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conselho da petrobras
O advogado Efrain Pereira da Cruz passou a integrar a lista de futuros integrantes do Conselho de Administração da Petrobras. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou nesta terça-feira (7) a indicação do nome de Efrain, que foi diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre 2018 e 2022.
Esta é a terceira troca feita pela gestão Lula na lista. Ao escolher Cruz, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, retirou o nome do empresário Carlos Eduardo Turchetto, que atua na área de energia e renunciou à indicação após críticas do PT e da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
Efrain chegou a ser cotado, no ano passado, para assumir o cargo de diretor-geral da Aneel, e era conhecido no órgão por sua atuação mais independente em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo o site Poder 360, ele também teve papel importante em discussões importantes do setor energético, como a pacificação sobre o GSF – cálculo de risco ao analisar a relação entre volume de energia e garantia física de uma usina –, e a revisão do marco regulatório da geração distribuída.
Ainda não se sabe se novas trocas serão feitas pelo governo. Até o momento, estão na lista Jean Paul Terra Prates, para a presidência da Petrobras; Pietro Adamo Sampaio Mendes para secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis; e Efrain Pereira da Cruz, Vitor Eduardo de Almeida Saback, Eugênio Tiago Chagas Cordeiro e Teixeira, Bruno Moretti, Sergio Machado Rezende e Suzana Kahn Ribeiro para o conselho.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.