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O ITA (Agência Internacional de Testagem) revelou nesta quinta-feira (19), que encontrou 45 violações de regras durante os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Ainda segundo a agência, cinco atletas foram pegos e outros 40 desrespeitaram as regras.
O ITA revelou que foram feitas 6130 coletas de 4150 atletas diferentes, utilizando urina, sangue e o teste de sangue seco para a realização dos exames. 39% do total de atletas competidores foram testados com prioridade para as grandes potências: Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, França e China.
Os cinco testes positivos que resultaram em suspensão, entretanto, não pertencem a estes países. Foram dois no judô, um no atletismo, natação e boxe com substâncias anabolizantes ou diuréticas, com os atletas sendo desclassificados das suas provas. Foram atletas de: Afeganistão, Bolívia, Congo, Iraque e Nigéria.
As 40 violações descobertas não foram especificadas, sendo citadas desrespeito as regras de testagem, mas não houve caso utilizado como exemplo. Agora, todos os testes serão guardados por 10 anos, podendo ser abertos e reanalisados com o desenvolvimento de novos testes e tecnologias.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.