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O médico infectologista e professor baiano Roberto José da Silva Badaró foi homenageado com o título de Pesquisador Emérito pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A ocasião foi realizada nesta quinta-feira (8), no auditório da Base Naval, no Rio de Janeiro, e foi iniciada pelo almirante Álvaro Alberto.
Natural da Bahia, Badaró construiu grande parte da trajetória acadêmica e científica no estado, sendo professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e referência em pesquisas na área de infectologia.
Professor aposentado da UFBA, Badaró segue atuando na pós-graduação e acumula experiências como docente e pesquisador em instituições nacionais e internacionais. Entre as iniciativas desenvolvidas na Bahia, criou e dirigiu o Centro Estadual de Referência de AIDS (2000-2004) e participou da implantação do Serviço de Imunologia e do Laboratório de Retrovirologia do Hospital Universitário Professor Edgard Santos, em Salvador.
O pesquisador também atuou como professor e pesquisador nas universidades de Cornell, Harvard e UCSD (University of California San Diego), nos Estados Unidos, onde atualmente desenvolve estudos sobre vacinas para leishmaniose e testes diagnósticos para malária. No Brasil, contribui com o Instituto de Tecnologia em Saúde (ITS-CIMATEC), onde é professor titular e chefe de pesquisa.
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Talbert Igor - fotógrafo, cineasta e pesquisador baiano - ganhou o primeiro lugar no XII Prêmio Fotografia – Ciência e Arte, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O artista foi premiado na Categoria I, relativa a imagens produzidas por câmeras fotográficas, com a obra intitulada “Mestre Zé Verde – A Gaita Ancestral do Brejinho”, que retrata José João da Mata, conhecido como Zé Verde, um dos poucos remanescentes da cultura popular da gaita estilo de pífano, no município de Cipó (BA), cidade de origem do fotógrafo.

Foto premiada “Mestre Zé Verde – A Gaita Ancestral do Brejinho”
Graduado em Cinema e Audiovisual pelo IHAC (UFBA) e mestrando do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), Talbert já havia sido contemplado com o segundo lugar na mesma categoria, na XI edição do prêmio, em 2021. Para ele, ganhar o prêmio, desta vez em primeiro lugar, reafirma o compromisso e a seriedade que tem com a pesquisa acadêmica que desenvolve e com sua relevância para a construção de conhecimento.
“Sou oriundo da zona rural do sertão baiano, de escola pública e programa de assistência estudantil universitária. Ganhar esse prêmio também é uma reafirmação pessoal na crença da educação como força de transformação, é mais uma mostra da importância que a minha família e os incentivos públicos sociais tiveram para o meu desenvolvimento”, afirmou.
Em sua pesquisa de mestrado, Talbert trabalha com a linguagem fotográfica e planeja entregar, além da dissertação, um livro-objeto fotográfico com imagens autorais que desenvolve desde 2015, retratando as mais variadas manifestações culturais populares cipoenses.
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Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.