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combate a obesidade
A Novo Nordisk anunciou, na última terça-feira (27), que os kits iniciais do Ozempic vão passar a ser racionados na Europa, por causa do aumento da procura pelo remédio no continente.
Inicialmente o remédio foi criado para tratar diabetes, mas passou a ser usado no combate à obesidade. O racionamento deve durar até o primeiro trimestre de 2024.
De acordo com publicação do O Globo, outro medicamento da Novo Nordisk, Victoza, terá sua produção reduzida, com o objetivo de ampliar o estoque de Ozempic. A falta do medicamento nas prateleiras deve durar até o segundo trimestre do próximo ano.
"Recomenda-se limitar o início de novos pacientes (em Ozempic) durante a escassez e até que a situação do abastecimento melhore, o que é esperado no primeiro trimestre de 2024", disse a Novo Nordisk, em nota.
Já os kits iniciais de Ozempic, de 0,25 mg, terão sua produção reduzida por causa da escassez. A farmacêutica pretende priorizar os pacientes que já estejam em fases mais avançadas do tratamento.
"Nenhum novo paciente deve iniciar o tratamento com Victoza até pelo menos o segundo trimestre de 2024, quando se espera que o fornecimento se normalize", acrescentou a Novo Nordisk no anúncio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.