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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou nesta sexta-feira (17) sobre as críticas relacionadas aos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Durante participação no evento Semafor World Economy, em Washington, o dirigente afirmou que há diferentes faixas de valores disponíveis ao público.
"Temos uma categoria de ingressos para torcedores mais dedicados a partir de 60 dólares, incluindo a final. Claro, também existem ingressos, como camarotes na final, que podem custar dezenas de milhares de dólares. Então há opções para todos os perfis", declarou.
Infantino explicou que a política de preços está diretamente ligada ao modelo de receita da entidade, que depende majoritariamente da realização da Copa do Mundo.
"A principal e até agora única fonte de receita da Fifa é a Copa do Mundo. A Copa do Mundo acontece durante um mês a cada quatro anos. Ou seja, geramos receita em um único mês. Nos outros 47 meses até a próxima Copa, gastamos esse dinheiro", afirmou.
Apesar dos valores elevados, o dirigente ressaltou que a FIFA opera como uma organização sem fins lucrativos e que os recursos arrecadados são destinados ao desenvolvimento do futebol em escala global.
"Mas o que é interessante, e digo isso meio em tom de brincadeira, é algo que muitas pessoas não sabem: embora geremos bilhões com a Copa, a Fifa é uma organização sem fins lucrativos. Isso significa que toda a receita gerada é reinvestida na organização do futebol em 211 países ao redor do mundo", completou.
A discussão sobre os preços dos ingressos tem sido recorrente no período prévio ao Mundial, especialmente diante da alta demanda e das diferentes categorias disponíveis para os torcedores.
Mauricio Pochettino, treinador argentino ex-Chelsea e Tottenham, aceitou a proposta de futebol dos Estados Unidos e será o novo técnico dos norte-americanos no ciclo que vai até a Copa do Mundo de 2026. A informação foi divulgada inicialmente pela ESPN americana.
Livre no mercado desde o final da última temporada europeia, quando saiu do Chelsea, o argentino de 52 anos concordou em substituir Gregg Berhalter no comando da seleção norte-americana.
Os Estados Unidos serão anfitriões do próximo Mundial em parceria com Canadá e México. A ideia da federação é ter uma equipe competitiva e capaz de chegar às fases de mata-mata da competição.
É esperado que o treinador argentino assuma o cargo a tempo de comandar o time na partida contra o Canadá, que acontece no próximo dia 7 de setembro.
Confira as próximas partidas dos Estados Unidos:
- Canadá (em casa) - 07/09, às 17h (de Brasília) - Amistoso
- Nova Zelândia (em casa) - 10/09, às 20h (de Brasília) - Amistoso
O volante Casemiro pode ficar fora da Seleção Brasileira no duelo contra o Uruguai nesta terça-feira (17), em Montevidéu, pela quarta rodada das Eliminatórias da Copa. Por conta uma pancada no tornozelo, o jogador não participou do treino do último sábado (14) e se tornou dúvida para a partida.
Casemiro se machucou no jogo contra a Venezuela na última quarta-feira (12), em Cuiabá. Ele ficou em tratamento de fisioterapia e depende das próximas atividades para estar em campo. O último treinamento antes do jogo será nesta segunda-feira (16), no estádio Nacional, palco da partida.
Se não tiver condições de entrar em campo, ele deve ser substituído por André.
Com sete pontos, o Brasil está na segunda posição da competição continental. No atual modelo, seis de dez seleções garantem a vaga na Copa de 2026 e uma vai para a repescagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.