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companhia nacional da opera de pequim
O espetáculo "A Lenda da Serpente Branca", uma das obras mais conhecidas do repertório da Companhia Nacional da Ópera de Pequim, chega à Salvador no dia 23 de maio. A apresentação única vai ocorrer às 19h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, e integra a turnê brasileira que também passa por São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.
A produção, que faz parte da programação do Ano Cultural Brasil-China 2026, celebra a parceria entre Brasil e China e traz um encontro criativo entre os dois países para aumentar o acesso do público brasileiro a diferentes tipos de arte. A apresentação terá auxílio de legendas em tela.
A montagem fala sobre o romance entre o jovem Xu Xian e a Dama Branca, um espírito de serpente em corpo de gente. O casal sofre com a perseguição do monge Fahai, que é contra a união. No palco, o público vê muita ação com artes marciais, fantasias detalhadas e um visual elaborado.
A Ópera de Pequim ganhou o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO e reúne música, canto, dança, interpretação dramática, acrobacias e artes marciais, com técnicas desenvolvidas ao longo de séculos na China imperial.
A turnê é apresentada pelo Ministério da Cultura e pela CTG Brasil, com apoio da Lei Rouanet e realização da Dellarte e do Governo do Brasil. A produção local é da Caderno 2 Produções. Os ingressos custam entre R$50 e R$80 reais, e estão disponíveis na plataforma Sympla.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.