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copa da rainha
A brasileira Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, foi acusada de racismo durante uma partida realizada na última terça-feira (17) contra o Tenerife, pela semifinal da Copa da Rainha. A denúncia partiu da goleira Noelia Ramos, que afirmou que a brasileira teria se dirigido à atleta Fatou Dembele com a palavra "negra".
???? Tangana en la recta final del partido
— Teledeporte (@teledeporte) March 17, 2026
???? Fatou, expulsada por dar empujón... y luego se ha revuelto
El desenlace de la semifinal de la #CopaDeLaReina en DIRECTO: https://t.co/XPlalL2TTw#LaCopaRTVE pic.twitter.com/Rsdfiu8KKW
Segundo o relato da atleta, o episódio ocorreu durante uma confusão em campo após a expulsão de Dembele. Diante da denúncia, a arbitragem acionou o protocolo antirracismo e interrompeu o jogo por cinco minutos.
Na súmula da partida, a equipe de arbitragem registrou que não conseguiu confirmar a ofensa. "A jogadora do Tenerife informou que a atleta do Atlético de Madrid se dirigiu à jogadora com o termo 'negra', que não pôde ser ouvido pela arbitragem", diz o documento.

Foto: Divulgação
Após o apito final, houve um novo desentendimento fora de campo. De acordo com o relato, Dembele aguardou Garbelini na área de acesso aos vestiários, o que deu início a outra confusão entre integrantes das equipes.
Até o momento, nem as jogadoras envolvidas nem os clubes se manifestaram sobre o caso.
Dentro de campo, o Atleti eliminou o Tenerife da Copa da Rainha 2026 ao vencer por 1 a 0 (1-0 no placar agregado), com gol de Synne Jensen no segundo tempo do jogo de volta. O time rubro-negro garantiu vaga na final, acumulando dois resultados positivos (1-0 na ida e na volta).
Gio Garbelini publicou oficialmente seu pronunciamento nas redes sociais:

Pronunciamento de Gio Garbelini | Foto: Reprodução/Instagram (@gio.garbelini)
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João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.