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A combinação de calor intenso, altitude elevada, poluição do ar e longos deslocamentos entre cidades-sede da Copa do Mundo de 2026 impõe um nível de exigência física sem precedentes aos jogadores. A avaliação consta em um estudo publicado na revista científica Sports Medicine, que analisa os impactos das condições ambientais sobre a saúde e o desempenho dos atletas durante o torneio.
De acordo com a pesquisa, a ampla distribuição geográfica das sedes nos Estados Unidos, México e Canadá submete as equipes a mudanças frequentes de clima, altitude e fuso horário, fatores capazes de provocar elevado estresse fisiológico.
O médico e gestor hospitalar Tiago Simões Leite afirma que os efeitos observados entre os atletas também podem atingir pessoas que realizam viagens longas, seja a lazer ou a trabalho. "O corpo humano exige tempo de adaptação. Submeter o organismo a mudanças bruscas de fuso horário, clima e qualidade do ar sem o preparo adequado é um risco real de adoecimento", afirmou.
"O viajante precisa adotar a mesma mentalidade preventiva de um atleta. Hidratação rigorosa, ajuste gradual do sono e atenção à qualidade do ar no destino são medidas inegociáveis para evitar crises respiratórias e exaustão”, completou.
Segundo o especialista, deslocamentos prolongados podem comprometer o funcionamento do organismo em razão da alteração do ciclo circadiano, da menor disponibilidade de oxigênio em regiões de maior altitude, da desidratação e da exposição a alérgenos sazonais, aumentando a suscetibilidade a infecções e à fadiga.
Ele ressalta ainda que o planejamento de viagens deve considerar as características do destino para reduzir os impactos dessas mudanças. “Ignorar as exigências do ambiente resulta em fadiga crônica e vulnerabilidade a infecções. Avaliar as condições climáticas e geográficas do destino é uma etapa obrigatória de qualquer viagem segura”, alertou.
Um dos destaques da vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19), Vinícius Júnior deixou o campo com motivos de sobra para comemorar. Além de marcar um gol e participar diretamente da construção do resultado, o atacante falou sobre o principal objetivo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026: recolocar o país no topo do futebol mundial.
Em entrevista coletiva concedida à imprensa no Lincoln Financial Field, após a partida, o camisa 7 destacou a importância pessoal de conquistar o Mundial com a camisa da Seleção e afirmou que pretende seguir evoluindo ao longo da competição.
"Ganhar a Copa pelo Brasil significa muito pra mim. Espero poder seguir nesse nível e evoluindo para levar o Brasil ao lugar onde ele nunca deveria ter saído", declarou o camisa 7.
O atacante também comentou a lesão sofrida por Raphinha ainda no primeiro tempo. Vinícius demonstrou preocupação com o companheiro e ressaltou a importância do jogador para o grupo comandado por Carlo Ancelotti.
"Acho que foi a posterior. Muito triste pelo Rafa [Raphinha]. Sofrer lesão é sempre complicado, ainda mais com o Rafa sendo um jogador muito importante para nós. Ele sofreu muito com lesões nessa temporada e esperamos que não seja nada grave e ele siga na Copa com a gente", lamentou.
Durante o confronto, Vinícius atuou em uma função diferente da habitual, mais centralizado no ataque. Segundo ele, a mudança foi um pedido direto de Ancelotti, responsável por ajustar a equipe após a saída de Raphinha.
"Depende muito do jogo e depende muito do adversário. Hoje joguei numa posição diferente, onde o mister pediu para eu jogar por dentro, entre os dois zagueiros. A verdade é que eu não jogo muito por ali, mas sempre que o mister me pede e fala que tenho que jogar por ali eu marco gols. Tenho que escutar muito mais vezes ele. Seguramente ele vai falar para mim no vestiário que entende muito de futebol", contou Vini.
Sobre o desempenho coletivo, o atacante avaliou que a equipe mostrou evolução em relação ao empate da estreia diante do Marrocos e destacou o ganho de confiança para a sequência do torneio.
"Sem dúvida a vitória de hoje nos dá confiança para seguir evoluindo dentro da competição e tranquilidade para a próxima partida. O primeiro jogo foi um pouco diferente pelo peso da estreia. Hoje todo mundo estava mais leve. O campo estava melhor e também nos ajudou a fazer o nosso futebol", avaliou.
Vinícius também reservou elogios a Neymar, que segue em recuperação física e ainda busca condições para retornar aos gramados durante o Mundial. O atacante afirmou que a presença do camisa 10 no grupo tem papel importante nos bastidores da Seleção.
"O Ney é um jogador muito importante pra nós. Esperamos que ele possa jogar o próximo jogo. Estamos felizes com a evolução dele, e ele estar no grupo é algo muito importante pra nós. É o meu ídolo, que me deu muito suporte. Espero que possa nos ajudar no decorrer da Copa", concluiu.
Vinícius Jr chegou a três participações em gols nesta Copa do Mundo. Contando com a partida de estreia, contra Marrocos, o camisa 7 soma dois gols e uma assistência concedida.
A definição das cidades-sede e dos horários da Copa do Mundo de 2026 colocou em evidência um fator que pode ser decisivo para o desempenho das seleções: a combinação entre logística e condições climáticas ao longo do torneio disputado em Estados Unidos, México e Canadá.
Além da qualidade técnica das equipes, a edição de 2026 tende a ser marcada por desafios extracampo. A distância continental entre as sedes, somada às diferenças bruscas de temperatura, umidade, altitude e fuso horário, pode interferir diretamente em recuperação muscular, desgaste físico, intensidade das partidas e preparação das delegações.
A Seleção Brasileira aparece entre as equipes que terão uma logística considerada relativamente confortável na fase de grupos. Na primeira fase, o Brasil jogará em Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami, permanecendo integralmente na costa leste norte-americana.
A estreia será no MetLife Stadium, em Nova Jersey, diante do Marrocos, num sábado, 13 de junho, às 19h (horário de Brasília). Depois, a seleção enfrenta o Haiti, na Filadélfia, no dia 19, uma sexta-feira, às 21h30. A Seleção encerra a primeira fase em Miami, contra a Escócia, dia 24, uma quarta-feira, às 19h.
A proximidade geográfica entre Nova Jersey e Filadélfia reduz o impacto de deslocamentos longos e minimiza desgaste de viagem. Além disso, o Brasil evita jogos em altitude mexicana, considerada uma das condições mais exigentes fisicamente do torneio.
Por outro lado, Miami surge como ponto de atenção. O verão no sul dos Estados Unidos costuma registrar calor intenso, elevada umidade e tempestades frequentes, fatores que podem alterar preparação e até o andamento das partidas.
As questões climáticas nos Estados Unidos passaram a gerar preocupação ainda maior após episódios registrados durante a disputa da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025. Em diferentes cidades-sede, partidas sofreram atrasos, interrupções temporárias, antecipações e ajustes operacionais por causa de tempestades elétricas, alertas meteorológicos e condições severas de clima.
Em alguns casos, protocolos de segurança obrigaram a paralisação parcial de jogos devido à incidência de raios nas proximidades dos estádios. O calor extremo também virou preocupação recorrente durante a competição, especialmente em cidades do sul e do leste norte-americano, onde a sensação térmica elevada aumentou o desgaste dos atletas e exigiu monitoramento constante das condições físicas das equipes.
Esse cenário amplia o debate sobre a Copa de 2026. Com jogos distribuídos em diferentes zonas climáticas da América do Norte, seleções que conseguirem manter estabilidade geográfica e menor exposição a extremos meteorológicos podem ganhar vantagem importante ao longo da competição.
Entre as equipes mais beneficiadas aparece a seleção mexicana. O México disputará seus jogos em Cidade do México, Guadalajara e Monterrey, permanecendo totalmente dentro do território mexicano.
Além da familiaridade com clima e altitude, os mexicanos terão deslocamentos reduzidos e ambiente amplamente favorável nas arquibancadas. A adaptação natural às condições de altitude da Cidade do México aparece como uma das principais vantagens competitivas da seleção anfitriã.
A Seleção dos Estados Unidos também desponta entre as seleções favorecidas. Os norte-americanos jogarão principalmente em Los Angeles e Seattle, permanecendo concentrados na costa oeste do país.
A distribuição regional evita travessias continentais e reduz impactos relacionados a fusos horários e desgaste aéreo. Outro ponto positivo é o clima relativamente mais ameno da costa oeste em comparação com regiões mais quentes e úmidas do sul dos Estados Unidos.
A seleção canadense também terá cenário considerado favorável. O Canadá atuará em Toronto e Vancouver durante a fase de grupos.
As cidades canadenses apresentam temperaturas mais moderadas e menor incidência de calor extremo durante o período da competição, condição que pode favorecer recuperação física e intensidade de jogo.
Outro caso visto como positivo é o da seleção belga. A Bélgica terá partidas concentradas em regiões de clima mais ameno e menos sujeitas a temperaturas extremas. A avaliação logística indica menor desgaste ambiental em comparação com outras potências europeias.
Além disso, os belgas aparecem em um grupo considerado mais equilibrado tecnicamente, sem a mesma exigência física observada em outras chaves mais pesadas do torneio. A combinação entre condições climáticas menos agressivas e adversários teoricamente menos desgastantes pode permitir maior controle físico ao longo da primeira fase.
O cenário da seleção francesa é visto de forma diferente. A França terá jogos em regiões mais quentes e enfrentará uma sequência considerada fisicamente exigente diante de seleções como Senegal e Noruega.
A combinação entre calor, deslocamentos longos e partidas de alta intensidade pode aumentar significativamente o desgaste francês durante a fase de grupos. Em torneios curtos, o acúmulo de viagens e mudanças climáticas costuma impactar diretamente recuperação muscular, risco de lesão e rendimento competitivo.
A seleção argentina também deve enfrentar uma trajetória mais desgastante. A previsão é de deslocamentos mais extensos entre sedes e maior exposição a mudanças climáticas ao longo da competição.
Já a seleção inglesa aparece como uma das equipes europeias mais suscetíveis ao impacto térmico do verão norte-americano. Em determinadas regiões dos Estados Unidos, especialmente no sul e na costa leste, a combinação entre calor e umidade eleva consideravelmente a sensação térmica, afetando recuperação física e intensidade de jogo.
A Copa do Mundo de 2026 tende a transformar fatores extracampo em elementos ainda mais decisivos do que em edições anteriores. Em um torneio espalhado por três países, 16 cidades e diferentes zonas climáticas, logística, clima e adaptação física podem representar vantagem competitiva tão importante quanto o desempenho técnico dentro de campo.
Doze anos depois, o Brasil jogará uma final de Copa do Mundo de Futsal. A seleção brasileira enfrenta a Argentina na tarde deste domingo (6), na Humo Arena, em Tasquente, no Uzbequistão. A última vez que o Brasil esteve na final da Copa do Mundo da categoria foi em 2012, quando derrotou a Espanha por 3 a 2, com gols de Neto e Falcão e sagrou-se pentacampeã.
A seleção conta com Pito, eleito melhor do mundo no último mês, como um dos destaques. O jogador, que ficou de fora das quartas e da semifinal, falou sobre a expectativa de jogar minutos neste domingo.
“Se Marquinhos quiser, estou apto a jogar alguns minutos no domingo – disparou o jogador após a vitória do Brasil contra a Ucrânia, nesta quarta-feira, pelo placar de 3 a 2 nas semifinais”, disse Pito.
A Argentina possui um título da Copa do Mundo de Futsal. O goleiro Nico Sarmiento falou sobre a grande decisão diante do Brasil.
“É sem dúvida o maior jogo da história do futsal. Acho que é o sonho de cada pessoa que nasceu na Argentina ou no Brasil. Você sonha em jogar uma Copa do Mundo, jogar uma final e jogar uma final Argentina x Brasil”, declarou Sarmiento.
CAMPANHAS PARECIDAS
Para chegar à final, o Brasil venceu os três jogos e avançou ao mata-mata e em primeiro lugar do Grupo B, que ainda tinha Tailândia, Croácia e Cuba. Nas oitavas, goleou a Costa Rica por 5 x 0, bateu o Marrocos por 3 x 1 e a Ucrânia por 3 x 2.
Já a Argentina, que também avançou para o mata-mata após campanha invicta na fase de grupos, derrotou a Croácia por 2 x 0, goleou o Cazaquistão por 6 x 1 e venceu a França por 3 x 2.
Com sedes na Austrália e Nova Zelândia, a Copa do Mundo Feminina de futebol começou na última quinta-feira (20) e será a primeira edição do torneio com 32 seleções, divididas em oito grupos com quatro equipes cada, o que demonstra o crescimento da modalidade.
A seleção brasileira, que conta com nomes como a zagueira e capitã Rafaelle, baiana da cidade de Cipó, e Marta, a Rainha do Futebol, cinco vezes eleita a melhor jogadora do mundo e que vai para a sua sexta e última Copa, estreia na próxima segunda-feira, às 8h, contra o Panamá. Depois de encarar as panamenhas, o Brasil enfrenta a França, no dia 29, e a Jamaica, no dia 2 de agosto, ambas as partidas começando às 7h.
A grande final da Copa do Mundo Feminina acontece no dia 20 de agosto, às 7h, no Estádio Olímpico de Sydney, na Austrália. Neste Fala Povo do Bahia Notícias, estivemos na Estação da Lapa, em Salvador, para conversar com a população sobre a mais importante competição do futebol feminino mundial.
E você, sabia que 2023 também é ano de Copa?
Uma das atrações da programação cultural do Brasil na Rússia, a cantora Mart'nália afirma que não está preocupada com sua segurança no país da Copa do Mundo. Na Rússia, até 1999 a homossexualidade era considerada uma doença mental, mas até hoje o país possui uma política repressiva a comunidade LGBT. "Nem penso nisso. Vou lá cantar e pronto. A gente aqui tem muito mais problemas por causa disso. Devem matar mais homossexuais no Brasil do que na Rússia", aponta a cantora em entrevista ao jornal O Globo. Mart'nália se apresenta neste sábado (30), em Moscou. Já a banda Liniker e Os Caramelows, comandada pela cantora trans que puxa o nome do grupo, cancelou sua apresentação no país. Com uma mensagem no Instagram, ela pontuou que "muitos casos de ataques a LGBTs ocorreram" desde o início dos jogos e disse que a banda levou em conta também as “mensagens de fãs preocupados com a segurança” deles.
Como já é tradição, o Olodum vai se apresentar gratuitamente para torcedores brasileiros e estrangeiros que forem assistir ao próximo jogo do Brasil, na Praça Quincas Berro D'Água. A Seleção Brasileira enfrenta o México pelas Oitavas de Final, nesta segunda-feira (2), na Rússia. Como o jogo ocorre às 11h, a partir das 10h, as batidas do Olodum já poderão ser ouvidas numa espécie de "esquenta" para o público que estiver no local. "A expectativa é transmitir as boas energias dos tambores para que a seleção brasileira possa trazer o hexa", afirma o cantor Matheus Vidal. O Olodum assume a tarefa de cantar para torcedores durante Copas do Mundo, desde a edição de 1990, na Itália, quando a Fifa o convidou para realizar um show na Suíça. Desde então, o grupo nascido no Pelourinho sempre se apresenta em Salvador ou até mesmo fora do Brasil nesse período.
Um Time de Primeira - Grandes escritores brasileiros falam de futebol
Passatempos Futebol – 120 Jogos sobre a paixão nacional
Márcio Victor, líder da banda Psirico, é velho conhecido de Gi; a primeira vez que o viu foi como músico de Caetano Veloso. "Já vinha prestando atenção no Márcio há muito tempo, desde que ele tocou com Caetano. Lepo, Lepo? Hummm... Não é nada especial pra mim. Márcio Victor é 50 vezes maior que o Lepo Lepo". Gil disse ainda que a primeira vez que ouviu o hit do Carnaval 2014 foi durante a passagem de Marcio Victor pelo Expresso 2222. "Do 'Lepo Lepo' não posso falar porque a primeira vez que eu ouvi foi no Carnaval, cantada pelo próprio, na frente do meu camarote. Não tive tempo de apreciar, avaliar, no meio de tantos lepo lepos como existe no Carnaval da Bahia".
Na entrevista, o cantor também afirmou que pela primeira vez, em décadas, não irá fazer sua infalível turnê anual pela Europa. Tudo isso por conta dos jogos da Copa do Mundo no Brasil. "A nova configuração dos estádios, o aumento dos preços, os padrões exigidos pela Fifa, tudo isso afasta um público mais solto, que gosta de ficar em pé, que nunca sentou numa cadeira num estádio de futebol", lamentou.

Em "Rio 2", a família de Jade e Blu tem uma vida domesticada perfeita no Rio, mas Jade decide que as crianças precisam aprender a viver como verdadeiros pássaros e insiste para que a família se aventure na floresta. Enquanto tenta se ambientar na nova vizinhança, Blu se preocupa com a possibilidade de perder Jade e os filhos para o chamado da natureza. Com informações do UOL.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flora Gil
"Foi um descanso pra ela".
Disse a empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, ao comentar sobre sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.