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coletiva flamengo
O técnico Tite comandou, na tarde desta quarta-feira (28), a vitória do Flamengo sobre o Bahia pelo jogo de ida das quartas de finais da Copa do Brasil. O treinador ainda comentou sobre a situação que sofreu em La Paz, após a partida da Libertadores.
“Jogar em La Paz é muito difícil. Não vou dizer desumano, mas, traz problemas muito fortes. Não gostaria de estar dizendo isso, mas se não pararem no primeiro e no segundo tempo, vai dar problema. Deu comigo, vai dar mais sério. Estou antecipando, é absurdo a CONMEBOL obrigar as equipes a estarem um dia antes lá. É um desrespeito à ciência, porque todos os médicos sabem que depois de 8 horas você começa a sentir dor de cabeça”, afirmou Adenor.
Em outro momento, Tite citou como pretende solucionar os casos de lesões frequentes do Rubro-Negro carioca.
“Bater em cima da tecla da quantidade de jogos dentre os campeonatos é algo que todas as equipes têm reclamado, mas enfim. Cabe a nós desenvolver soluções. Temos procurado a saúde dos atletas, o departamento de fisiologia sempre nos passa a realidade de cada um para sempre planejar o próximo jogo. Temos conseguido performar as três competições dessa forma, então vamos avaliar os casos do Michael hoje e, cabe a gente tomar decisões com aquilo que temos em mãos e os jogadores tem correspondido muito bem”, continuou o treinador.
Além disso, o técnico falou sobre sua perspectiva para o jogo de volta no Maracanã, que vale a classificação para as semifinais do torneio.
“Não é por que ganhou fora que temos a consciência de que vencemos, são jogos muito difíceis de ida e volta, que lá vai ter um grau de dificuldade e vamos precisar de uma torcida muito forte assim como o torcedor do Bahia ajudou”
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.