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O papa Francisco, de 88 anos, encontra-se em condição estável e iniciou fisioterapia para melhorar a mobilidade, segundo boletim divulgado pelo Vaticano nesta quinta-feira (6).
A Santa Sé informou que o tratamento fisioterápico está sendo realizado em conjunto com outras terapias, e uma nova atualização sobre o quadro clínico do pontífice está prevista para o período da tarde.
O líder religioso está internado no hospital Gemelli, em Roma, desde 14 de fevereiro, devido a uma infecção respiratória grave que afetou ambos os pulmões, exigindo tratamento contínuo.
O Vaticano tem adotado um tom mais otimista nos últimos dias, após episódios de "insuficiência respiratória aguda" registrados na última segunda-feira (3).
De acordo com o comunicado anterior, o pontífice conseguiu realizar exercícios de fisioterapia respiratória na manhã de quarta-feira (5). Apesar da melhora, Francisco não pôde participar das celebrações de início da Quaresma católica, marcadas pela Quarta-Feira de Cinzas.
A infecção foi agravada por "um acúmulo significativo de muco endobrônquico", que exigiu dois procedimentos para desobstruir as vias respiratórias, permitindo ao papa respirar com mais facilidade. Atualmente, ele recebe oxigênio por meio de pequenos tubos nasais quando não está em ventilação mecânica — um procedimento que não necessita de sedação.
O papa Francisco tem histórico de problemas respiratórios desde a juventude, quando precisou retirar parte de um pulmão após sofrer pleurisia, tornando-o mais suscetível a infecções pulmonares.
Esta internação é o período mais longo em que o pontífice permanece afastado dos compromissos públicos desde o início de seu papado, em março de 2013.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.