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O prefeito de Jequié, no Sudoeste, Zé Cocá (PP), confirmou a pré-candidatura à reeleição. Em convenção realizada na noite do último sábado (20), Cocá também anunciou como vice de chapa o empresário Flavinho Santana (União), também sobrinho do gestor.
Além de lideranças locais, a convenção contou com a presença de políticos como o deputado federal Leur Lomanto Júnior (União), dos estaduais Hassan Iossef (PP) e Jurailton Santos (Republicanos), além do secretário de Governo da Prefeitura de Salvador, Cacá Leão, membro da Executiva estadual do PP.
Além do partido do prefeito e do União Brasil, a chapa reúne outras cinco legendas: PDT, PSDB, Republicanos, Cidadania e PRD. "Em 2020, quando disputei a eleição para prefeito, defendíamos reconstruir e devolver a credibilidade a Jequié. Agora, defendemos a continuidade e a ousadia. Poderemos fazer muito mais com o município organizado", disse Cocá.
"É com o coração cheio de alegria e gratidão a Deus que apresentamos à população o nosso projeto que visa dar continuidade aos avanços que melhoraram a vida de milhares de jequieenses, possibilitando a nossa gente a crescer e evoluir ainda mais. Me sinto honrado de estar aqui, pois o serviço público é o maior instrumento para cuidar de pessoas e nós temos o dever de cuidar do nosso povo", acrescentou o prefeito.
Além de atual prefeito de Jequié, Zenildo Brandão – o Zé Cocá, de 48 anos – já foi deputado estadual e prefeito de Lafaiete Coutinho, onde foi gestor por dois mandatos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.