Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
confessa
Um homem de 24 anos se apresentou à polícia nesta segunda-feira (7) confessando ser o responsável pelo tiro que matou Brenda Nicole Alves Brandão, de 21 anos, na madrugada de domingo (6) no bairro do Imbuí, em Salvador.
De acordo com as informações, a Polícia recebeu Ricardo Neri Melo Junior no Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), junto com uma advogada.
Na manhã desta segunda (7), um outro homem tinha sido localizado pela Polícia, em Salvador. O jovem foi encontrado no bairro de Narandiba durante investigaações feitas na área. Com o acusado, foram encontrados uma motocicleta apontada como a utilizada na ocorrência e aparelhos celulares.
Brenda voltava de uma festa acompanhada pelo namorado quando foi abordada por um homem em uma motocicleta na Avenida Jorge Amado. De acordo com informações preliminares, o criminoso anunciou o assalto e exigiu o celular da jovem. Diante da recusa de Brenda em entregar o aparelho, o assaltante disparou contra o rosto dela e fugiu. A jovem não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.
A vítima era filha da sargento Rose Tatiane Alves e do sargento da reserva remunerada Francisco Carlos Brandão. Estudante de Direito, Brenda conciliava os estudos com o estágio na Associação de Praças da Polícia e Bombeiro Militar da Bahia (APPMBA) e com a gestão de sua loja virtual de moda praia.
Uma mulher de 40 anos confessou ter desferido um golpe de arma branca que resultou na morte de seu companheiro, José Carlos Santos de Souza Junior, de 33 anos. O caso ocorreu na Avenida Mangueira, no bairro Engenho Velho da Federação na capital baiana, em um contexto de histórico de agressões físicas.
A mulher relatou que, na noite anterior, foi agredida com socos pelo ex-companheiro, o que a levou a buscar atendimento médico em uma unidade de saúde. Ao retornar para casa na manhã desta sexta-feira (14), ela teria sido novamente atacada. Durante a tentativa de nova agressão, ela desferiu um golpe de arma branca contra o companheiro, que não resistiu.
Após o ocorrido, a mulher se apresentou voluntariamente à Polícia Interestadual (Polinter) e foi conduzida à Central de Flagrantes, que encaminhou o caso para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Apesar da confissão, a mulher não será presa em flagrante, pois se apresentou espontaneamente à polícia e há indícios de que agiu em legítima defesa, além do histórico de violência doméstica.
A mulher e seus filhos, que vivem em situação de vulnerabilidade social, foram encaminhados à Secretaria de Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre) para receber o suporte necessário.
Depois de supostamente ter convocado os fãs para fazer feitiços com o objetivo de derrubar o presidente dos Estados Unidos, em fevereiro deste ano, Lana del Rey confirmou ter realizado bruxaria contra Donald Trump. O fato saiu do campo das especulações após a confissão da artista, durante uma entrevista ao site NME. “Sim, eu fiz isto mesmo. Por que não? Olha, eu faço uma porrada de coisas”, revelou a artista. “Assim como Yoko [Ono] e John [Lennon], acredito no poder da vibração do pensamento. Nossos pensamentos são coisas muito poderosas que se transformam em palavras, e palavras viram ações, e ações culminam em mudanças físicas”, explicou Lana del Rey.
Confira o chamado de Lana para o feitiço coletivo:
At the stroke of midnight
— Lana Del Rey (@LanaDelRey) 24 de fevereiro de 2017
Feb 24, March 26, April 24, May 23
??
Ingredients can b found online
???? pic.twitter.com/PsjNpIODZE
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.