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Os senadores aprovaram em plenário, nesta quarta-feira (23), o projeto originário da Câmara que obriga as empresas aéreas a oferecerem opções de transporte de animais, com equipes treinadas para esse trabalho. Como sofreu modificações no Senado, o PL 13/22 retorna para nova votação pelos deputados.
O projeto, de autoria do deputado Alencar Santana (PT-SP), impõe novas regras para o transporte aéreo seguro de animais de estimação em voos domésticos. O texto aprovado também pelos senadores define que os animais de estimação beneficiados com a futura lei são apenas cães e gatos.
A ideia da proposta foi inspirada a partir de ocorrências de maus-tratos e mortes de animais durante o transporte aéreo que chocaram a população. O deputado Alencar Santana citou, por exemplo, o caso da cadela Pandora, que ficou 45 dias perdida durante uma conexão no Aeroporto de Guarulhos (SP), entre o final de 2021 e início de 2022, caso que teve ampla repercussão.
Já a relatora do projeto no Senado, Margareth Buzetti (PSD-MT) destacou o caso do cão Joca, que morreu após erro no destino e transporte inadequado no ano passado. O projeto, aprovado de forma simbólica, inclusive passou a ser chamado de "Lei Joca".
Joca era um cão da raça Golden Retriever, e segundo laudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), a causa da morte foi um choque cardiogênico causado por hipertermia, ou seja, excesso de calor. O cachorro de cinco anos morreu em 22 de abril do ano passado após erro do serviço de transporte de animais da empresa aérea Gol.
Na ocasião, o dono do cão Joca chegou na cidade de Sinop (Mato Grosso), onde moraria com o animal de estimação, enquanto que o cão foi enviado para Fortaleza (Ceará). O trajeto, que estava previsto para durar apenas duas horas e meia, passou a durar cerca de oito horas totais. Quando João reencontrou o seu cão, em São Paulo, Joca já havia falecido.
Na proposta aprovada no Senado, Margareth Buzetti promoveu mudanças, como, por exemplo, a supressão da norma que estabelecia que aeroportos com movimentação superior a 600 mil passageiros por ano seriam obrigados a ter veterinário responsável pelo acompanhamento das condições de embarque e desembarque dos animais.
Após a aprovação no plenário do Senado, a senadora afirmou que foi uma vitória da causa animal a definição de uma legislação “para ser cumprida”, já que antes o transporte de animais ficava ao arbítrio da empresa aérea e sujeito a judicialização.
“Nós conseguimos realmente construir algo por meio de que, agora, as companhias aéreas vão poder ofertar o transporte animal, o transporte dos pets nos aviões, mas de uma forma segura para os animais e para os passageiros, que é isso que importa. Então, pela primeira vez, nós temos no Brasil agora uma legislação para ser cumprida, porque antes nós não tínhamos nada. A companhia levava se ela quisesse, ou não; ou então, através da judicialização, o que era muito ruim”, declarou a senadora do PSD.
O texto aprovado no Senado obriga ainda a companhia aérea a oferecer serviço de rastreamento de animais de estimação transportados em voos domésticos, configurado como um contrato acessório e ser realizado durante todo o trajeto da viagem até o momento da entrega do animal ao tutor, ressalvadas as restrições técnicas que impossibilitem o serviço. O rastreamento poderá ser realizado também pelo próprio tutor do animal transportado.
A Justiça de São Paulo condenou uma companhia aérea a indenizar a cantora Simony no valor de R$ 21 mil por ter barrado a artista no embarque de um voo em Orlando.
Segundo o jornal O Globo, Simony foi informada antes do embarque do voo de Orlando, nos Estados Unidos, para o Brasil, que não poderia levar a bagagem de mão no interior do avião.
A bagagem em questão transportava as medicações necessárias para a cantora, que na época passava por um tratamento contra um câncer. A defesa da empresa afirma que Simony reagiu de maneira agressiva após se recusar a atender às orientações.
Conforme o juiz Marcos Vinicius Krause Bierhalz, o fato ensejou uma situação constrangedora “o que reputo suficiente para a configuração da lesão à esfera de direitos da personalidade”. A companhia aérea ainda pode recorrer da decisão.
Um laudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP) concluiu que a causa da morte do cão da raça Golden Retriever Joca foi um choque cardiogênico causado por hipertermia, ou seja, excesso de calor.
O cachorro de 5 anos morreu em 22 de abril após erro do serviço de transporte de animais da empresa aérea Gol. O seu dono chegou a cidade de Sinop (Mato Grosso), onde moraria com o animal de estimação, enquanto que o cão foi enviado à Fortaleza (Ceará).
O trajeto, que estava previsto para durar apenas duas horas e meia, passou a durar cerca de oito horas totais. Quando João reencontrou o seu cão, em São Paulo, Joca já havia falecido.
O laudo oficial, feito a pedido da Polícia Civil, para ser anexado ao inquérito, aponta que, além do choque cardiogênico, Joca também teve alterações cardíacas. De acordo com veterinários, o choque cardiogênico é decorrente da hipertermia, ou seja, elevação da temperatura corporal.
Veterinários também apontam que, cachorros de grande porte, como era o caso de Joca, têm alterações no coração, principalmente em situações de estresse. O mais provável é que o calor, aliado ao forte estresse, tenha causado o choque no cachorro.
Um cachorro da raça Golden Retriever de 4 anos, chamado Joca, foi enviado para um destino diferente de seu tutor e acabou falecendo. O animal foi enviado para Fortaleza, enquanto o destino de sua família era Sinop-MT. Joca foi enviado de volta para o aeroporto de origem, Guarulhos-SP, e chegou ao destino já sem vida.
De acordo com reportagem do R7, o animal ia com a família para o Mato Grosso, mas devido a uma falha operacional da companhia aérea Gol, acabou sendo despachado para Fortaleza-CE. Assim que chegou em Sinop, o tutor, João Fantazzini, foi notificado sobre o ocorrido e decidiu voltar a São Paulo para reencontrar o cachorro.
A Gol afirma que, durante o período na capital cearense, uma equipe da empresa desembarcou o cachorro e se encarregou de cuidar dele até o embarque no voo para São Paulo. A companhia aérea também alega que chegou a encaminhar registros de Joca sendo acomodado na aeronave para João.
Apesar de ter retornado a Guarulhos, o animal chegou ao aeroporto sem vida. Em vídeo realizado por familiares de Joca, uma mulher fala sobre o estado em que o animal foi encontrado. Segundo ela, o cachorro ficou sob sol forte durante a espera do voo de volta.
Em nota oficial, a Gol afirma: “A Companhia está oferecendo todo o suporte necessário ao tutor e a apuração dos detalhes do ocorrido está sendo conduzida com prioridade total pelo nosso time. Nos solidarizamos com o sofrimento do tutor de Joca. Entendemos sua dor e lamentamos profundamente a perda do seu animal de estimação”.
Joca tinha um perfil dedicado a ele nas redes sociais, mantido por João. Nas publicações haviam várias mensagens de apoio, além de comentários pedindo por justiça. Na última publicação da página, compartilhada há seis dias, o tutor comentou justamente sobre a expectativa do cachorro para a viagem: "Meu pai disse que vamos nos mudar para bem longe! Já estou ansioso para andar de avião!”, diz a legenda da postagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.