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O zagueiro Léo Ortiz entrou na mira de clubes italianos após sua participação na Copa do Mundo de Clubes, mas o Flamengo não tem intenção de negociá-lo neste momento. Juventus e Roma demonstraram interesse no defensor, que é titular absoluto sob o comando de Filipe Luís.
A Juventus já acompanha o atleta desde sua consolidação no elenco rubro-negro. Em outubro do ano passado, o clube sondou o jogador após a lesão do zagueiro Bremer e, desde então, mantém Ortiz como uma das opções prioritárias para reforçar o setor defensivo.
Ortiz foi titular em três dos quatro jogos do Flamengo nos Estados Unidos. Contra Espérance, Los Angeles FC e Bayern de Munique, e se destacou não apenas pela segurança defensiva, mas também pela qualidade na saída de bola.
Apesar da valorização, o Flamengo não pretende liberar o jogador. Segundo fontes internas, o clube só está disposto a negociar o lateral-direito Wesley, e isso mediante proposta a partir de 30 milhões de euros (cerca de R$191 milhões). Qualquer outra negociação dependeria de uma oferta considerada “irrecusável”.
Léo Ortiz se prepara para uma possível ida ao futebol europeu desde 2023, quando ainda atuava pelo RB Bragantino. Na ocasião, obteve o passaporte italiano, o que o torna elegível como jogador comunitário em ligas europeias, uma vantagem competitiva para transferências internacionais.
Na atual temporada, o zagueiro disputou 31 partidas, sendo titular em 27 delas. Foram 19 vitórias, oito empates, quatro derrotas e três gols marcados. Ele foi contratado pelo Flamengo por 7 milhões de euros (R$37,6 milhões à época).
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.