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condenacao estupro
Um homem, de 53 anos, condenado a mais de 20 anos de prisão por estupro de vulnerável e ameaça em Serrinha, na região sisaleira, foi capturado nesta quarta-feira (5) em Fronteira, interior de Minas Gerais. A prisão ocorreu durante a Operação Rota Final, realizada pela Polícia Civil da Bahia em conjunto com a Polícia Militar mineira.
Segundo a Polícia Civil, os crimes ocorreram em Serrinha em 2024 e tiveram como vítima a filha do condenado, que tinha 12 anos na época. As investigações também apontaram que ele ameaçou a ex-companheira, de 33 anos, e coagiu a adolescente, com uso de arma de fogo, a atribuir falsamente o crime a outro familiar.
Ainda segundo a polícia, o homem foi preso em flagrante na época dos fatos. Depois, foi condenado a cumprir pena em regime inicialmente fechado. No ano passado, ele fugiu do sistema prisional e, conforme a investigação, voltou a perseguir e ameaçar a ex-companheira por telefone e pelas redes sociais.
A mulher já contava com medida protetiva de urgência. Após ações de inteligência e diligências, o condenado foi localizado na cidade mineira de Fronteira. Ele foi conduzido a uma unidade policial e permanecerá sob custódia até ser recambiado para a Bahia.
A operação foi realizada pelo Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher (Neam/Serrinha), com apoio do Núcleo de Inteligência da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (15ª Coorpin/Serrinha) e do 4º Pelotão de Fronteira da Polícia Militar de Minas Gerais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.