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construcao pesada
Em assembleia da Campanha Salarial 2024 realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav-Bahia) na manhã desta sexta-feira (07), na Praça do Campo da Pólvora em Salvador, os trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada decidiram pela deflagração de greve por tempo indeterminado em todo o estado.
De acordo com o Sintepav-BA, nas reuniões com o Sinicon, não chegou-se a uma proposta que assegure a reposição da inflação, ganho real e assistência médica. Além disso, a categoria reivindica concessão da cesta básica, segurança e saúde no trabalho, contrato de experiência de 30 dias, aviso prévio indenizado e manutenção das demais cláusulas da CCT. Na Bahia, são mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras da construção pesada.
“Os trabalhadores e trabalhadoras do setor são responsáveis pelo desenvolvimento econômico, social e a geração de riqueza em nosso país, mas as empresas se recusam em promover condições mínimas que garantam a qualidade de vida da categoria. Portanto, a greve é instrumento de luta por melhores condições de trabalho, salários dignos, saúde e segurança do trabalho, assistência médica e manutenção das demais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho”, destaca Gazo, presidente do SintepavBA.
Na segunda-feira (10), às 13h30 será realizada uma audiência de conciliação entre o Sintepav-BA e o Sinicon – sindicato patronal no Tribunal Regional do Trabalho. O sindicato realizará nova assembleia com a categoria na próxima terça-feira (11), às 08h no Campo da Pólvora no bairro de Nazaré em Salvador e em todas as regiões que encontram-se com as atividades paralisadas, incluindo as cidades de Pojuca, Ourolândia, Umburanas, Urandi, Uruçuca, Barreiras, São Felix do Coribe, Gentio do Ouro e Novo Horizonte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.