Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
comunidade dique
Pouco menos de um mês após um incêndio de grandes proporções destruir cerca de 100 moradias na comunidade Dique, da Vila Gilda, em Santos (SP), um novo fogo atingiu a favela — considerada a maior sobre palafitas da América Latina — nesta quinta-feira (28), deixando cerca de 50 casas destruídas. Duas pessoas ficaram feridas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, um homem foi atingido na cabeça por uma viga de madeira e está em coma. Uma mulher também precisou de atendimento médico após inalar fumaça. No local, atuam 14 viaturas e 49 bombeiros no trabalho de rescaldo.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram a dimensão das chamas e o desespero dos moradores. Em uma das gravações, um jovem aparece no telhado de uma casa em chamas tentando combater o fogo sozinho com um balde de água retirado da caixa d’água.
O incêndio teve início por volta das 13h40, na Rua Caminho São Sebastião, no bairro Rádio Clube. Diversos órgãos foram acionados para o socorro às famílias e combate às chamas, entre eles a Defesa Civil municipal e estadual, o SAMU, a Guarda Civil Municipal (GCM), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), além de médicos e equipes de proteção social.
O prefeito de Santos, Rogério Santos (Republicanos), afirmou que pediu reforço ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se comprometeu a enviar caminhões da Defesa Civil e da Assistência Social do estado para apoiar a ocorrência.
Segundo o Metrópoles, uma ajuda humanitária está sendo organizada e será distribuída a partir do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para atender os moradores atingidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).