O resultado marcou a décima vez em que o Esquadrão bate na trave no objetivo de seguir para as semis da competição.

Foto: Lucas Merçon/Fluminense
Passados os compromissos, Jean Lucas não alcançou o protagonismo esperado pela torcida, mas deu sinais de que pode ser peça importante a médio prazo. O próximo desafio será na segunda-feira (15), contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro. Com mais tempo de recuperação física e a possível volta de Caio Alexandre, lesionado, o camisa 6 pode retomar o desempenho que o colocou no radar da Seleção e reacender a expectativa por dias melhores no Esquadrão.
A Copa do Mundo de 2026 já tem contornos definidos. Com sede tripla inédita — Estados Unidos, México e Canadá —, o torneio será o primeiro da história com 48 seleções participantes, abandonando o tradicional formato com 32 equipes. Até o momento, 18 seleções já carimbaram o passaporte para o Mundial, mas ainda restam caminhos em aberto. Entre eles, o mais dramático: a repescagem internacional.
Duas das 48 vagas sairão da repescagem, espécie de “torneio mundial” entre continentes. A disputa contará com seis seleções: uma de cada confederação, com exceção da Uefa, que não participa, e da Concacaf, que terá direito a duas vagas por sediar a competição.
Até agora, já estão confirmados:
- Oceania: Nova Caledônia
- América do Sul: Bolívia
- América do Norte e Central: 2 seleções ainda a definir
- Ásia: 1 seleção ainda a definir
- África: 1 seleção ainda a definir
COMO VAI FUNCIONAR?
O playoff será disputado em março de 2026, em cidades dos países-sede, o que servirá também como evento-teste para a Copa. Na primeira fase: quatro equipes sorteadas se enfrentam em dois jogos eliminatórios; na segunda fase: os vencedores encaram as duas seleções mais bem ranqueadas no ranking da Fifa entre as participantes e na última fase: apenas duas seleções garantem vaga no Mundial.
Serão, ao todo, quatro partidas com clima de decisão. O formato é novidade. Até a edição de 2022, no Catar, a repescagem era composta por confrontos diretos entre confederações — América do Sul contra Ásia, África contra Oceania. Na Europa, um sistema à parte reunia 12 seleções em três chaves, das quais três equipes avançavam. Agora, com a ampliação do Mundial, a Fifa padronizou a fórmula global.
Enquanto isso, a lista de classificados para a Copa já chegou em 18 Seleções. Veja a lista abaixo:
- África (CAF): Marrocos e Tunísia (7 vagas diretas ainda em disputa)
- Ásia (AFC): Austrália, Irã, Japão, Jordânia, Coreia do Sul e Uzbequistão (2 vagas restantes)
- América do Norte (Concacaf): Canadá, México e Estados Unidos (3 vagas a definir)
- América do Sul (Conmebol): Argentina, Brasil, Equador, Colômbia, Paraguai e Uruguai (sem vagas restantes)
- Europa (Uefa): ainda sem classificados (16 vagas diretas em jogo)
- Oceania (OFC): Nova Zelândia (vaga única definida)
A cerimônia de abertura está marcada para 11 de junho de 2026, e a grande final acontece em 19 de julho. Antes disso, em 5 de dezembro de 2025, o sorteio dos grupos revelará o caminho de cada seleção. Até lá, a repescagem seguirá como a última chance de sonho para equipes que ainda buscam o palco maior do futebol mundial.
O SBT será uma das emissoras responsáveis pela transmissão da Copa do Mundo de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, México e Canadá. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (10) pelo colunista Flávio Ricco, do portal Léo Dias.
A decisão partiu de Daniela Beyruti, presidente do Grupo Silvio Santos, e marca o fim de um jejum de quase três décadas: a última vez que a emissora adquiriu os direitos do torneio foi em 1998.
Segundo Ricco, o acordo está praticamente fechado e depende apenas da finalização de trâmites burocráticos conduzidos pela LiveMode, empresa que negocia os direitos da competição. A expectativa nos bastidores é de que a oficialização ocorra ainda nesta quarta-feira.
A Record também esteve na disputa, mas o SBT levou vantagem e garantiu os direitos. Assim, ao lado da Globo, a emissora já é dada como certa na cobertura do mundial. Inclusive, nomes como Tiago Leifert e Mauro Beting estão sendo cogitados para integrar a equipe esportiva.
A derrota para a Bolívia por 1 a 0, nesta terça-feira (9), em El Alto, encerrou a participação da Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Após o confronto, o técnico Carlo Ancelotti destacou a entrega dos jogadores diante das adversidades da altitude e da postura boliviana, além de projetar confiança para o futuro.
"De positivo no jogo de hoje, vi o esforço do time, dos jogadores, porque é muito difícil jogar aqui. Isso já se sabia. Os jogadores fizeram um esforço tremendo, o jogo foi muito complicado, difícil, pelo componente técnico e pelo componente físico", afirmou o treinador.
O italiano também citou a polêmica de arbitragem no lance do pênalti que definiu a vitória boliviana. "Jogo de hoje muito especial em todos os sentidos. O VAR deu pênalti... coisas que podem melhorar. Futebol é um pouco diferente do que se passa no campo de jogo. Há oficiais que têm que controlar isso, não jogadores, treinadores ou presidente", disse.
Apesar do resultado, Ancelotti reforçou a confiança na equipe para a disputa do Mundial de 2026. "Pelo que a equipe fez nos jogos, tenho máxima confiança no time em fazer um Mundial com êxito, lutar todos os jogos. Esse é o objetivo [o hexa]. Penso que estaremos bem no Mundial", garantiu.
O técnico também explicou que buscou dar oportunidades a atletas que se destacaram na preparação. "Queria dar minutos a todos porque trabalharam bem na semana, jogaram bem contra o Chile. Queria usar essa partida para os jogadores que trabalharam bem. A equipe tem melhorado alguns aspectos do jogo. Foi uma partida única hoje. O jogo foi muito complicado para nós", completou.
Com a vaga no Mundial de 2026 assegurada, o Brasil volta a campo em outubro para amistosos preparatórios, iniciando contra a Coreia do Sul, no dia 10, às 8h (horário de Brasília), no Seoul World Cup Stadium.
A derrota da Seleção Brasileira para a Bolívia por 1 a 0, nesta terça-feira (9), em El Alto, não ficou restrita ao campo. O presidente da CBF, Samir Xaud, fez duras críticas ao que classificou como um "antijogo" e cobrou ação imediata da Conmebol diante do que presenciou na última rodada das Eliminatórias.
"Uma tristeza o que ocorreu hoje aqui. Viemos para jogar futebol e o que nós vimos foi um antijogo. Mesmo com essa altitude de 4 mil metros, jogamos contra arbitragem, contra a Polícia, contra os gandulas, tirando as bolas de campo, colocando bolas dentro de campo", declarou.
Xaud foi ainda mais enfático e subiu o tom ao comparar o episódio a uma várzea: "Uma verdadeira várzea hoje. É o que nós não esperamos para o futebol mundial nem para o futebol sul-americano. O que nós queremos é engrandecer ainda mais. Com esse tipo de atitude, principalmente na altitude, fica difícil jogar futebol, ainda mais jogando contra 14 homens. Espero que a Conmebol tome providências, justamente porque temos tudo gravado. Isso não pode acontecer. Isso é um absurdo."
Apesar do revés em El Alto, o Brasil já havia garantido a vaga na Copa do Mundo de 2026 com antecedência.
"Futebol não é matemática exata", diz Bruno Guimarães após pior campanha do Brasil nas Eliminatórias
A derrota por 1 a 0 para a Bolívia, nesta terça-feira (9), em El Alto, encerrou a participação do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americanas com a pior campanha de sua história. Apesar do tropeço, o meia Bruno Guimarães ressaltou que o objetivo principal já havia sido cumprido e que o desempenho na Copa do Mundo será o verdadeiro termômetro da Seleção.
"Futebol não é uma matemática exata. A gente veio das duas últimas Eliminatórias ganhando tudo, chegamos na Copa e não fomos bem. Espero que dessa vez a gente chegue na Copa focado. A gente viu o que aconteceu com a Argentina [em 2022]. Estrearam perdendo, depois se uniram e foram campeões do mundo. É óbvio que a gente sempre quer botar o Brasil no topo, mas o mais importante é o que vai acontecer na Copa, e não o que aconteceu nas Eliminatórias, onde tínhamos conseguido nossa vaga há três partidas atrás”, afirmou o jogador.
O Brasil encerra a Data-Fifa com uma vitória por 3 a 0 sobre o Chile — onde Bruno marcou um dos gols —, no Maracanã, na última quinta-feira (4), e encerra a sequência invicta de três jogos desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti ao comando. Agora, são duas vitórias, um empate e uma derrota.
A derrota da Seleção Brasileira para a Bolívia, por 1 a 0, nesta terça-feira (9), no Estadio Municipal de El Alto, marcou o fim de uma campanha histórica — mas negativa — nas Eliminatórias Sul-Americanas. Mesmo já garantido no Mundial de 2026, o Brasil encerrou a fase classificatória com seu pior desempenho da história.
Após a partida, o zagueiro Fabrício Bruno reconheceu que o time não rendeu o esperado, mas destacou a importância de ter assegurado a vaga.
"Talvez seja uma campanha aquém do que a camisa do Brasil sempre fez nas Eliminatórias. Acho que o principal objetivo – que foi a classificação para a Copa do Mundo – foi alcançado. Agora é trabalhar e preparar para a Copa, fazer grandes amistosos pra gente chegar mais preparado", afirmou o defensor.
O revés em El Alto foi marcado pelas dificuldades impostas pela altitude de mais de 4 mil metros, além do pênalti convertido pelos bolivianos ainda no primeiro tempo. Com isso, a Seleção de Carlo Ancelotti terminou a competição distante da liderança, atrás de Argentina, Equadro, Colômbia e Uruguai.
Garantido na Copa de 2026, o Brasil volta a campo em outubro para uma série de amistosos, começando pelo duelo contra o Japão, no dia 14, às 7h30 (horário de Brasília), no Estádio de Tóquio.
Sob o comando de Ancelotti, a Seleção Canarinho soma duas vitórias, um empate e uma derrota em quatro jogos disputados.
Fechando as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 com sua pior campanha, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Bolívia na noite desta terça-feira (9), no Estadio Municipal de El Alto, e viu o time da casa celebrar a vaga na repescagem após 32 anos.
Durante a partida, o técnico Carlo Ancelotti buscou alternativas na segunda etapa para que o Brasil pudesse buscar o gol de empate, mas, mesmo com a entrada de Raphinha, Estêvão e outros jogadores, isso não foi possível. Após o confronto, Raphinha comentou sobre as dificuldades impostas pelo jogo, realizado em altitude superior a 4.000 metros, e sobre o equilíbrio da partida, que terminou com derrota por 1 a 0.
"Tivemos dificuldades, principalmente no começo da competição. Ganhamos os dois primeiros jogos, mas o objetivo principal era classificar a Seleção para a Copa. Alcançamos o objetivo e agora é trabalhar para chegarmos bem na competição", afirmou Raphinha, destacando que a classificação para o Mundial de 2026 já estava garantida antes do confronto.
"A partir do momento em que te colocam para jogar a 4 mil metros de altitude para ganhar o jogo, desfavorece as outras seleções. O jogo estava equilibrado, e o árbitro marcou um pênalti no primeiro tempo", completou o camisa 10.
Com a vaga na Copa do Mundo de 2026 assegurada, Raphinha e a Seleção agora se preparam para os amistosos de outubro, começando pelo confronto contra o Japão, no dia 14, às 7h30 (horário de Brasília), no Estádio de Tóquio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.