Artigos
Trump recua, Irã capitaliza: o custo político da impulsividade
Multimídia
“Existe satisfação e insatisfação”, diz Ricardo Maia ao comentar relação com Jerônimo Rodrigues
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
comissao de espiritualidade
O Conselho Federal de Medicina (CFM) criou a Comissão de Saúde e Espiritualidade. O grupo, que funcionará em Brasília, abordará pesquisas e debates de casos clínicos no tema da espiritualidade. Tal projeto, que estabelecia a nova comissão, já existia desde o final do último ano. Porém, a portaria da proposição foi aprovada somente na última semana.
Segundo a coordenadora Rosylane Rocha, a comissão vai contribuir para os médicos conhecerem mais acerca da espiritualidade, e de como o tema pode ser tratado na prática clínica.
“A ideia [da comissão] é alimentar o CFM com o que tem de mais moderno em pesquisa, e ajudar médicos de todo o Brasil a conhecerem melhor o que é espiritualidade e como abordarem isso na prática clínica”, diz Rosylane Rocha.
A oração será um dos objetos de estudo da comissão. Segundo o G1, existem pesquisas médicas que constataram a liberação de neurotransmissores do bem-estar no cérebro durante uma prece.
Outro ponto destacado diz respeito que a espiritualidade não é uma questão religiosa. O foco do grupo será entender como a prática da espiritualidade pode influenciar nos casos clínicos dos pacientes.
“Quando falamos em espiritualidade, não estamos falando sobre crença. Na própria comissão temos médicos e pesquisadores de diferentes credos. O que vamos estudar é como a prática da espiritualidade afeta nos casos clínicos dos pacientes”, conta Rosylane Rocha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que o Brasil precisa “jogar fora o complexo de vira-lata”. A declaração foi feita durante um evento em São Paulo.