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O futebol segue ocupando espaço central na vida dos brasileiros, mas já não mobiliza o país no mesmo patamar de três anos atrás. A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (1º) mostra que 64% da população com 16 anos ou mais declara ter muito ou algum interesse pela modalidade.
O índice representa uma queda de oito pontos percentuais em relação ao levantamento anterior sobre o tema, realizado em 2023. Na ocasião, 72% dos entrevistados afirmavam acompanhar futebol. Agora, o percentual dos que dizem não ter interesse pelo esporte chegou a 36%.
Dentro do grupo que ainda acompanha a modalidade, 28% dizem ter muito interesse, enquanto 35% afirmam ter algum interesse. O dado indica que, apesar da redução, o futebol ainda permanece como um dos principais elementos de consumo esportivo e cultural no país.
A pesquisa também aponta diferença relevante entre homens e mulheres. Entre o público masculino, 77% declararam acompanhar futebol. Entre as mulheres, o índice é de 52%, pouco mais da metade das entrevistadas.
O recorte por escolaridade também mostra variação. Entre pessoas com ensino fundamental, 49% afirmam acompanhar a modalidade. O percentual sobe para 67% entre entrevistados com ensino médio e chega a 75% entre aqueles com ensino superior.
O levantamento foi feito nos dias 22 e 23 de julho, com 2.004 pessoas em 139 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os números foram divulgados poucas semanas depois do fim da Copa do Mundo de 2026. A Seleção Brasileira caiu nas oitavas de final para a Noruega e encerrou a participação com a pior campanha do país desde 1990, resultado que ampliou as discussões sobre o distanciamento entre o torcedor e a equipe nacional.
A queda de interesse também aparece em um momento de transformação na forma como o público consome futebol. Calendário mais cheio, aumento dos preços para acompanhar jogos presencialmente, pulverização das transmissões e desgaste com a Seleção Brasileira ajudam a compor o cenário de menor mobilização em torno do esporte.
Ainda assim, o futebol terá uma nova oportunidade de voltar ao centro das atenções nacionais em 2027. O Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina pela primeira vez, com jogos em oito cidades, incluindo Salvador, na Arena Fonte Nova.
O torneio feminino será disputado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e deve recolocar o país no circuito dos grandes eventos internacionais.
O goleiro cabo-verdiano Vozinha, um dos destaques da última Copa do Mundo, está próximo de ser anunciado como novo reforço do Colo Colo, do Chile. O presidente do clube, Aníbal Mosa, confirmou nesta sexta-feira (24) que o atleta de 40 anos já tem um acordo para defender a equipe.
Livre no mercado após deixar o Chaves, de Portugal, antes do Mundial de 2026, o jogadpr deve viajar para o Chile nos próximos dias para realizar exames médicos e, em seguida, será apresentado oficialmente no Estádio Monumental.
"Vozinha será jogador do Colo Colo. Nos próximos dias, ele viajará para o Chile, passará pelos exames médicos de praxe e, em seguida, será apresentado aqui no Estádio Monumental", afirmou Mosa antes da partida entre Colo Colo e Deportes Limache, pelo Campeonato Chileno (Liga de Primera).
A contratação acontece poucos dias depois de o goleiro afirmar que pretendia seguir atuando por mais uma ou duas temporadas, desde que encontrasse um projeto esportivo que valorizasse seu desempenho dentro de campo. Em entrevista à emissora americana CBS, o cabo-verdiano ressaltou que não queria ser contratado apenas pelo alcance conquistado nas redes sociais durante a Copa do Mundo.
"Espero encontrar uma equipe que realmente me queira pelo que posso contribuir como jogador, e não por razões de marketing", declarou, ao comentar rumores que o ligavam ao Inter Miami, equipe de Lionel Messi.
Apesar da declaração, Mosa reconheceu que o impacto gerado por Vozinha no Mundial também pesou na negociação. O dirigente afirmou que as atuações do goleiro justificaram a contratação e admitiu que sua chegada representa um importante atrativo de marketing para o Colo Colo.
Apesar de não ter sido anunciado oficialmente, o clube chileno publicou nas redes sociais uma imagem que faz referência ao característico cabelo cacheado de Vozinha. Na legenda, o Colo Colo escreveu bem-vindo em espanhol, inglês e português, marcou o perfil oficial do arqueiro "@vozinha1", seguido da frase: " Te esperamos no Estadio Monumental", casa do El Cacique.
Vozinha foi um dos grandes nomes da Copa do Mundo ao ajudar Cabo Verde, estreante na competição, a empatar sem gols com a campeã Espanha na fase de grupos e a levar a vice-campeã Argentina à prorrogação nas oitavas de final. O desempenho rendeu ao goleiro uma vaga na seleção da Copa do Mundo, escolhida por votação popular.
O meio-campista Leandro Paredes, jogador do Boca Juniors e da Seleção Argentina, afirmou que Lionel Messi já havia decidido que a final da Copa do Mundo de 2026 seria o seu último jogo defendendo a camisa alviceleste.
“Acho que ele já havia decidido que esta [a final da Copa] seria sua última partida com a seleção. Espero que não. Espero que ele possa continuar jogando. Será uma decisão dele e, qualquer que seja sua escolha, se isso o fizer feliz, também nos fará felizes. Então, esperamos que sim”, afirmou Paredes na zona mista após a vitória do Boca, nesta quinta-feira (23), pela Sul-Americana. Até o momento, Messi não se pronunciou sobre o caso.
A Argentina perdeu o Mundial para a Espanha com um gol de Ferran Torres na prorrogação. Antes da decisão, o camisa 10 já havia dado sinais que foram interpretados como uma possível despedida. O argentino utilizou chuteiras com a inscrição “El Último Tango” (“O Último Tango”, em português).
Apesar de não definir publicamente o seu futuro na Seleção, Lionel Messi, de 39 anos, tem contrato com o Inter Miami até dezembro de 2028.
OUTRA DESPEDIDA
Enquanto o capitão não anuncia o seu futuro, o zagueiro Nicolás Otamendi utilizou as redes sociais, nesta quinta-feira (23), para anunciar a sua aposentadoria da Seleção. Pela equipe argentina, o zagueiro disputou 139 partidas e marcou 8 gols. Ele conquistou quatro títulos históricos: a Copa do Mundo de 2022, as Copas América de 2021 e 2024, e a Finalíssima de 2025, além do vice-campeonato na Copa do Mundo de 2026
Mesmo após o seu término, a Copa do Mundo segue rendendo assuntos longe dos gramados. Após a derrota da Argentina na final do torneio para a Espanha, o cantor brasileiro João Bueno teve um show cancelado em Buenos Aires por ter publicado uma mensagem ironizando a derrota sul-americana.
O sertanejo se apresentaria no Teatro Verdi, na capital argentina, mas foi retirado da programação após uma publicação em seu perfil no Instagram. Em um dos stories, o cantor escreveu: “Perderam as Malvinas, perderam o Diego e perderam a Copa”, em referência à Guerra das Malvinas, ao ídolo argentino Diego Maradona e à derrota para a Espanha no Mundial.
A postagem gerou uma forte reação dos argentinos nas redes sociais, ocasionando o cancelamento da apresentação do cantor. A Associação de Mulheres e Mães Brasileiras na Argentina (AMMBRAR), responsável pela organização do evento, anunciou a saída do artista da programação e pediu desculpas ao público argentino.
"A publicação no que se refere à maneira como ocorreu na história e na identidade do povo argentino não tem nenhuma vinculação nem muito menos representa os valores de AMMBRAR, nem de nossa comunidade, nem o espírito com o que foi concebido em nosso evento", escreveu a entidade.
Em nota publicada nas redes sociais, João Bueno pediu desculpas e afirmou que fez a publicação em um momento de raiva e impulsividade. Segundo o cantor, o post foi feito após ver e receber inúmeras mensagens de xenofobia e racismo contra os brasileiros.
“Minha reação aconteceu depois de ver e receber inúmeras mensagens de xenofobia e racismo contra os brasileiros. Vi pessoas chamando os brasileiros de ‘macacos’, dizendo para eles voltarem para o Brasil, insultando-os e até queimando a bandeira brasileira. Tudo isso me deixou muito revoltado e, levado por aquele momento de raiva, acabei respondendo de uma maneira que hoje reconheço que não foi a correta”, escreveu.
Um dos principais nomes da Espanha na conquista da Copa do Mundo de 2026, Nico Williams comemorou o título de uma forma que chamou a atenção dos brasileiros. O jogador, de 24 anos, entrou na cerimônia oficial do título, realizada na Plaza de Cibeles nesta segunda-feira (20), em Madri, ao som do funk brasileiro “Ela Ké Leitada”, do MC GW, e dançando o passinho do Jamal.
??Nico Williams comemora título da Copa com passinho do jamal e funk brasileiro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
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O atacante é declaradamente fã da cultura brasileira. Em entrevista à CazéTV após a conquista do título, ele afirmou: “Eu falo um pouquinho de português”, arrancando risadas ao arriscar um palavrão logo em seguida. Na ocasião, ele também dedicou o título ao seu ídolo, Neymar.
“Estou muito feliz, muito feliz por ser campeão do mundo. Para mim é o mais bonito e, no final, tenho Neymar como ídolo. Eu espero que ele esteja vendo isso, porque esta conquista também foi por ele”, declarou.
A celebração na capital espanhola contou com a presença de todo o elenco. Os jogadores foram chamados um a um ao palco, e cada um escolheu uma canção para sua aparição.
A Espanha venceu a Argentina neste domingo (19) por 1 a 0, na prorrogação, com gol de Ferran Torres, e voltou a conquistar a Copa do Mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a Fúria venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
Um dos principais nomes da Seleção Brasileira na Copa de 2022, Richarlison ficou de fora dos 26 convocados para a edição deste ano, mas renovou o seu acervo de piadas contra a Argentina. Em vídeo gravado pela namorada e compartilhado por meio dos stories, no domingo (19), o atacante aparece dando um “peixinho” no chão após o gol de Ferran Torres, que garantiu a vitória da Espanha sobre os alvicelestes.
??VÍDEO: Richarlison comemora gol de Ferran Torres que garantiu a derrota da Argentina na Copa
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
????Redes sociais / VaiDesmaiar
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O jogador do Tottenham já demonstrou antipatia pelos argentinos mais de uma vez. Defensor da rivalidade entre os brasileiros e os hermanos, Richarlison, em 2021, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, zoou a Argentina após a eliminação ainda na fase de grupos.
Ele e outros jogadores brasileiros publicaram "Tchau, hermanitos!" nas redes sociais após a queda argentina. Mais tarde, após conquistar a medalha de ouro, o atacante provocou os rivais durante uma live pós-título, recitando a frase: “jogaram como nunca, perderam como sempre”. Veja o momento abaixo.
quando vc tá na competição de quem odeia mais argentino e seu oponente é o richarlisson pic.twitter.com/H9Uj6wToWM https://t.co/ER89fjAwTV
— ???? ???? ???? ???? ???? (@kyloteez) July 20, 2026
Os argentinos, campeões em 2022, terminaram a edição de 2026 com o vice-campeonato. O jogo deste domingo foi finalizado em 1 a 0 para a Espanha, com o gol de Ferran na prorrogação, fazendo com que a La Furia conquistasse o mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a seleção venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
O Brasil caiu na Copa de 2026 ainda nas oitavas de final contra a Noruega, por 2 a 1. Após uma temporada abaixo da média pelo Tottenham, que brigou para não cair na Premier League, o atacante, apesar de ter feito parte do ciclo, ficou fora da convocação para o torneio.
Um dia após conquistarem o mundo pela segunda vez, os espanhóis foram às ruas de Madri, nesta segunda-feira (20), para receber os jogadores, que desfilaram pela capital com a taça da Copa do Mundo de 2026.
??Jogadores da Espanha desfilam com a taça da Copa do Mundo por Madrid
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
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O percurso do ônibus espanhol começou na região de Moncloa e passou por vias e pontos conhecidos da cidade, como as ruas Princesa, Goya e Serrano, além da Praça da Independência e da Puerta de Alcalá. O trajeto terminou na Calle de Montalbán, ao lado do Palácio de Cibeles, onde a maioria dos milhares de torcedores se aglomerou.
O avião que levou a Espanha de Nova York para Madri pousou às 9h30 (de Brasília) nesta segunda-feira, na capital espanhola, com a taça da Copa do Mundo.
Os jogadores, sob o comando do capitão Rodri e do técnico Luis de la Fuente, foram recebidos com aplausos na Casa Real. O rei Felipe VI, a rainha Letizia e as princesas Leonor e Sofia receberam a delegação espanhola para as saudações formais e, juntos, soltaram o grito de "campeões, campeões" no Palácio da Zarzuela.
A Espanha venceu a Argentina neste domingo (19) por 1 a 0, na prorrogação, com gol de Ferran Torres, e voltou a conquistar a Copa do Mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a Fúria venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
A Copa do Mundo de 2026 terminou e, para o Brasil, o debate já se deslocou para 2030. Depois da eliminação nas oitavas de final para a Noruega, pior campanha da Seleção desde 1990, o novo ciclo começa cercado de dúvidas sobre o futuro da equipe, da CBF e também de Neymar.
A última rodada do estudo Eu Vi o Brasil - O país do futebol?, realizado semanalmente pela agência de pesquisas de mercado IMO Insights, indica que parte relevante do torcedor brasileiro já enxerga o fim da passagem de Neymar pela Seleção. Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados consideram encerrado o ciclo do atacante com a camisa amarelinha.
O número, no entanto, não representa uma maioria absoluta. Outros 36% defendem que Neymar ainda merece seguir na Seleção Brasileira, enquanto 18% não concordam nem discordam sobre a permanência do jogador no próximo ciclo.
A discussão passa também pela idade. Neymar tem 34 anos e chegará à Copa de 2030 com 38, mesma faixa etária em que Lionel Messi disputou o Mundial de 2026 pela Argentina. Ainda assim, os dados indicam que o debate deixou de ser apenas físico ou técnico e passou a envolver também a percepção do torcedor sobre renovação.
Segundo a pesquisa, 67% dos entrevistados concordam que a saída de Neymar abriria espaço para uma renovação da Seleção pensando em 2030. Apenas 14% discordam, enquanto 18% não têm opinião definida.
A diretora de Operações da IMO, Simona Karen Miranda, afirmou que os números mostram perda de força da imagem do jogador entre os brasileiros. De acordo com ela, Neymar perdeu seis pontos percentuais como jogador preferido em relação ao levantamento anterior à Copa, aumentou três pontos como atleta de quem os torcedores menos gostam e caiu cinco pontos como nome que melhor representa o espírito da Seleção.
"Os números sugerem que a discussão em torno de Neymar deixou de ser apenas técnica e passou a refletir um desejo de mudança de ciclo por parte de uma parcela significativa dos brasileiros. Não indica apenas uma perda de popularidade do jogador, mas também uma maior disposição do torcedor para enxergar o futuro da Seleção sem ele", avaliou Simona.
Neymar teve uma participação limitada na Copa do Mundo de 2026. O atacante conviveu com uma lesão grau dois na panturrilha direita durante a preparação e disputou apenas 55 minutos no torneio. Ele entrou por 15 minutos diante da Escócia, na fase de grupos, e atuou cerca de 40 minutos na derrota para a Noruega, quando marcou o gol brasileiro em cobrança de pênalti.
Fora da Seleção, o futuro profissional do camisa 10 também é acompanhado com cautela. Neymar tem contrato com o Santos até o fim de 2026 e se reapresentou ao clube na última sexta-feira (17), após período de descanso nos Estados Unidos.
Caso a trajetória pela Seleção tenha chegado ao fim, Neymar deixa números históricos. Pela contagem da Fifa, o atacante é o maior artilheiro da história do Brasil, à frente de Pelé. Também conquistou pela Seleção principal a Copa das Confederações de 2013 e, com a equipe olímpica, foi medalhista de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.
A cobrança do torcedor, porém, não se limita a Neymar. O estudo também aponta pressão sobre a Confederação Brasileira de Futebol. Para 86% dos entrevistados, a CBF precisa passar por mudanças profundas para que o Brasil volte a ser uma potência no futebol mundial.
Além disso, 72% concordam que problemas de gestão contribuíram para a eliminação precoce da Seleção. O ciclo entre 2022 e 2026 foi marcado por instabilidade política na entidade e por quatro mudanças de treinador, do interino Ramon Menezes a Carlo Ancelotti, passando por Fernando Diniz e Dorival Júnior.
Mesmo assim, a responsabilidade pela queda nas oitavas foi dividida pelo público. Apenas 14% apontaram a CBF como principal culpada pela eliminação. O desempenho dos jogadores apareceu à frente, com 30%, seguido pelas decisões de Ancelotti, com 20%, e pela convocação, com 19%. Só 6% avaliaram que a Noruega simplesmente foi melhor.
Para Simona, os dados mostram que o torcedor reconhece a perda de protagonismo do futebol brasileiro, mas ainda resiste a interpretar a eliminação como reflexo de um problema definitivo de talento.
"Em outras palavras, embora 70% reconheçam que o Brasil perdeu protagonismo no cenário mundial, ainda prevalece a percepção de que o problema está na forma como esta Seleção jogou esta Copa e não em uma perda definitiva da capacidade do país de revelar talentos ou voltar a disputar títulos", finalizou.
O pentacampeão mundial brasileiro, Ronaldo Nazário, chamou a atenção neste domingo (19), durante o confronto entre Espanha e Argentina no Estádio Nova York/Nova Jersey em busca do título da Copa do Mundo. No camarote oficial da Federação Internacional de Futebol (FIFA), o craque levou a taça para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que a tocou logo no início da partida.
????VEJA: Ronaldo Fenômeno levou a taça da Copa do Mundo ao camarote presidencial antes da final entre Argentina e Espanha e a mostrou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump pic.twitter.com/FcBnXhkHBL
— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) July 19, 2026
JUST IN: President Trump gives the FIFA World Cup trophy a pat as he arrives for the World Cup Final between Spain and Argentina in New Jersey.
— Overton (@overton_news) July 19, 2026
Trump was joined by First Lady Melania Trump, Secretary of State Marco Rubio, and FIFA President Gianni Infantino.
FOX: “As you see… pic.twitter.com/COwwCOtfhC
Na ocasião, Trump estava ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino. O presidente americano participou ainda da cerimônia de entrega da taça e das medalhas à equipe vencedora do torneio após a partida.
Trump just refusing to leave when they’re lifting the trophy.
— Out of Context Football Manager (@nocontextfm1) July 19, 2026
Infantino desperately trying to get him to move.
Circus. pic.twitter.com/JABUGKUWXm
Segundo as regras da FIFA, apenas campeões mundiais e estadistas e o presidente da Fifa podem tocar o troféu sem utilizar luvas.
No palco da seleção espanhola, Trump ainda tentou participar do levantamento do troféu e se recusou a deixar o palco no momento em que a taça era erguida. A cena, conforme lembraram internautas, é parecida com a da Copa do Mundo de Clubes, em 2025, onde Trump também viralizou por querer participar da vitória do Chelsea.
O Brasil pode não ter chegado à grande final da Copa Do Mundo de 2026 nos gramados, mas a alma e o gingado brasileiros dominaram o espetáculo. A Rainha do Pop, Madonna fez questão de homenagear a Seleção Canarinho em grande estilo durante a sua apresentação no show do intervalo da competição.
Logo na abertura do show, a artista americana foi conduzida ao gramado do MetLife Stadium pelos craques brasileiros Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho, pentacampeões mundiais brasileiros.
A apresentação contou com um mashup de faixas inéditas de seu novo álbum de estúdio, Confessions on a Dance Floor II.
A Espanha é bicampeã da Copa do Mundo. Neste domingo (19), após amplo domínio sobre a Argentina, a seleção espanhola venceu a decisão por 1 a 0, na prorrogação, e voltou ao topo do futebol mundial após 16 anos.
O gol do título foi marcado por Ferran Torres, na segunda etapa da prorrogação. Apesar da superioridade apresentada durante o confronto, a Espanha encontrou dificuldades para transformar o controle da partida em vantagem no placar durante o tempo regulamentar.
A situação da Argentina ficou mais complicada no fim da segunda etapa, quando Enzo Fernández foi expulso. Com um jogador a mais, a equipe espanhola manteve a pressão durante o tempo extra até conseguir definir a final.
A conquista representou o segundo título mundial da história da Espanha. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a Fúria venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
A Argentina, campeã em 2022, terminou a edição de 2026 com o vice-campeonato na "última dança" de Lionel Messi, que se despede da competição após seis copas do mundo disputadas.
O JOGO
A Seleção Espanhola começou a partida à sua maneira: controladora e impondo protagonismo na posse de bola. Foi exatamente dessa forma que chegou ao primeiro lance de perigo. Aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelo com Dani Olmo pela direita e na devolução do camisa 10, chutou para a defesa de Emiliano Martínez. A bola acabou desviando em Lisandro Martínez, mas o arqueiro argentino defendeu sem sustos.
Espanha volta a assustar
Pelo meio, Fabian Ruiz recebeu de costas, e rolou para o meio onde encontrou Oyarzabal livre. O artilheiro espanhol dominou e chutou forte, mas Dibu Martínez defendeu sem espalmar aos 38 minutos.
SÓ DÁ ESPANHA!
Livre pela esquerda, Cucurella recebeu com liberdade e ajeitou o corpo para chutar em direção ao gol da Argentina, mas a bola foi para fora aos 42 minutos.

A Espanha, apesar de sair sem o gol, foi superior à Argentina na primeira etapa | Foto: Divulgação / Fifa
SEGUNDO TEMPO
A Espanha seguiu dominante assim como terminou a primeira etapa. No primeiro lance de perigo, Paredes bobeou na defesa, Baena recuperou a bola fica ajeitou o corpo e chutou de fora da área para o gol, mas Dibu Martínez ficou com ela com menos de um minuto.
Dani Olmo quase abre o marcador!
Aos 63 minutos, Dani Olmo recebeu pelo meio livre, ajeitando para bater forte de fora da área. No chute, Martínez espalmou, Pedri tentou alcançar mas a bola saiu da defesa argentina.
Ferran torres chega com perigo
Yamal driblou dois dois marcadores, disparou até a linha de fundo e lançou na área para Ferran Torres, que aos 21 minutos, subiu alto e cabeceou, mas Martínez ficou com a bola novamente.
Martínez mais uma vez!
Envolvendo a defesa argenina, a Espanha mais uma vez trocou uma série de passes na jogada de ataque até a bola morrer nos pés de Pau Cubarsí. O zagueiro arriscou um chute de longe e Martínez espalmou; Merino tentou alcançar, mas apenas evitou a saída da bola aos 31.
Ferran Torres volta a assustar
Aos 86, Merino achou Ferran Torres avançando na profundidade. O camisa 7 recebeu e chutou cruzado em direção a Martínez, que espalmou e defendeu mais uma.
Nico Williams perde chance de matar o jogo
Já nos acréscimos da partida, a Argentina desperdiçou um lance de ataque até a bola parar nos pés de Nico Williams, que sozinho disparou o campo todo e experimentou uma bomba para o gol, mas Dibu Martínez, mais uma vez, defendeu.
Yamal quase faz o gol do título de falta
No último minuto, Yamal foi o responsável por cobrar a última falta do tempo regulamentar, próxima à área. No chute, o camisa 19 pegou bem, mas Dibu Martínez defendeu.
PRORROGAÇÃO
Nico Williams foi o nome do jogador que mais uma vez deu perigo ao gol argentino, com a Espanha ainda superior na partida. Ainda no início, Pedri encontrou Williams entrando na área para raspar de cabeça e Dibu Martínez mais uma vez salvar, espalmando para a direita.
GOL ANULADO!
Mais uma vez pressionando, a Espanha chegou ao ataque e, após a bola permanecer viva dentro da área, Nico Williams finalizou para o gol. O lance, porém, foi anulado pelo árbitro, que assinalou falta de ataque após um pisão de Mikel Merino no pé de Otamendi.
Merino desperdiça mais uma chance
Nico Williams recebeu pelo lado esquerdo, dominou a bola e levantou na área. Merino se antecipou da marcação e desviou de cabeça, mas mandou para fora aos 102.
GOL DA ESPANHA!
Na retomada da segunda etapa da prorrogração, a Espanha enfim abriu o marcador com Ferran Torres. Nico Williams escorou o cruzamento de Pedro Porro para o camisa 7, que encheu o pé e mandou um foguete para o fundo da rede.
ISOLOU, SIMEONE!
Nos acréscimos da prorrogação, Messi cobrou escanteio e a bola sobrou nos pés de Simeone, que pegou de primeira e isolou a bola, perdendo a chance de empatar para os argentinos.
FICHA TÉCNICA
Espanha 1 x 0 Argentina — Final da Copa do Mundo de 2026
Data: 19 de julho de 2026
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, ge tv, SBT, NSports e CazéTV
Árbitro: Slavko Vincic, da Eslovênia
Assistentes: Tomaž Klancnik e Andra Kovacic, da Eslovênia
VAR: Bastian Dankert, da Alemanha
Cartões amarelos: Lisandro Martínez, Romero, Paredes, Enzo Fernandez (Argentina)
Cartão vermelho: Enzo Fernandez (Argentina)
Gols: Ferran Torres (Espanha)
Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte (Eric García), Cubarsí e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Mikel Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Williams) e Mikel Oyarzabal (Ferran Torres). Técnico: Luis de la Fuente.
Argentina: Emiliano Martínez; Montiel (Molina), Cristian Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Nico Gonzáles (Paredes), De Paul (Simeone), Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez (Senesi). Técnico: Lionel Scaloni.
Argentina e Espanha decidem neste domingo (19) quem será a campeã da Copa do Mundo de 2026. Às 16h, no horário de Brasília, as seleções se enfrentam no MetLife Stadiun, em Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, na grande final do torneio.
A decisão coloca frente a frente a atual campeã mundial e sul-americana contra a atual campeã europeia. De um lado, a Argentina tenta conquistar o quarto título de sua história e levantar a taça pela segunda edição consecutiva. Do outro, a Espanha busca o bicampeonato mundial e tenta voltar ao topo pela primeira vez desde 2010.
Além de garantir a taça da Copa do Mundo, quem sair vencedor receberá as medalhas de ouro e entrará para a história como o primeiro campeão da edição com 48 seleções. A final também marcará o encerramento do Mundial realizado em Estados Unidos, México e Canadá.
A Argentina chega à decisão após eliminar a Inglaterra na semifinal, com vitória por 2 a 1. Antes disso, a equipe comandada por Lionel Scaloni passou pela Suíça nas quartas de final, pelo Egito nas oitavas e por Cabo Verde nos 16 avos.
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0 na semifinal. No mata-mata, a seleção espanhola também passou por Bélgica, Portugal e Áustria até chegar à decisão.
Ambas as Seleções já foram escaladas pelos seus respectivos treinadores. Confira abaixo:
Luis de La Fuente segue para o embate sem mudanças, e vai mandar a campo o que tem de melhor. La Roja está escalada com Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Já Lionel Scaloni vem com mudança na escalação. Nico González entra na equipe titular para se juntar aos seus dez companheiros restantes e Paredes vai para o banco. A Seleção Argentina foi montada com Emiliano Martínez; Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Gonázalez; Lionel Messi e Julian Álvarez.
Depois de dias de atenção com a fumaça provocada por incêndios florestais e com alertas de tempestades em Nova Jersey, a final da Copa do Mundo de 2026 deve ser disputada em condições climáticas mais favoráveis neste domingo (19).
Argentina e Espanha decidem o título no MetLife Stadium, em East Rutherford, às 15h no horário local, 16h no horário de Brasília. A previsão para a região indica céu predominantemente ensolarado e temperatura máxima próxima dos 28°C no dia da partida.
A melhora ocorre após uma sequência de alertas meteorológicos no nordeste dos Estados Unidos. Ao longo do sábado (18), autoridades monitoraram risco de tempestades fortes, enchentes repentinas e má qualidade do ar por causa da fumaça de incêndios florestais.
Segundo meteorologistas ouvidos pela Associated Press, as tempestades ajudaram a dispersar parte da fumaça que atingia a região de Nova York e Nova Jersey. A expectativa é de que, no momento da final, a qualidade do ar esteja melhor, com apenas possibilidade de névoa leve.
A situação também reduz o risco de atrasos ou paralisações por causa do clima. Durante a Copa do Mundo, partidas em estádios abertos nos Estados Unidos seguiram protocolos de segurança em caso de raios. Quando há descargas elétricas em raio considerado perigoso próximo ao estádio, o jogo pode ser interrompido e retomado apenas após um período mínimo sem novos registros.
O protocolo já provocou paralisações no Mundial. Em 22 de junho, o jogo entre França e Iraque ficou parado por mais de duas horas devido à aproximação de tempestades.
Além da chuva forte, meteorologistas chamaram atenção para a chamada “dirty rain”, ou “chuva suja”. O fenômeno acontece quando gotas de chuva carregam partículas de fumaça suspensas na atmosfera e depositam resíduos em superfícies como carros, janelas e calçadas após a evaporação da água.
Apesar do nome, o efeito é comum em áreas atingidas por fumaça de incêndios florestais e ajuda a limpar o ar. No caso da final, a chuva na véspera é vista como fator importante para melhorar as condições no entorno do estádio.
A preocupação com o ar afetou também a preparação das seleções. A Espanha teve atividade impactada por causa das condições atmosféricas, enquanto a Argentina também precisou lidar com ajustes na programação antes da decisão.
A derrota da França para a Inglaterra por 6 a 4, na disputa de terceiro lugar da Copa do Mundo, terminou com cobrança pública no elenco francês. Após a partida deste sábado (18), em Miami, o meio-campista Adrien Rabiot criticou a postura da equipe no primeiro tempo e afirmou ter visto “comportamentos inadmissíveis” de alguns jogadores.
A França foi para o intervalo perdendo por 4 a 0. A atuação na etapa inicial provocou uma reação dura do técnico Didier Deschamps no vestiário e levou o treinador a fazer quatro substituições logo no retorno para o segundo tempo.
"Começamos de maneira bastante vergonhosa nesse primeiro tempo. Vi comportamentos de alguns jogadores que nunca tinha visto até hoje. Isso é um pouco decepcionante, porque era o nosso último jogo para encerrar essa competição de forma digna", disse Rabiot.
O meio-campista não citou nomes, mas deixou claro o incômodo com a postura da equipe após a eliminação para a Espanha na semifinal. Para ele, mesmo sem a possibilidade de disputar o título, a França ainda tinha a responsabilidade de encerrar a participação no Mundial de outra forma.
"Há muita decepção pela derrota para a Espanha, mas ainda havia um trabalho a ser feito até o fim, e não podemos simplesmente fazer as coisas de qualquer jeito", afirmou.
Depois do intervalo, a França reagiu e chegou a diminuir o placar para 4 a 3, mas voltou a sofrer gols e acabou derrotada por 6 a 4. A partida marcou o fim da campanha francesa na Copa do Mundo, com o quarto lugar.
Rabiot também revelou que houve uma conversa interna no vestiário durante o intervalo. Segundo ele, o grupo cobrou uma reação de orgulho para evitar uma derrota ainda mais pesada.
"Conversamos no intervalo e dissemos que era preciso ter um pouco mais de orgulho. E a equipe melhorou claramente no segundo tempo, porque, na primeira etapa, alguns comportamentos foram inadmissíveis", completou.
Deschamps também comentou o desempenho abaixo do esperado da França no início da partida. Questionado sobre a postura dos jogadores, o treinador evitou apontar culpados, mas reconheceu que a equipe teve atitudes consideradas fora do padrão.
"Tivemos alguns comportamentos estranhos durante a pausa para hidratação. Não quero criticar um jogador específico, nem os outros", disse.
No intervalo, o treinador promoveu quatro mudanças. Saíram Cherki, Doué, Theo Hernández e Konaté para as entradas de Barcola, Dembélé, Upamecano e Digne. Deschamps admitiu que poderia ter escolhido outra formação inicial para a disputa contra os ingleses.
"Fiz substituições e já disse aos meus jogadores tudo o que precisava dizer, mas não vou fazer isso diante de vocês. Eu errei. Deveria ter tomado outras decisões em relação à escalação inicial, e vocês podem dizer que isso é verdade. Se eu tivesse colocado outros jogadores desde o início, talvez o resultado tivesse sido melhor", afirmou.
Apesar da crítica, o técnico francês tentou evitar uma crise pública após a despedida do Mundial.
"Não quero apontar culpados nem criar polêmicas. Mas alguns jogadores, no plural, poderiam ter rendido mais, e isso não aconteceu. Ainda assim, desejo o melhor para todos eles", completou.
Com o resultado, a Inglaterra encerrou a Copa do Mundo na terceira colocação, enquanto a França ficou em quarto lugar depois de cair para a Espanha na semifinal.
A final da Copa do Mundo de 2026 ainda não começou, mas a Argentina já se prepara para um possível dia seguinte de celebração. Nos bastidores, o governo de Javier Milei discute a possibilidade de decretar feriado nacional na segunda-feira (20), caso a seleção argentina vença a Espanha e conquiste o título mundial.
A medida, segundo o jornal argentino Clarín, ainda não está oficializada e depende diretamente do resultado da decisão deste domingo (19). A avaliação, no entanto, é de que o feriado tem chances de ser adotado em caso de vitória da equipe comandada por Lionel Scaloni.
O cenário em análise repete o modelo adotado após a conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar. Na época, o governo de Alberto Fernández decretou feriado nacional para permitir que a população acompanhasse a chegada da delegação e participasse das comemorações pelo título vencido contra a França.
Além da discussão sobre o feriado, a Casa Rosada também se movimenta para organizar a parte logística de uma eventual festa. O governo argentino já mantém contato com a Associação do Futebol Argentino (AFA) para tratar do retorno da delegação ao país, caso a seleção levante novamente a taça.
A articulação envolve segurança, deslocamento da equipe e possíveis celebrações nas ruas. O chefe de Gabinete, Diego Santilli, afirmou que o governo não pretende definir o formato da comemoração, mas estará à disposição para colaborar com a organização.
"A decisão é dos jogadores e da comissão técnica. Não cabe ao governo decidir como será a comemoração. Nós vamos respeitar e acompanhar a decisão que eles tomarem", declarou.
Santilli também afirmou que ele e Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente Javier Milei, são os responsáveis por manter o diálogo direto com dirigentes da AFA.
A expectativa é de que uma eventual conquista provoque nova mobilização popular em Buenos Aires e em outras cidades argentinas. Em 2022, milhões de torcedores foram às ruas para celebrar o tricampeonato mundial, em uma festa que chegou a alterar o planejamento inicial do desfile da seleção.
Argentina e Espanha se enfrentam neste domingo, às 16h, no horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey. A seleção argentina busca o quarto título mundial de sua história e tenta conquistar a Copa pela segunda edição consecutiva.
Espanha e Argentina entram em campo neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, para decidir o título da Copa do Mundo de 2026. Enquanto os espanhóis buscam a segunda conquista de sua história, os argentinos tentam alcançar o tetracampeonato e defender o título conquistado em 2022.
A cerimônia de encerramento do Mundial está programada para acontecer antes de a bola rolar, com parte das emissoras iniciando a cobertura da decisão a partir das 14h.
Campeã mundial em 2010, na África do Sul, a Espanha retorna à final da competição após 16 anos. A equipe comandada por Luis de la Fuente chega à decisão com uma sequência de 37 partidas sem perder e a melhor defesa desta edição da Copa, com apenas um gol sofrido em sete jogos.
Além disso, a seleção espanhola ainda não esteve atrás do placar durante o torneio. Na semifinal, a equipe venceu a França por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, e garantiu a segunda participação de sua história em uma decisão de Copa do Mundo.
Do outro lado, a Argentina disputa a segunda final consecutiva e tenta se tornar a primeira seleção a conquistar duas edições seguidas do Mundial desde o Brasil, campeão em 1958 e 1962. Os títulos anteriores dos argentinos foram conquistados em 1978, 1986 e 2022.
A equipe comandada por Lionel Scaloni venceu os sete jogos disputados nesta Copa do Mundo. No mata-mata, os argentinos protagonizaram três viradas consecutivas contra Egito, Suíça e Inglaterra.
Na semifinal, a Argentina venceu os ingleses por 2 a 1, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Anthony Gordon abriu o placar para a Inglaterra, mas Enzo Fernández e Lautaro Martínez marcaram na etapa final e colocaram os atuais campeões novamente na decisão.
A final também colocará frente a frente Lionel Messi e Lamine Yamal. Aos 39 anos, o camisa 10 argentino disputa sua terceira decisão de Copa do Mundo, após o vice-campeonato em 2014 e o título de 2022. Yamal, de 19, busca conquistar seu primeiro Mundial pela seleção espanhola.
Argentina e Espanha não se enfrentam em uma Copa do Mundo desde 1966. Na ocasião, os argentinos venceram por 2 a 1, pela fase de grupos. Considerando também os amistosos, foram 14 confrontos entre as seleções, com seis vitórias espanholas, seis argentinas e dois empates. O encontro mais recente aconteceu em 2018, quando a Espanha goleou por 6 a 1.
FICHA TÉCNICA
Espanha x Argentina — Final da Copa do Mundo de 2026
Data: 19 de julho de 2026
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, ge tv, SBT, NSports e CazéTV
Árbitro: Slavko Vincic, da Eslovênia
Assistentes: Tomaž Klancnik e Andraž Kovacic, da Eslovênia
VAR: Bastian Dankert, da Alemanha
Provável Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.
Provável Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.
A idade influencia as preferências dos moradores de Salvador para a final da Copa do Mundo de 2026. Pesquisa realizada pela Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, divulgada neste sábado (18), aponta que os mais jovens demonstram maior apoio à Espanha, enquanto entre os idosos cresce a parcela dos que preferem não torcer por nenhuma das seleções finalistas.
Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, a maioria acredita no título espanhol, com 55% das respostas. Além da confiança no bicampeonato da Fúria, 48% afirmam que vão torcer pela seleção europeia na decisão.
Já entre os participantes da terceira idade, com 60 anos ou mais, a Argentina lidera quando a pergunta é sobre quem será campeã do Mundial. 62% apontam a seleção sul-americana como favorita ao título. Na hora de declarar torcida, porém, a maior parcela (44%) se distancia da decisão afirmando não apoiar nenhuma das finalistas.
No cenário geral, segundo a pesquisa, 54,5% dos soteropolitanos apontam a Argentina como campeã do Mundial, enquanto 45,5% apostam no título espanhol. Quando o assunto é torcida, a vantagem argentina também aparece: 48% afirmam que vão torcer pela equipe comandada por Lionel Scaloni, contra 29,5% que declaram preferência pela Espanha. Outros 22,5% dizem não torcer por nenhuma das seleções.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, às vésperas da grande final. A margem de erro é de 4,9%, com nível de confiança de 95%.
A Argentina entra em campo em busca do tetracampeonato mundial, enquanto a Espanha tenta conquistar o bicampeonato, 16 anos após seu primeiro título. A bola rola neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A rivalidade entre Bahia e Vitória ultrapassou as fronteiras do futebol baiano e chegou a final da Copa do Mundo 2026. A sétima rodada da pesquisa Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, mostra que tricolores e rubro-negros enxergam favoritos diferentes para a decisão entre Argentina e Espanha.
Entre os torcedores do Esquadrão de Aço, a Espanha aparece como principal escolha. Segundo a pesquisa, 51% acreditam que a seleção europeia conquistará o título, enquanto 42% afirmam que irão torcer pelos espanhóis na decisão.
Já entre os torcedores do Leão da Barra, o cenário é invertido. A Argentina é apontada como favorita por 67% dos entrevistados, enquanto 64% declaram torcida pelos sul-americanos.
Os números mostram que a divisão entre os dois maiores clubes de Salvador também reflete nas preferências para a principal partida do futebol mundial, com cada torcida demonstrando maior identificação com uma das finalistas.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, antecedendo a grande final. A margem de erro é de 4,9%, enquanto o nível de confiança é de 95%.
A Argentina entra em campo sonhando com o tetracampeonato, enquanto a Espanha espera conquistar o bicampeonato após 16 anos longe das finais. A bola rola no domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos.
A Argentina chega à final da Copa do Mundo de 2026 como favorita ao título entre os soteropolitanos. O levantamento realizado pela Duplamente Inteligência, em parceria com o Bahia Notícias, divulgado neste sábado (18), mostra que mais da metade dos entrevistados acredita que a seleção sul-americana conquistará o título diante da Espanha.
Segundo a pesquisa, 54,5% dos soteropolitanos apontam a Argentina como campeã do Mundial, enquanto 45,5% apostam no título espanhol. Quando o assunto é torcida, a vantagem argentina também aparece: 48% afirmam que vão torcer pela Scaloneta, contra 29,5% que declaram preferência pela Fúria Espanhola. Outros 22,5% dizem não torcer por nenhuma das seleções.
O levantamento também perguntou qual seria o placar mais provável para a final. A vitória da Argentina por 2 a 1 foi a resposta mais frequente, escolhida por 31% dos entrevistados. Em seguida, aparecem o triunfo da Espanha por 1 a 0 (24,5%), a vitória argentina por 1 a 0 (18%) e a decisão nos pênaltis (15%).
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador no dia 17 de julho, antecedendo a grande final. A margem de erro é de 4,9%, enquanto o nível de confiança é de 95%.
A Argentina entra em campo sonhando com o tetracampeonato, enquanto a Espanha espera conquistar o bicampeonato após 16 anos longe das finais. A bola rola no domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos.
O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino, afirmou nesta sexta-feira (17) que a Copa do Mundo de 2026 "não teria sido um sucesso tão incrível" sem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante uma recepção realizada na Trump Tower, em Nova York.
Durante o evento, Infantino elogiou o mandatário norte-americano e atribuiu a ele parte do êxito do torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México. "Você não precisa de pessoas para bajulá-lo, mas esta Copa do Mundo não teria sido um sucesso tão incrível sem você", declarou o dirigente.
A reunião não constava na agenda oficial da Fifa e só se tornou pública após a divulgação de imagens de Infantino ao lado de Trump na Trump Tower. O edifício abriga, desde o ano passado, um escritório da entidade em Nova York, inaugurado em meio à aproximação entre o presidente da Fifa e o chefe da Casa Branca.
Na quinta-feira (16), a Casa Branca confirmou que Donald Trump acompanhará a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha, marcada para domingo (19), no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
No domingo (19), os olhos do mundo do futebol estarão totalmente focados na final da Copa do Mundo de 2026, mas um feito inédito tem chamado a atenção. Em um formato inspirado no Super Bowl, esta será a primeira vez que a competição realizará um show no intervalo, e questões relacionadas ao tempo de paralisação foram levantadas.
A decisão entre Espanha e Argentina ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, e deve ter um intervalo entre 20 e 25 minutos, segundo a BBC. Até o momento, a Federação Internacional de Futebol (Fifa), organizadora do evento, informou que as apresentações durarão 11 minutos, com a participação de Madonna, Shakira, BTS, Justin Bieber e outros artistas.
A entidade acredita que apenas seis minutos serão necessários para montar e desmontar o palco, além de preparar o gramado para o reinício da partida, totalizando 17 minutos de intervalo, nada mais. Segundo a imprensa argentina e espanhola, essa questão foi comunicada às federações.
De acordo com a International Football Association Board (Ifab), responsável por criar as leis do jogo, o intervalo entre os dois tempos de uma partida não deve ultrapassar 15 minutos. Mas no ano passado, em julho de 2025, a final do Mundial de Clubes, também organizado pela Fifa e realizado no MetLife Stadium, teve um intervalo total de 24 minutos devido a um show com Coldplay, J Balvin, Doja Cat, Tems e Emmanuel Kelly.
Além do show do intervalo, outros artistas realizarão a tradicional apresentação antes da partida. Estão confirmados Post Malone, Robbie Williams, Laura Pausini, Nicole Scherzinger e Jennifer Hudson, que interpretará o hino dos Estados Unidos. O ator Tom Cruise e o influenciador IShowSpeed também participarão da celebração.
FINAL DA COPA DO MUNDO 2026
A bola rola para Argentina e Espanha às 16h (horário de Brasília), mas a cerimônia de encerramento está marcada para as 14h30 (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos, com transmissão da CazéTV, SBT, TV Globo, SporTV e Globoplay.
O presidente da Argentina, Javier Milei, não irá aos Estados Unidos acompanhar in loco a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, no próximo domingo (19). A informação foi confirmada pelo próprio mandatário ao jornal La Derecha Diario. Segundo Milei, uma superstição o impede de viajar, já que assistiu a todas as partidas desta Copa do Mundo no mesmo local.
“Não viajarei aos Estados Unidos neste domingo, de jeito nenhum. Assistirei à partida em Olivos, assim como no primeiro dia”, explicou Milei.
O presidente detalhou que assistirá ao jogo no cinema da residência presidencial com sua irmã, assim como tem feito desde a estreia da Argentina nesta Copa do Mundo.
Além do local da partida, Milei afirmou que uma jaqueta também tem sido uma companheira nos jogos.
"Como estava frio e eu não ligo o aquecimento, estou usando uma jaqueta da companhia de petróleo", comentou. Ele acrescentou, porém, que "no dia em que jogamos contra a Suíça estava muito quente, mas quando tirei a jaqueta eles fizeram um gol, então a vesti de novo".
Com a decisão tomada, o argentino segue o padrão dos seus antecessores. Em 2014, quando a seleção perdeu para a Alemanha, Cristina Fernández não viajou ao Brasil para assistir à final. Alberto Fernández, seu sucessor, também esteve ausente da final do Catar, em 2022, contra a França.
Do outro lado, Pedro Sánchez, acompanhado da Família Real Espanhola, estará presente na final.
Além da taça e das medalhas de ouro, os campeões da Copa do Mundo de 2026 receberão uma premiação inédita na história do torneio. A Fifa entregará anéis comemorativos exclusivos aos vencedores da final entre Argentina e Espanha, marcada para este domingo (19), no Estádio de Nova Iorque.
A novidade segue uma tradição comum no esporte dos Estados Unidos, especialmente em ligas como NFL, NBA e MLB, nas quais os campeões recebem anéis personalizados para marcar a conquista. Agora, o modelo será incorporado pela primeira vez ao protocolo de premiação da Copa do Mundo.
Os anéis fazem parte de uma edição limitada de 2026 peças, todas numeradas individualmente em referência ao ano do torneio. Desse total, 30 serão destinadas aos integrantes da seleção campeã.
As outras 1.996 unidades serão comercializadas como produto oficial licenciado da Copa do Mundo da Fifa de 2026, ficando disponíveis para torcedores de diferentes países.
Cada peça terá o Troféu da Copa do Mundo da Fifa em um dos lados. O outro lado será personalizado de acordo com a identidade da seleção campeã, que será definida após a decisão entre Argentina e Espanha.
Os anéis também serão confeccionados sob medida, numerados individualmente e acompanhados de certificado de autenticidade.
No momento da premiação, o capitão e o técnico da seleção campeã receberão anéis provisórios, apenas para marcar simbolicamente a conquista logo após a final. As 30 peças definitivas, personalizadas para os vencedores, serão entregues em uma data posterior.
A iniciativa amplia a presença de elementos ligados à cultura esportiva norte-americana na Copa de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A criação dos anéis, no entanto, também gerou críticas entre torcedores, que apontaram uma aproximação do Mundial com modelos tradicionais de premiação dos esportes dos Estados Unidos.
Antes da nova entrega, o protocolo da Fifa para a final seguirá com a cerimônia tradicional. Jogadores da Argentina ou da Espanha receberão as medalhas de ouro e levantarão a Taça Fifa após a decisão.
Uma das grandes revelações da Copa do Mundo de 2026, o goleiro Vozinha, de Cabo Verde, afirmou que pretende prolongar a carreira e fez uma exigência sobre o seu próximo clube. O jogador, de 40 anos, quer ser contratado pelo que ainda pode render dentro de campo, e não pelo marketing por trás dos milhões de seguidores conquistados durante o Mundial.
Em entrevista à emissora americana CBS, o goleiro disse que espera continuar jogando por pelo menos mais uma ou duas temporadas, desde que encontre um projeto esportivo que valorize suas qualidades como atleta.
“Espero encontrar uma equipe que realmente me queira pelo que posso contribuir como jogador, e não por razões de marketing”, afirmou, ao ser questionado sobre rumores que o ligam ao Inter Miami, onde joga Lionel Messi.
De acordo com Vozinha, a paixão pelo futebol é o motor para continuar em atividade.
“Essa é a primeira coisa que quero resolver porque amo o futebol. Estar aqui aos 40 anos... é porque realmente sinto essa paixão. Quero jogar por pelo menos mais um ou dois anos; vai depender de como meu corpo responder, porque nunca se sabe o que vai acontecer amanhã, mas quero jogar”, disse.
Dez jogadores do Atlético de Madrid poderão estar em campo na final da Copa do Mundo de 2026, entre Argentina e Espanha, quebrando um recorde de mais de 90 anos como o maior número de atletas de um único clube em uma decisão de Mundial.
Desde a final de 1934, tantos jogadores de um mesmo clube não iam a uma final de Copa do Mundo. Na época, a vice-campeã Tchecoslováquia tinha 11 representantes do Slavia Praga (sendo oito deles titulares), em um tempo em que a maioria dos atletas que compunham a seleção defendia clubes do futebol nacional.
JOGADORES DO ATLÉTICO DE MADRID NA FINAL
Ao todo, são quatro representantes pelo lado espanhol (Álex Baena, Grimaldo, Llorente e Pubill) e seis pelo lado argentino (Almada, Giuliano Simeone, Julián Álvarez, Musso, Nahuel Molina e Nico González), todos atletas do time madrilenho.
El Atleti será, por tercer Mundial consecutivo, el club con más jugadores en la final ??????
— Atlético de Madrid (@Atleti) July 16, 2026
Además, firmaremos la mayor representación de un equipo en una final de la Copa del Mundo desde Italia 1934 y la mayor presencia de un club español en el partido por el título en toda la… pic.twitter.com/Miug9wKD4x
Esta é a terceira Copa do Mundo seguida em que o Atlético de Madrid tem o maior número de representantes. Entre os principais nomes está Julián Álvarez. O atacante movimentou o mercado da bola devido a entraves que se tornaram públicos com os gigantes Barcelona e Real Madrid, além de ter recebido propostas próximas a R$ 1 bilhão.
Outro que chama a atenção é Giuliano Simeone, filho do técnico Diego Simeone, ídolo da seleção argentina e treinador do clube espanhol há 15 anos.
Argentina e Espanha entram em campo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela decisão do Mundial.
O presidente dos Estados Unidos, principal país-sede da Copa do Mundo de 2026, Donald Trump, confirmou presença na final do torneio, marcada para o domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela Casa Branca.
O mandatário passará primeiro pela cidade de Nova York na sexta-feira (17) para participar de uma recepção da Federação Internacional de Futebol (Fifa) na Trump Tower, antes da partida.
"Na sexta-feira, o presidente viajará para Nova York para participar de uma recepção da Fifa na Trump Tower, seguida de sua presença, no domingo, na final da Copa do Mundo da Fifa entre Espanha e Argentina", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. "Sua presença coroará aquela que foi a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história americana", finalizou.
Esta edição do Mundial é a primeira a ocorrer em mais de um país, sendo sediada em conjunto com o México e o Canadá. Até o momento, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, não confirmou presença na final do Mundial.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também não confirmou presença, mas já declarou anteriormente que não comparecerá a nenhuma partida do torneio. Em solidariedade à população mexicana, ela abriu mão de seus ingressos.
A poucos dias da final da Copa do Mundo de 2026, a Fifa voltou a ser alvo de críticas por novas ações comerciais ligadas ao torneio. Desta vez, a entidade decidiu permitir que torcedores paguem para acompanhar presencialmente a entrevista coletiva oficial da decisão entre Argentina e Espanha.
O evento está marcado para sexta-feira (17), em Nova York, e será realizado dentro do Fanatics Fest, festival voltado a torcedores no Javits Center. A coletiva reunirá representantes das duas seleções finalistas e também contará com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Diferentemente do modelo tradicional, em que coletivas oficiais são restritas à imprensa credenciada e profissionais envolvidos na cobertura do torneio, parte do público poderá acompanhar o evento mediante pagamento. O ingresso para o festival custa US$ 80, cerca de R$ 406.
Em comunicado, a organização do Fanatics Fest divulgou a ação como uma oportunidade rara para que torcedores vejam de perto integrantes das duas seleções antes da maior partida do futebol mundial. A final entre Argentina e Espanha será disputada no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A coletiva da final, no entanto, não será a única atração comercial do evento. O festival também terá participações de ex-jogadores, atletas de outras modalidades e celebridades. O inglês Rio Ferdinand, embaixador da Fifa, participará de sessões de fotos com torcedores por US$ 168,95, aproximadamente R$ 858.
Já uma foto com o ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez custará US$ 321, cerca de R$ 1.631. Segundo o jornal britânico The Times, David Beckham também deverá participar de um dos painéis promovidos durante o festival.
A venda de acesso à coletiva reforça a estratégia de monetização adotada pela Fifa durante a Copa de 2026. Ao longo do torneio, a entidade já havia sido criticada pela transformação das pausas para hidratação em janelas comerciais, o que abriu espaço para que emissoras norte-americanas ampliassem a venda de publicidade durante as partidas.
De acordo com a imprensa inglesa, a Fox Sports recuperou mais da metade dos US$ 485 milhões investidos nos direitos de transmissão da Copa apenas com a comercialização desses espaços publicitários.
Outro ponto de desgaste foi o preço dos ingressos para a decisão. Segundo a imprensa americana, o valor médio das entradas para Argentina x Espanha chegou a US$ 11 mil, cerca de R$ 55,9 mil, colocando a final entre os eventos esportivos mais caros já realizados nos Estados Unidos.
A Fifa também pretende comercializar pedaços do gramado utilizado na final. Cada unidade deverá custar US$ 450, aproximadamente R$ 2.286. Caso todas as peças sejam vendidas, a expectativa é de arrecadação próxima de US$ 11 milhões, o equivalente a R$ 55,9 milhões.
A Argentina está novamente na final da Copa do Mundo. Atual campeã, a equipe comandada por Lionel Scaloni derrotou a Inglaterra por 2 a 1, de virada, e terá a chance de defender o título conquistado em 2022 diante da Espanha, no próximo domingo (19), no Estádio Nova York/Nova Jersey.
Após a partida, Lionel Messi destacou a capacidade da seleção argentina de controlar emocionalmente um jogo que começou complicado e terminou com a sensação de superioridade construída ao longo dos 90 minutos.
Segundo o camisa 10, o empate mudou completamente a atmosfera da semifinal. A partir daquele momento, os argentinos passaram a acreditar que a classificação poderia ser conquistada ainda no tempo regulamentar.
"Quando empatamos, sentimos o apoio da torcida porque percebemos que poderíamos ganhar nos 90 minutos. Já os tínhamos encurralados. Entrávamos por dentro, por fora, criávamos chances com cruzamentos e passes em profundidade", afirmou.
Messi avaliou que a Argentina cresceu durante a partida enquanto a Inglaterra perdeu capacidade de reação. Para ele, a equipe sul-americana conseguiu transformar o domínio territorial em confiança para buscar a virada.
"Sentíamos que eles já não queriam mais jogar, e nós estávamos muito perto da vitória", completou.
O capitão também fez questão de destacar a participação dos torcedores argentinos, que transformaram as arquibancadas em um ambiente favorável à Albiceleste justamente no momento de maior pressão sobre os ingleses.
"Depois do 1 a 1, a torcida nos ajudou mais uma vez de forma impressionante. A Argentina é muito grande. Era um jogo que queríamos vencer de qualquer maneira e essa vitória nos leva para mais uma final de Copa do Mundo", disse.
A decisão diante da Espanha pode render um feito histórico aos argentinos. Caso conquistem o título, Messi e companhia se tornarão a primeira seleção a levantar duas Copas do Mundo consecutivas desde o Brasil bicampeão em 1958 e 1962, além de garantir o quarto troféu mundial da história do país.
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 pode render problemas. Após a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, os jogadores argentinos celebraram diante da torcida exibindo uma faixa com a frase "Las Malvinas son argentinas" ("As Malvinas são argentinas"), tema considerado político pela Fifa.
A mensagem foi estendida no gramado logo após o apito final e rapidamente ganhou repercussão internacional por fazer referência à disputa histórica entre Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas, conhecidas pelos britânicos como Falklands.
O gesto, porém, contraria o Código Disciplinar da Fifa, que proíbe manifestações de cunho político, ideológico ou religioso em competições organizadas pela entidade. O regulamento estabelece que federações e clubes podem ser responsabilizados por mensagens consideradas incompatíveis com o ambiente esportivo.
Entre as punições previstas estão advertências, multas, devolução de premiações e, em situações mais graves, até a retirada de títulos conquistados em competições oficiais.
Além da faixa exibida após a partida, a seleção argentina também pode ser analisada por outro episódio ocorrido antes da bola rolar. Durante a execução do hino inglês, torcedores argentinos presentes no estádio cantaram músicas para abafar a cerimônia, incluindo o tradicional coro "quem não pula é inglês".
De acordo com o regulamento disciplinar da Fifa, comportamentos que interfiram na execução dos hinos nacionais também podem resultar em sanções financeiras para as associações envolvidas.
A possível investigação acontece justamente às vésperas da decisão do Mundial. A Argentina enfrenta a Espanha no próximo domingo, às 18h, no Estádio Nova York/Nova Jersey, em busca do tetracampeonato mundial.
Caso conquiste o título, a equipe comandada por Lionel Scaloni poderá alcançar um feito que não acontece há mais de seis décadas: vencer duas Copas do Mundo consecutivas.
ENTENDA A HISTÓRIA
A frase exibida pelos jogadores remete à disputa territorial entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas. O arquipélago está sob controle britânico desde 1833, mas continua sendo reivindicado pelo governo argentino.
A tensão atingiu seu ponto máximo em 1982, quando os dois países entraram em guerra pelo território. O conflito durou 74 dias e terminou com a vitória britânica. Ao todo, morreram 907 pessoas, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis que viviam nas ilhas.
Mais de quatro décadas depois, a soberania das Malvinas segue sendo um dos temas mais sensíveis da política externa argentina, motivo pelo qual manifestações relacionadas ao assunto costumam ser tratadas pela Fifa como mensagens de caráter político.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, tentou afastar o contexto histórico que envolve o confronto contra a Inglaterra antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026, disputada nesta quarta-feira (15). Na véspera da partida, o treinador defendeu que o duelo fosse tratado apenas como um evento esportivo.
"É uma partida de futebol. Não posso misturar as coisas, especialmente por respeito ao que aconteceu há tantos anos. Foi um período muito triste da nossa história, e não há muito o que possamos fazer a respeito. Essa é a realidade", afirmou.
Apesar do discurso de Scaloni, a conquista da vaga na final foi marcada por uma manifestação dos jogadores argentinos. Após a vitória por 2 a 1, o elenco celebrou no gramado do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos, exibindo uma faixa com a frase "Las Malvinas son argentinas" ("As Malvinas são argentinas").
Nas imagens da comemoração aparecem jogadores como Lionel Messi, Lisandro Martínez, Cuti Romero e Giuliano Simeone próximos à faixa.
Antes da partida, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) havia determinado a proibição da entrada de torcedores com faixas, bandeiras ou qualquer referência à Guerra das Malvinas, além de mensagens consideradas provocativas relacionadas ao conflito histórico entre os dois países.
Com a classificação, a Argentina disputará sua segunda final consecutiva de Copa do Mundo e tentará conquistar o tetracampeonato. A equipe enfrenta a Espanha no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
GUERRA DAS MALVINAS
A Guerra das Malvinas foi um conflito armado travado entre Argentina e Reino Unido entre abril e junho de 1982 pela soberania do arquipélago das Ilhas Malvinas, conhecido pelos britânicos como Falkland Islands. O confronto durou 74 dias e terminou com a vitória do Reino Unido, que manteve o controle do território. Ao todo, 907 pessoas morreram, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis. A disputa pela soberania das ilhas permanece como um tema sensível nas relações entre os dois países e segue sendo reivindicada pela Argentina.
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 foi comemorada por torcedores em um bar de Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos, país que receberá a decisão do torneio no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium.
Após a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nesta quarta-feira (15), os argentinos celebraram o resultado com cantos, bandeiras e muita festa.
A seleção argentina garantiu a vaga na decisão com gols de Enzo Fernández e Lautaro Martínez, que saiu do banco de reservas para marcar o gol da vitória. Gordon havia aberto o placar para a Inglaterra.
Na final do torneio, os alvicelestes enfrentam a Espanha, que venceu a França na última terça-feira (14) por 2 a 0, e volta a uma final de Mundial após 16 anos.
Lautaro Martínez saiu do banco de reservas para selar a grande virada da Argentina sobre a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal da Copa do Mundo de 2026, nesta quarta-feira (15), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos. Gordon abriu o placar para os Three Lions, mas a seleção sul-americana buscou uma reação espetacular na reta final do confronto, adiando por mais quatro anos o sonho inglês de levar o futebol de volta para casa.
O futebol bem jogado foi um detalhe na primeira etapa do aguardado duelo desta tarde. A primeira finalização, sem grande perigo, saiu apenas aos 32 minutos, em um cabeceio para fora do zagueiro Stones, da Inglaterra, após cobrança de falta na área.
Se faltou emoção com a bola rolando, sobrou rispidez nas divididas. Foram sete faltas cometidas pelos ingleses e 12 pelos argentinos. O primeiro tempo terminou sem nenhum chute no alvo e com apenas três tentativas de finalização no total: duas da Argentina e uma da Inglaterra.
Toda a emoção reservada para os 45 minutos finais da partida acabou definindo os rumos das duas seleções no Mundial de forma dramática. A Argentina começou bem o segundo tempo, mas a melhora foi interrompida por um longo lançamento pela lateral para Rogers, que deu o passe para Gordon abrir o placar.
Mas os argentinos não se acomodaram e cercaram a área da Inglaterra. Foram algumas chances até o empate. A bola chegou aos pés de Enzo Fernández e, na sobra do escanteio, o meio-campista mandou um chutaço direto para o fundo da rede.
Com um futebol irresistível, os alvicelestes pressionaram até conquistar a virada. Lionel Messi apareceu para mandar a bola para Lautaro Martínez. Um 2 a 1 que transformou Atlanta em Buenos Aires.
Com o resultado positivo, a Argentina vai à sua segunda final de Copa do Mundo seguida e sonha em conquistar a quarta estrela. A equipe entra em campo contra a Espanha para disputar a grande final da Copa do Mundo no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, às 16h (horário de Brasília).
Inglaterra e Argentina voltam a se encontrar em um mata-mata de Copa do Mundo nesta quarta-feira (15), às 16h (horário de Brasília), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, pela semifinal do Mundial de 2026. Com a Espanha confirmada do outro lado do chaveamento, a seleção sul-americana busca conquistar a sua quarta estrela, além de defender o título de atual campeã, enquanto os ingleses tentam voltar à decisão após baterem na trave em 1990 e 2018.
A partida terá transmissão da TV Globo, SporTV, ge, Globoplay, SBT, NSports e CazéTV. Como citado anteriormente, o vencedor do confronto enfrenta a Espanha, que chega a uma final de Copa após 16 anos, depois de mandar a favorita ao título, a França, de volta para casa.
Vindo de uma classificação iluminada por Jude Bellingham contra os noruegueses nas quartas, os ingleses, sob o comando de Thomas Tuchel, buscam manter a sequência de superação frente aos adversários, como fizeram ao longo da competição, a exemplo da classificação para cima do México com um jogador a menos. Apesar das ressalvas feitas sobre o desempenho da equipe no último jogo, o técnico dos Three Lions afirmou que os jogadores chegarão “famintos” para a semifinal.
Do outro lado, os alvicelestes, que se mostraram muito dependentes de seu camisa 10, Lionel Messi, esperam manter o espírito resiliente que garantiu as classificações contra Cabo Verde e Suíça, nas oitavas e quartas de final, respectivamente. Lionel Scaloni, técnico da Argentina, sabe que sua equipe vai precisar jogar mais futebol do que apresentou nesta Copa do Mundo. Após a vitória contra a Suíça, o craque argentino chegou a afirmar que eles “contaram com a sorte” na classificação.
Ainda dentro das quatro linhas, o confronto carrega uma das maiores histórias das Copas, remetendo a 1986, quando Diego Maradona marcou o “Gol do Século” e o gol da “Mão de Deus” contra os ingleses. Desde então, os encontros entre as seleções ficaram marcados por muita tensão, como em 1998, com a expulsão de David Beckham, e em 2002, quando o próprio Beckham decidiu o duelo na fase de grupos.
FICHA DO JOGO
Inglaterra x Argentina — Semifinal da Copa do Mundo de 2026
Data: 15/07/2026
Horário: 16h (horário de Brasília)
Local: Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta (EUA)
Transmissão: TV Globo, SporTV, ge, Globoplay, SBT, NSports e CazéTV
Arbitragem: Ismail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker (EUA) e Kyle Atkins (EUA)
VAR: Marco Di Bello (Itália)
Provável Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, Enzo Fernández, De Paul, Mac Allister e Messi; Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.
Provável Inglaterra: Pickford; O'Reilly, Guéhi, Stones e Konsa; Anderson, Rice e Bellingham; Gordon, Saka e Kane. Técnico: Thomas Tuchel.
FRANÇA 0 X 2 ESPANHA
Diante de pouco mais de 70 mil torcedores, a Espanha venceu a França por 2 a 0. Os gols foram marcados por Mikel Oyarzabal, que converteu uma cobrança de pênalti na primeira etapa, e Pedro Porro, que definiu o placar no segundo tempo. Lamine Yamal chegou a balançar as redes, mas o lance foi anulado devido ao impedimento. Esta é a segunda vez que os espanhóis chegam a uma final, buscando repetir o feito de 2010, quando conquistaram o único título mundial de sua história com o gol histórico de Andrés Iniesta na prorrogação contra a Holanda.
Um dos representantes da arbitragem brasileira na Copa do Mundo de 2026, Raphael Claus agradeceu as mensagens de apoio após as polêmicas do caso Balogun. Por meio das redes sociais, nesta terça-feira (14), o juiz enfatizou que atuar no torneio é a concretização de um sonho e ressaltou a honra em representar as instituições, agradecendo "pela confiança e apoio".
"Sou muito grato a Deus por me permitir viver, mais uma vez, esse sonho. Minha gratidão às instituições que tenho a honra de representar pela confiança e pelo apoio. À minha família, que é meu alicerce, minha força e meu porto seguro. Obrigado a todos que dedicaram um tempo para me enviar uma mensagem tanto nos momentos de alegria quanto nos desafios. Meu muito obrigado!", escreveu o árbitro.
ENTENDA O CASO
Durante a fase eliminatória do Mundial, Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina se enfrentaram nos 16 avos de final. Na partida, o atacante americano Balogun foi expulso pelo árbitro brasileiro depois de pisar no calcanhar do adversário Tarik Muharemovi?.
Com a suspensão automática prevista no regulamento, o jogador não deveria ter entrado em campo contra a Bélgica nas oitavas de final, mas a decisão foi revertida pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), o que gerou protestos e falas acaloradas de Trump a favor da revogação da punição.
“Ele é o nosso melhor jogador, ou um dos nossos melhores. É um atleta muito importante. Quando deram o cartão vermelho, eu nem sabia exatamente o que aquilo significava. Depois me explicaram que ele ficaria fora do próximo jogo. Pensei: 'Isso é muito grave.' Se acontecesse com qualquer jogador já seria injusto, mas quando tiram o seu principal jogador de uma partida decisiva, isso é ainda pior. Uma coisa é puni-lo durante aquele jogo. Outra é castigá-lo por uma partida que ainda nem aconteceu. Isso é muito injusto. Não se pode fazer isso”, afirmou Trump.
O que mais atiçou a torcida brasileira foi o presidente norte-americano afirmar que Claus seria um árbitro “um pouco suspeito”.
“Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o passado dele… Eu não quero dizer isso, porque não gosto de criar polêmica, mas muito suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado”, declarou.
Trump ainda chegou a afirmar que havia feito o pedido de revisão diretamente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino.
“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, disse.
Em comunicado, Infantino confirmou a conversa com Trump, mas tentou desvincular a decisão do comitê da influência do presidente americano. A Fifa também divulgou um posicionamento oficial em defesa do árbitro brasileiro. Em nota, a entidade reconheceu Claus como "um dos principais árbitros profissionais do mundo" e disse manter "total confiança" em seu trabalho.
A polêmica envolvendo Folarin Balogun não terminou com a eliminação dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026. Dias após a derrota por 4 a 1 para a Bélgica, o atacante reconheceu que a decisão da Fifa de suspender sua punição às vésperas das oitavas de final afetou o ambiente da seleção norte-americana.
Em entrevista ao programa CBS Mornings concedida nesta semana, Balogun comentou pela primeira vez a repercussão do caso. O jogador admitiu que recebeu com alívio a notícia de que poderia enfrentar os belgas, mas percebeu rapidamente que a liberação viria acompanhada de pressão.
"Minha reação inicial foi de felicidade por voltar à equipe. Mas, quando comecei a pensar melhor, percebi que isso geraria muita controvérsia", afirmou.
Balogun havia sido expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina, na fase anterior. O cartão vermelho renderia suspensão automática para o jogo seguinte, mas a Fifa decidiu transformar a punição em uma sanção suspensa, permitindo que o atacante entrasse em campo contra a Bélgica.
A decisão ocorreu depois de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, confirmar que conversou com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para tratar da expulsão. O episódio provocou críticas no futebol internacional e levantou questionamentos sobre uma possível interferência política em um processo disciplinar da entidade.
Para Balogun, a repercussão saiu dos bastidores e chegou ao grupo.
"Era possível perceber um certo nervosismo entre os jogadores, porque era uma situação muito incomum. Conforme o jogo se aproximava, tentei manter o foco, mas foi difícil. Havia muito barulho do lado de fora, e é complicado ignorar isso", disse.
Os Estados Unidos acabaram derrotados pela Bélgica por 4 a 1 e se despediram da Copa nas oitavas de final. Balogun foi titular na partida, mas não conseguiu evitar a eliminação da seleção anfitriã.
A liberação do atacante já havia provocado reação antes mesmo de a bola rolar. A federação belga contestou a elegibilidade do jogador, enquanto a Uefa criticou publicamente a decisão da Fifa e afirmou que a entidade havia cruzado uma “linha vermelha”.
O caso também foi comentado por Andrew Giuliani, diretor executivo da força-tarefa da Casa Branca criada para acompanhar a Copa do Mundo. Ele admitiu que a controvérsia pode ter pesado no contexto da partida, embora tenha evitado apontar uma relação direta com o desempenho dos jogadores.
"Não sou psicólogo esportivo, então não posso dizer até que ponto isso afetou os jogadores. Mas continuo orgulhoso da maneira como esse grupo demonstrou caráter, mesmo nos momentos mais difíceis", afirmou.
A Fifa sustenta que o processo foi conduzido de forma independente.
A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre França e Espanha terá um minuto de silêncio antes de a bola rolar. Segundo informações do correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos, Leonardo Baran, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, atendeu a um pedido do presidente francês Emmanuel Macron para que a homenagem fosse realizada.
A partida será disputada nesta terça-feira (14), às 16h, no horário de Brasília, e vale uma vaga na final do Mundial. O gesto antes do jogo será dedicado às vítimas do atentado de Nice, que completa dez anos nesta terça.
O ataque aconteceu em 14 de julho de 2016, durante as comemorações do Dia Nacional da França, também conhecido como Dia da Queda da Bastilha. Na ocasião, um caminhão avançou contra a multidão que celebrava a data na Promenade des Anglais, em Nice.
Ao todo, 86 pessoas morreram e centenas ficaram feridas. O atentado marcou uma das maiores tragédias recentes da França e voltou a ser lembrado no dia em que a seleção francesa entra em campo por uma vaga na decisão da Copa.
A França enfrenta a Espanha pela primeira semifinal do torneio. Quem vencer avança para a final e enfrentará o classificado do duelo entre Inglaterra e Argentina, marcado para quarta-feira (15).
A Fifa definiu os uniformes que serão utilizados pelas seleções nas semifinais da Copa do Mundo de 2026. França e Inglaterra atuarão como mandantes de seus confrontos e entrarão em campo com os uniformes principais, enquanto Espanha e Argentina jogarão com a segunda opção.
A primeira semifinal será disputada nesta terça-feira (14), às 16h, no horário de Brasília, entre França e Espanha. A seleção francesa usará camisa azul, shorts brancos e meiões vermelhos. O goleiro francês vestirá uniforme verde.
Do outro lado, a Espanha atuará com camisa branca, shorts vermelhos e meiões brancos. O goleiro espanhol entrará em campo com uniforme amarelo.
Na segunda semifinal, marcada para quarta-feira (15), também às 16h, Inglaterra e Argentina disputarão a outra vaga na decisão. Os ingleses jogarão com uniforme totalmente branco. O goleiro da Inglaterra usará amarelo.
A Argentina, por sua vez, utilizará o segundo uniforme. A seleção sul-americana entrará em campo com camisa azul escura, shorts pretos e meiões pretos com detalhes em branco. O goleiro argentino vestirá uniforme verde-água com detalhes em azul.
As definições fazem parte do protocolo da Fifa para evitar conflito visual entre as equipes e facilitar a identificação de jogadores, goleiros, arbitragem e público durante as partidas.
As semifinais definirão os dois finalistas da Copa do Mundo. O vencedor de França x Espanha enfrentará quem avançar de Inglaterra x Argentina na decisão do torneio.
No caso da Argentina, a escolha do uniforme também carrega uma outra simbologia. Segundo a ESPN, a federação argentina solicitou à Fifa autorização para utilizar a segunda camisa diante da Inglaterra.
Em Copas do Mundo, a Argentina venceu os dois confrontos contra os ingleses em que atuou de azul. Em 1986, derrotou a Inglaterra por 2 a 1 nas quartas de final, em jogo marcado pelos dois gols de Diego Maradona. Em 1998, pelas oitavas, voltou a jogar de azul e avançou nos pênaltis após empate por 2 a 2.
Confira abaixo as combinações:

A Argentina chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 com um retrospecto particular envolvendo a arbitragem de vídeo. Até o momento, nenhuma decisão tomada em campo foi revertida pelo VAR de maneira desfavorável à seleção comandada por Lionel Scaloni.
Um levantamento produzido pelo NetSI Sport, grupo de pesquisa ligado à Northeastern University, contabilizou as intervenções realizadas durante os primeiros 97 jogos do Mundial. No recorte, que abrangia a fase de grupos e as oitavas de final, a Argentina registrava quatro mudanças de decisão a seu favor e nenhuma contra. O México também possuía quatro alterações favoráveis naquele momento.
A análise considerou decisões efetivamente modificadas após a atuação do árbitro de vídeo, principalmente em lances relacionados a faltas. Isso significa que checagens nas quais a marcação original foi mantida, assim como reclamações que não provocaram uma revisão, não aparecem como reversões.
Segundo o estudo, foram registradas 35 intervenções do VAR nos 97 jogos analisados. Na Copa do Mundo de 2022, foram contabilizadas 26, enquanto a edição de 2018, primeira com a utilização da tecnologia, teve 22.
O levantamento foi publicado antes da classificação argentina diante da Suíça. Nas quartas de final, uma nova intervenção terminou favoravelmente à atual campeã mundial.
O atacante suíço Breel Embolo recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso após uma revisão do VAR. A arbitragem havia marcado uma infração a favor da Suíça, mas utilizou o protocolo relacionado a erro de identificação e concluiu que Embolo havia simulado o contato. A decisão também mudou o sentido da falta inicialmente assinalada.
A utilização do protocolo foi contestada pelo técnico suíço Murat Yakin e pela ex-árbitra Fifa Christina Unkel. Na avaliação da analista, a revisão não se limitou a identificar corretamente o jogador envolvido e acabou mudando a interpretação completa da jogada, aproximando o VAR de uma nova arbitragem do lance.
Com isso, a Argentina passou a ter ao menos cinco mudanças de decisão favoráveis no torneio, mantendo o registro de nenhuma reversão contrária até a semifinal.
RECLAMAÇÕES COMEÇARAM NA FASE DE GRUPOS
As discussões em torno da arbitragem argentina começaram na estreia, diante da Argélia. A federação argelina apresentou uma reclamação após a derrota por 3 a 0 e questionou, entre outros lances, a ausência de uma expulsão para Lionel Messi após um contato com Aïssa Mandi. O camisa 10 permaneceu em campo e marcou três gols na partida.
O debate aumentou nas oitavas de final, quando a Argentina venceu o Egito por 3 a 2. A seleção africana chegou a marcar no segundo tempo, mas o gol foi anulado depois que o VAR identificou uma falta de Marwan Attia sobre Lisandro Martínez durante a construção da jogada.
Nos minutos finais, os egípcios também pediram um pênalti sobre Mohamed Salah. A arbitragem, porém, entendeu que houve um contato normal com Julián Álvarez e manteve o jogo. Pouco depois, a Argentina marcou o gol da classificação.
O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, defendeu as decisões. De acordo com o dirigente, todos os gols passam por uma análise da fase ofensiva que originou o lance, sem um limite fixo de tempo ou distância para que uma falta seja considerada. Collina afirmou ainda que o contato sobre Salah não configurou infração e rejeitou qualquer possibilidade de influência externa sobre os árbitros.
NÚMEROS NÃO COMPROVAM FAVORECIMENTO
Apesar do saldo favorável à Argentina, o próprio estudo alerta que os dados não permitem concluir que exista uma atuação deliberada dos árbitros para beneficiar uma seleção.
Brennan Klein, diretor do NetSI Sport, explicou que os números mostram apenas quantas marcações foram alteradas e para qual lado as mudanças ocorreram. Uma intervenção favorável pode indicar, por exemplo, que o árbitro de campo cometeu um erro contra aquela equipe e que o VAR corrigiu a decisão.
Dessa forma, o dado objetivo é que a Argentina ainda não teve uma marcação de campo modificada pelo VAR em seu prejuízo. O retrospecto, porém, não representa por si só uma prova de favorecimento, embora as decisões tenham ampliado a pressão sobre a arbitragem antes do confronto com a Inglaterra pela semifinal.
França e Espanha entram em campo nesta terça-feira (14) para abrir as semifinais da Copa do Mundo de 2026. O confronto será disputado às 16h, pelo horário de Brasília, no AT&T Stadium, em Arlington, na região de Dallas, nos Estados Unidos.
A partida terá transmissão exclusiva da CazéTV no Brasil, de forma gratuita pelo YouTube. O vencedor enfrentará Inglaterra ou Argentina na final, marcada para o próximo domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Campeã mundial em 2018 e vice em 2022, a França tenta alcançar a terceira decisão consecutiva da competição. A equipe comandada por Didier Deschamps venceu todas as partidas disputadas nesta edição e chega à semifinal após superar o Marrocos por 2 a 0 nas quartas de final.
O principal destaque francês é Kylian Mbappé. O atacante marcou oito gols no torneio e divide a artilharia da Copa com Lionel Messi. Ao lado de Ousmane Dembélé, o camisa 10 forma uma dupla que já balançou as redes 13 vezes na competição.
Para este confronto, a expectativa é pelo retorno de Aurélien Tchouaméni ao time titular. Recuperado de uma lesão muscular, o volante perdeu os dois últimos jogos da França, mas treinou antes da vitória sobre o Marrocos. Manu Koné é a outra opção para atuar ao lado de Adrien Rabiot no meio-campo.
A Espanha, por sua vez, disputa a semifinal de uma Copa do Mundo pela segunda vez na história. A primeira ocorreu em 2010, quando a equipe avançou à decisão e conquistou o título ao vencer a Holanda.
A seleção dirigida por Luis de la Fuente garantiu a classificação após derrotar a Bélgica por 2 a 1. Antes disso, os espanhóis eliminaram Áustria e Portugal no mata-mata. O gol sofrido diante dos belgas foi o primeiro da equipe nesta edição do Mundial.
La Fuente possui uma dúvida no meio-campo. Pedri, titular durante a maior parte da competição, disputa posição com Fabián Ruiz, que começou jogando contra a Bélgica e marcou um dos gols da classificação. Lamine Yamal, Dani Olmo e Rodri estão entre os principais nomes espanhóis.
O duelo também reedita duas semifinais recentes vencidas pela Espanha. Na Eurocopa de 2024, a equipe espanhola ganhou por 2 a 1 antes de conquistar o título. Já na Liga das Nações de 2025, a Fúria venceu um confronto de nove gols pelo placar de 5 a 4. A França levou a melhor na final da Liga das Nações de 2021, quando venceu por 2 a 1.
Este será apenas o segundo encontro entre França e Espanha em Copas do Mundo. O primeiro aconteceu nas oitavas de final de 2006. Na ocasião, os franceses venceram por 3 a 1, com gols de Franck Ribéry, Patrick Vieira e Zinedine Zidane. David Villa marcou para os espanhóis.
FICHA DO JOGO
França x Espanha - Semifinal da Copa do Mundo de 2026
Data: terça-feira, 14 de julho
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: AT&T Stadium, Arlington, Estados Unidos
Transmissão: CazéTV
Arbitragem: Ivan Barton (El Salvador)
Assistentes: David Moran (El Salvador) e Antonio Pupiro (Nicarágua)
VAR: Tomasz Kwiatkowski (Polônia)
Provável França: Maignan; Koundé, Saliba, Upamecano e Digne; Tchouaméni, Rabiot e Olise; Dembélé, Doué e Mbappé. Técnico: Didier Deschamps.
Provável Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Pedri (Fabián Ruiz) e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.
ARGENTINA X INGLATERRA
A outra vaga na decisão será definida nesta quarta-feira (15), quando Inglaterra e Argentina se enfrentam, às 16h, no Estádio de Atlanta. Atual campeã mundial, a seleção argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação, enquanto os ingleses superaram a Noruega por 2 a 1. O confronto também coloca frente a frente Lionel Messi e Jude Bellingham, principais destaques das equipes, e será transmitido por TV Globo, CazéTV, SBT e N Sports.
Quase 100 mil noruegueses foram às ruas nesta segunda-feira (13) para receber os jogadores da seleção, que desembarcaram no país após a eliminação na Copa do Mundo para a Inglaterra, no último sábado (11). A multidão se concentrou no Palácio Real de Oslo, residência oficial da família real do país. Confira o momento abaixo:
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 13, 2026
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Os atletas foram recebidos por Haakon, príncipe herdeiro do país, que tocou o tambor e comandou uma remada viking coletiva, gesto que ficou mundialmente conhecido durante o torneio ao se tornar a comemoração oficial entre jogadores e torcidas após as partidas do Mundial.
O avião com a delegação aterrissou no terminal de jatos particulares do Aeroporto de Oslo às 14h06 (horário de Brasília), sendo recepcionado por jatos d'água. Momentos antes, ao entrar no espaço aéreo norueguês, a aeronave foi escoltada por dois caças F-35 da Força Aérea do país.
A Noruega voltou a disputar a Copa do Mundo após 28 anos afastada da competição. Antes de chegar ao maior palco do futebol, os jogadores fizeram uma campanha perfeita nas Eliminatórias da UEFA para a Copa do Mundo, terminando com o melhor desempenho geral do torneio. Eles venceram todos os 8 jogos do Grupo I, que incluía a Itália, e registraram resultados expressivos, como uma goleada histórica de 11 a 1 sobre a Moldávia.
Na Copa, os noruegueses deixaram a competição com um retrospecto de seis jogos, quatro vitórias e duas derrotas: uma para a França, por 4 a 1, na última rodada da fase de grupos, e outra para a Inglaterra, por 2 a 1, nas quartas de final. Esta equipe também foi a responsável por eliminar o Brasil nas oitavas de fina da competição, por 2 a 1.
Mesmo deixando a competição na antepenúltima fase, a estrela norueguesa Erling Haaland está entre os três goleadores desta edição, tendo marcado sete dos 11 gols da equipe, ficanda atrás do argentino Lionel Messi e do francês Kyllian Mbappé.
Com esses resultados, a seleção fechou sua quarta participação em mundiais com a melhor campanha de sua história, terminando em 5º lugar geral.
A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra mobilizou as autoridades de segurança dos Estados Unidos. A polícia de Atlanta está em estado de alerta diante da possibilidade de conflitos entre torcedores das duas seleções, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas do futebol mundial. A informação é de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias.
Argentinos e ingleses se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h, no horário de Brasília, no Atlanta Stadium, nome utilizado pela Fifa para o Mercedes-Benz Stadium durante a competição. A partida vale uma vaga na decisão do Mundial.
A expectativa é de que aproximadamente 75 mil pessoas acompanhem o confronto no estádio, com uma divisão equilibrada entre torcedores argentinos e ingleses. Um dos principais pontos de preocupação é a limitada separação das duas torcidas nas arquibancadas.
Em jogos da Copa do Mundo, apenas os ingressos distribuídos diretamente às federações costumam ocupar setores específicos. Os bilhetes adquiridos por meio das vendas gerais e da plataforma de revenda da Fifa podem colocar torcedores das duas seleções lado a lado.
Diante do cenário, o Departamento de Polícia de Atlanta aumentou o efetivo e os recursos destinados à segurança nas áreas de maior circulação da cidade, especialmente nos arredores do estádio e nos pontos de concentração dos torcedores. As autoridades querem impedir que provocações relacionadas à rivalidade histórica se transformem em confrontos físicos.
Apesar de o comportamento dos ingleses ter sido considerado positivo ao longo do Mundial, registros isolados de confusões envolvendo torcedores das duas nacionalidades elevaram o nível de atenção. A presença expressiva de comunidades argentinas e britânicas nos Estados Unidos também deve aumentar o público nas ruas de Atlanta antes e depois da partida.
A rivalidade entre Argentina e Inglaterra ultrapassa as quatro linhas. O conflito político entre os países foi intensificado pela Guerra das Malvinas, chamada de Falklands War pelos britânicos, travada em 1982 pelo controle do arquipélago localizado no Atlântico Sul.
Quatro anos depois, as seleções se encontraram nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no México. Diego Maradona marcou os dois gols da vitória argentina por 2 a 1. O primeiro foi anotado com a mão e validado pela arbitragem, em um lance que ficou conhecido mundialmente como a "Mão de Deus".
Poucos minutos depois, Maradona atravessou o campo, passou por jogadores ingleses e marcou o gol posteriormente eleito pela Fifa como o mais bonito da história das Copas. Para os argentinos, a vitória ganhou um significado que foi além do futebol em razão da guerra ocorrida quatro anos antes.
A tensão entre as seleções, no entanto, já existia desde a Copa de 1966. Na ocasião, a Inglaterra venceu a Argentina por 1 a 0 nas quartas de final, em Wembley, em uma partida marcada pela expulsão do capitão argentino Antonio Rattín. A confusão provocada pela falta de uma sinalização clara da arbitragem contribuiu posteriormente para a criação dos cartões amarelo e vermelho.
Os países voltaram a se enfrentar nas oitavas de final do Mundial de 1998. Após empate por 2 a 2, a Argentina avançou nos pênaltis em um jogo marcado pela expulsão de David Beckham. Quatro anos depois, Beckham marcou de pênalti o gol da vitória inglesa por 1 a 0 na fase de grupos da Copa de 2002.
O último encontro entre as seleções ocorreu em um amistoso disputado em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. Já o confronto desta quarta será o primeiro entre argentinos e ingleses em uma Copa do Mundo em 24 anos.
Na tentativa de diminuir a tensão antes da semifinal, o técnico argentino Lionel Scaloni afirmou que o duelo deve ser tratado apenas como uma partida de futebol. Jogadores da seleção argentina também defenderam que as questões políticas e históricas não sejam levadas para dentro do estádio.
Em campo, a Argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação. A Inglaterra avançou ao superar a Noruega por 2 a 1. O vencedor enfrentará França ou Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para domingo (19), no New York New Jersey Stadium.
A liberação de Folarin Balogun para defender os Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 segue provocando desgaste nos bastidores da Fifa. Dias depois da eliminação norte-americana para a Bélgica, novos detalhes sobre o julgamento disciplinar ganharam repercussão nesta semana.
Segundo a rádio inglesa talkSPORT, a decisão que suspendeu a punição automática do atacante foi tomada apenas por Mohammad Al-Kamali, presidente da Comissão Disciplinar da Fifa. Embora o regulamento permita decisões individuais em alguns processos, casos de maior repercussão costumam ser analisados por um painel formado por três membros.
Balogun havia sido expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina, pela fase anterior. O cartão vermelho foi aplicado após revisão do VAR, depois de o atacante atingir Tarik Muharemovic com a sola da chuteira em uma disputa de bola.
Pela regra disciplinar, a expulsão resultaria em suspensão automática para o jogo seguinte. A Fifa, no entanto, transformou a punição em uma sanção suspensa, o que permitiu que Balogun enfrentasse a Bélgica nas oitavas de final. Os Estados Unidos acabaram eliminados com derrota por 4 a 1.
O caso ganhou dimensão política depois que Donald Trump confirmou ter procurado Gianni Infantino, presidente da Fifa, para pedir uma revisão da expulsão. A entidade sustenta que a análise foi conduzida de forma independente, mas a sequência dos acontecimentos aumentou a pressão sobre a transparência do processo.
A situação de Balogun também passou a ser comparada com a de outros jogadores expulsos no Mundial. Ainda segundo a talkSPORT, ele foi o único entre 14 atletas que receberam cartão vermelho na competição a não cumprir suspensão imediata.
O contraste mais citado envolve Jarell Quansah, da Inglaterra. Expulso contra o México, o zagueiro recebeu dois jogos de suspensão e desfalcou a seleção inglesa nas quartas de final contra a Noruega. Ele também ficará fora da semifinal diante da Argentina.
A Federação Inglesa não teve margem para reverter a punição da mesma forma, apesar de considerar que a análise do lance também se apoiou em imagens em câmera lenta e quadros congelados, elementos semelhantes aos usados na defesa apresentada pelos Estados Unidos no caso Balogun.
Antes da vitória da Inglaterra sobre a Noruega, o auxiliar técnico Anthony Barry lamentou a ausência de Quansah, mas evitou transformar o episódio em crítica direta à Fifa.
"É decepcionante, não pela decisão em si, mas porque perdemos um bom jogador. Ele vinha treinando muito bem e havia uma oportunidade para atuar. A decisão foi tomada e não vamos gastar mais energia com isso", afirmou.
A Fifa defende que o julgamento foi feito por um órgão disciplinar independente e dentro das regras previstas no seu código. Ainda assim, a falta de explicações públicas mais detalhadas e a diferença de tratamento em relação aos demais expulsos mantêm o caso no centro das discussões sobre arbitragem, disciplina e influência política na Copa.
A Uefa e a Federação Belga já haviam criticado a decisão, classificando a liberação como um precedente perigoso.
Enquanto a Argentina tenta seguir viva na disputa pelo título da Copa do Mundo de 2026, a Associação do Futebol Argentino (AFA) sofre uma enorme pressão fora das quatro linhas. Informações do jornal argentino La Nación, repercutidas na última semana, apontam que promotores federais dos Estados Unidos e agentes do FBI investigam operações financeiras da entidade em território norte-americano.
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A apuração busca entender como a AFA, presidida por Claudio “Chiqui” Tapia, movimentou valores milionários pelo sistema financeiro dos Estados Unidos. Os investigadores também analisam se parte dessas transações pode configurar crimes sob jurisdição americana, incluindo suspeitas de fraude e lavagem de dinheiro.
O caso ainda está em fase preliminar e, até o momento, não há denúncia formal anunciada contra a entidade ou seus dirigentes. A investigação, no entanto, mira o funcionamento financeiro de contratos internacionais e os caminhos usados para entrada e saída de recursos vinculados à federação argentina.
De acordo com o La Nación, os promotores procuram pessoas com conhecimento direto sobre a administração de Tapia e de Guillermo Toviggino, dirigente ligado à estrutura da AFA. A intenção é reunir informações sobre a forma como a entidade operou nos últimos anos e sobre eventuais repasses feitos a empresas e pessoas próximas à cúpula do futebol argentino.
Um dos pontos centrais da investigação é a TourProdEnter LLC, empresa sediada nos Estados Unidos e ligada ao produtor teatral Javier Faroni. A companhia seria responsável pela cobrança de contratos comerciais internacionais da AFA e teria administrado receitas milionárias da entidade.
Conforme documentos citados pela imprensa argentina, Javier Faroni e sua esposa, Erica Gillette, movimentaram recursos por contas abertas em instituições financeiras como Citibank, Synovus Financial, Bank of America, JPMorgan Chase e PNC Bank.
A TourProdEnter teria operado pelo menos US$ 260 milhões em receitas relacionadas à AFA. Os investigadores, porém, apuram se todos os valores movimentados tinham origem e destino devidamente justificados.
Entre as transações sob análise estão transferências para empresas ligadas a pessoas que, segundo registros citados pela reportagem, recebiam benefícios sociais e viviam em cidades como Buenos Aires e Bariloche. A investigação também cita pagamentos destinados a companhias relacionadas a Toviggino e familiares, além de pessoas próximas à estrutura da seleção argentina.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos também avalia ouvir ex-integrantes do governo de Javier Milei. A expectativa é que essas pessoas possam contribuir com informações sobre eventuais fiscalizações, alertas ou documentos produzidos nos últimos anos envolvendo operações da AFA.
A investigação começou a ser estruturada em 2025 e é conduzida por promotores federais em Washington e no Distrito Sul da Flórida.
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Um maestro de regência silenciosa. Foi assim que Lionel Messi conduziu a vitória da Argentina por 3 a 1 sobre a Suíça, na madrigada deste domingo (12), no Arrowhead Stadium, em Kansas City, Missouri (EUA). Sem precisar dominar o jogo com a bola nos pés o tempo todo, o camisa 10 apareceu, junto aos companheiros, quando necessário e garantiua classificação argentina para a semifinal da Copa do Mundo.
Os Alvicelestes não fizeram primeiro tempo, mas conseguiram ir para o intervalo em vantagem. Até então discreto na partida, Messi cobrou escanteio na medida para Alexis Mac Allister abrir o placar de cabeça, aos 11 minutos.
Na segunda etapa, a Argentina mostrou sinais de desgaste e teve dificuldades para manter o controle da partida. A Suíça acelerou o ritmo, passou a ocupar o campo de ataque com mais frequência e encontrou o empate aos 22 minutos. Ndoye tabelou com Ricardo Rodríguez na entrada da área, recebeu de volta já dentro da área e bateu cruzado. A bola passou por baixo de Dibu Martínez antes de morrer no fundo da rede.
Mas o jogo mudou rapidamente. Dois minutos depois, o VAR chamou o árbitro para revisar um cartão amarelo inicialmente mostrado a Leandro Paredes. Após a análise, a arbitragem identificou uma simulação de Embolo no lance. O atacante suíço recebeu o segundo amarelo e acabou expulso, deixando a Argentina com um jogador a mais.
Com superioridade numérica e após as mudanças feitas durante a parada para hidratação, a equipe de Lionel Scaloni voltou a pressionar, abusando dos cruzamentos para a área. A defesa suíça, porém, resistiu, e a decisão seguiu para a prorrogação.
O primeiro tempo do tempo extra foi marcado por um jogo de muita disputa física. A Argentina encontrava dificuldades para furar a forte marcação suíça e também sofria para conquistar as segundas bolas. Quando tudo indicava uma definição nos pênaltis, Julián Álvarez apareceu.
Faltando apenas oito minutos para o fim da prorrogação, o atacante recebeu livre na entrada da área e acertou um belo chute no ângulo esquerdo de Kobel. Sem chances para o goleiro suíço. Quando tudo parecia decidido, no rebote de um contra-ataque Lautaro Martínez marca o golaço que colocou a Argentina na semifinal da Copa do Mundo.
PRÓXIMOS PASSOS
Mais cedo, a Inglaterra derrotou a Noruega, também na prorrogação, e garantiu sua vaga entre os quatro melhores do torneio. Agora, argentinos e ingleses voltam a se enfrentar em um mata-mata de Mundial. A semifinal será disputada na quarta-feira (15), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta (EUA).
Do outro lado da chave, França e Espanha disputam a outra vaga na decisão na terça-feira (14), às 16h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas.
Foram necessários 120 minutos para que a Inglaterra continuasse a pavimentar o caminho para levar a Copa do Mundo de volta para casa. Com Jude Bellingham aparecendo para decidir duas vezes, os Three Lions venceram a Noruega de virada e avançaram para a semifinal do torneio neste sábado (11), no Hard Rock Stadium, em Miami (EUA), diante de duas torcidas apaixonadas que ditaram a trilha sonora da partida.
Até a primeira parada para a hidratação, a partida caminhava confortável para a Inglaterra, que conseguiu permanecer durante a maior parte do primeiro tempo no campo de defesa da Noruega, com mais de 70% de posse de bola. Mas, contra o Brasil, os noruegueses já haviam provado que não precisam de muito para serem letais. Aos 35’, Odegaard apareceu para tocar a bola para Schjelderup, que entrou pelo lado esquerdo do campo de ataque, invadiu a grande área e chutou para o gol, abrindo o placar.
Mas os ingleses não demoraram a reagir. Dez minutos depois, já nos acréscimos, superando a marcação norueguesa, Jude Bellingham recebeu uma bola rasteira de Gordon, invadiu a área, driblou Heggem e chutou de canhota para o gol, deixando tudo igual em Miami. Antes do apito para o intervalo, Kane chegou a marcar um gol aos 48’, mas o juiz assinalou impedimento.
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Ponta pé inicial para segundo tempo entre Noruega x Inglaterra - Foto: Reprodução/X/@england
Com outra postura no início da segunda etapa, a Noruega conseguiu recuperar um pouco da posse de bola da qual aparentava ter aberto mão no primeiro tempo. Já no minuto nove, após cobrança de escanteio, a bola ficou viva dentro da grande área e Heggem, na segunda trave, mandou para o gol. Mas o VAR chamou e, após a revisão, o árbitro anulou o lance por falta de Haaland no início da jogada. Apesar das diversas tentativas, nenhuma das equipes voltou a marcar, sendo necessários mais 30 minutos de prorrogação.
Sem dar tempo para especulações, Bellingham apareceu mais uma vez para aproveitar uma falha do goleiro Nyland, que deixou a bola viva dentro da área, e mandou a redonda para o fundo da rede. Um pênalti chegou a ser marcado a favor dos ingleses, mas, após revisão no VAR, o juiz anulou a decisão de campo. Os times não desistiram: a Noruega queria empatar, e a Inglaterra, ampliar, mas o placar não mudou. O juiz apitou o fim do jogo, e os ingleses avançaram.
PRÓXIMOS PASSOS
Confirmada na penúltima fase do Mundial, a Inglaterra espera o vencedor do duelo entre Argentina e Suíça para conhecer seu adversário da semifinal. As equipes se enfrentam neste sábado (11), logo mais, às 22h (horário de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas City (EUA).
No outro lado do chaveamento, França e Espanha decidem quem avançará à final para enfrentar ingleses, argentinos ou suíços.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, voltou a negar que a seleção seja beneficiada pela arbitragem na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva antes do duelo contra a Suíça, pelas quartas de final, o treinador afirmou que as acusações acompanham a equipe há décadas e disse que elas servem de motivação para os jogadores.
Segundo Scaloni, o discurso sobre um possível favorecimento à Argentina não surgiu nesta edição do Mundial.
"Não sei se falo em nome da Argentina, mas há muito tempo, desde 1986, dizem que somos favorecidos. Não é algo recente. Há críticas, e isso vem sendo usado, desde que me lembro, sempre contra a Argentina", afirmou.
O treinador reconheceu que as críticas chegam ao elenco, mas disse que o grupo transforma a situação em combustível dentro de campo.
"Levamos isso em consideração e, sim, isso afeta os jogadores. Usamos isso como uma espécie de rebeldia, incentivando-os a se rebelarem para que joguem ainda melhor", declarou.
Scaloni também saiu em defesa da arbitragem e do uso do árbitro de vídeo (VAR). Para ele, a tecnologia reduz a possibilidade de erros e torna improvável qualquer tipo de favorecimento.
A Argentina chega às quartas de final cercada por questionamentos após decisões da arbitragem favoráveis à equipe durante a competição. A seleção teve três pênaltis marcados a seu favor no Mundial, embora Lionel Messi tenha desperdiçado duas cobranças. Os lances geraram reclamações, especialmente após a vitória sobre o Egito nas oitavas.
A equipe argentina enfrenta a Suíça neste sábado (11), às 22h (horário de Brasília), em busca de uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo de 2026.
Eliminado da Copa do Mundo de 2026 após a derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final, o Brasil deixou de movimentar a concentração de torcedores em Nova Jersey. Para quem permanece na região de Nova York, uma das opções para manter o clima de futebol é visitar a loja Pelé Soccer, localizada na Times Square, em Manhattan.
O correspondente do Bahia Notícias na cobertura da Copa, Leonardo Baran, apresentou o espaço, considerado um ponto de encontro para fãs do esporte.
"O que faz o torcedor brasileiro em Nova York sem a presença da nossa seleção? Visitar a loja do Pelé. Fica bem no coração da Times Square e é uma verdadeira devoção ao maior jogador de futebol de todos os tempos."
Segundo o correspondente, o local reúne itens que marcaram a trajetória do Rei do Futebol.
"Lá você encontra pôster gigante do Pelé, a emblemática camisa do Santos que Pelé vestiu por tanto tempo, as camisas da seleção brasileira e do Cosmos, time aqui dos Estados Unidos que Pelé também defendeu. A loja lembra o tricampeonato conquistado pelo Pelé na seleção brasileira. No coração da Times Square, em Manhattan, Nova York, você encontra a loja do Pelé."
Inaugurada em novembro de 2019, a Pelé Soccer fica na esquina da Broadway com a 7ª Avenida, em frente à Times Square. A loja comercializa camisas oficiais de clubes e seleções, chuteiras, artigos esportivos e oferece serviço de personalização de uniformes, atraindo turistas e apaixonados por futebol de diferentes países.
O Brasil foi eliminado do Mundial ao perder por 2 a 1 para a Noruega, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Erling Haaland marcou os dois gols da seleção norueguesa, enquanto Neymar descontou para a equipe brasileira em cobrança de pênalti.
Meio-campista da Seleção da África do Sul, Jayden Adams morreu neste sábado (11), aos 25 anos, poucos dias após representar seu país na Copa do Mundo de 2026. A informação foi confirmada por familiares e representantes do jogador à imprensa local. A causa da morte não foi divulgada até o momento da publicação desta matéria.
Em nota, o Sindicato dos Futebolistas da África do Sul lamentou o falecimento do atleta e destacou que Adams “representou o país com orgulho, coragem e distinção” no Mundial.
“Estendemos nossas mais profundas condolências à família Adams, ao Mamelodi Sundowns, ao Stellenbosch FC, ao Bafana Bafana e a todos aqueles cujas vidas ele tocou. O futebol sul-africano perdeu um jogador talentoso, um orgulhoso servidor do esporte e uma jovem vida que ainda tinha muito a oferecer. Que sua alma descanse em paz eterna”, diz a nota.
Titular nas partidas contra o México, na abertura da Copa, e contra a Tchéquia, o meio-campista jogou o segundo tempo na vitória sobre a Coreia do Sul que garantiu os Bafana Bafana nos 16 avos de final. A África do Sul foi eliminada pelo Canadá na segunda fase, com Adams no banco.
Revelado pelo Stellenbosch, o meio-campista foi transferido para o Mamelodi Sundowns em janeiro de 2025, clube pelo qual disputou o Mundial de Clubes. Ele entrou durante as três partidas da equipe na fase de grupos, contra Ulsan, Borussia Dortmund e Fluminense. Diante do time carioca, entrou no intervalo e jogou todo o segundo tempo do empate por 0 a 0. O resultado classificou o Fluminense para as oitavas de final e eliminou o clube sul-africano, que precisava vencer.
Na temporada 2025/2026, ajudou o clube a conquistar a Liga dos Campeões da África. Pela seleção principal da África do Sul desde 2022, disputou 13 partidas e marcou dois gols.
A passagem pela Copa do Mundo também foi marcada por uma perda familiar. Marianna Adams, avó do jogador, morreu aos 72 anos na véspera da partida contra a República Tcheca.
Capitão da Inglaterra, Harry Kane confirmou já ter jogado golfe com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (10), às vésperas de uma decisão contra a Noruega, o atacante afirmou que o encontro aconteceu em Palm Beach, na Flórida, há cerca de um ano e meio e descreveu a experiência como “surreal”.
"Foi uma experiência bastante surreal apenas conhecê-lo e, obviamente, jogar golfe com ele. Para ser sincero, ele joga muito bem. Espero conseguir jogar tão bem quanto ele quando tiver a idade dele. Foi uma experiência única e fiquei muito grato pelo convite", afirmou Kane aos jornalistas em Miami, onde ocorrerá a decisão pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.
No início desta semana, Trump havia contado a jornalistas que disputou uma partida de golfe com o camisa 9. “Acho que Kane é um grande jogador. Joguei golfe com ele e gosto muito dele. É um bom golfista. É realmente excelente", declarou.
Um dia antes da revelação, a Inglaterra havia vencido o México por 3 a 2, pelas oitavas de final da competição. Logo após a partida, o presidente elogiou Kane na rede Truth Social: “Harry Kane, da Inglaterra, é um GRANDE jogador!!!", escreveu.
Inglaterra e Noruega entram em campo para disputar uma vaga na semifinal neste sábado (11), às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami (EUA). A partida tem transmissão exclusiva da CazéTV, pelo YouTube.
Os últimos semifinalistas da Copa do Mundo de 2026 serão conhecidos neste sábado (11). Com França e Espanha já confirmadas de um lado do chaveamento, Noruega e Inglaterra, de um lado, e Argentina e Suíça, de outro, disputam as vagas restantes que consagram as quatro melhores seleções do Mundial.
A programação de jogos começa às 18h com o duelo entre Noruega e Inglaterra, em Miami. Mais tarde, às 22h, Argentina e Suíça se enfrentam em Kansas City. Ambos os confrontos acontecem nos Estados Unidos.
SAIBA ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DA COPA DO MUNDO DESTE SÁBADO
18h – Noruega x Inglaterra
Local: Hard Rock Stadium, Miami (EUA)
Transmissão: CazéTV
22h – Argentina x Suíça
Local: Arrowhead Stadium, Kansas City (EUA)
Transmissão: CazéTV
RELEMBRE O CHAVEAMENTO DA COPA DO MUNDO
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).